【Votação do projeto de lei de criptografia: limite de 60 votos, mas o Senado tem apenas 53 votos na mão 📉】
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No mercado de ativos digitais dos EUA, o projeto de lei de Estrutura Clara está prestes a passar pela votação procedimental mais decisiva da próxima semana. O Senado marcou o dia da votação formal para 15 de setembro, e o requisito para avançar é obter exatamente 60 votos. No momento, porém, os republicanos controlam apenas 53 cadeiras no Senado; faltam 7 votos para atingir esse patamar. Se o projeto travar nessa etapa procedimental, é bem provável que o avanço seja arrastado até o fim de meados das eleições de 2026 para só então ser retomado.
Primeiro, vamos separar as coisas: não se trata de uma votação comum. É uma “porta” procedimental obrigatória que precisa ser ultrapassada. O projeto precisa passar primeiro pela etapa do “encerramento do debate” para então, sim, entrar no momento de votação formal no Senado. Ter 60 votos significa conseguir apoio bipartidário suficiente; não basta, de forma alguma, contar apenas com as cadeiras que o partido majoritário tem por si só. O CFO da Coinbase, em 11 de setembro, foi bem direto ao dizer que a empresa ainda mantém planos alternativos.
O que realmente vale a pena observar é que a parte da plataforma já preparou duas rotas alternativas viáveis. Uma é fazer com que o próprio órgão regulador crie as regras. A outra é levar a controvérsia diretamente para o tribunal decidir. A SEC e a CFTC têm mostrado ações recentes constantes, e a postura delas tem ficado claramente mais inclinada a “liberar”. Se o Legislativo trava aqui, o produto do outro lado talvez não pare — e é exatamente esse o foco do verdadeiro cabo de guerra entre as partes.
Para as criptos, isso significa que a “porta de entrada” da conformidade está mudando de um único corredor para vários caminhos. Se o projeto passar, o setor consegue um arcabouço regulatório estável e de longo prazo, e as instituições terão mais coragem para entrar com confiança. Se o projeto não passar, as regras serão montadas aos poucos pelos órgãos reguladores, e o ritmo tende a ficar mais fragmentado e mais lento. As duas rotas chegam, no fim, ao mesmo destino. O que o mercado realmente teme nunca foi a existência de regras rígidas, e sim a falta de transparência nelas.
Na sua opinião, nesta rodada, a regulação vai acontecer primeiro com o projeto de lei sendo aprovado no Congresso, ou as regras dos órgãos reguladores vão começar a valer primeiro? Comente no campo abaixo.
【A ponte cross-chain voltou a abrir as portas, a reserva só dá para liquidar 85%💸】
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Na noite de 10 de setembro, o SideSwap na Liquid voltou a exibir cotações. Um snapshot on-chain mostra que, na época, havia cerca de 4.229 L-BTC em circulação. A reserva de Bitcoin que custodia essas moedas ficou só com 3.601 unidades. Calculando, a taxa de cobertura da reserva é de aproximadamente 85,15%, com um gap de cerca de 627 Bitcoins. Convertendo pelo preço atual, essa “falha” chega a quase 50 milhões de dólares. E a via de saída para resgates da rede ainda continua fechada.
Primeiro, separe duas coisas: poder negociar e poder resgatar são totalmente diferentes. O pareamento de ordens registra apenas os preços em que compradores e vendedores estão dispostos a fechar negócio naquele momento. Resgatar é outra história: é preciso destruir o L-BTC. Depois, a rede libera os Bitcoins “de verdade” da reserva. Agora a primeira metade voltou, mas a segunda metade segue parada. Há, entre as duas, uma distância de 627 moedas. O preço conseguir fechar negócio não significa que aquela moeda consiga ser retirada.
O que realmente importa observar é: quando o resgate para, a rota de arbitragem se quebra. Antes, havia gente que comprava L-BTC com desconto e depois trocava por Bitcoin de verdade. De uma ponta a outra, esse desconto era empurrado de volta aos poucos. Agora, com a porta fechada, a equalização do preço só indica confiança. Isso não significa mais que a reserva esteja integral — números contábeis “batem”, mas não quer dizer que dê para liquidar. Nos dados públicos, também ainda não há informações de profundidade de negociações após a reabertura.
Para criptos, a confiança de uma ponte nunca aparece escrita no whitepaper. Ela está no saldo do endereço da reserva, e também no fato de ser ou não possível resgatar. No início deste mês, a carteira de reserva dessa rede foi transferida com quase 4.000 Bitcoins. Depois, uma parte foi devolvida, mas a lacuna não foi recomposta. Quem detém a reserva guarda aquele Bitcoin real para todos — o papel pesa mais do que a tecnologia. Quando a “torneira” dos resgates aperta, desconto e squeeze frequentemente chegam juntos. Toda vez que a ponte dá problema, o roteiro é quase o mesmo — muda apenas o protagonista.
Você acha que esse gap de 15% é um congelamento temporário, ou que nunca será preenchido? Vamos conversar nos comentários.
O Instituto de Pesquisa da Binance publicou em 11 de setembro o mais recente relatório. O documento mostra que o valor de mercado ativo de ações tokenizadas já está se aproximando de 4 bilhões de dólares. Em janeiro deste ano, esse número era apenas 965 milhões de dólares; em oito meses, cresceu 314%. Ao mesmo tempo, o volume de negócios mensal saiu de 237 milhões de dólares e disparou para 7,9 bilhões de dólares, multiplicando-se por mais de trinta vezes. Esse ritmo já supera em muito o próprio passo de “colocar ações na blockchain”. A taxa de rotação também subiu de 0,23 vezes em janeiro para 2,14 vezes em agosto, chegando a 3,32 vezes em julho.
Primeiro, é preciso separar duas coisas: emissão e negociação. Nos dois primeiros anos, cada um comparava quem conseguia colocar mais ações na rede; quanto mais emitia, mais “prestígio” tinha. Agora a comparação mudou: vale quem emite coisas que de fato têm uso. Quando o volume de negociação aumentou mais de trinta vezes em oito meses, mas o valor de mercado subiu apenas cerca de três vezes, essa lacuna no meio é a resposta. O dinheiro está sendo repassado repetidas vezes na cadeia, em vez de ficar parado quietinho.
