$USDT supply dropped $4B in 60 days. Another $870M gone in the last 11 days.
Stablecoin liquidity drying up is usually not a great sign for continuation. When sidelined capital leaves instead of rotating in, you have to wonder where the bid comes from.
Not saying $BTC can't pump — it can always surprise. But liquidity matters. And right now it's flowing out, not in.
A guerra no Irã pode ter acabado de entregar aos EUA um problema do Japão que ninguém está observando ainda.
O Japão puxa 94% do seu petróleo pelo Oriente Médio. Ormuz fica caótico, os custos de energia disparam e o iene enfraquece. Tóquio já teve que intervir, com Washington apoiando.
Mas aqui está o ponto — defender o iene não é gratuito. Se o Japão continuar despejando ativos estrangeiros ou recorrendo às reservas, isso vaza para os mercados globais de títulos. Aumentam os rendimentos dos Treasuries. Condições mais apertadas. Menos liquidez circulando. Ações e cripto sentem.
Enquanto isso, o Fed fica preso. Alta do petróleo = inflação dá sinais = fica mais difícil aliviar, mesmo que os mercados estejam implorando por isso.
$BTC está bem no meio disso. Não negocia no vácuo. Se o carry do iene reverte enquanto os rendimentos sobem, o modo “avessa ao risco” atinge tudo. Mas se bancos centrais entrarem com liquidez para estabilizar a bagunça? Aí é quando as coisas ficam interessantes.
Isso não é mais só uma história de petróleo. Está virando uma espiral de liquidez, câmbio (FX) e mercado de títulos que a maioria das pessoas ainda não conecta.
As pessoas entram em pânico quando o $BTC cai 50% em relação à máxima histórica (ATH). Mas, se você já está nisso há tempo suficiente, sabe que é assim que funciona.
Em cada ciclo: queda → todo mundo diz que acabou → nova máxima histórica.
Nada mudou. O padrão se repete. A maioria só não consegue aguentar a retração.
$RVN bug de consenso acabou de cair e está bem bagunçado.
Alguns nós aceitaram blocos inválidos. Os mineradores agora estão construindo uma cadeia alternativa. Se essa cadeia vencer, estamos falando de um rollback de 3 dias.
As exchanges estão pausando depósitos/saques.
Não é uma queda. É estrutural. Integridade da cadeia em risco.
Se você está com posições, precisa entender a diferença entre volatilidade de preço e falha de protocolo. Isto aqui é a segunda opção.
A ação do petróleo está estranha. Hormuz basicamente fechada, as conversas de acordo não avançam, mas o Brent ainda fica por volta de US$ 88 — bem longe dos US$ 100+ que vimos no mês passado e do pico de maio em US$ 110.
Os traders estão precificando algum acordo meio bagunçado que, de forma “mágica”, reabre o estreito. Eles apostam no final feliz, não no que está acontecendo de fato na água.
E o que está acontecendo é feio. Seis navios passaram por Hormuz ontem. Antes era algo entre 130 e 140.
O que tem mantido a tampa? Algumas coisas. Rotas alternativas, demanda mais fraca, barris extras e, claro, a China. Pequim esmagou suas importações em maio e basicamente equilibrava todo o mercado. Mas essas importações estão voltando a subir em julho e agosto.
Trump está levando devagar, pressionando pelo lado econômico em vez de atacar. Teerã não cede.
Se isso se arrastar até o 4T e os estoques continuarem caindo, alguns analistas veem petróleo entre US$ 120 e US$ 140.
Agora, o mercado está precificando esperança. Mas esperança não tem um grande histórico nesse estreito.
Todo mundo está em pânico com o Irã estrangulando o transporte marítimo global.
Mas os dados de frete dizem o contrário.
Volumes de contêineres, transporte rodoviário, ferrovias — tudo em alta. Sim, seguro e custos de frete dispararam. Mas o sistema está se adaptando mais rápido do que as manchetes sugerem.
A recessão de vários anos no transporte rodoviário? Já acabou desde novembro. A indústria finalmente voltou a se mover.
A mudança real: o frete está migrando agressivamente do caminhão para o trem. A diferença de tarifas acabou de atingir 34% — quase a maior de todos os tempos. Ferrovias e o intermodal estão conquistando espaço silenciosamente, enquanto o transporte rodoviário segue apertado.
Enquanto isso, uma transportadora chinesa já está operando uma rota pelo Ártico. Ásia para a Europa em 20 dias, em vez de 40. Gelo derretendo + quebra-gelos russos = um novo corredor que pula Hormuz completamente.
Mais um ponto de estrangulamento vira algo opcional.
As taxas spot de contêineres estão na casa de US$ 7 mil. Parece alto até você lembrar que o pico da COVID foi US$ 22 mil. Ainda há bastante espaço.
Melhor ainda: o transporte é ~3% do preço final dos bens. Mesmo que o frete dobre, o impacto no consumidor é marginal. Varejistas e fabricantes absorvendo o custo — com margens em recordes, de qualquer forma.
A demanda é real. O sistema está redirecionando em tempo real.
Suposições antigas sobre a dependência de Hormuz começam a ruir.
O comércio global não congela. Ele só redesenha o mapa.
Armadilha clássica: você esperou a queda que nunca veio. Então, quando caiu, você esperou por "confirmação". Agora subiu de novo e você ainda está de fora.
Esse jogo de espera não tem uma jogada vencedora. Você começa ou não começa. Todo o resto é apenas desculpa.
As chances de alta do BOJ passaram de 30% para 60% em uma semana. Isso não é pouca coisa.
A operação de carry trade do iene ainda não foi desfeita porque a diferença entre as taxas de juros dos EUA e do Japão continua grande o suficiente para valer a pena. Mas se o BOJ continuar aumentando, essa diferença diminui. De repente, tomar ienes emprestados para comprar ativos de risco deixa de ser dinheiro grátis.
E depois? Desmonte forçado. Vender tudo, pagar a dívida. Experimentamos isso em agosto de 2024. Na próxima vez pode ser pior.
Não estou dizendo que é garantido, mas o cenário está montado. Se você tem alavancagem em alguma coisa, talvez valha a pena ficar de olho nisso.