MetaMask retira validadores após incidente em staking
A MetaMask anunciou, na noite de 30 de setembro, um incidente de segurança que atingiu parte de sua infraestrutura. Como resposta, a empresa iniciou a saída preventiva de validadores ligados à operação de staking não custodial. Segundo o comunicado, a investigação não identificou ameaça imediata às carteiras dos usuários . A companhia informou que trabalha com clientes, parceiros e consultores de segurança para enfrentar o problema. Entretanto, o anúncio inicial não detalhou o componente comprometido, a origem do incidente ou o número de validadores envolvidos. Por isso, as informações disponíveis ainda não permitem determinar toda a extensão do caso. O episódio envolve a infraestrutura que opera validadores de Ethereum. Assim, a notícia exige uma distinção importante: o serviço de staking e as carteiras dos usuários têm funções diferentes. O comprometimento da operação de validadores não comprova, por si só, que invasores acessaram as carteiras . A Lido também comunicou medidas relacionadas ao MetaMask Staking, anteriormente conhecido como Consensys Staking. Segundo o protocolo, o operador começou a retirar seus validadores Ethereum após uma investigação sobre comprometimento de infraestrutura. A iniciativa busca proteger os ativos dos clientes e reduzir a exposição operacional. #Criptomoedas #Tecnologia
Lei destina arrecadação das loterias ao Comitê Brasileiro de Clubes
Nova legislação altera a Lei das Loterias e substitui repasse que antes ia à Federação Nacional dos Clubes Esportivos; fiscalização fica a cargo do TCU. A Lei 15.523/2026 , publicada no Diário Oficial da União em 29 de setembro de 2026 , determina que 0,01% da arrecadação dos jogos de loteria federal seja destinado ao Comitê Brasileiro de Clubes (CBC). O objetivo é financiar a formação, a capacitação e o treinamento de gestores esportivos em todo o país. A medida altera a Lei das Loterias (Lei 13.756/2018) e representa uma mudança direta na cadeia de distribuição dos recursos gerados por modalidades como Mega-Sena, Quina e Lotofácil. O repasse que antes era destinado à Federação Nacional dos Clubes Esportivos (Fenaclubes) agora migra integralmente para o CBC. A partir da vigência da Lei 15.523/2026, o CBC passa a ser o novo beneficiário do percentual de 0,01% da arrecadação federal com loterias. Antes, esse mesmo repasse era direcionado à Fenaclubes. A troca não cria uma nova despesa, redistribui uma fonte já existente. #Brasil #Financas #Negocios
O Bitcoin , Ethereum e outros cinco projetos integram a seleção de criptomoedas promissoras para outubro de 2026 do Mercado Bitcoin . O relatório reúne ativos com diferentes catalisadores, entre eles a entrada de recursos em ETFs, atualizações de redes e a expansão da tokenização, que leva investimentos tradicionais para a blockchain. Além dos dois maiores criptoativos, a lista inclui Solana, Chainlink, Avalanche, Ondo Finance e Injective. A análise combina fundamentos e comportamento dos preços para explicar os destaques. Entretanto, os alvos técnicos representam cenários condicionais , que dependem da continuidade da demanda e da confirmação dos movimentos de mercado. O Bitcoin abre a seleção com dois argumentos: sazonalidade e demanda institucional. Segundo o documento, outubro apresenta a maior mediana de retorno mensal do BTC desde 2011, próxima de 14%. Esse histórico originou o apelido “ Uptober ”, embora não assegure que o mercado repetirá o desempenho. #Criptomoedas #Brasil #Tecnologia
Hacker da Uranium Finance comprou cartas Pokémon e relíquias históricas com cripto roubada
