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Wenn du darüber nicht begeistert bist, oder wenn du nicht weißt, was du hier machst, oder wenn du wirklich eine schwer zu begeisternde Person bist…🤡
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Bitcoin kommt zwei entscheidenden technischen Signalen für einen neuen Aufwärtstrend näherBitcoin könnte morgen, am 8. September, in seinem Tageschart ein Golden-Cross bilden. Das Signal tritt auf, wenn der einfache gleitende Durchschnitt der 50 Tage von unten nach oben den gleitenden Durchschnitt der 200 Tage kreuzt und damit anzeigt, dass die jüngste Erholung über genügend Dynamik verfügt, um die langfristige Tendenz zu überwinden. Die gleitenden Durchschnitte liegen sehr nah beieinander, aber die Kreuzung muss noch wirksam bestätigt werden und könnte sich verschieben, falls der Kurs stärker fällt. Gleichzeitig versucht Bitcoin, noch einen weiteren wichtigen Indikator zu durchbrechen: den 50-Wochen-Durchschnitt, der derzeit nahe bei 79,7 Tsd. USD liegt. Nachdem er während der Erholung als Widerstand fungiert hat, stellt dieser Durchschnitt eine Art Grenze dar zwischen dem Abwärtstrend und einer möglichen, beständigeren Wiederaufnahme des Aufwärtstrends. Noch wichtiger als ein kurzfristiges Überschreiten wird es sein, die Woche darüber abzuschließen und ihn vorzugsweise in den folgenden Wochen in einen Support umzuwandeln.

Bitcoin kommt zwei entscheidenden technischen Signalen für einen neuen Aufwärtstrend näher

Bitcoin könnte morgen, am 8. September, in seinem Tageschart ein Golden-Cross bilden. Das Signal tritt auf, wenn der einfache gleitende Durchschnitt der 50 Tage von unten nach oben den gleitenden Durchschnitt der 200 Tage kreuzt und damit anzeigt, dass die jüngste Erholung über genügend Dynamik verfügt, um die langfristige Tendenz zu überwinden. Die gleitenden Durchschnitte liegen sehr nah beieinander, aber die Kreuzung muss noch wirksam bestätigt werden und könnte sich verschieben, falls der Kurs stärker fällt.
Gleichzeitig versucht Bitcoin, noch einen weiteren wichtigen Indikator zu durchbrechen: den 50-Wochen-Durchschnitt, der derzeit nahe bei 79,7 Tsd. USD liegt. Nachdem er während der Erholung als Widerstand fungiert hat, stellt dieser Durchschnitt eine Art Grenze dar zwischen dem Abwärtstrend und einer möglichen, beständigeren Wiederaufnahme des Aufwärtstrends. Noch wichtiger als ein kurzfristiges Überschreiten wird es sein, die Woche darüber abzuschließen und ihn vorzugsweise in den folgenden Wochen in einen Support umzuwandeln.
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O mercado frequentemente se move na direção que você queria momentos depois que a sua paciência acabou e você desistiu…
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O Bitcoin é como a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci: ambos são obras-primas nascidas de um momento único da história — e, por isso, jamais poderão ser verdadeiramente recriados. #BTC #HODL
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É possível que algum dia seja criada uma altcoin capaz de superar o Bitcoin?Desde o surgimento do Bitcoin, milhares de criptomoedas foram criadas prometendo transações mais rápidas, taxas menores, maior privacidade ou funcionalidades mais avançadas. Algumas chegaram a alcançar valores de mercado bilionários, mas nenhuma conseguiu retirar do Bitcoin a posição de principal referência monetária do setor. Para Saifedean Ammous, autor do livro O Padrão Bitcoin, isso não acontece por acaso: o Bitcoin possui características históricas, econômicas e políticas que dificilmente poderão ser reproduzidas por uma moeda criada posteriormente. Ammous constrói sua tese a partir da história do dinheiro. Ao longo dos séculos, diferentes bens foram utilizados como moeda, mas as sociedades tenderam a abandonar os mais fáceis de produzir em favor daqueles cuja oferta era mais difícil de aumentar. Foi assim que o ouro superou outros metais e se tornou o principal ativo monetário do mundo. Na visão do autor, o Bitcoin representa uma evolução desse processo, pois apresenta uma oferta máxima conhecida e resistente ao aumento arbitrário. O grande feito do Bitcoin teria sido criar, pela primeira vez, uma escassez verdadeiramente digital. Antes dele, qualquer arquivo eletrônico podia ser copiado infinitamente, o que impedia sua utilização como dinheiro sem a presença de uma empresa, banco ou governo controlando os registros. O Bitcoin resolveu esse problema por meio de uma rede descentralizada, capaz de verificar a propriedade e impedir o gasto duplicado sem depender de uma autoridade central. Alguém poderia argumentar que basta copiar o código do Bitcoin e criar outra criptomoeda com o mesmo limite de 21 milhões de unidades. Para Ammous, porém, isso não destrói a escassez do Bitcoin. A criação de outros metais não aumenta a quantidade de ouro existente, assim como o lançamento de milhares de altcoins não aumenta a quantidade de bitcoins. Cada moeda constitui uma rede diferente, com sua própria oferta, credibilidade, segurança e conjunto de participantes. Outro obstáculo para uma eventual substituição é o poderoso efeito de rede do Bitcoin. Quanto maior o número de pessoas que utiliza e aceita uma moeda, maior tende a ser sua utilidade. Mais usuários produzem maior liquidez; maior liquidez atrai investidores e empresas; mais investimentos fortalecem a infraestrutura; e uma infraestrutura mais desenvolvida atrai novos usuários. Uma altcoin não precisaria apenas apresentar alguma vantagem técnica, mas superar todo esse ecossistema acumulado. A origem do Bitcoin também ocupa um lugar importante na argumentação de Ammous. Quando Satoshi Nakamoto colocou o sistema em funcionamento, os bitcoins praticamente não possuíam valor comercial. Não houve venda inicial, empresa controladora ou grupo de investidores recebendo moedas antecipadamente. Depois de alguns anos, Satoshi desapareceu e deixou a rede funcionando sem uma liderança permanente. Atualmente, quando todos sabem que uma criptomoeda pode alcançar valor bilionário, seria quase impossível reproduzir essa origem espontânea e desinteressada. A ausência de um controlador central torna a política monetária do Bitcoin especialmente confiável. Desenvolvedores podem propor alterações, mas não conseguem obrigar usuários, mineradores e operadores de nós a aceitá-las. Os mineradores precisam respeitar as regras reconhecidas pela rede para receber suas recompensas, enquanto os usuários possuem forte interesse em preservar as propriedades que dão valor às moedas que possuem. Desse equilíbrio entre grupos com interesses diferentes nasce a resistência do Bitcoin a mudanças arbitrárias. Nas altcoins, segundo Ammous, normalmente existe uma fundação, empresa ou equipe de fundadores com influência muito maior sobre o funcionamento da rede. Essas organizações podem modificar a emissão das moedas, alterar o protocolo, substituir o mecanismo de consenso ou interferir nas transações. Mesmo quando uma altcoin promete uma oferta máxima, essa escassez pode depender da confiança nas pessoas responsáveis pelo projeto. No Bitcoin, a dificuldade de alterar as regras seria justamente a característica que torna sua política monetária mais confiável. A segurança acumulada também representa uma barreira gigantesca. Quanto mais valioso o Bitcoin se torna, maior é o incentivo para investir em equipamentos e energia destinados à mineração, tornando um ataque à rede progressivamente mais caro. Ao mesmo tempo, cresce a infraestrutura formada por corretoras, carteiras, serviços de custódia, sistemas de pagamento e aplicações construídas sobre o protocolo. Uma nova criptomoeda começaria sem esse histórico, sem a mesma liquidez e com uma rede muito menos testada contra ataques e crises. Por isso, na tese de Saifedean Ammous, não basta que uma altcoin seja mais rápida, barata ou tecnologicamente sofisticada para superar o Bitcoin. Ela precisaria reproduzir sua origem sem controlador, conquistar uma rede maior, alcançar segurança superior e demonstrar uma política monetária igualmente resistente a interferências — tudo isso enquanto o próprio Bitcoin continua evoluindo. Não é uma impossibilidade matemática, mas uma improbabilidade econômica crescente: quanto mais tempo o Bitcoin permanece funcionando, mais confiança, segurança e relevância acumula, tornando cada vez mais difícil o surgimento de um “novo Bitcoin”.

