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Ripple capta R$ 982 milhões para expandir corretora institucionalA Ripple arrumou um financiamento de US$ 200 milhões, coisa de R$ 982 milhões, junto da Neuberger Berman, pra reforçar e aumentar a operação da sua corretora institucional, a Ripple Prime. O anúncio saiu nesta segunda-feira (11), num momento em que cresce a procura por serviços de cripto voltados pros grandes investidores. O dinheiro vem de fundos administrados pela Neuberger Specialty Finance, braço da gestora focado em investimentos com garantia em ativos. A grana vai ajudar a expandir a Ripple Prime, plataforma criada depois da compra da Hidden Road, feita em 2025. Desde essa aquisição, a corretora cresceu ligeiro demais da conta, chegando a triplicar a receita em comparação com o ano anterior, embalada pela entrada cada vez maior de investidores institucionais tanto no mercado tradicional quanto no digital. Segundo Noel Kimmel, presidente da Ripple Prime, esse acordo vai dar mais fôlego pra empresa acompanhar o aumento da demanda dos clientes. Ele destacou que, no mercado atual, ter acesso a crédito confiável e um caixa forte faz toda diferença pros investidores institucionais. Com essa linha de crédito, a Ripple Prime poderá usar os US$ 200 milhões conforme a necessidade dos clientes for aumentando, ampliando a oferta de financiamento pra operações nos mercados convencionais e de ativos digitais. Peter Sterling, chefe da Neuberger Specialty Finance, afirmou que a Ripple Prime conseguiu juntar tecnologia ágil de fintech com padrão de conformidade e segurança parecido com o de banco grande, o que colocou a empresa numa posição de destaque entre o mercado financeiro tradicional e o setor cripto. Enquanto isso, o XRP, criptomoeda ligada aos serviços da Ripple, segue em alta. O ativo subia cerca de 2% no dia, cotado a US$ 1,46, e já acumula valorização de 8,5% no último mês, acompanhando a recuperação do mercado de criptomoedas.

Ripple capta R$ 982 milhões para expandir corretora institucional

A Ripple arrumou um financiamento de US$ 200 milhões, coisa de R$ 982 milhões, junto da Neuberger Berman, pra reforçar e aumentar a operação da sua corretora institucional, a Ripple Prime. O anúncio saiu nesta segunda-feira (11), num momento em que cresce a procura por serviços de cripto voltados pros grandes investidores.
O dinheiro vem de fundos administrados pela Neuberger Specialty Finance, braço da gestora focado em investimentos com garantia em ativos. A grana vai ajudar a expandir a Ripple Prime, plataforma criada depois da compra da Hidden Road, feita em 2025.
Desde essa aquisição, a corretora cresceu ligeiro demais da conta, chegando a triplicar a receita em comparação com o ano anterior, embalada pela entrada cada vez maior de investidores institucionais tanto no mercado tradicional quanto no digital.
Segundo Noel Kimmel, presidente da Ripple Prime, esse acordo vai dar mais fôlego pra empresa acompanhar o aumento da demanda dos clientes. Ele destacou que, no mercado atual, ter acesso a crédito confiável e um caixa forte faz toda diferença pros investidores institucionais.
Com essa linha de crédito, a Ripple Prime poderá usar os US$ 200 milhões conforme a necessidade dos clientes for aumentando, ampliando a oferta de financiamento pra operações nos mercados convencionais e de ativos digitais.
Peter Sterling, chefe da Neuberger Specialty Finance, afirmou que a Ripple Prime conseguiu juntar tecnologia ágil de fintech com padrão de conformidade e segurança parecido com o de banco grande, o que colocou a empresa numa posição de destaque entre o mercado financeiro tradicional e o setor cripto.
Enquanto isso, o XRP, criptomoeda ligada aos serviços da Ripple, segue em alta. O ativo subia cerca de 2% no dia, cotado a US$ 1,46, e já acumula valorização de 8,5% no último mês, acompanhando a recuperação do mercado de criptomoedas.
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Rede Solana inicia experimentos com a maior evolução de consenso de sua históriaO trem do novo sistema de consenso da Solana, chamado Alpenglow, já entrou na fase de testes numa rede comunitária usada pelos validadores da blockchain. A Anza, que é a empresa responsável por desenvolver aplicações pra rede, contou que os testes tão rolando num “community test cluster”, que é tipo um ambiente que imita o funcionamento de uma blockchain de verdade. Assim, os operadores dos nodes conseguem testar o software novo em condições bem parecidas com as da rede principal. Essa etapa é vista como um passo danado de importante no desenvolvimento da atualização, que muita gente da área já considera a maior mudança técnica proposta pra Solana até hoje. A ideia agora é conferir se os validadores conseguem sair do modelo atual e migrar pra nova arquitetura sem bagunçar a estabilidade da rede. De acordo com os desenvolvedores, o processo de migração — apelidado de “Alpenswitch” — já tá sendo feito pelos validadores que participam dos testes. Na prática, os nodes conseguem trocar do sistema tradicional da Solana pro Alpenglow sem precisar desconectar da rede experimental. Além disso, os testes também servem pra medir como o Alpenglow se comporta no tranco do dia a dia, avaliando sincronização entre validadores, propagação de blocos e estabilidade da rede nos momentos de maior movimento. Se tudo continuar funcionando direitinho e sem falha grave, a expectativa é que o Alpenglow comece a ser implantado aos poucos na mainnet nos próximos meses. Como funciona o Alpenglow Hoje a Solana trabalha com um sistema de consenso baseado em Proof of Stake, igualzinho acontece no Ethereum, junto com os mecanismos Proof of History (PoH) e TowerBFT. Nesse modelo, os validadores deixam tokens travados na rede pra ajudar na segurança da blockchain, enquanto o próprio sistema organiza a ordem das transações e faz os participantes entrarem em acordo sobre os dados da rede. O Alpenglow não vai acabar com o Proof of Stake não. Os validadores ainda vão precisar manter stake pra validar blocos e participar do consenso normalmente. A grande mudança tá no jeito que esses validadores conversam entre si e confirmam as transações. A nova estrutura traz dois componentes chamados Rotor e Votor, criados justamente pra diminuir a quantidade de etapas no processo de validação dos blocos. A ideia é deixar a comunicação mais ligeira e tornar a confirmação das transações muito mais rápida. Na prática, a Solana quer reduzir o tempo de confirmação dos blocos, que hoje leva alguns segundos, pra algo quase em tempo real. Isso pode melhorar demais o desempenho da rede em aplicações de trading, pagamentos, jogos e outros sistemas que dependem de resposta rápida e baixa latência.