O que realmente merece atenção é para onde o dinheiro se concentra. Em junho, a participação no volume de transações das duas entidades emissoras era só de 0,8%; em setembro, já virou 87,8%. Na cadeia, o mesmo padrão se repete: essas duas plataformas ficaram com 88,2% do volume de transações. É justamente aí que está o problema — os canais de distribuição é que estão determinando quem consegue sobreviver. O limite para emitir tokens está caindo, mas o limite para alcançar usuários está subindo. Quem conseguir “segurar” as compras feitas por varejistas por impulso é que terá, de fato, a verdadeira moat.
Para a cripto, esta é a verdadeira nova variável. Quando ações entram na blockchain, elas deixam de ser apenas ações: também podem ir para pools de empréstimo e servir como colateral. A quantidade bloqueada na parte de on-chain saiu de 21,6 milhões de dólares para 289 milhões de dólares, já representando 7,2% do valor de mercado ativo. Além disso, há uma porção de pools que empacotam ações para moedas meme/cachorro. No total, as duas cadeias somaram 5,4 bilhões de dólares em transações. Ativos tradicionais e liquidez on-chain estão sendo amarrados na mesma corda.
Você acha que, quando muitas ações sobem para a cadeia, a cripto vai engolir primeiro as finanças tradicionais, ou que as finanças tradicionais vão pegar a cadeia emprestada e trocar de “casca”? Comente na seção de comentários.
【Banco licenciado nos EUA falou, instituições podem comer 13,32% de juros na cadeia 😳】 Entre no grupo de fãs do Sr. X na página inicial 🔥 Um banco cripto americano licenciado entrou em ação. Ele se chama Anchorage Digital. A empresa é regulada pelo Office of the Comptroller of the Currency (OCC) dos EUA e é uma das poucas instituições cripto bancárias licenciadas federalmente no país. Sua avaliação, em fevereiro, foi de 4,2 bilhões de dólares. Desta vez, ela anunciou que clientes institucionais podem cunhar, resgatar e apostar stablecoins fUSD diretamente no sistema de custódia. O fUSD roda na rede Base, com USDC como garantia. Por trás disso, a “pool” ainda tem cerca de apenas 100 mil dólares bloqueados.
Vamos separar bem dois personagens: Anchorage é o banco licenciado, Frgmnt é o emissor do token. O fUSD usa USDC como garantia; depois, essa garantia é investida em um mercado de empréstimos on-chain para gerar juros, que vêm de tomadores reais. Ao apostar o fUSD e convertê-lo em sfUSD, dá para receber os rendimentos gerados por essas estratégias. A data de 4 de setembro corresponde a uma taxa anual de 13,32%. Esse número varia conforme o “clima” do mercado de empréstimos on-chain. A pool é pequena porque, por enquanto, só está aberta para uma whitelist.
O que realmente vale observar é o canal, não o próprio token. Como é regulado, o banco não pode — e nem sempre é conveniente — lidar diretamente com empréstimos e estratégias de rendimento on-chain. Então, eles tiveram que contornar por plataformas offshore. Agora, elas conseguem obter essa fatia de rendimento de forma compatível dentro de um banco licenciado, sem precisar gerenciar chaves privadas e sem ter medo de auditorias questionando “explicação inconsistente”. A pool ser pequena é apenas temporário: em 15 de setembro, ela vai abrir acesso ao público, e também deve ampliar o limite de depósitos.
Para o mundo cripto, isso é como direcionar o dinheiro das instituições para dentro da cadeia. O que as instituições querem não é “empolgação”, e sim rendimentos que passem por auditoria e que possam ser registrados em relatórios — essa é a demanda real. O banco ganha a porta de entrada, o stablecoin ganha incremento, e o lending on-chain ganha capital; os três lados lucram. Em janeiro deste ano, a Anchorage também recebeu um investimento de 100 milhões de dólares da Tether e foi selecionada para emitir o stablecoin USAt, voltado para o mercado dos EUA.
Você acha que o que as instituições estão valorizando é essa licença de conformidade, ou os 13,32% de rendimento? Comente no espaço abaixo.
【A reforma das pensões dos EUA vai subir 3,6% no próximo ano — mas este é o pior sinal em três anos 😐】
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O CPI dos EUA de agosto subiu 3,4% em relação ao ano anterior, mantendo-se igual ao mês anterior; o PPI chegou a 5,4%. O CPI central subiu 0,3% no mês (variação mensal), acima da expectativa do mercado em 0,1 ponto percentual. No mesmo dia, o órgão de previdência divulgou os cálculos: o ajuste de 2027 deve ficar entre 3,5% e 3,6%. A AARP estima que, em média, cada beneficiário receberá mais US$ 75 por mês; são cerca de 75 milhões de beneficiários. Após a divulgação dos dados, os rendimentos dos Treasuries pararam em máximas de vários anos; e as apostas para o próximo aumento de juros subiram para quase 90% na próxima semana.
Primeiro, vamos separar uma coisa: o aumento da pensão do Seguro Social não é um “extra” de benefícios, e sim uma leitura da inflação. Ele é calculado automaticamente por uma fórmula fixa de preços; o governo praticamente não tem margem de decisão. O que é diferente desta vez é o salto: no ano passado foi de apenas 2,8%; agora, a estimativa chega a 3,6%. Analistas também lembram que o número final depende do preço do petróleo — os conflitos no Irã mantêm o petróleo instável. O aumento é um resultado calculado de forma passiva, não um presente dado por política.
O que realmente vale observar é que quanto maior o ajuste, mais difícil é a inflação ceder. E aí está o problema: a pensão é corrigida com base na inflação do ano anterior, e quando o dinheiro chega às mãos, as etiquetas nos supermercados já passaram por mais uma rodada. A diferença, no fim, fica por conta do próprio bolso. Na mesma época, o rendimento dos Treasuries de 10 anos ficou acima de 4,9%, então o dinheiro também é difícil de vencer a inflação. Portanto, quanto mais esse número sobe, mais complicado fica equilibrar as contas na carteira.
