🚨 ALARMING: Riots and looting spread across France. Rioters stormed Galeries Lafayette. Nearby Lacoste, SFR stores, banks and other businesses were ransacked and vandalized. Dior has reportedly hired private security to protect its flagship Paris store amid the chaos. More than 1,200 people have already been arrested as the unrest continues to spread. #France #Paris #Riots #Looting #Protests
🚨 FRANCE IS ERUPTING 550,000 PEOPLE TAKE TO THE STREETS AS PROTESTS TURN VIOLENT. The anger over the rising cost of living and school conditions has exploded into a nationwide crisis. 🔥 Limoges’ historic town hall was reportedly largely destroyed by fire. 🔥 Lyon’s tourist office was set ablaze.
🚨 Paris and other cities saw violent clashes as riot police deployed tear gas and water cannons.
⚠️ At least 1,200 arrests. ⚠️ At least 150 police officers injured. ⚠️ Widespread looting, vandalism, and burning vehicles. This is no longer just about prices or public services. When hundreds of thousands take to the streets, the unrest sends a powerful message: public frustration can reach a breaking point. France is facing a serious test of public order. The bigger question now: Will authorities contain the unrest, or will the crisis escalate further? #France #BreakingNews #Protests #Europe #WorldNews
🇺🇸 JUST IN: Americans over 75 now have roughly 15 times the median household wealth of under-35 households, up from just 9 times three years ago. The Federal Reserve's latest Survey of Consumer Finances, considered the gold standard for measuring household wealth and released only every three years, shows the gap widened sharply between 2022 and 2025. Median net worth for households headed by someone 75 or older climbed about 38%, inflation-adjusted, to $504,600. Meanwhile, households under 35 saw their median net worth fall 23%, down to just $32,820. What makes this striking is how one-sided it was. Across every other age bracket, no group saw a change larger than 6% in either direction, meaning this wasn't a broad economic shift, it was specifically the oldest and youngest households moving in opposite directions. Part of the story is simple aging, wealthier boomers turning 75 pulled the older bracket's median up. But even isolating the same birth cohort over time, those who were 72+ in 2022 and aged into 75+ by 2025, their median net worth still rose 21%. Rising home equity and stock portfolios did the heavy lifting there, while younger households, who hold far less in real estate and equities and more in cash and debt, got squeezed by both falling homeownership rates and a tougher cost-of-living environment. Yale professor Samuel Moyn has pointed to this data as evidence of what he calls an emerging American "oldigarchy," a generational concentration of wealth that's only accelerating. #WealthGap #Economy #Millennials #GenZ #PersonalFinance
💎 Alguém acabou de provar que a estratégia definitiva de HODL realmente funciona. Uma carteira de Bitcoin inativa há quase 13 anos acabou de despertar, movimentando 248.8539 BTC, comprados originalmente em 2013 por cerca de US$ 88.000. Hoje, esse montante vale US$ 20,2 milhões. Quem quer que tenha essas chaves enfrentou toda a história de terror das criptomoedas. O colapso da Mt. Gox, que levou consigo 850.000 BTC em 2014. As repetidas proibições da China à mineração e à negociação. O colapso da FTX em 2022, que fez bilhões evaporarem e abalou a confiança em todo o setor. Durante tudo isso, nenhuma moeda sequer se moveu. Isso representa um retorno de cerca de 23.000%, ou aproximadamente US$ 20,1 milhões de lucro líquido, simplesmente por não fazer nada durante 13 anos, enquanto o mundo entrava em pânico ao redor dessa pessoa. Curiosamente, essa não foi uma movimentação isolada. Uma segunda carteira, inativa há 13 anos, também foi reativada ao mesmo tempo, enviando 167.8 BTC, no valor de US$ 13,6 milhões, para o mesmo endereço. Com isso, o total reativado passou de US$ 33,8 milhões, em moedas que originalmente valiam pouco mais de US$ 105.000. A lição é clara. A parte mais difícil nunca foi escolher a moeda certa. Foi ter convicção para nunca mexer nela. #Bitcoin #HODL #Crypto #BTC #WealthBuilding