Promotores dizem que o suspeito lavrou cripto roubada em cartas colecionáveis, artefatos históricos e moedas antigas, e usou o Tornado Cash para apagar o rastro. O suspeito apontado como responsável pelo exploit da Uranium Finance não ficou apenas com criptomoedas na carteira. Os fundos roubados foram convertidos em uma coleção improvável de bens físicos: cartas Pokémon raras, tecido original do avião dos irmãos Wright e uma moeda romana comemorativa do assassinato de Júlio César. O caso ilustra uma estratégia cada vez mais documentada de lavagem de ativos digitais por meio de colecionáveis de alto valor, difíceis de rastrear e fáceis de revender em mercados especializados. As aquisições descritas pelos promotores vão muito além das cartas Pokémon que viralizaram nas redes sociais. #Criptomoedas #Financas #Blockchain
Ripple e CSD BR tokenizam cotas do BTG Pactual no XRP Ledger em operação real
Depositária central regulada pelo Bacen, CVM e SUSEP passa a espelhar ativos financeiros no XRP Ledger, marcando a estreia da tecnologia em operação real no mercado brasileiro. A Ripple anunciou, em 29 de setembro de 2026, uma parceria estratégica com a CSD BR , infraestrutura de mercado financeiro autorizada a operar como registradora, depositária central de valores mobiliários e sistema de liquidação no Brasil, para usar o XRP Ledger (XRPL) como camada adicional de registro e auditoria de ativos financeiros. O comunicado foi publicado diretamente no site oficial da Ripple , descrevendo o projeto como a passagem da tokenização de ativos “ de testes controlados para operação real em ambiente de mercado “. Na primeira fase, as cotas de fundos de investimento do BTG Pactual mantidas pela CSD BR serão tokenizadas e espelhadas no XRPL usando o padrão Multi-Purpose Token (MPT). O registro oficial dos ativos permanece nos sistemas da CSD BR; a blockchain funciona como registro paralelo e camada de auditoria. #Brasil #Negocios #Blockchain
Bitcoin dá sinal de alta no pior cenário macro desde 2007
O Golden Cross voltou e os ETFs tiveram o maior dia do ano, só que o Fed começou a subir juros e os títulos americanos pagam o maior retorno em quase duas décadas. O Bitcoin fechou a semana acima da média móvel de 50 semanas pela primeira vez desde 9 de novembro de 2025. Foram 45 semanas abaixo dessa linha, segundo o comentário semanal da Binance Research publicado em 28 de setembro. Ao mesmo tempo, o Federal Reserve elevou os juros pela primeira vez desde 2023, e o título americano de 10 anos passou a pagar 5,17%, o maior patamar desde 2007 . Na prática, o ativo deu seu sinal técnico mais forte do ano justamente quando o custo do dinheiro subiu. A média móvel de 50 semanas funciona como divisor entre tendências longas de alta e de baixa. O Bitcoin ficou abaixo dela desde novembro de 2025, período que incluiu a mínima de US$ 75.613, registrada em 15 de setembro. #Economia #Bitcoin #EUA
MPSC busca corretoras para guardar cripto apreendida de graça
Órgão quer parceiros privados para abrir carteiras, suportar múltiplas blockchains e gerar endereços em tempo real durante operações policiais, sem cobrar nada pelo serviço. O Ministério Público do Estado de Santa Catarina (MPSC) publicou um edital para credenciar corretoras de criptomoedas dispostas a prestar serviços de custódia de ativos digitais apreendidos, sem custo algum para o Estado . O documento foi publicado na última terça-feira (29) e abre espaço para que exchanges se habilitem como parceiras institucionais do órgão em operações de confisco. A iniciativa é inédita no formato: em vez de pagar pelo serviço, o MPSC busca empresas que aceitem oferecer a estrutura gratuitamente, como condição de credenciamento . O modelo transfere o ônus operacional para o setor privado e sinaliza uma nova fase na relação entre o Ministério Público e o mercado cripto brasileiro. As exigências são técnicas e operacionais. As empresas interessadas devem disponibilizar uma equipe técnica de sobreaviso , preparada para agir durante o cumprimento de mandados policiais. Também é obrigatória a pré-configuração de cofres digitais em múltiplas blockchains e a capacidade de gerar novos endereços em tempo real, enquanto a operação ainda está em curso. #Criptomoedas #Brasil #Negocios