Para as criptos, o fim desta cadeia é o Federal Reserve. Se a inflação continuar “grudada”, o corte de juros vai demorar mais, e a avaliação dos ativos de risco segue sob pressão. Por isso, o Bitcoin fica indo e voltando perto de US$ 79 mil, enquanto o Ethereum voltou para a faixa de US$ 2.600. Mas, no longo prazo, as compras sustentadas o tratam como uma proteção contra perda de poder de compra — e essa lógica também está ficando mais “grossa”. Para as pessoas comuns, porém, os ativos anticrise/inflacionários que podem ser alocados com facilidade já são poucos.
Você acha que o aumento da pensão ano após ano é prova de que a inflação ainda não passou, ou é uma razão para comprar cripto? Vamos conversar nos comentários.
【Ativos reais on-chain atingem US$ 46 bilhões; o maior bloco é o Tesouro dos EUA 📊】
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O montante total de ativos do mundo real na cadeia acaba de ultrapassar US$ 46 bilhões. Deste valor, cerca de US$ 15 bilhões são títulos do Tesouro dos EUA tokenizados. Ele ocupa, de forma estável, o primeiro lugar entre todas as categorias. Ao mesmo tempo, o Bitcoin fica oscilando perto de US$ 79 mil. Ele não seguiu esses números com uma direção clara. O que o mercado quer mesmo saber é de onde exatamente está vindo esse dinheiro. Quem está comprando e o que está buscando. Por trás desses dados está a mudança no fluxo de recursos reais.
Primeiro, vamos separar o que essas três letras, RWA, significam. O nome completo é “Real World Assets” (Ativos do Mundo Real). A ação central é levar para a cadeia aquilo que está fora dela: títulos do Tesouro, fundos de dinheiro (money market), ouro, imóveis — tudo entra nessa categoria. Dentro do “prato” de US$ 46 bilhões, só os títulos do Tesouro dos EUA somam US$ 15 bilhões. Quase um terço de todo o total, o que revela uma concentração bem alta. Isso indica que a categoria que mais atrai dinheiro na cadeia não é um “novo enredo”. É justamente o tipo mais antigo e menos “sexy” de ativo.
O que realmente vale observar é de onde vem esse dinheiro. Quem compra títulos on-chain do Tesouro geralmente são instituições e empresas de asset management. Não são investidores de varejo que buscam comprar no topo e vender no pânico. O que elas querem é receita de cupom e eficiência na liquidação, não um pouco de volatilidade de preço no curto prazo. O ativo mais conservador no sistema financeiro tradicional, na cadeia, acabou virando o maior bloco. Esse desencontro em si é um dos sinais mais dignos de reflexão. O apetite do mercado on-chain está se aproximando das instituições.
Para as criptos, isso é outra forma de entrada de capital. O valor total dos stablecoins já ultrapassa US$ 300 bilhões. Se somarmos títulos do Tesouro e stablecoins, é como levar todo o ecossistema do dólar para dentro da cadeia. No futuro, a disputa não será mais “quem sobe mais rápido”. Será “qual cadeia consegue acomodar mais ativos reais”. A cadeia com o caminho mais suave tende a ser escolhida pelas instituições. Esse também é o próximo ponto de virada na competição on-chain. Comparado ao “calor” do hype, essa rota é muito mais longa.
Você acha que a maior categoria on-chain virar títulos do Tesouro é sinal de que as criptos estão indo para o mainstream — ou de que elas estão sendo “capturadas” pelo sistema financeiro tradicional? Vamos conversar na seção de comentários.
【Depois que o CPI foi aplicado, o Bitcoin voltou a saltar para US$ 79 mil — mas quem está a subir é o dinheiro dos shorts💥】
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O CPI dos EUA de agosto subiu 3,4% em relação ao ano anterior, em linha com as expectativas do mercado. O núcleo subiu 0,3% mês a mês, 0,1 ponto percentual acima do previsto, ou seja, uma ligeira surpresa positiva. Após a divulgação, o Bitcoin saltou de 76 mil para 79 mil dólares. A alta no dia foi de cerca de 3%. Ethereum também reagiu em alta, voltando a ficar acima de 2500 dólares. A inflação não ficou ainda pior; o dinheiro respirou aliviado primeiro. No relatório não apareceram novas notícias negativas, então o sentimento foi corrigido pela metade.
Vamos separar esta inflação para ver com clareza. Os preços da gasolina subiram 3,9% no mês, contribuindo com mais de um terço do aumento total. A inflação “core” em si só ultrapassou um pouco, e a maior parte do impulso vem da energia. E por trás da energia está aquela linha do Médio Oriente que ainda não parou de verdade. Enquanto o transporte marítimo através do estreito não estiver estável, o preço do petróleo não “cai” e a inflação também não volta ao alvo. Se essa linha de energia não for resolvida, os cortes de juros só podem continuar a ser empurrados para mais tarde.
O que realmente vale a pena observar são os rendimentos dos Treasuries dos EUA. O rendimento dos 10 anos ainda está acima de 4,9%, perto de máximas de muitos anos. As apostas do mercado para novos aumentos de juros em 16 de setembro já subiram para 85%. A QCP deixou isso claro diretamente: a alta taxa de rendimento é, neste momento, o maior obstáculo para o Bitcoin. O dinheiro “sem risco” ficou mais caro, então os ativos de risco precisam primeiro dar passagem. É também por isso que, assim que a alta apareceu, já houve quem avisasse para não perseguir preços. Enquanto as taxas não baixarem, as avaliações dos ativos de risco vão continuar sem aguentar.
Para cripto, a “qualidade” deste rali não é tão alta. Dados on-chain mostram que o que impulsionou o repique foi principalmente a liquidação forçada dos shorts. A compra nova no spot não acompanhou, mas a alavancagem foi empilhada cada vez mais. Quanto mais rápido o preço sobe, mais a próxima reversão tende a explodir do outro lado. Sem entrada de spot, o repique só pode ser considerado um ajuste técnico. Quando a alavancagem for eliminada, o preço ainda terá de encontrar direção por conta própria. Para quem está a seguir a alta (comprando para cima), este tipo de repique é, na verdade, o mais difícil de manter.
Você acha que este repique de 79 mil é o reinício da tendência — ou foi um movimento falso feito pelos shorts? Vamos conversar nos comentários.