Rede Solana inicia experimentos com a maior evolução de consenso de sua história

O trem do novo sistema de consenso da Solana, chamado Alpenglow, já entrou na fase de testes numa rede comunitária usada pelos validadores da blockchain.
A Anza, que é a empresa responsável por desenvolver aplicações pra rede, contou que os testes tão rolando num “community test cluster”, que é tipo um ambiente que imita o funcionamento de uma blockchain de verdade. Assim, os operadores dos nodes conseguem testar o software novo em condições bem parecidas com as da rede principal.
Essa etapa é vista como um passo danado de importante no desenvolvimento da atualização, que muita gente da área já considera a maior mudança técnica proposta pra Solana até hoje. A ideia agora é conferir se os validadores conseguem sair do modelo atual e migrar pra nova arquitetura sem bagunçar a estabilidade da rede.
De acordo com os desenvolvedores, o processo de migração — apelidado de “Alpenswitch” — já tá sendo feito pelos validadores que participam dos testes. Na prática, os nodes conseguem trocar do sistema tradicional da Solana pro Alpenglow sem precisar desconectar da rede experimental.
Além disso, os testes também servem pra medir como o Alpenglow se comporta no tranco do dia a dia, avaliando sincronização entre validadores, propagação de blocos e estabilidade da rede nos momentos de maior movimento.
Se tudo continuar funcionando direitinho e sem falha grave, a expectativa é que o Alpenglow comece a ser implantado aos poucos na mainnet nos próximos meses.

Como funciona o Alpenglow
Hoje a Solana trabalha com um sistema de consenso baseado em Proof of Stake, igualzinho acontece no Ethereum, junto com os mecanismos Proof of History (PoH) e TowerBFT. Nesse modelo, os validadores deixam tokens travados na rede pra ajudar na segurança da blockchain, enquanto o próprio sistema organiza a ordem das transações e faz os participantes entrarem em acordo sobre os dados da rede.
O Alpenglow não vai acabar com o Proof of Stake não. Os validadores ainda vão precisar manter stake pra validar blocos e participar do consenso normalmente. A grande mudança tá no jeito que esses validadores conversam entre si e confirmam as transações.
A nova estrutura traz dois componentes chamados Rotor e Votor, criados justamente pra diminuir a quantidade de etapas no processo de validação dos blocos. A ideia é deixar a comunicação mais ligeira e tornar a confirmação das transações muito mais rápida.
Na prática, a Solana quer reduzir o tempo de confirmação dos blocos, que hoje leva alguns segundos, pra algo quase em tempo real. Isso pode melhorar demais o desempenho da rede em aplicações de trading, pagamentos, jogos e outros sistemas que dependem de resposta rápida e baixa latência.
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PF apreende recorde de R$ 71 milhões em criptomoedas ligadas ao crime em 2025Em 2025, a Polícia Federal bateu recorde ao apreender cerca de R$ 71 milhões em criptomoedas ligadas a atividades criminosas, conforme dados obtidos pela Folha de S. Paulo via Lei de Acesso à Informação. Esse valor é mais de seis vezes maior do que o registrado em 2024 e evidencia o aumento do uso de ativos digitais em investigações sobre lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, crimes ambientais, violações de direitos humanos e golpes na internet. Mesmo assim, o montante representa só uma parte do problema. A própria PF admite que os dados são parciais, já que não há registros anteriores a 2023 e as apreensões das polícias civis não entram no levantamento. As investigações também mostram que o volume movimentado por organizações criminosas é muito maior do que o que chega a ser apreendido. Em um dos casos citados, um esquema de lavagem de dinheiro teria movimentado R$ 12,2 bilhões entre 2017 e 2020. Nos últimos anos, a PF identificou o uso de Bitcoin e stablecoins em casos de ataques hackers contra o sistema do Pix no Banco Central, que causaram prejuízo de R$ 1,5 bilhão, além de operações contra redes de tráfico humano e grandes esquemas de lavagem. Esse crescimento acompanha uma tendência mundial. Segundo a Chainalysis, carteiras ligadas a atividades ilegais receberam cerca de US$ 154 bilhões em criptomoedas em 2025, um aumento de 162% em relação ao ano anterior. Ainda assim, isso representa menos de 1% de todo o volume movimentado no mercado global de criptoativos. No crime, criptomoedas costumam ser usadas para transferir valores para o exterior, dividir recursos entre várias carteiras e dificultar o rastreamento. Mesmo assim, especialistas destacam que essas transações não são invisíveis, já que muitas podem ser rastreadas em blockchains públicas. Um ponto importante é o avanço das stablecoins, especialmente o USDT, que hoje domina o mercado brasileiro. Elas ganharam espaço pela rapidez, estabilidade e facilidade de conversão em dólar digital, o que atrai tanto usuários comuns quanto criminosos. Segundo dados da Receita Federal, o volume de stablecoins no Brasil cresceu de forma expressiva e chegou a R$ 361 bilhões em 2025, enquanto o Bitcoin perdeu participação e hoje responde por menos de 10% das operações no país. Apesar disso, autoridades reforçam que a tecnologia também ajuda investigações. O caráter público de várias blockchains permite rastrear movimentações, identificar padrões e solicitar bloqueios em corretoras quando necessário. O avanço do combate a crimes digitais também já se reflete na estrutura policial, com a criação de núcleos especializados em criptoativos e equipes dedicadas à investigação cibernética em diferentes estados. No fim das contas, os dados mostram um cenário duplo: o uso de criptomoedas por criminosos existe e cresceu, mas ainda representa uma pequena parte de um mercado muito maior, que continua sendo majoritariamente legal e usado para investimentos, transferências e inovação financeira.$USDC ,$USD1 ,$BTC

