Uma IA capaz de fazer frente a uma infraestrutura usando 200+ vetores de ataque conectados em até 15 minutos também pode lidar com o seu caminho de interação com contratos inteligentes.
Este ano, já vimos Aria Protocol ser roubado em US$ 12,3M e TesseraDAO despencar 99% — tudo por ataques de uma única transação.
O ataque é executado por um grupo de Agents de sandbox com vida útil curta — milhares de operações em paralelo, com a migração do canal C2 entre serviços públicos.
A HF considera que ele foi construído com base em algum framework de pesquisa de segurança orientado por agentes.
O atacante enviou um conjunto de dados malicioso para o Hugging Face. Esse conjunto de dados faz referência a duas rotas de execução de código — um carregador de código remoto + injeção de template na configuração do conjunto de dados.
Em seguida: escalada de privilégios → roubo de credenciais → movimento lateral para vários clusters internos.
Dentro de 72h após o lançamento: Aria foi zerada em US$ 12,3M, a cotação dos tokens do TesseraDAO despencou 99% e o BYToken foi alvo de um ataque com flash loan em combinação. A auditoria é apenas o primeiro passo, não o último.
O responsável financeiro tem permissões de multisig. Ele disfarçou o desvio como uma transferência operacional; cada transação passa por uma aprovação e é liberada de forma “correta”.
Só depois de três meses você percebe que as contas não batem: 200 mil dólares já foram para um mixer de moedas e não dá mais para recuperar.
Multisig não é um simples “carimbo de borracha”; confiança não pode substituir o controle.#Web3安全 #ameaçaInterna
A chave privada do validador da AFX Trade foi vazada, e o atacante usou assinaturas legítimas para fazer o sistema liberar sozinho 24 milhões de dólares. O contrato não tinha falhas: as assinaturas passaram em tudo, e o período de contestação de 200 segundos foi praticamente irrelevante. A gestão de chaves é o maior ponto cego fora da cadeia.
A exchange não foi hackeada, mas seus coins sumiram do nada.
Usuários da Gate tiveram US$ 1,7 milhão roubados: rosto, SMS, e-mail e Google Authenticator foram verificados com sucesso, e a plataforma diz que não há vulnerabilidades. O atacante não precisa invadir a plataforma; basta provar “ele é você”.
2,92 mil milhões de dólares: uma única transação e acabou.
A Lazarus da Coreia do Norte alterou 2 nós validadores do Kelp DAO; em seguida, derrubou os restantes via DDoS. O sistema só consegue confiar no “traidor” controlado — mensagens falsificadas passam diretamente. Foram desbloqueados 116.500 rsETH e transferidos.
Não foi uma falha de código, nem vazamento de chaves. O problema está numa escolha “conveniente” de configuração: validação com 1/1 DVN (um único nó). A LayerZero sugeriu mudar para múltiplos nós, mas ninguém ouviu.
Ele tem em mãos todo o código-fonte dos contratos, permissões de deploy, chaves multi-assinatura e acesso root do servidor.
Três meses depois, aparece na blockchain um concorrente idêntico.
Como o código foi parar lá? Você consegue se proteger?
👇 4 imagens explicam em detalhes o “roubo de código” no cenário de desligamento — deslizando, você vai querer verificar imediatamente as permissões da sua empresa.
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