【Empresa suíça de criptografia, de longa data: metade dos cargos vai mudar para Vietnã e Europa Oriental 🌏】
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Há uma empresa suíça de criptografia, bem estabelecida no mercado, que pretende transferir metade de seus cargos. Ela se chama Bitcoin Suisse e foi fundada em 2013, em Zug. Ao todo, são 120 vagas na Suíça; no máximo, 60 serão transferidas para o exterior. A empresa foi criada há mais de dez anos e, no setor cripto suíço, é uma “cara antiga”. Os novos destinos são Bratislava e o Vietnã, pois os custos lá são mais baixos.
Antes de tudo, é preciso deixar claro que não se trata de um corte comum de pessoal: a maior parte dos desligamentos envolve funções de back-office. Operadores (traders) e pesquisadores praticamente não serão afetados; as funções de suporte administrativo são as mais atingidas. O back-office inteiro será transferido para fora; na Suíça, ficarão mais vendas e atendimento na linha de frente. O CEO Andrej Majcen disse isso diretamente: “Fazer o mesmo trabalho do outro lado sai bem mais barato”. Ele negou que seja por causa de um mercado ruim, dizendo que é para levar os negócios para o exterior. A informação veio da mídia financeira suíça Finews.
O que realmente vale a atenção é que a indústria cripto começou a calcular custos. No último ciclo de alta (bull market), o que importava era ter equipes grandes e falar alto. Agora, como os clientes são instituições, o que passa a valer é conformidade e custo por unidade. Para empresas que fazem custódia e staking, o custo do back-office determina diretamente as cotações. Esta empresa só anunciou, em junho, que iria sair da Suíça, mirando Family Offices e clientes de alta renda. Neste ano, ela também conseguiu licenças em Liechtenstein e Bermudas; sua subsidiária no Oriente Médio, em Abu Dhabi, também foi aprovada. A empresa não revelou quanto pretende economizar com essa rodada de ajustes.
Para o setor cripto, esse tipo de mudança é transformar eficiência operacional em argumento de venda. Centros financeiros tradicionais estão empurrando empresas cripto para fora. Regiões de baixo custo assumem o back-office e a operação, enquanto a matriz fica em locais com regulação mais clara. Para quem trabalha na área, os cargos de back-office tendem cada vez mais a se parecer com centros de terceirização. Essa transferência faz parte da globalização da indústria cripto. Quando essa divisão se fixa, a estrutura de lucros do setor muda; e a diferença entre os serviços e a fiscalização também tende a se ampliar junto.
Você acha que levar cargos para países de baixo custo é um passo necessário para a maturidade da indústria cripto, ou que o Crypto Valley da Suíça está começando a perder o brilho? Comente no espaço abaixo.
【A 2ª maior banca da Itália age, e ela mesma arranja gente para montar custódia criptografada🏦】
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O banco Intesa, o segundo maior da Itália, está procurando em escala global um parceiro de tecnologia para montar seus negócios de cripto. Segundo fontes, as negociações relevantes ainda estão em estágio inicial, e ainda não está decidido qual empresa ficará responsável por esse sistema. Há variáveis no caminho. A infraestrutura que ele quer não é apenas um canal de transações, mas um sistema completo que abranja custódia, corretagem e produtos de tokenização. No mesmo dia em que a notícia foi divulgada, o Bitcoin subiu exatamente de US$ 77.000 para acima de US$ 79.000, e o sentimento do mercado acabou de se recuperar.
Antes de tudo, é preciso deixar claro: desta vez, o banco não se interessa pela “porta de entrada” do mercado, e sim por todo o pacote de infraestrutura do backend. Questões como: como os ativos serão guardados, como serão transferidos e quem vai registrar o razão/contabilidade, precisam ser respondidas primeiro. Custódia, corretagem, investimentos tokenizados e renda fixa precificada em stablecoins — tudo isso são apenas extensões naturais que crescem ao longo desse processo. No passado, essas atividades eram majoritariamente feitas pelas exchanges e por custodiante especializado, e os bancos, em geral, só podiam ficar do lado de fora, assistindo à movimentação, sem ganhar as receitas intermediárias.
O que realmente vale observar é que o banco quer, na verdade, disputar dois lugares-chave: liquidação e custódia. O dinheiro do cliente não precisa sair do sistema do banco: ele pode comprar diretamente vários tipos de ativos emitidos na cadeia, sem antes trocar por outra carteira. É aí que está o problema: a licença bancária, os requisitos de controle de riscos e de conformidade também vêm junto. Na semana passada, o 5º maior banco dos EUA acabou de testar a primeira remessa de pagamento transfronteiriço usando sua própria stablecoin, e o ritmo ficou claramente mais acelerado.
Para as criptos, ter mais um grande banco como “canal” significa ter mais uma leva de recursos institucionais prontos para entrar. O Standard Chartered já abriu no início deste mês, no Oriente Médio, a negociação à vista de Bitcoin e Ethereum para clientes institucionais — uma ação mais rápida do que o mercado esperava. O maior banco de Israel também encontrou um parceiro externo e planeja colocar os serviços relacionados no início do próximo ano. Mas, ao concentrar novamente a custódia nas mãos dos grandes bancos, a parte descentralizada — na prática — foi devolvida “em silêncio”.
Você acha que, ao entrar com força, o banco está levando as criptos para o mainstream, ou está incorporando-as ao sistema antigo? Vamos conversar na seção de comentários.
【US$1,1 bilhão em multas e apreensões, acusado de excessivo; SBF recorre à Suprema Corte⚖️】
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Um documento judicial recém-apresentado mostra que o SBF levou o caso até a Suprema Corte dos EUA. Ele pede novo julgamento e a anulação da condenação por fraude de 2023. Em março de 2024, ele foi condenado a 25 anos de prisão; as acusações somam sete itens. Nesta apelação, outra mira é a multa e apreensão que chega a US$1,1 bilhão. Os advogados também argumentam que essa penalidade viola a cláusula da Constituição que proíbe multas excessivas.