PF apreende recorde de R$ 71 milhões em criptomoedas ligadas ao crime em 2025

Em 2025, a Polícia Federal bateu recorde ao apreender cerca de R$ 71 milhões em criptomoedas ligadas a atividades criminosas, conforme dados obtidos pela Folha de S. Paulo via Lei de Acesso à Informação.
Esse valor é mais de seis vezes maior do que o registrado em 2024 e evidencia o aumento do uso de ativos digitais em investigações sobre lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, crimes ambientais, violações de direitos humanos e golpes na internet.
Mesmo assim, o montante representa só uma parte do problema. A própria PF admite que os dados são parciais, já que não há registros anteriores a 2023 e as apreensões das polícias civis não entram no levantamento.
As investigações também mostram que o volume movimentado por organizações criminosas é muito maior do que o que chega a ser apreendido. Em um dos casos citados, um esquema de lavagem de dinheiro teria movimentado R$ 12,2 bilhões entre 2017 e 2020.
Nos últimos anos, a PF identificou o uso de Bitcoin e stablecoins em casos de ataques hackers contra o sistema do Pix no Banco Central, que causaram prejuízo de R$ 1,5 bilhão, além de operações contra redes de tráfico humano e grandes esquemas de lavagem.
Esse crescimento acompanha uma tendência mundial. Segundo a Chainalysis, carteiras ligadas a atividades ilegais receberam cerca de US$ 154 bilhões em criptomoedas em 2025, um aumento de 162% em relação ao ano anterior. Ainda assim, isso representa menos de 1% de todo o volume movimentado no mercado global de criptoativos.
No crime, criptomoedas costumam ser usadas para transferir valores para o exterior, dividir recursos entre várias carteiras e dificultar o rastreamento. Mesmo assim, especialistas destacam que essas transações não são invisíveis, já que muitas podem ser rastreadas em blockchains públicas.
Um ponto importante é o avanço das stablecoins, especialmente o USDT, que hoje domina o mercado brasileiro. Elas ganharam espaço pela rapidez, estabilidade e facilidade de conversão em dólar digital, o que atrai tanto usuários comuns quanto criminosos.
Segundo dados da Receita Federal, o volume de stablecoins no Brasil cresceu de forma expressiva e chegou a R$ 361 bilhões em 2025, enquanto o Bitcoin perdeu participação e hoje responde por menos de 10% das operações no país.
Apesar disso, autoridades reforçam que a tecnologia também ajuda investigações. O caráter público de várias blockchains permite rastrear movimentações, identificar padrões e solicitar bloqueios em corretoras quando necessário.
O avanço do combate a crimes digitais também já se reflete na estrutura policial, com a criação de núcleos especializados em criptoativos e equipes dedicadas à investigação cibernética em diferentes estados.
No fim das contas, os dados mostram um cenário duplo: o uso de criptomoedas por criminosos existe e cresceu, mas ainda representa uma pequena parte de um mercado muito maior, que continua sendo majoritariamente legal e usado para investimentos, transferências e inovação financeira.$USDC ,$USD1 ,$BTC
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Strategy compra R$ 211 milhões em Bitcoin e admite que pode vender o ativoA Strategy contou nesta segunda-feira (11) que comprou mais 535 Bitcoin, desembolsando cerca de US$ 43 milhões (R$ 211 milhões). Cada moeda saiu na faixa de US$ 80.340. Com isso, a empresa — que hoje é a maior “caixa forte” de Bitcoin do mundo — passou a ter 818.869 BTC guardados, adquiridos ao longo do tempo por cerca de US$ 61,8 bilhões. Fazendo as conta, a média paga por cada Bitcoin ficou em US$ 75.540. Como a moeda tá valendo perto dos US$ 81 mil atualmente, a companhia criada por Michael Saylor voltou a ficar no lucro nessa estratégia. Pra ocê ter uma ideia do tamanho da coisa, esses 818.869 BTC representam quase 3,9% de todos os 21 milhões de Bitcoin que vão existir na rede. Além disso, a empresa informou um BTC Yield de 9,4% no acumulado do ano. Esse indicador mostra o tanto que a quantidade de Bitcoin por ação cresceu, ou seja, quanto aumentou a exposição dos acionistas ao BTC nesse período. Semana passada, a Strategy falou pela primeira vez que pode acabar vendendo Bitcoin, caso isso faça sentido dentro da estratégia financeira da empresa. “Nóis temos a possibilidade de vender Bitcoin pra levantar dólar ou até pra comprar dívida, se isso ajudar a melhorar o resultado por ação ligado ao Bitcoin. É uma coisa que pode ser considerada mais pra frente”, explicou o presidente e CEO Phong Le durante a teleconferência de resultados na terça-feira. Ele ainda reforçou: “Se for bom pra empresa, nóis vende Bitcoin sim. Num vamo ficar parado falando que nunca vai vender, não.” OranjeBTC também abriu a carteira A OranjeBTC, que hoje é a maior empresa brasileira de tesouraria em Bitcoin, também anunciou a compra de mais 5 BTC, gastando cerca de US$ 402 mil. O preço médio pago foi de US$ 80.441 por moeda. Hoje, a empresa já carrega 3.732 BTC em caixa. Segundo a companhia, o foco continua sendo um só: “aumentar a quantidade de Bitcoin por ação ao longo do tempo”.