🇨🇳🇺🇸 China's share of America's $9.33 TRILLION in foreign-held debt just dropped to an 18-year low. China's $591 billion in US Treasuries now makes up just 6.3% of total foreign holdings, down from a peak of roughly 28% back in 2011. Its holdings are the lowest since August 2008, during the depths of the Global Financial Crisis, and mark a third straight monthly decline, down about 16% from a year earlier. Meanwhile, the UK just crossed $1 trillion in US Treasury holdings for the first time on record, overtaking China for the number two spot and closing in on Japan at the top. The top 10 foreign holders now own over $5.55 trillion combined: Japan $1.07T, UK $1.01T, China $591B, Belgium $491B, Canada $465B, Cayman Islands $463B, Luxembourg $448B, France $363B, Ireland $352B, Taiwan $298B. China's long, steady retreat from US debt traces back to Trump's first term and has accelerated amid rising geopolitical tensions and Beijing's push to diversify its reserves, including 23 straight months of gold purchases by the PBOC. It's a notable structural shift, the country that once was America's largest foreign creditor is now watching allies like the UK and Canada quietly absorb the demand it's stepping away from. #China #USDebt #Treasury #Economy #Geopolitics
🇺🇸 BREAKING: The US took in a record $5.4 trillion in fiscal 2026 and still ran a $1.99 trillion deficit, the widest gap since 2021. Treasury data released Friday shows spending hit a record $7.4 trillion, up 6% year-over-year, while revenue grew just 3%, widening the deficit by $217 billion from fiscal 2025's $1.78 trillion. The gap now stands at 6.2% of GDP, up from 5.8% the year before, and marks the seventh straight year of trillion-dollar-plus deficits. Interest on the debt alone hit a record $1.36 trillion, up 12% in a single year, now exceeding both defense spending ($965 billion) and Medicaid outlays. That works out to over $3.7 billion a day just to service debt the government already owes, no new borrowing required. Treasury Secretary Scott Bessent pointed to a mix of factors behind the widening gap, including a Supreme Court ruling that forced $145 billion in tariff refunds, cutting net tariff revenue by 11%, alongside higher interest rates and costs tied to the nine-month-old conflict in Iran. Total US debt has already passed $40 trillion, a threshold crossed back in August, and now sits even higher near $40.3 trillion. IMF chief Kristalina Georgieva warned just this week that economic growth alone won't be enough to solve the problem, a direct pushback against Bessent's own framing that the US can simply grow its way out of the debt. #USDebt #Deficit #Economy #Treasury #Fiscal2026
🚨ENORME: Um novo estudo do Banco de Compensações Internacionais conclui que os bancos podem desacelerar o crescimento das stablecoins com taxas de juros apenas 0,01% mais altas — e o efeito começa a ser sentido em poucas semanas. O documento de trabalho do BIS, de autoria do economista Iñaki Aldasoro e do pesquisador Rashad Ahmed, analisou dados semanais dos EUA de janeiro de 2019 a junho de 2025, controlando os preços do Bitcoin, os rendimentos dos títulos do Tesouro e as condições financeiras gerais. A conclusão de referência: um aumento de 1 ponto-base nas taxas médias de juros dos depósitos bancários prevê cerca de 3 pontos percentuais a menos no crescimento acumulado da capitalização de mercado das stablecoins nas 10 semanas seguintes, reduzindo o crescimento médio de aproximadamente 15% para 12%. No modelo preferido pelos autores, que leva em conta o fato de os bancos elevarem as taxas em resposta ao próprio crescimento das stablecoins, o efeito triplica, desacelerando o crescimento até cerca de 6%. Em ambos os casos, o crescimento desacelera, mas não se reverte. Não se trata de depósitos saindo dos bancos, e sim do ritmo de adoção das stablecoins respondendo diretamente ao que os bancos estão dispostos a pagar aos poupadores. O impacto também não é igual entre as stablecoins. A USDC apresentou cerca de 2,5 vezes mais sensibilidade do que a USDT: aproximadamente 4,8 pontos percentuais a menos de crescimento por ponto-base, contra 1,9 ponto para a USDT. Isso provavelmente se deve ao fato de a base de usuários da USDC estar mais concentrada no mercado dos EUA, analisado pelo estudo. A conclusão é simples, mas significativa. Os bancos não estão indefesos diante da concorrência das stablecoins: as taxas oferecidas pelos depósitos são uma ferramenta que eles podem, de fato, usar — e esta é a primeira evidência empírica concreta que quantifica exatamente a força dessa ferramenta. #Stablecoins #BIS #Banking #Crypto #Finance