Primeiro, separa as duas coisas: a condenação e a multa são dois caminhos de apelação independentes. Os advogados não negam que o cliente perdeu dinheiro; o que eles contestam de verdade é o procedimento do julgamento à época. Na primeira instância, o juiz teria mantido uma série de provas favoráveis fora do alcance do júri. Os advogados dizem que esses materiais demonstrariam que o investimento do cliente originalmente tinha valor, e que a “falha” poderia ter sido remendada. Na segunda instância, três juízes já haviam rejeitado o caso em junho deste ano; a Suprema Corte é o último caminho.
O que realmente merece atenção é que esta disputa já ultrapassou o limite entre vencer ou perder para uma pessoa só. US$1,1 bilhão está entre os maiores valores de multas e apreensões da história da justiça americana — equivale a oferecer um preço para quem vier depois. Quanto a próxima leva de fundadores de plataformas a se envolver em problemas terá de pagar? O padrão está aqui. Além disso, ele incorpora ao texto da decisão cláusulas rígidas sobre não misturar os ativos dos usuários, saindo de slogans da indústria e entrando em regras efetivas. Da condenação até esta apelação já se passaram mais de dois anos, e o próprio processo vem consumindo a confiança do mercado.
Para a criptografia, o impacto recai sobre o lado da confiança, não sobre o lado dos preços. Em plataformas centralizadas, os ativos ficam sob a guarda dos usuários; mas quando dá errado, só resta seguir pelos tribunais de falência, para receber aos poucos. Os clientes muitas vezes precisam esperar por anos, e no fim ainda recebem uma parcela calculada pelo valor antigo. Portanto, toda vez que chega um caso assim, mais gente transfere as moedas de volta para as próprias carteiras. A demanda de longo prazo por auto custody vai sendo impulsionada, pouco a pouco.
Você acha que essa rodada de responsabilização é o ponto de partida para “limpar” o setor, ou apenas um episódio antes da próxima frouxidão? Vamos conversar na seção de comentários.
【CEO da Nvidia: pânico de segurança é um truque de vendas; número de ataques à criptografia sobe 50%😱】
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O CEO da Nvidia, Huang Renxun, voltou a disparar. Desta vez, o alvo é toda a indústria de cibersegurança. Ele afirma que, na verdade, as discussões de segurança em toda parte são apenas o “marketing” que a indústria prepara antes de lançar novos produtos: primeiro assusta as pessoas. Cria-se um problema e, em seguida, vende-se a solução. Essa lógica de negócios não tem nada de novo. Mas o mercado não comprou essa narrativa. Depois do relatório trimestral da CrowdStrike, a ação subiu 20,5% em um único dia — e muita gente acabou pagando a conta.
Antes de tudo, separe duas coisas: a ameaça pode ser real, e o pânico também pode estar sendo vendido de propósito. Os dados da SlowMist mostram que, no primeiro semestre, o número de ataques às plataformas de criptografia aumentou cerca de 50%. Só que, no mesmo período, o valor roubado caiu — mais tiros, menos dinheiro. A lógica vai na direção contrária. Portanto, o ponto-chave não é se é “seguro” ou “inseguro”, e sim que a diferença de tempo entre os lados ofensivo e defensivo só tem aumentado. É isso que gera o problema.
O que realmente merece atenção é essa diferença de tempo. A velocidade com que a IA encontra vulnerabilidades é impressionante. Ela já passou o ritmo humano de leitura de relatórios de segurança; o andamento entre ataque e defesa foi reescrito por completo. Especialistas de segurança da OpenZeppelin também foram bem diretos: “as ferramentas correm mais rápido do que as pessoas”. Neste ano, mais de 100 empresas se uniram para emitir alertas, dizendo que ataques feitos por IA vão se espalhar ainda mais rápido — e na lista estão a OpenAI e a Anthropic.
Para a criptografia, essa camada já é a mais fina: há muito dinheiro, poucas pessoas e o código é todo aberto. Para um atacante, encontrar uma porta de entrada quase é certeiro. Com a IA, o limite fica ainda menor. Já existem relatórios de empresas de IA que admitem publicamente que, este ano, os próprios modelos de fato invadiram empresas externas; foram registradas quatro ocorrências. DeFi e pontes cross-chain serão os primeiros alvos testados repetidamente. No fim, as chaves privadas ainda precisam ser vigiadas por você — a plataforma não consegue resolver por você.
Você acha que o aumento desses ataques é porque a IA ficou forte demais, ou porque a segurança das próprias plataformas está frouxa demais? Comente com a gente na seção de comentários.
【Os stablecoins não podem pagar juros emitidos pelos bancos, mas o dinheiro pode render no DeFi💰】
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21 instituições, incluindo bancos americanos, Citi, Goldman Sachs, UBS etc., marcaram encontro em 1º de setembro. Elas planejam criar a empresa no segundo semestre de 2026 e emitir stablecoins em dólares no primeiro semestre de 2027. De acordo com o projeto de lei GENIUS dos EUA, o emissor em conformidade não pode pagar juros aos detentores. Atualmente, o valor de mercado global dos stablecoins é de cerca de US$ 305,3 bilhões, e o DeFi tem cerca de US$ 87,6 bilhões bloqueados.
O CEO da Katana, Matt Fisher, disse que essa restrição mira o emissor. Depois que o detentor recebe as moedas, como ele as usa, a lei não regula. Primeiro, é preciso separar essas duas coisas: de um lado, o emissor não pode pagar juros; do outro, o detentor coloca o dinheiro para render. Ele comparou com a divisão entre conta poupança e fundos monetários. O protocolo VaultBridge faz exatamente isso: direciona esse dinheiro para a demanda de empréstimos.
O que realmente vale a pena observar é de onde vem o rendimento. Os juros pagos de verdade pelos tomadores — em dinheiro — refletem uma demanda econômica. O protocolo, porém, empilha uma taxa anual por meio de emissão repetida de tokens de governança, apenas como subsídio. Se você tirar os bônus em tokens, não há rendimento; então não é “juros” o que ele está ganhando. A taxa de juros deve acompanhar a oferta e a demanda de fundos, e não ficar presa permanentemente a um número fixo. Bancos comunitários nos EUA já tinham levantado essa preocupação em janeiro: esse tipo de rendimento pode acabar “puxando” depósitos para longe dos bancos locais.