Strategy compra R$ 211 milhões em Bitcoin e admite que pode vender o ativo

A Strategy contou nesta segunda-feira (11) que comprou mais 535 Bitcoin, desembolsando cerca de US$ 43 milhões (R$ 211 milhões). Cada moeda saiu na faixa de US$ 80.340. Com isso, a empresa — que hoje é a maior “caixa forte” de Bitcoin do mundo — passou a ter 818.869 BTC guardados, adquiridos ao longo do tempo por cerca de US$ 61,8 bilhões.
Fazendo as conta, a média paga por cada Bitcoin ficou em US$ 75.540. Como a moeda tá valendo perto dos US$ 81 mil atualmente, a companhia criada por Michael Saylor voltou a ficar no lucro nessa estratégia.
Pra ocê ter uma ideia do tamanho da coisa, esses 818.869 BTC representam quase 3,9% de todos os 21 milhões de Bitcoin que vão existir na rede.
Além disso, a empresa informou um BTC Yield de 9,4% no acumulado do ano. Esse indicador mostra o tanto que a quantidade de Bitcoin por ação cresceu, ou seja, quanto aumentou a exposição dos acionistas ao BTC nesse período.

Semana passada, a Strategy falou pela primeira vez que pode acabar vendendo Bitcoin, caso isso faça sentido dentro da estratégia financeira da empresa.
“Nóis temos a possibilidade de vender Bitcoin pra levantar dólar ou até pra comprar dívida, se isso ajudar a melhorar o resultado por ação ligado ao Bitcoin. É uma coisa que pode ser considerada mais pra frente”, explicou o presidente e CEO Phong Le durante a teleconferência de resultados na terça-feira.
Ele ainda reforçou: “Se for bom pra empresa, nóis vende Bitcoin sim. Num vamo ficar parado falando que nunca vai vender, não.”
OranjeBTC também abriu a carteira
A OranjeBTC, que hoje é a maior empresa brasileira de tesouraria em Bitcoin, também anunciou a compra de mais 5 BTC, gastando cerca de US$ 402 mil. O preço médio pago foi de US$ 80.441 por moeda.
Hoje, a empresa já carrega 3.732 BTC em caixa. Segundo a companhia, o foco continua sendo um só: “aumentar a quantidade de Bitcoin por ação ao longo do tempo”.
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Após 12 anos segurando Bitcoin, investidor transforma capital em uma fortuna 180 vezes maiorUai sô, cê acredita? Uma Bitcoin “baleiona” do Bitcoin, que tava parada desde 2013 sem mexer um centavo, resolveu acordar no domingo e mandou 500 BTC pra outro endereço. Hoje isso dá mais ou menos uns US$ 40,5 milhões, coisa de R$ 198 milhões na cotação atual. De acordo com o perfil Whale Alert, a movimentação aconteceu às 16h16 de domingo. Os 500 BTC saíram de uma carteira antiga e foram enviados pra um endereço novo, o que chamou atenção do mercado porque fazia mais de 10 anos que essa grana tava quietinha. Pra ocê ter ideia do tamanho da valorização: lá em novembro de 2013, quando essa baleia comprou os Bitcoins, os 500 BTC valiam só uns US$ 225 mil. Naquele tempo, cada Bitcoin custava por volta de US$ 450. Agora, com o Bitcoin na faixa dos US$ 81 mil, o mesmo montante passou a valer cerca de US$ 40,5 milhões. É uma alta bruta demais da conta: quase 17.900% de valorização, ou seja, o investimento ficou cerca de 180 vezes maior. E parece que os grandão do mercado tão tudo juntando mais moeda ainda. Entre março e abril, as baleias acumularam cerca de 270 mil BTC em apenas 30 dias — a maior onda de compras desde 2013. O jornalista Colin Wu comentou isso no perfil dele no X (antigo Twitter), usando dados da CryptoQuant. Outro detalhe que chamou atenção foi que as reservas de Bitcoin nas exchanges caíram pro menor nível desde 2017. Segundo Sebastián Serrano, da Ripio, o mercado tá num ritmo forte de acumulação. Em março, a média mensal de compra chegou perto de 372 mil BTC. Pra comparar, em setembro de 2024 o povo já fazia festa porque essa média tinha batido 10 mil BTC. Agora, um ano e meio depois, aquele número virou mixaria perto do movimento atual.

Após 12 anos segurando Bitcoin, investidor transforma capital em uma fortuna 180 vezes maior