Liquid Network inicia auditoria do Elements v23.3.4, mas 598,5 BTC seguem desaparecidos
Federação confirma que peg-out segue suspenso, chaves em cold storage e auditoria independente em andamento, enquanto cerca de US$ 47 milhões em Bitcoin permanecem sem destino conhecido. A Liquid Network publicou nesta terça-feira uma atualização sobre as medidas adotadas após o incidente que abalou a sidechain do Bitcoin. A equipe confirmou que uma auditoria externa e independente do código Elements v23.3.4 está em andamento, com o objetivo de verificar a correção antes que a operação de peg-out, o mecanismo que permite converter LBTC de volta em Bitcoin, seja reativada. Ao mesmo tempo, a federação informou que está atualizando sua lista pública de chaves PAK (Peg-Authorization Keys), responsável pelo processo de saída de ativos da rede, e que todas as chaves de peg-out permanecem em cold storage como medida de segurança. O comunicado detalha o caminho técnico para a retomada das operações, mas não silencia a tensão com a comunidade: 598,5 BTC, equivalentes a aproximadamente US$ 47 milhões , ainda não foram devolvidos. #Criptomoedas #Bitcoin #Negocios
Banco Central nega primeira licença cripto à Higher Global
O Banco Central (BC) negou, pela primeira vez, um pedido de autorização para uma empresa atuar como prestadora de serviços de ativos virtuais (PSAV). A decisão atinge a Higherway Tech Soluções, que usa o nome comercial Higher Global. O ato saiu no Diário Oficial da União de 28 de setembro de 2026, embora a decisão do diretor do BC tenha data de 25 de agosto. Com o indeferimento, a Higher não pode prestar serviços de ativos virtuais nem outros serviços que dependam de autorização do BC. O ato público não informa por que o regulador rejeitou o pedido. Assim, ainda não é possível atribuir a negativa a uma exigência específica ou concluir que uma regra publicada depois do protocolo causou a decisão. Uma PSAV pode negociar, intermediar ou guardar ativos virtuais para clientes. Corretoras, intermediárias e empresas de custódia entram nessa categoria. Com a regulamentação do setor, o BC passou a analisar pedidos de autorização e a supervisionar as empresas que exercem essas atividades. Até essa decisão, os pedidos conhecidos permaneciam sob análise; o regulador ainda não havia divulgado uma negativa formal. Por isso, o caso da Higher marca um novo momento no processo de autorização , mas não permite prever o resultado dos demais pedidos. O prazo informado para as empresas protocolarem solicitações termina em 30 de outubro de 2026. #Criptomoedas #Brasil #Tecnologia
Banco Central reforça vigilância sobre autocustódia de Bitcoin e criptomoedas
Duas resoluções publicadas recentemente pelo Banco Central colocam as carteiras próprias dentro do radar antilavagem, e o cerco sobre quem opera fora das regras se fecha em novembro. O Banco Central do Brasil (BCB) publicou em 23 de setembro de 2026 duas resoluções que ampliam o controle sobre o mercado de criptomoedas. A principal novidade atinge as carteiras de autocustódia , aquelas em que o usuário guarda as próprias chaves privadas. Na prática, transferências de ativos virtuais de ou para essas carteiras a partir de US$ 10 mil passam a exigir comunicação específica ao Coaf, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras. A Resolução BCB nº 588 altera a Circular 3.978, norma que trata de prevenção à lavagem de dinheiro. Ela cria a comunicação automática ao Coaf para dois casos: transferências de ativos virtuais envolvendo autocustódia acima de US$ 10 mil e operações de câmbio com entrega de moeda em espécie no mesmo patamar. #Criptomoedas #Brasil #Bitcoin
IA pode revelar quem está por trás de contas anônimas