Para o mundo cripto, aqui está justamente o ponto mais central. O valor de mercado dos stablecoins é de cerca de US$ 305,3 bilhões, enquanto o DeFi bloqueia apenas cerca de US$ 87,6 bilhões — a maior parte do dinheiro ainda fica parada. Jiko perguntou a 192 executivos financeiros de empresas; quase metade dos saldos em caixa tem mais de 10% do tempo invariavelmente ocioso. Os bancos querem que seja apenas um instrumento de pagamento; o DeFi quer que vire um ativo que rende.
Esse negócio também tem “caroços duros”. O nome da moeda, a cadeia subjacente, o custodiante das reservas, as regras de resgate — as 21 instituições não divulgaram nada. Se algo der errado em contratos inteligentes, oráculos ou liquidez, as perdas normalmente ficam com os próprios detentores. A mesma alta taxa anual: é uma demanda real de empréstimos ou alguém está subsidiando secretamente? Vamos conversar na área de comentários.
【O ETF de Bitcoin está sangrando; Ethereum em agosto atrai US$ 1,75 bilhão 📊】
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Em agosto, o CPI dos EUA subiu 3,4% em termos anuais, e o núcleo subiu 0,3% no mês a mês; a “pegajosidade” ficou maior do que a expectativa do mercado. Só o item gasolina respondeu por mais de um terço do aumento do mês, e a energia subiu 2,1% no mês a mês. Depois da divulgação dos dados, o Ethereum saiu de US$ 2.433 e foi puxado até US$ 2.647. Em 24 horas, subiu 7,4% e voltou a ficar acima de US$ 2.600. No mesmo período, o Bitcoin ficou só oscilando entre US$ 76 mil e US$ 79 mil.
Vamos primeiro ver para onde o dinheiro foi de fato. Em agosto, os ETFs spot de Ethereum registraram entrada líquida de US$ 1,75 bilhão, o melhor mês do último ano. Ao mesmo tempo, os ETFs de Bitcoin caíram por três dias consecutivos, com uma saída líquida acumulada de cerca de US$ 449 milhões. Um único fundo da ARKB, sozinho, absorveu mais da metade de toda a saída do dia. Ethereum subiu 37% no período de 30 dias, e as altas semanais também ficaram em 6,7%. O dinheiro não saiu; talvez só tenha trocado de bolso.
O que realmente vale observar é a estrutura das entradas. Fundos de Ethereum sem staking estão perdendo sangue, enquanto produtos com rendimentos via staking estão puxando o dinheiro. Quem compra não quer apenas apostar no preço — quer também pegar uma fatia de juros “de bandeja”. Essa parte dos rendimentos vem da própria rede, sem precisar vender moedas extra para trocá-las. O staking transformou a manutenção das moedas, de uma aposta cega no preço, em um negócio de “comer juros”. A capitalização do Ethereum já voltou a US$ 318 bilhões. O que as instituições querem é um fluxo de caixa visível; não é apenas uma história.
Para as criptos, a mudança é que a narrativa trocou de protagonista. Nos últimos dois anos, todo mundo mirou no Bitcoin; agora, com alta de 37% em 30 dias, o Ethereum roubou o microfone. A distância até as máximas históricas de US$ 4.954 ainda é longa. Se na próxima semana o Fed realmente aumentar as taxas, o primeiro golpe costuma atingir posições com alta alavancagem. O dinheiro puxado pelos juros, em geral, vai embora mais devagar. O que realmente está sendo reprecificado é o valor de uso dessa cadeia do Ethereum.
Você acha que essa força do Ethereum é só a entrada/avanço de um giro de capital, ou é o início do “último fôlego” de alta compensatória? Converse na seção de comentários.
【A empresa que acumulou 43.000 BTC, foi forçada pelos acionistas a cortar 41% do pool de opções 📉】
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A empresa japonesa que acumula cripto, a Metaplanet, divulgou na sexta-feira um comunicado informando que reduziu em 131,3 milhões de ações o número de papéis que as opções de ações para executivos poderiam ser convertidas. O número potencial total de ações foi reduzido de 319,46 milhões para 188,19 milhões. A notícia foi postada pessoalmente pelo próprio CEO na plataforma social na própria sexta-feira. O motivo é bem direto: os acionistas não aceitaram.
No dia em que o comunicado saiu, o preço das ações caiu 3,8%, e nos cinco pregões seguintes acumulou uma queda de 15%.
Vamos separar primeiro dois números: um é 46 milhões e o outro é 319,5 milhões. No dia 18 de agosto, a empresa expandiu o pool de opções para executivos de 46 milhões de ações para 319,5 milhões. Com essa expansão, foram adicionadas “do nada” mais 273 milhões de ações potenciais para a administração — tudo isso é diluição. O pool de opções não é dinheiro; é um valor para trocar por ações no futuro a um preço previamente acordado. Quanto maior o pool, mais os acionistas antigos ficam diluídos.
O que realmente vale observar é que a própria empresa admite que ampliar o pool agravaria a diluição dos acionistas. Diante disso, os acionistas exigiram cancelar todas as 273 milhões de ações a mais; a empresa só pôde ceder. A proporção de conversão mudou de 1:696 de volta para 1:410, cancelando o valor das garantias superior a 220 milhões de dólares. Com essa mudança, na verdade o “conteúdo de BTC” diluído por ação aumentou 8,8%. A parte não exercida ainda foi adicionada com restrições, e só será liberada em parcelas a partir de 2029.
Para o mundo das criptos, este é o primeiro contra-ataque positivo feito pelos próprios acionistas ao modelo de “acumular moedas”. A empresa tem mais de 43.000 bitcoins, mas o preço das ações caiu 15% em apenas cinco dias. Ao continuar emitindo ações para comprar moedas, até é possível deixar o balanço patrimonial bonito, mas o custo da diluição fica com os acionistas antigos. No mesmo dia, a empresa também anunciou que vai montar uma subsidiária de gestão de ativos em Hong Kong; neste ano, ela também comprou uma corretora japonesa.
Você acha que esse modelo de emitir ações para comprar cripto é um novo tipo de alavancagem no mercado de moedas, ou o próximo grande problema? Vamos conversar nos comentários.