Uai sô, cê acredita? Uma Bitcoin “baleiona” do Bitcoin, que tava parada desde 2013 sem mexer um centavo, resolveu acordar no domingo e mandou 500 BTC pra outro endereço. Hoje isso dá mais ou menos uns US$ 40,5 milhões, coisa de R$ 198 milhões na cotação atual.
De acordo com o perfil Whale Alert, a movimentação aconteceu às 16h16 de domingo. Os 500 BTC saíram de uma carteira antiga e foram enviados pra um endereço novo, o que chamou atenção do mercado porque fazia mais de 10 anos que essa grana tava quietinha.
Pra ocê ter ideia do tamanho da valorização: lá em novembro de 2013, quando essa baleia comprou os Bitcoins, os 500 BTC valiam só uns US$ 225 mil. Naquele tempo, cada Bitcoin custava por volta de US$ 450.
Agora, com o Bitcoin na faixa dos US$ 81 mil, o mesmo montante passou a valer cerca de US$ 40,5 milhões. É uma alta bruta demais da conta: quase 17.900% de valorização, ou seja, o investimento ficou cerca de 180 vezes maior.
E parece que os grandão do mercado tão tudo juntando mais moeda ainda. Entre março e abril, as baleias acumularam cerca de 270 mil BTC em apenas 30 dias — a maior onda de compras desde 2013.
O jornalista Colin Wu comentou isso no perfil dele no X (antigo Twitter), usando dados da CryptoQuant. Outro detalhe que chamou atenção foi que as reservas de Bitcoin nas exchanges caíram pro menor nível desde 2017.
Segundo Sebastián Serrano, da Ripio, o mercado tá num ritmo forte de acumulação. Em março, a média mensal de compra chegou perto de 372 mil BTC. Pra comparar, em setembro de 2024 o povo já fazia festa porque essa média tinha batido 10 mil BTC. Agora, um ano e meio depois, aquele número virou mixaria perto do movimento atual.
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Hyperliquid dispara no ano e reforça expectativa positiva entre especialistasA tal da Hyperliquid (HYPE) virou queridinha dos analista em 2026 porque conseguiu juntar três trem que quase nunca anda junto no mundo das cripto: um produto que o povo realmente usa, crescimento forte nas receita e uma tokenomics ajeitadinha, daquelas que faz o uso da plataforma ajudar direto no valor do token. Com isso, muita gente do mercado já tá olhando pra HYPE como um dos caso mais forte de DeFi desse ciclo. E o interesse não tá só no preço não, uai. Desde fevereiro, a HYPE aparece em praticamente toda lista de criptomoeda pra ficar de olho feita pelos analista, brigando ali com a Solana pelo posto de terceira mais indicada. Segundo o CoinGecko, a Hyperliquid já tá entre as maiores criptomoedas do mundo, ocupando a 13ª posição, com valor de mercado na faixa dos US$ 10,2 bilhões. E entre as 20 maiores, foi uma das que mais subiu no ano, acumulando alta perto de 70%. O que chama atenção é que a Hyperliquid não vive só de conversa bonita ou moda passageira. Ela é uma blockchain de primeira camada criada especialmente pra negociação de ativos financeiros, principalmente contratos perpétuos, tudo funcionando com livro de ordens totalmente on-chain. Em outras palavras: ela tenta entregar a praticidade de uma corretora tradicional, mas com transparência e descentralização. Uma blockchain pensada pros trader O grande diferencial da Hyperliquid é que ela já nasceu focada em trading. Diferente de Ethereum ou Solana, que serve pra um tanto de coisa ao mesmo tempo, a Hyperliquid foi montada desde o começo pra atender trader. Hoje ela trabalha com futuros perpétuos, mercado à vista, empréstimos, ativos do mundo real, HyperEVM e várias aplicação DeFi. Tudo isso usando um sistema chamado HyperBFT, com execução 100% on-chain. Ou seja: ordem, cancelamento, liquidação… tudo acontece às claras dentro da blockchain. O Rony Szuster, do Mercado Bitcoin, fala que esse é justamente o ponto forte do projeto. Segundo ele, enquanto blockchain genérica precisa fazer concessão pra atender muitos casos diferentes, a Hyperliquid consegue focar no que trader quer de verdade: rapidez, liquidez, eficiência e experiência boa de uso. Ele até compara com a dYdX, que tentou fazer algo parecido no passado, mas acabou enfrentando problema de infraestrutura e perda de liquidez. A Hyperliquid teria aparecido justamente pra ocupar esse espaço com uma rede própria e mais alinhada ao mercado. E quem mexe na plataforma entende rapidim o apelo, viu. Segundo ele, “é fácil demais fazer trade lá”. Tem ainda os tais dos Vaults, que deixa o usuário colocar dinheiro em estratégias de trading ou market making, até criando estratégia própria. Isso aproxima a plataforma daquele modelo de copy trading, onde o povo replica operação de trader experiente. Tokenomics que anima o mercado Outro trem que tá ajudando no otimismo é a estrutura econômica do token HYPE. O André Franco, da Boost Research, resume a ideia assim: quanto mais gente usa a plataforma, mais valor o token tende a capturar. Isso porque as taxas arrecadadas ajudam na recompra de HYPE, criando pressão compradora no mercado. Dados da Artemis mostram que cerca de 97% da receita do protocolo vai pro Assistance Fund, usado justamente pra recomprar token HYPE. O restante vai pro Hyperliquidity Provider. Traduzindo pro português claro: se a plataforma cresce e gera mais taxa, aumenta também a recompra de token. E isso é diferente de muito projeto DeFi por aí que vive só de promessa ou governança sem receita de verdade. Essa ligação entre uso real, receita entrando e valorização do token fez bastante nome grande do mercado começar a defender a HYPE. Um deles é Arthur Hayes, fundador da BitMEX. Ele chegou a dizer que a Hyperliquid domina em geração de receita dentro das cripto e até apostou US$ 100 mil no desempenho do token. Depois, também comentou que a plataforma pode crescer forte em mercados de previsão, graças à base grande de usuários, taxas mais baratas e tecnologia robusta. Crescimento além das criptos Outro motivo pro mercado tá de olho na Hyperliquid é que ela tá indo além das criptomoedas tradicionais. Hoje já dá pra negociar contratos ligados a commodities, ações, câmbio e outros ativos. No começo do ano, o HYPE disparou 24% num único dia depois do aumento na negociação de ouro e prata dentro da plataforma. O próprio Rony Szuster comenta que gente do mercado financeiro tradicional começou a prestar atenção nisso, principalmente quando os mercados normais estavam fechados mas ainda existia demanda pra negociar ativos ligados a eventos globais, tipo petróleo em meio a tensão geopolítica. A ideia de negociar ativos tokenizados 24 horas por dia, sete dias por semana, pode acabar atraindo tanto o público cripto quanto parte do pessoal do mercado tradicional. Além disso, existe uma narrativa forte de que muito volume que hoje fica nas corretoras centralizadas pode migrar pras plataformas descentralizadas mais eficientes. Depois da quebra da FTX, muita gente passou a desconfiar mais das corretoras tradicionais, e a Hyperliquid tenta justamente ocupar esse espaço oferecendo autocustódia, transparência e experiência parecida com exchange profissional. Mas nem tudo são flor Claro que risco ainda existe, né. O próprio Rony lembra que o mercado de trading é disputado demais, cheio de concorrente oferecendo produto parecido. Então a Hyperliquid precisa continuar evoluindo, melhorando a chain e mantendo uma experiência boa pros usuários. Além disso, como todo projeto DeFi, ainda existe risco de hack, exploit e falha técnica em contrato inteligente. Mesmo assim, a visão de boa parte dos analista é que a Hyperliquid entrega fundamento mais sólido do que muita altcoin por aí. Tem produto funcionando, receita entrando, recompra de token, crescimento entre trader e expansão pra fora do mercado cripto. Por isso, muita gente já deixou de ver a HYPE só como aposta especulativa e passou a enxergar ela como uma das principais candidatas a puxar a próxima fase das finanças descentralizadas.