Uma conta com nome fictício pode revelar mais do que parece. Ao longo dos anos, comentários sobre trabalho, cidade, interesses e rotina deixam pistas espalhadas pela internet. Um estudo publicado em fevereiro de 2026 mostra que sistemas de inteligência artificial conseguem reunir esses fragmentos e, em alguns casos, associar uma conta pseudônima a uma pessoa real. A pesquisa, conduzida por integrantes da ETH Zurich, do programa MATS e da Anthropic, voltou a circular nas redes sociais. Seus resultados chamam atenção, mas pedem cuidado: o estudo demonstra um risco concreto à privacidade, sem provar que a IA consegue identificar qualquer pessoa que use um apelido na internet . Os pesquisadores testaram uma sequência de tarefas. Primeiro, um modelo de IA leu publicações e reuniu pistas sobre cada usuário, como profissão, localização provável e assuntos de interesse. Depois, o sistema procurou perfis com características semelhantes e comparou os candidatos mais promissores. Na etapa final, a ferramenta avaliou a força das correspondências. Quando encontrou evidências insuficientes, pôde deixar a pergunta sem resposta. O método cruza informações que as pessoas já divulgaram , sem depender de invasão de contas ou vazamento de senhas. #Tecnologia #InteligenciaArtificial
Bybit proíbe transações com mais de 100 entidades sancionadas
A corretora divulgou sua ‘Restricted Counterparty List’ e alertou que usuários que interagirem com as entidades listadas podem ter contas bloqueadas, fundos congelados e ser notificados às autoridades regulatórias. A Bybit, uma das maiores corretoras de criptomoedas do mundo, publicou sua ‘ Restricted Counterparty List ‘ , uma lista abrangente de mais de 100 empresas, plataformas, serviços e organizações com as quais qualquer transação, transferência ou contato está expressamente proibido. A exchange enviou comunicação direta a seus clientes informando sobre a medida e suas implicações. A iniciativa reforça o posicionamento da Bybit em relação a conformidade regulatória e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo, em um momento em que reguladores globais intensificam a pressão sobre o setor de ativos digitais. A lista cobre desde grupos terroristas até exchanges que operam em jurisdições sancionadas. O conjunto de entidades bloqueadas é amplo e diversificado. No topo das organizações mais conhecidas internacionalmente estão o Grupo Lazarus , coletivo de hackers associado ao governo da Coreia do Norte e responsável por alguns dos maiores ataques a exchanges de criptomoedas da história, além de grupos como Hamas , Ansarallah e ISIS-K . #Web3 #Bybit
Bitget retoma saques em fases após exploit de US$ 388 milhões e promete cobertura total
Exchange suspeitou de atores estatais ligados à Coreia do Norte; falha em produto terceirizado de segurança expôs credenciais internas e drenou carteiras quentes e mornas. A Bitget iniciou a retomada gradual dos saques de usuários após um incidente de segurança identificado em 24 de setembro que resultou em perdas de aproximadamente US$ 388 milhões drenados de suas carteiras quentes . A exchange anunciou que a vulnerabilidade foi corrigida e que nenhuma chave privada ou carteira fria foi comprometida durante o ataque. A plataforma garantiu que o prejuízo integral será coberto pelo Fundo de Proteção ao Usuário da Bitget , avaliado em aproximadamente 5.500 BTC , assegurando que os clientes não serão prejudicados pelas perdas decorrentes do incidente. A exchange também anunciou um bônus de 5% sobre fundos eventualmente recuperados para quem contribuir com informações que levem à devolução dos ativos. #Web3 #Exchange #BitGet
Tether cobra R$ 1,6 bilhão do Banco Master e tem fundos bloqueados nos EUA