É possível que algum dia seja criada uma altcoin capaz de superar o Bitcoin?

Desde o surgimento do Bitcoin, milhares de criptomoedas foram criadas prometendo transações mais rápidas, taxas menores, maior privacidade ou funcionalidades mais avançadas. Algumas chegaram a alcançar valores de mercado bilionários, mas nenhuma conseguiu retirar do Bitcoin a posição de principal referência monetária do setor. Para Saifedean Ammous, autor do livro O Padrão Bitcoin, isso não acontece por acaso: o Bitcoin possui características históricas, econômicas e políticas que dificilmente poderão ser reproduzidas por uma moeda criada posteriormente.
Ammous constrói sua tese a partir da história do dinheiro. Ao longo dos séculos, diferentes bens foram utilizados como moeda, mas as sociedades tenderam a abandonar os mais fáceis de produzir em favor daqueles cuja oferta era mais difícil de aumentar. Foi assim que o ouro superou outros metais e se tornou o principal ativo monetário do mundo. Na visão do autor, o Bitcoin representa uma evolução desse processo, pois apresenta uma oferta máxima conhecida e resistente ao aumento arbitrário.
O grande feito do Bitcoin teria sido criar, pela primeira vez, uma escassez verdadeiramente digital. Antes dele, qualquer arquivo eletrônico podia ser copiado infinitamente, o que impedia sua utilização como dinheiro sem a presença de uma empresa, banco ou governo controlando os registros. O Bitcoin resolveu esse problema por meio de uma rede descentralizada, capaz de verificar a propriedade e impedir o gasto duplicado sem depender de uma autoridade central.
Alguém poderia argumentar que basta copiar o código do Bitcoin e criar outra criptomoeda com o mesmo limite de 21 milhões de unidades. Para Ammous, porém, isso não destrói a escassez do Bitcoin. A criação de outros metais não aumenta a quantidade de ouro existente, assim como o lançamento de milhares de altcoins não aumenta a quantidade de bitcoins. Cada moeda constitui uma rede diferente, com sua própria oferta, credibilidade, segurança e conjunto de participantes.
Outro obstáculo para uma eventual substituição é o poderoso efeito de rede do Bitcoin. Quanto maior o número de pessoas que utiliza e aceita uma moeda, maior tende a ser sua utilidade. Mais usuários produzem maior liquidez; maior liquidez atrai investidores e empresas; mais investimentos fortalecem a infraestrutura; e uma infraestrutura mais desenvolvida atrai novos usuários. Uma altcoin não precisaria apenas apresentar alguma vantagem técnica, mas superar todo esse ecossistema acumulado.
A origem do Bitcoin também ocupa um lugar importante na argumentação de Ammous. Quando Satoshi Nakamoto colocou o sistema em funcionamento, os bitcoins praticamente não possuíam valor comercial. Não houve venda inicial, empresa controladora ou grupo de investidores recebendo moedas antecipadamente. Depois de alguns anos, Satoshi desapareceu e deixou a rede funcionando sem uma liderança permanente. Atualmente, quando todos sabem que uma criptomoeda pode alcançar valor bilionário, seria quase impossível reproduzir essa origem espontânea e desinteressada.
A ausência de um controlador central torna a política monetária do Bitcoin especialmente confiável. Desenvolvedores podem propor alterações, mas não conseguem obrigar usuários, mineradores e operadores de nós a aceitá-las. Os mineradores precisam respeitar as regras reconhecidas pela rede para receber suas recompensas, enquanto os usuários possuem forte interesse em preservar as propriedades que dão valor às moedas que possuem. Desse equilíbrio entre grupos com interesses diferentes nasce a resistência do Bitcoin a mudanças arbitrárias.
Nas altcoins, segundo Ammous, normalmente existe uma fundação, empresa ou equipe de fundadores com influência muito maior sobre o funcionamento da rede. Essas organizações podem modificar a emissão das moedas, alterar o protocolo, substituir o mecanismo de consenso ou interferir nas transações. Mesmo quando uma altcoin promete uma oferta máxima, essa escassez pode depender da confiança nas pessoas responsáveis pelo projeto. No Bitcoin, a dificuldade de alterar as regras seria justamente a característica que torna sua política monetária mais confiável.
A segurança acumulada também representa uma barreira gigantesca. Quanto mais valioso o Bitcoin se torna, maior é o incentivo para investir em equipamentos e energia destinados à mineração, tornando um ataque à rede progressivamente mais caro. Ao mesmo tempo, cresce a infraestrutura formada por corretoras, carteiras, serviços de custódia, sistemas de pagamento e aplicações construídas sobre o protocolo. Uma nova criptomoeda começaria sem esse histórico, sem a mesma liquidez e com uma rede muito menos testada contra ataques e crises.
Por isso, na tese de Saifedean Ammous, não basta que uma altcoin seja mais rápida, barata ou tecnologicamente sofisticada para superar o Bitcoin. Ela precisaria reproduzir sua origem sem controlador, conquistar uma rede maior, alcançar segurança superior e demonstrar uma política monetária igualmente resistente a interferências — tudo isso enquanto o próprio Bitcoin continua evoluindo. Não é uma impossibilidade matemática, mas uma improbabilidade econômica crescente: quanto mais tempo o Bitcoin permanece funcionando, mais confiança, segurança e relevância acumula, tornando cada vez mais difícil o surgimento de um “novo Bitcoin”.
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21 gigantes financeiros se unem para lançar uma stablecoin global em dólarVinte e uma das maiores instituições financeiras do mundo anunciaram um projeto conjunto para lançar uma nova stablecoin denominada em dólar. O grupo pretende constituir uma empresa independente no segundo semestre de 2026, ainda sujeita ao cumprimento de determinadas condições, e colocar a moeda digital em circulação no primeiro semestre de 2027. A iniciativa representa um avanço em relação ao projeto apresentado em outubro de 2025, quando apenas dez bancos estudavam a viabilidade de criar uma forma de dinheiro digital lastreada em reservas e disponível em blockchains públicas. A dimensão do consórcio chama atenção pela presença de instituições de alcance mundial. Na América do Norte participam Bank of America, Capital One, Citi, Fidelity Investments, Goldman Sachs, PNC Financial Services, Scotiabank, TD Bank Group, Wells Fargo e WisdomTree. O grupo europeu reúne Santander, BBVA, Commerzbank, Crédit Agricole, Deutsche Bank, Lloyds Banking Group, Rabobank e UBS. Também fazem parte da iniciativa o japonês MUFG Bank, a Sirius International Holding, de Abu Dhabi, e o Standard Bank, um dos maiores grupos financeiros da África. Portanto, não se trata apenas de um acordo entre bancos americanos, mas de uma aliança que conecta instituições de cinco grandes regiões econômicas. A proposta inicial é emitir uma stablecoin vinculada ao dólar e respaldada por reservas na proporção de um para um, de maneira que cada unidade digital corresponda a um dólar ou a ativos equivalentes mantidos como garantia. A nova empresa deverá operar globalmente e reunir a capacidade de distribuição dos bancos com estruturas de governança, gestão de riscos e controles de conformidade típicos do sistema financeiro tradicional. O nome da moeda, a blockchain ou as blockchains utilizadas, o modelo exato das reservas e as regras de emissão e resgate ainda não foram divulgados. A moeda foi concebida para atender operações de atacado, clientes institucionais e, nos mercados em que isso for permitido, usuários do varejo. Entre as aplicações mencionadas estão pagamentos internacionais e liquidação de ativos digitais, que poderiam ocorrer com menos intermediários e fora das limitações de horário dos sistemas bancários convencionais. O projeto pretende observar a legislação americana aplicável às stablecoins, especialmente o GENIUS Act, e o regulamento europeu MiCA. Depois da versão em dólar, o consórcio planeja avançar para moedas digitais vinculadas a outras divisas do G7, tendo uma stablecoin em euro como prioridade. Para o mercado cripto, a entrada coordenada de instituições como Goldman Sachs, Citi, Bank of America, Deutsche Bank e UBS pode representar um importante aumento de legitimidade e infraestrutura. Uma stablecoin distribuída por bancos globais poderá facilitar a chegada de empresas, fundos e investidores que ainda evitam moedas digitais emitidas por organizações nativas do setor. Também poderá aumentar a quantidade de dólares disponíveis nas blockchains, melhorar a liquidez dos mercados e aproximar o sistema bancário das operações realizadas continuamente, 24 horas por dia, com ativos digitais. O Bitcoin pode ser beneficiado indiretamente porque essa stablecoin funcionaria como uma ponte regulada entre o dinheiro tradicional e o universo cripto. Ela não seria uma concorrente direta do Bitcoin: continuaria representando o dólar, dependendo de reservas, instituições emissoras e regras governamentais, enquanto o Bitcoin permaneceria um ativo descentralizado e de oferta limitada. Ao facilitar a movimentação de capital dentro das blockchains, a iniciativa poderá tornar mais simples a compra e a negociação de Bitcoin e de outros criptoativos. O lançamento ainda não está garantido, mas o compromisso assumido por 21 gigantes financeiros demonstra que a infraestrutura blockchain está deixando de ser apenas uma alternativa ao sistema financeiro e começando a fazer parte dele.