BRUTAL: Leopold Aschenbrenner refez suas apostas em IA após a liquidação forçada de julho e agora enfrenta outra forte onda de vendas. O fundo do ex-pesquisador da OpenAI, Leopold Aschenbrenner, de 25 anos, a Situational Awareness, já havia passado por um acerto de contas brutal neste ano. Seus ativos atingiram o pico de US$ 45 bilhões em julho, antes que uma alavancagem de 400% e uma súbita derrocada das ações de IA provocassem chamadas de margem que eliminaram cerca de US$ 35 bilhões e levaram a Citadel a comprar as posições em dificuldade com desconto. Semanas depois, Aschenbrenner voltou à carga. No início de setembro, a Situational Awareness comprou centenas de milhões de dólares em prêmio de opções em empresas do mesmo segmento do mercado: AMD, Bloom Energy, CoreWeave, SK Hynix, SanDisk, o ETF Roundhill Memory (DRAM) e Intel — essencialmente dobrando a aposta na tese de infraestrutura de IA que quase o levou à ruína da primeira vez. Até agora, não tem dado certo. Desde 8 de setembro, seis das sete posições sofreram fortes quedas: CoreWeave caiu 37,4%, SK Hynix caiu 25,8%, SanDisk caiu 23,8%, DRAM caiu 22,9%, Bloom Energy caiu 18,1% e Intel caiu 9,4%. Só a AMD está no positivo, com alta de 9,1%. Isso representa uma queda média de 18,3% na carteira, embora as perdas reais dele dependam do tamanho das posições, dos preços de exercício e de quaisquer operações feitas desde então. Aschenbrenner pode, no fim das contas, estar certo sobre a trajetória de longo prazo da IA — ele construiu toda a sua reputação com base nessa convicção. Mas os contratos de opções têm prazo de vencimento, e a convicção sem o momento certo foi exatamente o que lhe custou US$ 35 bilhões da primeira vez. #AI #Hedgefunds #StockMarket #Options #WallStreet
🔍 Has the "Bankpocalypse" begun? Big US bank stocks just logged their worst weekly losing streak since the 2008 Financial Crisis. Individual decline from recent highs: JPMorgan -11%, Bank of America -19%, Citigroup -15%, Wells Fargo -18.5%, Goldman Sachs -24%, Morgan Stanley -19%, US Bancorp -15%, Capital One -25%, PNC Financial -16%, BNY Mellon -14%. Goldman Sachs and Capital One have both now crossed the 20% bear-market threshold, even after Goldman's blockbuster earnings beat earlier this week, a reminder that strong fundamentals haven't been enough to stop the bleeding in this sector. The KBW Nasdaq Bank Index, tracking 24 major US banking stocks, has fallen for six consecutive weeks, its longest losing streak since 2008 and the third-longest this century, down roughly 13-14% from its August peak and firmly in correction territory. What makes this especially notable is the divergence. This selloff is happening while the S&P 500 and Nasdaq have been sitting near record highs for much of the same stretch, meaning banks are quietly underperforming even as the headline indexes mask the damage underneath. The driver traces back to surging Treasury yields, the Fed's rate hike in September, and growing worries about credit quality and lending margins heading into a higher-for-longer rate environment, concerns that apparently outweigh even blowout trading revenue from this week's earnings season. Banks are historically an early warning signal for the broader economy. Whether this is a buying opportunity or something more serious is still up for debate, but six straight weeks of selling in America's biggest lenders is not something to ignore. #Banks #StockMarket #Finance #WallStreet #Economy