Hyperliquid dispara no ano e reforça expectativa positiva entre especialistas

A tal da Hyperliquid (HYPE) virou queridinha dos analista em 2026 porque conseguiu juntar três trem que quase nunca anda junto no mundo das cripto: um produto que o povo realmente usa, crescimento forte nas receita e uma tokenomics ajeitadinha, daquelas que faz o uso da plataforma ajudar direto no valor do token.
Com isso, muita gente do mercado já tá olhando pra HYPE como um dos caso mais forte de DeFi desse ciclo.
E o interesse não tá só no preço não, uai. Desde fevereiro, a HYPE aparece em praticamente toda lista de criptomoeda pra ficar de olho feita pelos analista, brigando ali com a Solana pelo posto de terceira mais indicada.
Segundo o CoinGecko, a Hyperliquid já tá entre as maiores criptomoedas do mundo, ocupando a 13ª posição, com valor de mercado na faixa dos US$ 10,2 bilhões. E entre as 20 maiores, foi uma das que mais subiu no ano, acumulando alta perto de 70%.
O que chama atenção é que a Hyperliquid não vive só de conversa bonita ou moda passageira. Ela é uma blockchain de primeira camada criada especialmente pra negociação de ativos financeiros, principalmente contratos perpétuos, tudo funcionando com livro de ordens totalmente on-chain. Em outras palavras: ela tenta entregar a praticidade de uma corretora tradicional, mas com transparência e descentralização.
Uma blockchain pensada pros trader
O grande diferencial da Hyperliquid é que ela já nasceu focada em trading. Diferente de Ethereum ou Solana, que serve pra um tanto de coisa ao mesmo tempo, a Hyperliquid foi montada desde o começo pra atender trader.
Hoje ela trabalha com futuros perpétuos, mercado à vista, empréstimos, ativos do mundo real, HyperEVM e várias aplicação DeFi. Tudo isso usando um sistema chamado HyperBFT, com execução 100% on-chain. Ou seja: ordem, cancelamento, liquidação… tudo acontece às claras dentro da blockchain.
O Rony Szuster, do Mercado Bitcoin, fala que esse é justamente o ponto forte do projeto. Segundo ele, enquanto blockchain genérica precisa fazer concessão pra atender muitos casos diferentes, a Hyperliquid consegue focar no que trader quer de verdade: rapidez, liquidez, eficiência e experiência boa de uso.
Ele até compara com a dYdX, que tentou fazer algo parecido no passado, mas acabou enfrentando problema de infraestrutura e perda de liquidez. A Hyperliquid teria aparecido justamente pra ocupar esse espaço com uma rede própria e mais alinhada ao mercado.
E quem mexe na plataforma entende rapidim o apelo, viu. Segundo ele, “é fácil demais fazer trade lá”. Tem ainda os tais dos Vaults, que deixa o usuário colocar dinheiro em estratégias de trading ou market making, até criando estratégia própria. Isso aproxima a plataforma daquele modelo de copy trading, onde o povo replica operação de trader experiente.
Tokenomics que anima o mercado
Outro trem que tá ajudando no otimismo é a estrutura econômica do token HYPE.
O André Franco, da Boost Research, resume a ideia assim: quanto mais gente usa a plataforma, mais valor o token tende a capturar. Isso porque as taxas arrecadadas ajudam na recompra de HYPE, criando pressão compradora no mercado.
Dados da Artemis mostram que cerca de 97% da receita do protocolo vai pro Assistance Fund, usado justamente pra recomprar token HYPE. O restante vai pro Hyperliquidity Provider.
Traduzindo pro português claro: se a plataforma cresce e gera mais taxa, aumenta também a recompra de token. E isso é diferente de muito projeto DeFi por aí que vive só de promessa ou governança sem receita de verdade.
Essa ligação entre uso real, receita entrando e valorização do token fez bastante nome grande do mercado começar a defender a HYPE.
Um deles é Arthur Hayes, fundador da BitMEX. Ele chegou a dizer que a Hyperliquid domina em geração de receita dentro das cripto e até apostou US$ 100 mil no desempenho do token. Depois, também comentou que a plataforma pode crescer forte em mercados de previsão, graças à base grande de usuários, taxas mais baratas e tecnologia robusta.
Crescimento além das criptos
Outro motivo pro mercado tá de olho na Hyperliquid é que ela tá indo além das criptomoedas tradicionais.
Hoje já dá pra negociar contratos ligados a commodities, ações, câmbio e outros ativos. No começo do ano, o HYPE disparou 24% num único dia depois do aumento na negociação de ouro e prata dentro da plataforma.
O próprio Rony Szuster comenta que gente do mercado financeiro tradicional começou a prestar atenção nisso, principalmente quando os mercados normais estavam fechados mas ainda existia demanda pra negociar ativos ligados a eventos globais, tipo petróleo em meio a tensão geopolítica.
A ideia de negociar ativos tokenizados 24 horas por dia, sete dias por semana, pode acabar atraindo tanto o público cripto quanto parte do pessoal do mercado tradicional.