21 gigantes financeiros se unem para lançar uma stablecoin global em dólar

Vinte e uma das maiores instituições financeiras do mundo anunciaram um projeto conjunto para lançar uma nova stablecoin denominada em dólar. O grupo pretende constituir uma empresa independente no segundo semestre de 2026, ainda sujeita ao cumprimento de determinadas condições, e colocar a moeda digital em circulação no primeiro semestre de 2027. A iniciativa representa um avanço em relação ao projeto apresentado em outubro de 2025, quando apenas dez bancos estudavam a viabilidade de criar uma forma de dinheiro digital lastreada em reservas e disponível em blockchains públicas.
A dimensão do consórcio chama atenção pela presença de instituições de alcance mundial. Na América do Norte participam Bank of America, Capital One, Citi, Fidelity Investments, Goldman Sachs, PNC Financial Services, Scotiabank, TD Bank Group, Wells Fargo e WisdomTree. O grupo europeu reúne Santander, BBVA, Commerzbank, Crédit Agricole, Deutsche Bank, Lloyds Banking Group, Rabobank e UBS. Também fazem parte da iniciativa o japonês MUFG Bank, a Sirius International Holding, de Abu Dhabi, e o Standard Bank, um dos maiores grupos financeiros da África. Portanto, não se trata apenas de um acordo entre bancos americanos, mas de uma aliança que conecta instituições de cinco grandes regiões econômicas.
A proposta inicial é emitir uma stablecoin vinculada ao dólar e respaldada por reservas na proporção de um para um, de maneira que cada unidade digital corresponda a um dólar ou a ativos equivalentes mantidos como garantia. A nova empresa deverá operar globalmente e reunir a capacidade de distribuição dos bancos com estruturas de governança, gestão de riscos e controles de conformidade típicos do sistema financeiro tradicional. O nome da moeda, a blockchain ou as blockchains utilizadas, o modelo exato das reservas e as regras de emissão e resgate ainda não foram divulgados.
A moeda foi concebida para atender operações de atacado, clientes institucionais e, nos mercados em que isso for permitido, usuários do varejo. Entre as aplicações mencionadas estão pagamentos internacionais e liquidação de ativos digitais, que poderiam ocorrer com menos intermediários e fora das limitações de horário dos sistemas bancários convencionais. O projeto pretende observar a legislação americana aplicável às stablecoins, especialmente o GENIUS Act, e o regulamento europeu MiCA. Depois da versão em dólar, o consórcio planeja avançar para moedas digitais vinculadas a outras divisas do G7, tendo uma stablecoin em euro como prioridade.
Para o mercado cripto, a entrada coordenada de instituições como Goldman Sachs, Citi, Bank of America, Deutsche Bank e UBS pode representar um importante aumento de legitimidade e infraestrutura. Uma stablecoin distribuída por bancos globais poderá facilitar a chegada de empresas, fundos e investidores que ainda evitam moedas digitais emitidas por organizações nativas do setor. Também poderá aumentar a quantidade de dólares disponíveis nas blockchains, melhorar a liquidez dos mercados e aproximar o sistema bancário das operações realizadas continuamente, 24 horas por dia, com ativos digitais.
O Bitcoin pode ser beneficiado indiretamente porque essa stablecoin funcionaria como uma ponte regulada entre o dinheiro tradicional e o universo cripto. Ela não seria uma concorrente direta do Bitcoin: continuaria representando o dólar, dependendo de reservas, instituições emissoras e regras governamentais, enquanto o Bitcoin permaneceria um ativo descentralizado e de oferta limitada. Ao facilitar a movimentação de capital dentro das blockchains, a iniciativa poderá tornar mais simples a compra e a negociação de Bitcoin e de outros criptoativos. O lançamento ainda não está garantido, mas o compromisso assumido por 21 gigantes financeiros demonstra que a infraestrutura blockchain está deixando de ser apenas uma alternativa ao sistema financeiro e começando a fazer parte dele.
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Aqui vamos nós 🚀😎#BTC #HODL
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IBIT supera o S&P 500 desde o lançamento e reforça avanço institucional do BitcoinO iShares Bitcoin Trust ETF (IBIT), da BlackRock, acumula desempenho ligeiramente superior ao S&P 500 desde que começou a ser negociado na Nasdaq, em 11 de janeiro de 2024. Considerando o fechamento aproximado de US$ 26,63 no primeiro pregão e a cotação atual próxima de US$ 43,80, o IBIT valorizou cerca de 64,5%. No mesmo período, o principal índice da bolsa norte-americana avançou aproximadamente 60,4%, saindo de 4.780,24 para 7.666,60 pontos. A vantagem de pouco mais de quatro pontos percentuais torna-se especialmente relevante porque o S&P 500 atravessou um período favorável, impulsionado pelo crescimento das maiores empresas de tecnologia e pelos investimentos em inteligência artificial. Mesmo diante dessa concorrência, um produto concentrado exclusivamente em Bitcoin conseguiu acompanhar e superar a valorização de uma carteira diversificada formada por 500 das maiores companhias dos Estados Unidos. O resultado também ajuda a explicar a crescente aceitação institucional do Bitcoin. Ao oferecer exposição ao ativo por meio de um instrumento negociado em bolsa, o IBIT facilitou o acesso de investidores que preferem não administrar carteiras digitais e chaves privadas. O fundo já reúne aproximadamente US$ 60 bilhões em patrimônio e se consolidou como o maior produto norte-americano de Bitcoin à vista, demonstrando que a demanda institucional permaneceu relevante mesmo durante períodos de elevada volatilidade. A comparação exige uma ressalva: os 60,4% do S&P 500 representam somente a variação do índice, sem contabilizar os dividendos distribuídos pelas empresas. Com o reinvestimento desses rendimentos, o retorno total do mercado norte-americano fica próximo de 65%, deixando os dois investimentos praticamente empatados. Ainda assim, o desempenho do IBIT desde sua estreia é expressivo e reforça uma leitura moderadamente otimista: mesmo após uma forte correção em relação à máxima histórica do fundo, o Bitcoin conseguiu competir com um dos períodos mais fortes do mercado acionário dos Estados Unidos e permanece consolidando seu espaço entre os grandes ativos financeiros globais.

IBIT supera o S&P 500 desde o lançamento e reforça avanço institucional do Bitcoin