🚨SURPREENDENTE: A China acaba de revelar um robô humanoide com 4 metros de altura e 1.089 quilos, capaz de levantar mais de 499 quilos — e parece ter saído diretamente de um anime de mechas. Batizada de Neo1, a máquina foi desenvolvida pela NeodraDynamics, uma startup de Pequim fundada por investigadores da Universidade Tsinghua, e apresentada na Feira Internacional da Indústria da China de 2026, juntamente com a parceira JD Industrial. O que torna a Neo1 verdadeiramente diferente é o seu sistema híbrido de acionamento. Enquanto a maioria dos robôs humanoides passou a ser totalmente elétrica nos últimos anos — incluindo a Boston Dynamics, que retirou o seu Atlas hidráulico em 2024 —, a NeodraDynamics seguiu o caminho oposto, combinando 39 atuadores hidráulicos com controlo elétrico por servomotores, ao longo de 41 graus de liberdade controlados de forma independente, dos quais 15 em cada mão. Esta combinação foi concebida para resolver um problema que há muito afeta a robótica de alta resistência: obter força bruta sem sacrificar a precisão. A empresa afirma que a Neo1 consegue exercer força suficiente para empurrar cargas superiores a uma tonelada, mantendo uma precisão de posicionamento repetível de cerca de ±0,005 milímetros — aproximadamente a espessura de um fio de cabelo humano fino. As aplicações previstas parecem uma lista de trabalhos que ninguém quer fazer pessoalmente: manutenção de instalações nucleares, trabalhos em infraestruturas subaquáticas a profundidades de até 10.000 metros, mineração, demolição e resposta a catástrofes, em condições que variam entre -50 °C e 250 °C. Vale a pena notar que, até agora, a Neo1 foi apresentada sobretudo em materiais de imprensa e exposições estáticas, e não em demonstrações ao vivo a realizar as tarefas anunciadas. Por isso, a validação em condições reais ainda está pendente. Ainda assim, como sinal do rumo que as ambições da China no setor da robótica estão a tomar, é difícil ignorar este robô. #China #Robotics #Humanoid #Technology #AI
🚨NOVIDADE: A Visa acaba de transferir os pagamentos com a stablecoin USDC nos EUA da fase piloto para a operação comercial plena, com a Inyo Global como primeira habilitadora. As empresas agora podem pré-financiar pagamentos internacionais usando USDC diretamente pela Visa Direct, aproveitando uma rede que abrange mais de 180 países. A plataforma da Inyo Global cuida de toda a operação — integração de clientes, verificações antifraude, conformidade e pagamentos nacionais e internacionais — por meio de uma única integração. A verdadeira mudança aqui está no horário. Os pagamentos internacionais tradicionais ficam à espera do expediente bancário e dos horários-limite dos bancos correspondentes. O pré-financiamento com USDC funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, permitindo que as empresas financiem pagamentos internacionais quase em tempo real, independentemente de os bancos estarem abertos. Vira Platonova, responsável global pela Visa Direct, apresentou a iniciativa como um sinal de que as stablecoins estão entrando na fase de adoção, afirmando que o lançamento representa a transformação de programas-piloto em implementação real. Cuy Sheffield, diretor da Visa Crypto Labs, chamou o momento de um marco para o setor. E isso não está acontecendo de forma isolada. A iniciativa se soma ao avanço mais amplo da Visa com stablecoins, que, segundo relatos, registrou um aumento de 15 vezes no volume, chegando a um ritmo anualizado de US$ 20 bilhões, além de iniciativas paralelas da Mastercard, da Circle e de outros grandes participantes do setor de pagamentos, que correm para incorporar estruturas de stablecoins à infraestrutura existente. O setor financeiro tradicional já não está experimentando com stablecoins — está incorporando-as discretamente à infraestrutura. #Visa #USDC #Stablecoin #Crypto #Payments
💀 O balanço de todo trader de criptomoedas em uma imagem. Pilhas e mais pilhas no cofre, moedinhas pesadas separadas por valor, dinheiro vivo pronto para entrar em ação assim que começar a próxima pernada de alta. Aí você abre a geladeira e encontra um pimentão, um pote de alguma coisa pela metade e um iogurte solitário lutando pela própria vida. Essa é a experiência real de quem já apostou tudo em um mercado de alta. Lámen no jantar, mãos de diamante no portfólio. Prioridades, não problemas. A melhor parte é que ninguém nesta comunidade mudaria nada. Convicção tem exatamente a aparência de uma geladeira vazia e uma carteira fria carregada. #Crypto #BullRun #CryptoMemes #Bitcoin #CryptoLife