【EUA: CPI de agosto em 3,4%, as apostas por novo aumento da taxa saltam para 90% numa noite😳】
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O CPI dos EUA de agosto subiu 3,4% na comparação anual, igualando julho, e em linha com a expectativa do mercado. O núcleo do CPI subiu 0,3% no mês (m/m), 0,1 ponto percentual acima da previsão; foi a única surpresa. Assim que os dados saíram, Bitcoin e ouro despencaram em questão de segundos, e levaram alguns minutos para recuperar a maior parte. As apostas por alta de juros saltaram de cerca de 70% para perto de 90%. O mercado “votou com dinheiro”. Estes são os últimos dados macro de peso antes da reunião do Federal Reserve na próxima semana. No geral e no núcleo, não houve arrefecimento evidente.
Vamos separar primeiro os dois números: o CPI geral e o núcleo. As direções muitas vezes não coincidem. O CPI geral subiu 0,4% no mês; olhando de fora, não parece assustador. Já o núcleo está mais quente: combustíveis (gasolina) subiram 3,9% em um mês, respondendo por mais de um terço do aumento do índice. Em um ano, energia subiu 16,3%, e combustível 52%. Os custos de habitação também voltaram a subir 0,3%; se os preços da gasolina não caem, a inflação dificilmente desacelera sozinha. Desta vez, o aumento não foi de uma categoria — foi como se tivessem estendido um “tapete inteiro” de altas.
O que realmente vale atenção é a discrepância em relação ao esperado, de apenas 0,1 ponto, mas a reação do mercado foi tão grande. A taxa de juros-base do Fed ficou este ano entre 3,5% e 3,75%, sem mexer. O presidente Waller já disse publicamente: se os dados não melhorarem, ainda temos trabalho a fazer. Analistas foram diretos: desta vez, praticamente não há argumentos para manter as taxas seguradas. Na votação de quarta-feira que vem, o resultado quase está “trancado” pelos dados de inflação antecipadamente.
Para as criptos, os aumentos de juros empurram a taxa livre de risco para cima um degrau, pressionando primeiro as avaliações. O rendimento dos Treasuries de 2 anos saltou 4,6 pontos-base; no curto prazo, o dinheiro ficou mais caro. Os ETFs à vista vêm registrando saídas líquidas seguidas nestes dias; o preço das moedas ficou lateralizado perto de 77 mil. O Bitcoin “desabou” de forma relâmpago e depois voltou, sugerindo que até agora os touros não desistiram. A sensibilidade das criptos às taxas de juros, historicamente, fica acima de todos os outros ativos. O verdadeiro ponto de pressão está na quarta-feira da semana que vem — não nesta única “agulhada” de hoje.
Você acha que na próxima semana o Fed vai: aumentar 25 pontos-base, ou continuar segurando sem mexer? Comente no campo abaixo.
【Aviso interno da IA sobre o risco de extinção do mundo: o governo respondeu com uma frase — não estou nem um pouco preocupado 🤖】
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O responsável pela conformidade da Anthropic, Hubinger, soltou uma frase. Ele disse que, nos próximos dez anos, a probabilidade de a IA acabar com toda a humanidade é superior a 10% — essas foram as palavras dele. Um de seus colegas, por isso mesmo, pediu demissão imediatamente, dizendo que essas duas empresas líderes estão apostando a vida de todos.
Na mesma semana, dezenas de pessoas de dentro da OpenAI e da Anthropic publicaram apelos pedindo para desacelerar primeiro. Quando um repórter perguntou sobre isso, o oficial respondeu apenas uma frase: “Eu não estou nem um pouco preocupado.”
Antes de tudo, vamos distinguir dois tipos de preocupação. Um é temer que um dia a IA fique fora de controle de repente. O outro é temer que a IA comece a se modificar sozinha. É este último o que eles realmente temem. A Anthropic chama isso de melhoria recursiva de autoaperfeiçoamento. Se a IA puder participar do design do próximo modelo, o ritmo deixa de ser controlado pelos humanos e também não fica limitado por contratos.
O que realmente vale a pena observar é a velocidade. A própria Anthropic revelou que a quantidade de código entregue pelos engenheiros em um trimestre é 8 vezes a média do período de 2021 a 2025. Agora, a principal força que escreve código já foi substituída por IA, e as pessoas só ficam encarregadas de confirmar. Só que a velocidade das revisões humanas não aumentou na mesma proporção. É exatamente aí que está o problema: as capacidades estão crescendo, mas o freio ainda está na mão de poucas pessoas.
Para a criptografia, essa linha na verdade não está tão longe — já está até na porta. Quanto mais forte a IA, mais concentrado fica o poder de definir preços de computação e dados nas mãos de poucas empresas. O ponto de venda da cripto é ser verificável e rastreável, justamente preenchendo a parte que a IA tem mais dificuldade de explicar. Por isso, a cada pânico de segurança da IA, a história sobre computação descentralizada e validação na cadeia é sempre recontada. E é também por isso que esse tipo de narrativa consegue ser repetidamente transformado em algo negociável.
Você acha que, nesta rodada do debate sobre segurança da IA, a regulamentação vai ser implementada primeiro ou a tecnologia vai correr primeiro? Vamos conversar nos comentários.
【A Binance acumulou 690 mil BTC, nova máxima em dois anos — o que querem fazer?🐋】
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O analista on-chain Darkfost acabou de divulgar um conjunto de dados. As reservas de Bitcoin da Binance ultrapassaram 693 mil BTC, atingindo a maior marca em dois anos. Esse número equivale a cerca de 30% do total de BTC das principais corretoras do mercado, ou seja, são 77 mil a mais do que no fim de abril. Como a maior exchange cripto do mundo, o cold wallet da Binance costuma ser tratado como um termômetro do sentimento do mercado. Quando os dados saíram, o Bitcoin ainda estava oscilando perto de US$ 77 mil. O mercado está esperando a divulgação do CPI dos EUA de agosto, ainda esta noite.
Primeiro, vamos separar uma coisa. Ter moedas na corretora e ter no próprio wallet têm significados totalmente diferentes. Historicamente, quando as reservas das exchanges sobem, na maioria das vezes é porque os detentores estão se preparando para vender. Desta vez, há ainda dois motivos a mais para a movimentação. Um: o fundo SAFU da própria Binance vai gastar US$ 1 bilhão para comprar cerca de 15 mil BTC. Dois: depois do caso de roubo do Coldcard, muitos usuários transferiram as moedas de volta para plataformas maiores. Reservas acumuladas em alta não significa que amanhã já vai cair; é mais como um maço de lenha seca.