O iShares Bitcoin Trust ETF (IBIT), da BlackRock, acumula desempenho ligeiramente superior ao S&P 500 desde que começou a ser negociado na Nasdaq, em 11 de janeiro de 2024. Considerando o fechamento aproximado de US$ 26,63 no primeiro pregão e a cotação atual próxima de US$ 43,80, o IBIT valorizou cerca de 64,5%. No mesmo período, o principal índice da bolsa norte-americana avançou aproximadamente 60,4%, saindo de 4.780,24 para 7.666,60 pontos.
A vantagem de pouco mais de quatro pontos percentuais torna-se especialmente relevante porque o S&P 500 atravessou um período favorável, impulsionado pelo crescimento das maiores empresas de tecnologia e pelos investimentos em inteligência artificial. Mesmo diante dessa concorrência, um produto concentrado exclusivamente em Bitcoin conseguiu acompanhar e superar a valorização de uma carteira diversificada formada por 500 das maiores companhias dos Estados Unidos.
O resultado também ajuda a explicar a crescente aceitação institucional do Bitcoin. Ao oferecer exposição ao ativo por meio de um instrumento negociado em bolsa, o IBIT facilitou o acesso de investidores que preferem não administrar carteiras digitais e chaves privadas. O fundo já reúne aproximadamente US$ 60 bilhões em patrimônio e se consolidou como o maior produto norte-americano de Bitcoin à vista, demonstrando que a demanda institucional permaneceu relevante mesmo durante períodos de elevada volatilidade.
A comparação exige uma ressalva: os 60,4% do S&P 500 representam somente a variação do índice, sem contabilizar os dividendos distribuídos pelas empresas. Com o reinvestimento desses rendimentos, o retorno total do mercado norte-americano fica próximo de 65%, deixando os dois investimentos praticamente empatados. Ainda assim, o desempenho do IBIT desde sua estreia é expressivo e reforça uma leitura moderadamente otimista: mesmo após uma forte correção em relação à máxima histórica do fundo, o Bitcoin conseguiu competir com um dos períodos mais fortes do mercado acionário dos Estados Unidos e permanece consolidando seu espaço entre os grandes ativos financeiros globais.
BTC-0,71%
IBITETF-1,26%
SPYB-0,14%
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Bitcoin se aproxima de uma nova Golden CrossA Golden Cross, ou cruz dourada, ocorre quando a média móvel de 50 dias do Bitcoin cruza de baixo para cima a média de 200 dias. O sinal indica que os preços recentes estão ganhando força em relação à tendência de longo prazo e costuma confirmar a transição para um cenário mais favorável. Embora seja um indicador atrasado — parte da valorização normalmente acontece antes do cruzamento —, sua formação tende a aumentar a confiança dos investidores e a atrair maior atenção para o ativo. Os três cruzamentos mais recentes foram seguidos por valorização, ainda que em intensidades diferentes. Depois da Golden Cross de outubro de 2023, o Bitcoin avançou aproximadamente 21,7% nos 90 dias seguintes; após o cruzamento de outubro de 2024, subiu cerca de 47,2%; e, depois do sinal de maio de 2025, ganhou 2,5% no mesmo período. O desempenho reforça a leitura de que a Golden Cross pode acompanhar movimentos relevantes de alta, principalmente quando coincide com crescimento do volume, entrada de capital e melhora do cenário macroeconômico. Atualmente, com o Bitcoin negociado na região de US$ 77.600 a US$ 77.800, a média móvel simples de 50 dias está próxima de US$ 68.386, enquanto a média de 200 dias se encontra ao redor de US$ 69.550. A distância entre elas diminuiu para aproximadamente US$ 1.164, equivalente a apenas 1,67%. Como essa diferença vem sendo reduzida em torno de US$ 246 por dia, a Golden Cross poderá surgir depois de quatro a sete fechamentos diários, provavelmente entre 7 e 10 de setembro de 2026, caso o preço permaneça próximo dos níveis atuais. A confirmação do cruzamento poderá fortalecer a percepção de que o Bitcoin iniciou uma tendência de alta mais consistente e abrir caminho para um teste da resistência próxima de US$ 82.800. Um rompimento acompanhado por volume ampliaria a possibilidade de avanço em direção aos US$ 90 mil e, posteriormente, à máxima de 2026, próxima de US$ 97.900. Apesar de não representar garantia de valorização, a rápida aproximação das médias, combinada com o preço acima das duas linhas, forma neste momento uma configuração técnica encorajadora para o mercado.

Bitcoin se aproxima de uma nova Golden Cross

A Golden Cross, ou cruz dourada, ocorre quando a média móvel de 50 dias do Bitcoin cruza de baixo para cima a média de 200 dias. O sinal indica que os preços recentes estão ganhando força em relação à tendência de longo prazo e costuma confirmar a transição para um cenário mais favorável. Embora seja um indicador atrasado — parte da valorização normalmente acontece antes do cruzamento —, sua formação tende a aumentar a confiança dos investidores e a atrair maior atenção para o ativo.