🚨 ÚLTIMA HORA: O novo Roadster da Tesla acaba de fazer algo que nenhum carro de produção alguma vez fez: conduzir totalmente de forma autónoma. Numa apresentação realizada no local de testes de foguetões da SpaceX, em McGregor, no Texas, o Roadster de próxima geração, há muito adiado, subiu uma rampa curva, ultrapassou a vertical e ficou suspenso de cabeça para baixo graças a um sistema de sucção que gerava mais de 2 g de aderência — tudo sem ninguém ao volante. Elon Musk chamou à demonstração «tecnicamente autónoma», uma funcionalidade incluída especificamente para evitar que alguém se magoasse durante as acrobacias. Em seguida, o carro lançou-se num mortal com pirueta no ar, usando propulsores de gás frio derivados da SpaceX, com uma força de impulso de 80 quilonewtons, e mais tarde saltou por cima do próprio camião Semi da empresa. Musk confirmou que o Roadster acabará por ser o único carro com condução manual fabricado pela Tesla. Terá um volante tipo manche com direção eletrónica e travões eletrónicos, além de um aviso explícito de que «não é necessariamente um carro otimizado para a segurança». As reservas abriram nessa mesma noite, e os clientes que pagaram um sinal em 2017 foram automaticamente transferidos para a nova versão. A produção está prevista para 2028. Musk já tinha alertado que o modelo não terá grande impacto nas finanças gerais da Tesla, mas, como espetáculo de engenharia, é difícil superar este. #Tesla #ElonMusk #Roadster #SpaceX #EV
📊 ENORME: Um número recorde de ações do S&P 500 está agora a mover-se em sentido contrário ao próprio índice, e esta é a leitura mais extrema desde a bolha das dot-com. Segundo a Evercore ISI, o número de componentes do S&P 500 com beta negativo — ou seja, cujos retornos evoluíram em sentido oposto ao índice mais amplo — disparou para cerca de 130, face a 115 apenas algumas semanas antes. É o nível mais elevado alguma vez registado, fora do período de 2000-2001 que se seguiu ao rebentamento da bolha das dot-com. O beta mede até que ponto uma ação acompanha o mercado em geral. Um beta negativo significa que, durante o período analisado, uma ação tem subido quando o índice cai, e vice-versa. A Goldman Sachs identificou, de forma independente, uma tendência ainda mais abrangente: quase 45% das ações do S&P 500 apresentavam beta negativo a três meses, enquanto os dados da própria CNBC apontavam para perto de 40%. A lista está fortemente concentrada nos setores da energia, dos serviços públicos, financeiro e dos bens de consumo essenciais — setores defensivos e ligados às matérias-primas que se comportam como uma proteção contra o resto do mercado. A Evercore descreveu o papel da energia nesta dinâmica como o de «uma opção de venda sintética sobre o S&P 500». A questão mais profunda é a concentração. Com as gigantes da IA de mega capitalização a terem um peso desproporcionado, um punhado de empresas pode continuar a impulsionar o índice geral, mesmo quando um vasto conjunto de ações individuais enfrenta dificuldades nos bastidores. Nos dias em que o S&P 500 sobe, dezenas de ações ainda assim atingem novos mínimos de 52 semanas — um nível de divergência interna que não se via desde dezembro de 1999. O número do índice, por si só, diz menos sobre o mercado real do que em qualquer momento dos últimos mais de vinte anos. #StockMarket #SP500 #WallStreet #MarketDivergence #Investing
🇺🇸 ÚLTIMA HORA: Uma juíza federal acaba de ameaçar o presidente Trump com sanções por faltar repetidamente ao próprio depoimento no processo de difamação de 10 mil milhões de dólares que move contra a BBC. Trump tinha concordado, em julho, em prestar depoimento na sexta-feira passada, mas a sua equipa jurídica cancelou-o no final do mês passado, invocando «outros assuntos de importância nacional», e informou a BBC de que ele não estaria disponível para depor antes de janeiro de 2027, no mínimo — muito depois de terminar a fase de produção de provas do processo, em dezembro. A juíza magistrada federal dos EUA Enjoliqué A. Lett não escondeu a sua frustração, escrevendo que «o Tribunal já advertiu [Trump] pela sua falta de participação, sem qualquer resultado», e ordenou-lhe que respondesse formalmente, até 22 de outubro, à moção da BBC para obrigá-lo a prestar depoimento. A juíza observou que este é o mais recente episódio de um padrão: a BBC já teve de apresentar cinco recursos distintos devido à forma como Trump tem conduzido o processo de produção de provas. Trump processou a BBC em dezembro por causa do documentário «Panorama», que juntou duas partes distintas do seu discurso de 6 de janeiro de 2021. A estação pediu desculpa pela edição, mas continua a negar que tenha sido difamatória e argumenta que Trump não pode alegar de forma plausível ter sofrido danos à reputação, uma vez que venceu as eleições de 2024 depois da transmissão do documentário. O processo já se revelou dispendioso para a BBC, com os custos da defesa jurídica estimados em até 100 milhões de dólares, e a disputa em torno do depoimento do próprio Trump não dá sinais de que vá ser resolvida sem alarido. #Trump #BBC #Lawsuit #Politics #BreakingNews
🐻➡️🚀 Todo mundo está dizendo que o Uptober morreu. Geralmente, é exatamente nessa hora que ele não morreu. O mercado cai durante a maior parte de outubro. As manchetes se acumulam, várias notícias negativas surgem ao mesmo tempo, e os ursos aparecem prevendo novas mínimas. As posições vendidas se acumulam rapidamente, com todo mundo se posicionando para a queda que "obviamente" vem a seguir. Então, bem perto do fim do mês, depois que mãos fracas o suficiente já foram sacudidas para fora e o sentimento virou totalmente para o lado pessimista, o Pumptober finalmente dá as caras. O Bitcoin dispara, provocando um brutal short squeeze que leva ETH e as altcoins junto. Os mesmos ursos que previam novas mínimas são liquidados num piscar de olhos, enquanto os mesmos vendedores em pânico que venderam perto do fundo acabam comprando de volta a preços muito mais altos. Esse não é um padrão novo. É a mesma psicologia de manada que se repete ciclo após ciclo: dor máxima bem antes da virada, medo máximo bem antes do movimento que todos diziam que não aconteceria. Nunca é garantido que outubro vá se desenrolar da mesma forma desta vez. Mas o cenário — muitas posições pessimistas após uma queda acentuada — é exatamente o tipo de combustível que já acendeu esse fogo antes. #Bitcoin #Crypto #Uptober #ShortSqueeze #BTC $BTC $ETH $SOL
🔥O cofundador do Ethereum, Vitalik Buterin, acaba de criar um «modo paranoico» para o seu agente de IA, combinando zkAPI, Tor e tráfego de cobertura para manter os utilizadores invisíveis aos fornecedores de IA. Buterin envolveu a estrutura do seu agente de IA, chamada «pi», com quatro camadas de tecnologias de privacidade, integradas num daemon compatível com OpenAI. Cada conversa recebe o seu próprio circuito Tor dedicado, o que significa que não é possível associar duas conversas à mesma identidade de rede. É acrescentado tráfego de cobertura aleatório para mascarar os padrões reais dos pedidos contra a escuta passiva. A privacidade dos pagamentos é assegurada pelo zkAPI, um sistema de prova de conhecimento zero que permite aos utilizadores pagar por inferências de IA sem expor a sua identidade através do próprio rasto de pagamento. Além disso, todos os prompts são reescritos localmente pelo modelo do próprio utilizador antes de chegarem a um fornecedor externo de IA, removendo detalhes identificadores antes de saírem do dispositivo. Todo o agente é executado num ambiente isolado através do bwrap e do torsocks, para forçar todas as chamadas de rede a passarem pelo Tor. Buterin também foi franco quanto às limitações. Disse que esta configuração acrescenta «bastante» latência, sobretudo ao iniciar novas conversas, e admitiu que o Tor está «longe de ser ideal neste caso para a privacidade», uma vez que as suas proteções enfraquecem significativamente se um fornecedor de IA colaborar com nós de entrada do Tor para manipular ativamente os tempos. Sugeriu uma mixnet dedicada como possível solução futura. O código já é de código aberto no GitHub, e espera-se que em breve estejam disponíveis na mainnet recargas de zkAPI mais baratas e taxas de levantamento reduzidas. #Ethereum #VitalikButerin #AIPrivacy #Crypto #Web3