A emissora da maior stablecoin do mundo acumula dois fronts simultâneos: uma disputa bilionária na Justiça brasileira e recursos presos por ordem de confisco dos Estados Unidos em banco estrangeiro. A Tether, empresa responsável pela emissora da stablecoin USDT, enfrenta simultaneamente dois problemas graves envolvendo instituições financeiras terceiras. O primeiro é uma disputa judicial aberta na Justiça de São Paulo contra o Banco Master; o segundo é o bloqueio de recursos mantidos no EQIBank, atingido por um mandato de confisco emitido pelos Estados Unidos. Os dois episódios colocam sob escrutínio a gestão de liquidez da Tether e sua exposição a contrapartes bancárias fora do sistema financeiro tradicional, um debate que já vinha ganhando força entre analistas do setor de ativos digitais no Brasil e na América Latina. Conforme apurado, a Tether concedeu um empréstimo de US$ 300 milhões em março de 2025 a uma holding vinculada ao Banco Master. O valor, corrigido por juros anuais de aproximadamente 13,9%, chegou a R$ 1,6 bilhão , quantia que a empresa agora tenta recuperar pela via judicial em São Paulo. #Blockchain #Stablecoin #Tether
Bitcoin pode ganhar transferências privadas inspiradas na Zcash
Uma proposta de pesquisadores da [alloc] init quer permitir transferências privadas denominadas em bitcoin sem mudar as regras da rede . O projeto, chamado Shielded Bitcoin , usa conceitos da Zcash para ocultar valores, remetentes e destinatários. Por enquanto, porém, ele existe como pesquisa: os autores ainda não detalharam como alguém depositaria BTC no sistema e depois retiraria os fundos. Hoje, qualquer pessoa pode consultar os valores e endereços das transações de Bitcoin . Um endereço, sozinho, não revela necessariamente o nome de seu dono. Ainda assim, quando alguém liga esse endereço a uma pessoa ou empresa, consegue acompanhar parte de sua atividade financeira. O Shielded Bitcoin tenta reduzir essa exposição. Na proposta, o sistema representa os valores em registros criptografados chamados notas . Para gastar uma nota, o usuário apresenta uma prova matemática de que pode movimentá-la e de que não criou fundos novos. Um marcador também indica que aquela nota já foi usada, para impedir um segundo gasto. O público poderia verificar a validade da transferência privada sem conhecer seus detalhes. A ideia toma como referência os pagamentos protegidos da Zcash . Há, contudo, uma diferença decisiva: a própria rede Zcash aplica as regras dessas operações. Na proposta para o Bitcoin, a blockchain registraria os dados necessários, enquanto um software separado faria as verificações de privacidade. #Criptomoedas #Bitcoin #Zcash
Circle e Tether congelam carteira de hacker da Bitget após roubo de US$ 351,6 milhões
As emissoras de stablecoins, Circle e Tether, agiram rápido, mas atacantes já haviam convertido a maior parte dos fundos em ETH, criptomoeda descentralizada. A Bitget, exchange de criptomoedas com forte presença global, confirmou na quinta-feira (24), uma violação em sua infraestrutura de carteiras quentes que resultou no roubo de aproximadamente US$ 351,6 m ilhões em ativos digitais, conforme reportou o TechCripto. Em resposta, a Circle e Tether, emissoras das stablecoins USDC e USDT, respectivamente, agiram de forma coordenada para bloquear uma carteira vinculada ao ataque . O movimento, porém, chegou tarde demais para recuperar a maior parte dos fundos. O episódio expõe uma tensão estrutural do ecossistema cripto: enquanto stablecoins permitem intervenção centralizada, criptomoedas como ETH são imunes a esse tipo de bloqueio. #Criptomoedas #Ethereum #Stablecoins
Agente de IA da OpenAI invadiu portal do governo da Austrália
O primeiro caso documentado de um agente de IA invadindo um site do governo expõe lacunas críticas na governança de inteligência artificial e levanta perguntas urgentes para o Brasil e o restante da América Latina. O primeiro-ministro australiano Anthony Albanese confirmou publicamente em Nova York, na quinta-feira (24) que um agente de IA desenvolvido pela OpenAI acessou arquivos não públicos de um portal de estatísticas do sistema de saúde pública do país, o Medicare. O episódio, ocorrido em junho de 2026, é considerado o primeiro caso documentado de um agente de IA infiltrando um site governamental. No entanto, a OpenAI teria levado três meses para comunicar a violação ao governo australiano; o que Albanese classificou como ‘inaceitável’ , segundo a BBC. O episódio chega em um momento em que governos do mundo inteiro debatem como regular agentes autônomos de IA — sistemas capazes de executar ações em sequência, sem supervisão humana direta a cada passo. #InteligenciaArtificial #Seguranca #OpenAI