Os três cruzamentos mais recentes foram seguidos por valorização, ainda que em intensidades diferentes. Depois da Golden Cross de outubro de 2023, o Bitcoin avançou aproximadamente 21,7% nos 90 dias seguintes; após o cruzamento de outubro de 2024, subiu cerca de 47,2%; e, depois do sinal de maio de 2025, ganhou 2,5% no mesmo período. O desempenho reforça a leitura de que a Golden Cross pode acompanhar movimentos relevantes de alta, principalmente quando coincide com crescimento do volume, entrada de capital e melhora do cenário macroeconômico.
Atualmente, com o Bitcoin negociado na região de US$ 77.600 a US$ 77.800, a média móvel simples de 50 dias está próxima de US$ 68.386, enquanto a média de 200 dias se encontra ao redor de US$ 69.550. A distância entre elas diminuiu para aproximadamente US$ 1.164, equivalente a apenas 1,67%. Como essa diferença vem sendo reduzida em torno de US$ 246 por dia, a Golden Cross poderá surgir depois de quatro a sete fechamentos diários, provavelmente entre 7 e 10 de setembro de 2026, caso o preço permaneça próximo dos níveis atuais.
A confirmação do cruzamento poderá fortalecer a percepção de que o Bitcoin iniciou uma tendência de alta mais consistente e abrir caminho para um teste da resistência próxima de US$ 82.800. Um rompimento acompanhado por volume ampliaria a possibilidade de avanço em direção aos US$ 90 mil e, posteriormente, à máxima de 2026, próxima de US$ 97.900. Apesar de não representar garantia de valorização, a rápida aproximação das médias, combinada com o preço acima das duas linhas, forma neste momento uma configuração técnica encorajadora para o mercado.
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G20 reconhece potencial dos ativos digitaisOs ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais do G20 reconheceram que a inovação financeira digital, incluindo os ativos digitais, pode contribuir para um crescimento econômico de base ampla. A declaração foi divulgada após a reunião realizada em Asheville, nos Estados Unidos, entre 31 de agosto e 1º de setembro de 2026. O documento, entretanto, não anuncia investimentos governamentais em criptomoedas nem recomenda sua adoção: registra uma posição política favorável à inovação, condicionada à preservação da estabilidade financeira e da confiança nos sistemas monetário e de pagamentos. No trecho dedicado à modernização do setor financeiro, o G20 destaca o “papel transformador” da inovação financeira digital e reconhece a importância do setor privado no desenvolvimento dessas tecnologias. Os participantes defendem marcos regulatórios e de supervisão que ofereçam caminhos claros para inovações consideradas responsáveis, inclusive em operações internacionais. O texto também aguarda estudos do Conselho de Estabilidade Financeira sobre stablecoins globais e reafirma o compromisso com a modernização dos pagamentos transfronteiriços, incluindo a ampliação dos horários de funcionamento dos sistemas de liquidação e o uso do padrão internacional ISO 20022. A declaração precisa ser interpretada dentro de um documento econômico mais amplo. Além dos ativos digitais, o comunicado aborda crescimento global, estabilidade de preços, inteligência artificial, desequilíbrios comerciais, dívida soberana, educação financeira e combate aos fluxos ilícitos. Na área cripto, o G20 reforça a aplicação das normas do Grupo de Ação Financeira Internacional contra lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo e proliferação de armas. Portanto, o reconhecimento do potencial econômico dos ativos digitais vem acompanhado da exigência de controles, supervisão baseada em risco e adequação às regras do sistema financeiro. Para o mercado cripto, a relevância da declaração está principalmente na mudança de linguagem institucional. Em vez de tratar os ativos digitais apenas como fonte de instabilidade, fraude ou risco sistêmico, o documento admite que o setor pode gerar inovação e apoiar o crescimento econômico. Isso pode favorecer a construção de regras mais previsíveis, reduzir incertezas para empresas e instituições financeiras e facilitar o desenvolvimento de serviços regulados. Ainda assim, a declaração não cria normas obrigatórias, não estabelece um regime regulatório comum e não impede que cada país mantenha políticas próprias ou adote restrições específicas. Para o Bitcoin, o efeito é indireto. O documento utiliza a expressão abrangente “ativos digitais” e não menciona nominalmente a criptomoeda, além de dedicar atenção particular às stablecoins e aos sistemas de pagamento. Mesmo assim, o reconhecimento do setor pelo principal fórum de coordenação econômica internacional contribui para sua legitimação institucional e pode ampliar o espaço para produtos, custódia e infraestrutura relacionados ao Bitcoin. A declaração é positiva para o ambiente regulatório, mas não representa endosso oficial ao ativo, promessa de adoção pelos bancos centrais ou garantia de valorização de seu preço.