🚨ÚLTIMA HORA: O Nasdaq 100 acaba de registar a pior semana em ano e meio, apenas 10 dias depois de atingir um máximo histórico. O índice, fortemente composto por empresas tecnológicas, caiu 2,5% só na sexta-feira, fechando nos 29,187.55 pontos, e perdeu 5,5% na semana — a maior queda semanal desde a turbulência provocada pelas tarifas em abril de 2025. O índice mais abrangente Nasdaq Composite não ficou muito atrás, recuando cerca de 4,5% na semana, no pior desempenho desde junho. O índice está agora quase 7% abaixo do pico de 6 de outubro, e uma nova queda de pouco mais de 3% colocá-lo-ia oficialmente em território de correção. As ações de semicondutores estão a sofrer as maiores perdas. O Philadelphia Semiconductor Index acaba de registar a sua mais longa série de quedas desde 2006, enquanto os investidores se mostram cada vez mais apreensivos com o ritmo e o financiamento dos investimentos em infraestruturas de IA. As empresas de chips de memória foram particularmente afetadas, com algumas a perderem mais de 15% a 25% em apenas cinco sessões de negociação. A agravar a situação, nessa mesma semana foram divulgados dados do IPC mais elevados do que o esperado e a maior subida do IPP desde 2022. Além disso, o petróleo Brent chegou aos 110 dólares, em meio às tensões persistentes no Médio Oriente. Esta combinação levou os investidores a reconsiderar tanto o próximo passo da Fed como a dimensão da queda impulsionada pela IA. Nem todos os setores do mercado foram afetados. Setores defensivos como os serviços públicos, os bens de consumo essenciais e a energia tiveram semanas fortes, e o Dow chegou mesmo a fechar em alta, evidenciando uma forte rotação das tecnológicas expostas à IA para ativos mais seguros. #Nasdaq #StockMarket #TechStocks #AIBubble #WallStreet
🚨 URGENTE: Katie Zacharia, a nova secretária de imprensa da Casa Branca de Trump, deixou o cargo após menos de uma semana no posto, segundo vários veículos, incluindo CNBC e WSJ. Zacharia, que assumiu a função em 9 de outubro, está "deixando o cargo", segundo um funcionário da Casa Branca, o que faz de sua passagem uma das mais curtas entre as de qualquer secretário de imprensa na história americana moderna. Sua saída ocorreu após intenso escrutínio, depois que seu primeiro briefing durou apenas cerca de 14 minutos, durante os quais ela se atrapalhou com o roteiro e respondeu a apenas algumas perguntas. As críticas se intensificaram ainda mais depois que ela confirmou, em uma entrevista à Fox News com Sean Hannity, que não havia passado no exame da ordem, embora tivesse se apresentado como advogada. Trump abordou a situação diretamente, dizendo aos repórteres que havia conversado com Zacharia e a aconselhado a reconsiderar o cargo: "Se eu fosse você, reconsideraria." A mudança se soma a um padrão de alta rotatividade entre os secretários de imprensa de Trump e ocorre em um momento delicado, poucas semanas antes das eleições de meio de mandato, enquanto a Casa Branca já enfrenta várias outras controvérsias. #WhiteHouse #Politics #BreakingNews #Trump #PressSecretary
🚨 ELON MUSK ESTÁ APOSTANDO TUDO NA DISPUTA PELO CONGRESSO. Depois de gastar US$ 290 MILHÕES para ajudar a eleger Trump em 2024, Musk agora estaria gastando US$ 369 MILHÕES para manter os republicanos no controle do Congresso. Pense nisso. Quase US$ 660 milhões ligados a uma única agenda política. Por que isso importa? Porque o controle do Congresso determina quais políticas avançam, quais são barradas e quanto poder o presidente pode exercer. Se os republicanos mantiverem a maioria, Trump poderá ter mais facilidade para aprovar sua agenda no Congresso. E quando um bilionário pode despejar centenas de milhões em eleições, isso levanta uma questão maior: Quanta influência a riqueza extrema deveria ter sobre a democracia americana? As eleições devem ser decididas pelos eleitores, não dominadas por bilionários. O que está em jogo vai além de Musk ou Trump. Trata-se de responsabilidade, representação e equilíbrio de poder em Washington. VOTE NÃO EM MUSK. SIM À DEMOCRACIA. 🇺🇸 #ElonMusk #Trump #Democracy #USPolitics #Midterms
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