Além disso, existe uma narrativa forte de que muito volume que hoje fica nas corretoras centralizadas pode migrar pras plataformas descentralizadas mais eficientes. Depois da quebra da FTX, muita gente passou a desconfiar mais das corretoras tradicionais, e a Hyperliquid tenta justamente ocupar esse espaço oferecendo autocustódia, transparência e experiência parecida com exchange profissional.
Mas nem tudo são flor
Claro que risco ainda existe, né.
O próprio Rony lembra que o mercado de trading é disputado demais, cheio de concorrente oferecendo produto parecido. Então a Hyperliquid precisa continuar evoluindo, melhorando a chain e mantendo uma experiência boa pros usuários.
Além disso, como todo projeto DeFi, ainda existe risco de hack, exploit e falha técnica em contrato inteligente.
Mesmo assim, a visão de boa parte dos analista é que a Hyperliquid entrega fundamento mais sólido do que muita altcoin por aí. Tem produto funcionando, receita entrando, recompra de token, crescimento entre trader e expansão pra fora do mercado cripto.
Por isso, muita gente já deixou de ver a HYPE só como aposta especulativa e passou a enxergar ela como uma das principais candidatas a puxar a próxima fase das finanças descentralizadas.
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Os três principais fatores de demanda que impulsionam a valorização atual do BitcoinOcê vê, o começo de 2026 foi daqueles trem mais apertado pro Bitcoin nesse ciclo atual. Depois de bater lá perto dos US$ 126 mil em 2025, a moeda deu uma escorregada braba e foi parar na faixa dos US$ 60 mil logo no começo de fevereiro. Noutros ciclos, uma queda desse tamanho costumava vir junto com desânimo forte no mercado, saída de dinheiro e perda de interesse do povo. Mas dessa vez o trem começou a andar diferente. Mesmo com o mundo meio bagunçado — pressão da economia, confusão geopolítica e o povo mais arisco com risco — teve três turma que continuou comprando Bitcoin sem dó: os investidores de longo prazo, as empresas que guardam BTC em caixa e os ETFs americanos de Bitcoin à vista. E é justamente essa mistura que ajuda a explicar tanto a recuperação recente do preço quanto essa ideia de que os US$ 60 mil talvez tenham sido o fundo do ciclo. A primeira turma é dos chamados “mão de ferro”, os investidores de longo prazo. Historicamente, esse povo costuma comprar quando o mercado tá com medo e vender quando o entusiasmo passa do ponto. Entre 13 de fevereiro e 5 de maio de 2026, eles aumentaram as posições de 14,44 milhões pra 14,81 milhões de bitcoins — um acúmulo de cerca de 369 mil BTC nesse intervalo. O segundo pilar vem das empresas que adotaram Bitcoin como reserva estratégica de caixa, as tais DATs. O maior exemplo continua sendo a Strategy, que pisou no acelerador nas compras em 2026. A empresa tinha mais ou menos 714 mil bitcoins em fevereiro e passou de 818 mil em maio, juntando mais de 103 mil BTC em menos de três meses. Já o terceiro motor dessa demanda segue sendo os ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos. Mesmo com toda a volatilidade, esses fundos continuaram recebendo bastante entrada de dinheiro. No mesmo período, foram cerca de US$ 5 bilhões em compras líquidas, algo perto de 70 mil bitcoins tirados do mercado. Quando junta essas três forças, o resultado chama atenção demais da conta. Entre fevereiro e maio, investidores de longo prazo, ETFs e a Strategy acumularam juntos cerca de 543 mil bitcoins. Enquanto isso, a mineração colocou só uns 36 mil BTC novos em circulação. Traduzindo pro português claro: essa turma comprou mais de 15 vezes o tanto de bitcoin novo que foi criado no período. E isso ajuda a entender por que esse ciclo parece diferente dos anteriores. Antigamente, o mercado dependia muito mais do varejo e de uma demanda mais instável. Hoje, quem domina boa parte do jogo são agentes com mais dinheiro, visão de longo prazo e menos preocupação com os balanços de curto prazo. Na prática, isso pode significar quedas menos violentas e recuperações mais consistentes ao longo do tempo. Não quer dizer que a volatilidade acabou — porque Bitcoin continua sendo Bitcoin — mas a estrutura do mercado parece bem mais resistente. O próprio preço já dá sinal disso. Depois de cair pra perto dos US$ 60 mil em fevereiro, o Bitcoin voltou pra cima dos US$ 80 mil, acumulando alta de mais de 30% em cerca de três meses. E uma parte importante dessa recuperação veio justamente da força compradora desses três pilares. Claro que nenhum indicador sozinho garante que o pior já passou de vez. O mercado ainda sente os impactos da economia global, da geopolítica e das condições de liquidez. Mas olhando pra velocidade com que a oferta vem sendo absorvida e pra qualidade dessa demanda, fica cada vez mais claro que o Bitcoin de 2026 tá num nível de maturidade bem diferente dos ciclos passados.