G20 reconhece potencial dos ativos digitais

Os ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais do G20 reconheceram que a inovação financeira digital, incluindo os ativos digitais, pode contribuir para um crescimento econômico de base ampla. A declaração foi divulgada após a reunião realizada em Asheville, nos Estados Unidos, entre 31 de agosto e 1º de setembro de 2026. O documento, entretanto, não anuncia investimentos governamentais em criptomoedas nem recomenda sua adoção: registra uma posição política favorável à inovação, condicionada à preservação da estabilidade financeira e da confiança nos sistemas monetário e de pagamentos.
No trecho dedicado à modernização do setor financeiro, o G20 destaca o “papel transformador” da inovação financeira digital e reconhece a importância do setor privado no desenvolvimento dessas tecnologias. Os participantes defendem marcos regulatórios e de supervisão que ofereçam caminhos claros para inovações consideradas responsáveis, inclusive em operações internacionais. O texto também aguarda estudos do Conselho de Estabilidade Financeira sobre stablecoins globais e reafirma o compromisso com a modernização dos pagamentos transfronteiriços, incluindo a ampliação dos horários de funcionamento dos sistemas de liquidação e o uso do padrão internacional ISO 20022.
A declaração precisa ser interpretada dentro de um documento econômico mais amplo. Além dos ativos digitais, o comunicado aborda crescimento global, estabilidade de preços, inteligência artificial, desequilíbrios comerciais, dívida soberana, educação financeira e combate aos fluxos ilícitos. Na área cripto, o G20 reforça a aplicação das normas do Grupo de Ação Financeira Internacional contra lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo e proliferação de armas. Portanto, o reconhecimento do potencial econômico dos ativos digitais vem acompanhado da exigência de controles, supervisão baseada em risco e adequação às regras do sistema financeiro.
Para o mercado cripto, a relevância da declaração está principalmente na mudança de linguagem institucional. Em vez de tratar os ativos digitais apenas como fonte de instabilidade, fraude ou risco sistêmico, o documento admite que o setor pode gerar inovação e apoiar o crescimento econômico. Isso pode favorecer a construção de regras mais previsíveis, reduzir incertezas para empresas e instituições financeiras e facilitar o desenvolvimento de serviços regulados. Ainda assim, a declaração não cria normas obrigatórias, não estabelece um regime regulatório comum e não impede que cada país mantenha políticas próprias ou adote restrições específicas.
Para o Bitcoin, o efeito é indireto. O documento utiliza a expressão abrangente “ativos digitais” e não menciona nominalmente a criptomoeda, além de dedicar atenção particular às stablecoins e aos sistemas de pagamento. Mesmo assim, o reconhecimento do setor pelo principal fórum de coordenação econômica internacional contribui para sua legitimação institucional e pode ampliar o espaço para produtos, custódia e infraestrutura relacionados ao Bitcoin. A declaração é positiva para o ambiente regulatório, mas não representa endosso oficial ao ativo, promessa de adoção pelos bancos centrais ou garantia de valorização de seu preço.
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Der 50-Wochen-Durchschnitt kann den Beginn eines neuen Bitcoin-Bullenmarkts bestätigenDer 50-Wochen-Durchschnitt ist einer der effizientesten Indikatoren, um große Veränderungen im Bitcoin-Trend zu erkennen. Da er ungefähr einem Jahr an Kursdaten entspricht, reduziert er den Einfluss kurzfristiger Schwankungen und zeigt die vorherrschende Richtung des Marktes. In einem Bärenmarkt fungiert dieser Durchschnitt häufig als eine Art Deckel: Selbst wenn der Bitcoin beeindruckende Erholungen zeigt, hat der Preis oft Schwierigkeiten, ihn zu durchbrechen und anschließend darüber zu bleiben.