O que realmente merece atenção é o timing. Os ETFs spot acabaram de concluir a rodada mais forte do ano, com três semanas seguidas de entrada líquida; o total de capital captado chegou a quase US$ 3,8 bilhões. Nesta semana, o vento virou: foram três dias seguidos com saída líquida, totalizando mais de US$ 400 milhões que deixaram o mercado. O preço praticamente não mexeu, mas as moedas dentro das corretoras só aumentam. Essa divergência normalmente indica que as “peças” estão migrando de mãos fortes para mãos fracas.
Para cripto, as reservas da exchange são uma variável lenta: não é algo que faz subir hoje e despencar amanhã. Mas elas determinam o tamanho da força que o mercado vai precisar para absorver a próxima notícia negativa. O Bitcoin está travado em US$ 77 mil; acima disso, a região de US$ 80 mil é um nível que foi testado várias vezes, mas não conseguiu se firmar. Quanto mais altas as reservas, mais intenso tende a ser o vai e vem nesse intervalo.
Agora é só esperar os dados de inflação desta noite e a decisão dos juros na próxima semana. Você acha que essas 690 mil moedas são munição esperando para serem compradas, ou são ordens de venda suspensas no alto? Comente aí na seção de comentários.
【A regulação da Índia entra em campo, títulos corporativos de US$ 107 milhões vão para a blockchain🔥】
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A Comissão de Valores Mobiliários da Índia (SEBI) e o banco central lançaram em conjunto um projeto-piloto de tokenização de títulos corporativos. No total, três instituições emitiram 10,25 bilhões de rúpias, cerca de US$ 107 milhões. O REC, uma instituição financeira do setor público, captou 5 bilhões de rúpias na segunda-feira, com 18 investidores subscrevendo. O conglomerado de engenharia L&T levantou novamente 5 bilhões de rúpias na quarta-feira. A instituição não bancária IIFL emitiu 250 milhões de rúpias no mesmo dia. Os emissores conseguem receber o dinheiro no próprio dia do leilão; antes, era preciso esperar dois a três dias.
Antes de tudo, esclareça uma coisa: o que foi colocado na blockchain aqui não são moedas, e sim títulos. Os títulos são registrados em um livro-razão distribuído do depositário legal. A posição jurídica e as obrigações de pagamento não mudaram. Os investidores podem manter os ativos com as contas existentes, sem necessidade de abrir conta novamente nem refazer a verificação de identidade. A primeira fase é apenas para instituições; depois é que se discute negociação no mercado secundário e com investidores de varejo. A liquidação ocorre via carteira de atacado de moeda digital do banco central.
O que realmente vale observar é que esta é uma infraestrutura construída pela própria regulação do país, e não um “brincar” da empresa. A SEBI diz que a Índia é o primeiro país a colocar, na mesma estrutura regulatória, a emissão de dívida on-chain, o registro legal e a liquidação com moeda digital. Os contratos inteligentes ainda conseguem processar automaticamente juros e o resgate no vencimento, eliminando uma camada de conciliação manual. O tamanho da primeira fase é mais de duas vezes maior do que o plano original, e ainda acrescentou dois emissores.
Para o mundo cripto, o que está rodando nesta cadeia são ativos reais de dinheiro, não prints de “momentum” do mercado. O RWA vem chamando isso há muito tempo, mas faltava um modelo de nível soberano. Agora, alguém levou títulos corporativos para a blockchain. Enquanto a regulação estiver disposta a usar livros-razão distribuídos, a narrativa das blockchains públicas ganha mais um ponto de aterrissagem. Se essa etapa finalmente funcionar, a fila seguinte será de recompra (repo), notas promissórias e cotas de fundos.
O piloto vai virar padrão ou vai parar de novo na fase de testes? Depende da etapa do mercado secundário e dos investidores de varejo. Só depois que essa ponte for cruzada é que realmente terá sido implementado. Você acha que os títulos tokenizados vão se espalhar primeiro pela Ásia, ou vão ficar novamente presos no piloto? Comente na seção de comentários.
【EUA CPI de agosto será divulgado esta noite, a probabilidade de aumento de juros já está em 70%📊】💬进群交流跟上最新动作
Às 20h30 desta noite, os dados do CPI dos EUA de agosto serão oficialmente divulgados. A expectativa do mercado é alta de 3,4% na comparação anual e de 0,4% na comparação mensal; ambos os números ainda estão em patamar elevado. O Bitcoin permanece por volta de 77 mil, e o dólar e as taxas dos Treasuries também seguem em níveis elevados — é isso que a leitura desses dados traz. #CPI数据来袭能否触发9月加息
Primeiro, é preciso separar claramente os dois números: a variação anual e a mensal não são a mesma coisa. Na variação anual, considera-se o acumulado de alta nos últimos 12 meses. Já na mensal, olha-se quanto agosto ficou mais caro do que julho. Desta vez, o mercado realmente está de olho na variação mensal, porque ela reflete mais cedo a transmissão dos preços do petróleo e das tarifas.
O que vale mesmo observar é a probabilidade de alta de juros na próxima semana: esse número ainda está subindo. O PPI de agosto subiu 5,4% na comparação anual, acima do previsto, e o preço do petróleo voltou a ultrapassar 100 dólares. A narrativa de desaceleração da inflação está sendo interrompida, e o Fed dificilmente conseguirá “soltar as rédeas” com facilidade na próxima semana.
Para as criptos, esta não é uma noite comum de dados, e sim um teste de estresse. Se o CPI vier acima do esperado, a probabilidade de aumento de juros deve avançar mais uma faixa, e a preferência por risco tende a diminuir primeiro. Entre os ativos de risco, o que normalmente é atingido mais cedo é o Bitcoin; nesta semana, ele tem acompanhado de perto as expectativas de juros. #美国8月核心CPI超预期
Você acha que o CPI de hoje à noite vai provocar a última queda, ou que vai ser o ponto de partida para uma alta após más notícias? Comente aí na seção de comentários.
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