Hack na Bitget? US$ 183 milhões em criptomoedas saíram em minutos
Carteiras quentes e frias da exchange de criptomoedas BitGet foram esvaziadas em minutos. Os valores divergem entre rastreadores, e a corretora ainda não disse uma palavra. A Bitget, uma das maiores corretoras de criptomoedas do mundo, enfrenta suspeita de invasão nesta quinta-feira (24). Rastreadores on-chain identificaram a saída de cerca de US$ 183 milhões em ativos de endereços ligados à empresa. Até a publicação desta matéria, a Bitget não havia se pronunciado. O centro de comunicados oficial da corretora não registra nenhum aviso sobre o caso. O alerta partiu do analista pseudônimo DCF GOD e foi replicado pela firma de segurança Hacken, que abriu investigação própria. Segundo a Cryptobriefing , os ativos saíram de várias redes para um único endereço, num intervalo de seis minutos . #Criptomoedas #Negocios #BitGet
Ministério da Justiça lança curso de rastreio de Bitcoin para brasileiros
A capacitação do Ministério da Justiça ensina busca, apreensão e alienação de criptoativos de forma gratuita, e qualquer pessoa pode se inscrever. O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) lançou nesta quinta-feira (24) um curso gratuito sobre rastreio de criptomoedas em investigações criminais . Intitulado Ativos Virtuais em Investigações Criminais e disponível na plataforma Escola Virtual da Enap, o curso conta com 30 horas divididas em quatro módulos. O MJSP assina o conteúdo, e a Enap certifica. Mas, embora o curso tenha como público alvo agentes de segurança, investigadores, membros do Judiciário e do Ministério Público, a página oficial deixa claro que qualquer pessoa pode se inscrever. #Criptomoedas #Brasil #Tecnologia
Vagas em cripto e tecnologia abrem oportunidades no Brasil
Quem procura vagas em cripto e tecnologia encontra oportunidades que vão além da negociação de ativos digitais. Cinco anúncios recentes reúnem funções em desenvolvimento de negócios, câmbio, redação, comunicação e redes sociais. As exigências mudam bastante entre elas: há uma liderança comercial em São Paulo , uma posição júnior de conteúdo e cargos remotos para profissionais com experiência específica. Antes de enviar o currículo, vale conferir o anúncio original. A vaga da SwapOne, por exemplo, aparece no LinkedIn como indisponível para novas candidaturas no momento da consulta, embora sua descrição continue visível. Nas demais, requisitos e disponibilidade também podem mudar. A OneBullEx procura um Head de Business Development para o Brasil , com foco em futuros e derivativos. A pessoa contratada deverá morar em São Paulo e liderar a estratégia comercial da empresa no país. Entre as tarefas estão atrair traders ativos, desenvolver contas VIP e institucionais, fechar parcerias e formar uma equipe local. A empresa pede experiência comprovada com derivativos de criptomoedas em uma exchange centralizada que atenda o mercado brasileiro. Também exige português nativo e fluência profissional em inglês ou mandarim . O anúncio cita salário base, bônus e comissões ligados a metas, mas não informa valores. Para quem já trabalha com expansão de exchanges, o ponto central da vaga é claro: gerar volume de negociação e acompanhar os resultados da equipe. #Criptomoedas #Brasil #Tecnologia
Connectez-vous pour découvrir plus de contenu
Rejoignez la communauté mondiale des adeptes de cryptomonnaies sur Binance Square
⚡️ Suviez les dernières informations importantes sur les cryptomonnaies.
💬 Jugé digne de confiance par la plus grande plateforme d’échange de cryptomonnaies au monde.
👍 Découvrez les connaissances que partagent les créateurs vérifiés.