Der 50-Wochen-Durchschnitt kann den Beginn eines neuen Bitcoin-Bullenmarkts bestätigen

Der 50-Wochen-Durchschnitt ist einer der effizientesten Indikatoren, um große Veränderungen im Bitcoin-Trend zu erkennen. Da er ungefähr einem Jahr an Kursdaten entspricht, reduziert er den Einfluss kurzfristiger Schwankungen und zeigt die vorherrschende Richtung des Marktes. In einem Bärenmarkt fungiert dieser Durchschnitt häufig als eine Art Deckel: Selbst wenn der Bitcoin beeindruckende Erholungen zeigt, hat der Preis oft Schwierigkeiten, ihn zu durchbrechen und anschließend darüber zu bleiben.
Das ist keine Empfehlung, aber wenn ich du wäre, würde ich in den nächsten Tagen darauf achten….😎 #BTC #HODL
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Bitcoin nähert sich einem neuen goldenen KreuzDas goldene Kreuz und das Kreuz des Todes gehören zu den am häufigsten beachteten technischen Signalen im täglichen Chart von Bitcoin. Das goldene Kreuz entsteht, wenn der Simple Moving Average (SMA) der 50 Tage von unten nach oben den SMA der 200 Tage überschreitet, was auf eine Stärkung des Trends hinweist. Das Kreuz des Todes tritt auf, wenn der SMA der 50 Tage den SMA der 200 Tage nach unten kreuzt und damit eine Schwächung signalisiert. Da diese Durchschnitte einen langen Zeitraum berücksichtigen, dienen die Kreuze vor allem als Bestätigung von Kursänderungen, die bereits im Markt im Gange sind.

Bitcoin nähert sich einem neuen goldenen Kreuz

Das goldene Kreuz und das Kreuz des Todes gehören zu den am häufigsten beachteten technischen Signalen im täglichen Chart von Bitcoin. Das goldene Kreuz entsteht, wenn der Simple Moving Average (SMA) der 50 Tage von unten nach oben den SMA der 200 Tage überschreitet, was auf eine Stärkung des Trends hinweist. Das Kreuz des Todes tritt auf, wenn der SMA der 50 Tage den SMA der 200 Tage nach unten kreuzt und damit eine Schwächung signalisiert. Da diese Durchschnitte einen langen Zeitraum berücksichtigen, dienen die Kreuze vor allem als Bestätigung von Kursänderungen, die bereits im Markt im Gange sind.
Der Bitcoin Fear and Greed Index lag in den letzten 60 Tagen bei 11 (extreme Angst) bis 76 (extreme Gier). Ich weiß nicht, wie es dir geht, aber das hat mich ziemlich optimistisch gemacht, dass ein Bullenmarkt vor der Tür steht…😎 #BTC #HODL
Der Bitcoin Fear and Greed Index lag in den letzten 60 Tagen bei 11 (extreme Angst) bis 76 (extreme Gier). Ich weiß nicht, wie es dir geht, aber das hat mich ziemlich optimistisch gemacht, dass ein Bullenmarkt vor der Tür steht…😎 #BTC #HODL
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Von extremer Angst zu extremer Gier: Ist Bitcoin bereits in einen neuen Bullenmarkt eingetreten?Der Fear-and-Greed-Index ist ein Thermometer für den emotionalen Zustand des Bitcoin-Markts. Er bewegt sich von null bis hundert: Je näher bei null, desto größer die Angst; je näher bei hundert, desto größer die Gier. Der Indikator kombiniert verschiedene Informationen wie Volatilität, gehandeltes Volumen, die Stärke der Kursbewegung, die Bitcoin-Dominanz und das Interesse, das in den Internet-Suchen gezeigt wird. Sehr niedrige Werte treten häufig auf, wenn Anleger pessimistisch sind und aus Angst vor weiteren Kursrückgängen verkaufen, während hohe Werte steigendes Vertrauen, die Nachfrage nach dem Asset und sogar das Auftauchen des sogenannten FOMO – der Angst, die Wertsteigerung zu verpassen – anzeigen.

Von extremer Angst zu extremer Gier: Ist Bitcoin bereits in einen neuen Bullenmarkt eingetreten?

Der Fear-and-Greed-Index ist ein Thermometer für den emotionalen Zustand des Bitcoin-Markts. Er bewegt sich von null bis hundert: Je näher bei null, desto größer die Angst; je näher bei hundert, desto größer die Gier. Der Indikator kombiniert verschiedene Informationen wie Volatilität, gehandeltes Volumen, die Stärke der Kursbewegung, die Bitcoin-Dominanz und das Interesse, das in den Internet-Suchen gezeigt wird. Sehr niedrige Werte treten häufig auf, wenn Anleger pessimistisch sind und aus Angst vor weiteren Kursrückgängen verkaufen, während hohe Werte steigendes Vertrauen, die Nachfrage nach dem Asset und sogar das Auftauchen des sogenannten FOMO – der Angst, die Wertsteigerung zu verpassen – anzeigen.
Es scheint, so hat sich Bitcoin in letzter Zeit auf schlechte Nachrichten reagiert…😎
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Schlechte Nachrichten verlieren an Kraft auf BitcoinDas jüngste Verhalten von Bitcoin sorgt nicht nur wegen der Preiswiedererholung für Aufmerksamkeit, sondern vor allem wegen der Veränderung darin, wie der Vermögenswert auf negative Nachrichten reagiert. Matt Hougan, Investment-Direktor bei Bitwise, glaubt, dass diese scheinbare Gleichgültigkeit darauf hindeuten könnte, dass der Tiefpunkt des aktuellen Bärenmarkts bereits erreicht wurde oder zumindest sehr nahe ist. Über mehrere Monate hinweg hatte Bitcoin aufeinanderfolgende Rückgänge zu verzeichnen, und praktisch jedes ungünstige Ereignis schien eine neue Verkaufswelle auszulösen. In den letzten zwei oder drei Monaten jedoch begann sich dieses Muster zu verändern: Nachrichten, die potenziell schädlich sind, führen zwar weiterhin zu Schwankungen, verursachen jedoch nicht mehr so starke und anhaltende Einbrüche. Für Hougan deutet diese Verhaltensänderung darauf hin, dass ein großer Teil des Verkaufsdrucks bereits absorbiert wurde und der Markt in eine fortgeschrittenere Phase der Bodenbildung eingetreten ist.

Schlechte Nachrichten verlieren an Kraft auf Bitcoin

Das jüngste Verhalten von Bitcoin sorgt nicht nur wegen der Preiswiedererholung für Aufmerksamkeit, sondern vor allem wegen der Veränderung darin, wie der Vermögenswert auf negative Nachrichten reagiert. Matt Hougan, Investment-Direktor bei Bitwise, glaubt, dass diese scheinbare Gleichgültigkeit darauf hindeuten könnte, dass der Tiefpunkt des aktuellen Bärenmarkts bereits erreicht wurde oder zumindest sehr nahe ist. Über mehrere Monate hinweg hatte Bitcoin aufeinanderfolgende Rückgänge zu verzeichnen, und praktisch jedes ungünstige Ereignis schien eine neue Verkaufswelle auszulösen. In den letzten zwei oder drei Monaten jedoch begann sich dieses Muster zu verändern: Nachrichten, die potenziell schädlich sind, führen zwar weiterhin zu Schwankungen, verursachen jedoch nicht mehr so starke und anhaltende Einbrüche. Für Hougan deutet diese Verhaltensänderung darauf hin, dass ein großer Teil des Verkaufsdrucks bereits absorbiert wurde und der Markt in eine fortgeschrittenere Phase der Bodenbildung eingetreten ist.
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Bitcoin geht die ersten Schritte gegen die QuantenbedrohungDer Bitcoin hat einen wichtigen Fortschritt bei der Vorbereitung auf das zukünftige Zeitalter der Quantencomputer gemacht. Am 26. August 2026 wurde eine experimentelle Transaktion, die durch die Quantum-Safe-Bitcoin-Methode, oder QSB, geschützt war, im Mainnet bestätigt. Die Technik wurde vom Forscher Avihu Levy von StarkWare entwickelt und funktionierte ohne jede Änderung der Bitcoin-Konsensregeln. Die Operation bewegte lediglich 10.000 Satoshis, damals ungefähr 8 US-Dollar, aber ihr symbolischer Wert war weitaus größer: Zum ersten Mal ging eine als quantensicher vorgestellte Konstruktion von der Theorie in die Praxis über und wurde tatsächlich von der Blockchain akzeptiert.

Bitcoin geht die ersten Schritte gegen die Quantenbedrohung

Der Bitcoin hat einen wichtigen Fortschritt bei der Vorbereitung auf das zukünftige Zeitalter der Quantencomputer gemacht. Am 26. August 2026 wurde eine experimentelle Transaktion, die durch die Quantum-Safe-Bitcoin-Methode, oder QSB, geschützt war, im Mainnet bestätigt. Die Technik wurde vom Forscher Avihu Levy von StarkWare entwickelt und funktionierte ohne jede Änderung der Bitcoin-Konsensregeln. Die Operation bewegte lediglich 10.000 Satoshis, damals ungefähr 8 US-Dollar, aber ihr symbolischer Wert war weitaus größer: Zum ersten Mal ging eine als quantensicher vorgestellte Konstruktion von der Theorie in die Praxis über und wurde tatsächlich von der Blockchain akzeptiert.
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Die Kraft der ETFs treibt Bitcoin anDie börsengehandelten Bitcoin-Spot-ETFs, die in den USA gehandelt werden, rückten in den letzten Tagen wieder in den Mittelpunkt des Marktgeschehens. Zwischen dem 17. und 26. August 2026 erhielten diese Fonds rund 2,8 Milliarden US-Dollar an Nettozuflüssen und schlossen damit acht aufeinanderfolgende Handelstage mit Zuflüssen ab. Dadurch überstieg das in diesem Monat eingesammelte Volumen im August 3 Milliarden US-Dollar und machte den Monat zum besten Monat 2026 für die Bitcoin-ETFs. Die Bewegung fiel mit der Erholung der Kryptowährung zusammen, die erstmals seit Mai wieder die Marke von 80.000 US-Dollar überschritt.

Die Kraft der ETFs treibt Bitcoin an

Die börsengehandelten Bitcoin-Spot-ETFs, die in den USA gehandelt werden, rückten in den letzten Tagen wieder in den Mittelpunkt des Marktgeschehens. Zwischen dem 17. und 26. August 2026 erhielten diese Fonds rund 2,8 Milliarden US-Dollar an Nettozuflüssen und schlossen damit acht aufeinanderfolgende Handelstage mit Zuflüssen ab. Dadurch überstieg das in diesem Monat eingesammelte Volumen im August 3 Milliarden US-Dollar und machte den Monat zum besten Monat 2026 für die Bitcoin-ETFs. Die Bewegung fiel mit der Erholung der Kryptowährung zusammen, die erstmals seit Mai wieder die Marke von 80.000 US-Dollar überschritt.
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Bitcoin öffnet die Tür zum EigenheimDie Coinbase ist einen weiteren wichtigen Schritt gegangen, um den Bitcoin der traditionellen Wirtschaft näherzubringen, indem sie eine Partnerschaft mit Better Mortgage ankündigte, um in den Vereinigten Staaten eine neue Form der Immobilienfinanzierung anzubieten, die durch Kryptowährungen besichert ist. Der Vorschlag ermöglicht es Investoren, ihre Bitcoins zur Finanzierung des Hauskaufs einzusetzen, ohne sie verkaufen zu müssen. Obwohl das Ganze als „Bitcoin-besicherte Hypothek“ bezeichnet wird, ist die Struktur etwas komplexer: Coinbase stellt die institutionelle Infrastruktur für die Verwahrung der digitalen Vermögenswerte bereit, während Better Mortgage für die Bonitätsprüfung, die Kreditvergabe und die Verwaltung der Darlehen verantwortlich ist.

Bitcoin öffnet die Tür zum Eigenheim

Die Coinbase ist einen weiteren wichtigen Schritt gegangen, um den Bitcoin der traditionellen Wirtschaft näherzubringen, indem sie eine Partnerschaft mit Better Mortgage ankündigte, um in den Vereinigten Staaten eine neue Form der Immobilienfinanzierung anzubieten, die durch Kryptowährungen besichert ist. Der Vorschlag ermöglicht es Investoren, ihre Bitcoins zur Finanzierung des Hauskaufs einzusetzen, ohne sie verkaufen zu müssen. Obwohl das Ganze als „Bitcoin-besicherte Hypothek“ bezeichnet wird, ist die Struktur etwas komplexer: Coinbase stellt die institutionelle Infrastruktur für die Verwahrung der digitalen Vermögenswerte bereit, während Better Mortgage für die Bonitätsprüfung, die Kreditvergabe und die Verwaltung der Darlehen verantwortlich ist.
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