Os três principais fatores de demanda que impulsionam a valorização atual do Bitcoin

Ocê vê, o começo de 2026 foi daqueles trem mais apertado pro Bitcoin nesse ciclo atual. Depois de bater lá perto dos US$ 126 mil em 2025, a moeda deu uma escorregada braba e foi parar na faixa dos US$ 60 mil logo no começo de fevereiro.
Noutros ciclos, uma queda desse tamanho costumava vir junto com desânimo forte no mercado, saída de dinheiro e perda de interesse do povo. Mas dessa vez o trem começou a andar diferente.
Mesmo com o mundo meio bagunçado — pressão da economia, confusão geopolítica e o povo mais arisco com risco — teve três turma que continuou comprando Bitcoin sem dó: os investidores de longo prazo, as empresas que guardam BTC em caixa e os ETFs americanos de Bitcoin à vista. E é justamente essa mistura que ajuda a explicar tanto a recuperação recente do preço quanto essa ideia de que os US$ 60 mil talvez tenham sido o fundo do ciclo.
A primeira turma é dos chamados “mão de ferro”, os investidores de longo prazo. Historicamente, esse povo costuma comprar quando o mercado tá com medo e vender quando o entusiasmo passa do ponto. Entre 13 de fevereiro e 5 de maio de 2026, eles aumentaram as posições de 14,44 milhões pra 14,81 milhões de bitcoins — um acúmulo de cerca de 369 mil BTC nesse intervalo.
O segundo pilar vem das empresas que adotaram Bitcoin como reserva estratégica de caixa, as tais DATs. O maior exemplo continua sendo a Strategy, que pisou no acelerador nas compras em 2026. A empresa tinha mais ou menos 714 mil bitcoins em fevereiro e passou de 818 mil em maio, juntando mais de 103 mil BTC em menos de três meses.
Já o terceiro motor dessa demanda segue sendo os ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos. Mesmo com toda a volatilidade, esses fundos continuaram recebendo bastante entrada de dinheiro. No mesmo período, foram cerca de US$ 5 bilhões em compras líquidas, algo perto de 70 mil bitcoins tirados do mercado.
Quando junta essas três forças, o resultado chama atenção demais da conta. Entre fevereiro e maio, investidores de longo prazo, ETFs e a Strategy acumularam juntos cerca de 543 mil bitcoins. Enquanto isso, a mineração colocou só uns 36 mil BTC novos em circulação.
Traduzindo pro português claro: essa turma comprou mais de 15 vezes o tanto de bitcoin novo que foi criado no período.
E isso ajuda a entender por que esse ciclo parece diferente dos anteriores. Antigamente, o mercado dependia muito mais do varejo e de uma demanda mais instável. Hoje, quem domina boa parte do jogo são agentes com mais dinheiro, visão de longo prazo e menos preocupação com os balanços de curto prazo.
Na prática, isso pode significar quedas menos violentas e recuperações mais consistentes ao longo do tempo. Não quer dizer que a volatilidade acabou — porque Bitcoin continua sendo Bitcoin — mas a estrutura do mercado parece bem mais resistente.
O próprio preço já dá sinal disso. Depois de cair pra perto dos US$ 60 mil em fevereiro, o Bitcoin voltou pra cima dos US$ 80 mil, acumulando alta de mais de 30% em cerca de três meses. E uma parte importante dessa recuperação veio justamente da força compradora desses três pilares.
Claro que nenhum indicador sozinho garante que o pior já passou de vez. O mercado ainda sente os impactos da economia global, da geopolítica e das condições de liquidez. Mas olhando pra velocidade com que a oferta vem sendo absorvida e pra qualidade dessa demanda, fica cada vez mais claro que o Bitcoin de 2026 tá num nível de maturidade bem diferente dos ciclos passados.
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Arbitrum disponibiliza R$ 344 milhões para indenizar usuários afetados pelo ataque hacker à Kelp DAOA turma da Arbitrum DAO aprovou na quinta-feira uma votação de governança que libera cerca de US$ 70 milhões (uns R$ 344 milhões) em Ethereum que tava travado, pra ajudar num mutirão de recuperação e indenizar o povo prejudicado pelo ataque no rsETH da Kelp DAO. Mas ó, mesmo com a aprovação, ainda tem uma decisão da Justiça dos EUA que pode barrar essa transferência. A proposta, feita junto pela Aave Labs, KelpDAO, LayerZero, EtherFi e Compound, passou com folga demais da conta: foram 182,2 milhões de votos favoráveis, quase 91%, e pouquinha oposição. Esses 30.765,67 Ethereum tinham sido congelados pelo Conselho de Segurança da Arbitrum no mês passado, logo depois que um hacker explorou uma falha na ponte cross-chain da Kelp, operada pela LayerZero. O cabra conseguiu liberar 116.500 rsETH na rede Ethereum sem fazer a queima equivalente na origem. Depois disso, o invasor usou esse rsETH sem lastro como garantia dentro da Aave e conseguiu tirar aproximadamente US$ 230 milhões em Ethereum dos usuários do protocolo. E agora, como é que fica? A votação decidiu que os fundos vão pra uma carteira Gnosis Safe com esquema de assinatura 3 de 4, controlada por representantes da Aave, KelpDAO, EtherFi e Certora. O dinheiro vai ser usado exclusivamente pra recuperação do rombo do rsETH. Só que a situação embolou por causa de uma ordem judicial apresentada no dia 1º de maio em Nova York. Uns autores que têm sentenças antigas contra a Coreia do Norte alegam que o ataque foi obra do Grupo Lazarus e dizem que esse Ethereum congelado seria patrimônio ligado ao governo norte-coreano, podendo então ser apreendido pra pagar essas dívidas judiciais. Na segunda-feira, a Aave LLC pediu pra Justiça cancelar essa ordem, dizendo que ela não faz sentido e que o congelamento tá causando prejuízo imediato pros usuários. Caso a ordem continue valendo, a empresa quer que os autores depositem uma garantia de pelo menos US$ 300 milhões. Segundo Yuriy Brisov, especialista da Digital & Analogue Partners, mexer nesses fundos agora é “tecnicamente possível, mas praticamente uma loucura jurídica” pra quem estiver envolvido na execução. Ele explicou que, mesmo que a blockchain permita a movimentação, qualquer pessoa identificável que participe da transferência pode acabar respondendo por desacato à Justiça dos EUA. Ou seja: a chave privada até assina a transação, mas o risco jurídico continua pesado. Ele também comentou que, se a Aave ganhar a disputa judicial, essa transferência específica pode voltar a andar normalmente. Só que o caso abriu um precedente complicado, porque mostrou que existe um “ponto de controle” dentro da estrutura da Arbitrum. Então, no futuro, outros processos parecidos podem aparecer usando a mesma estratégia. Já Alice Frei, chefe jurídica da OMI, disse que mesmo se o congelamento cair, a liberação ainda depende de várias etapas da governança e do andamento das disputas judiciais. Então não dá pra garantir que a execução vai acontecer sem novos problemas no caminho. No fim das contas, o ataque à Kelp DAO acabou gerando um grande esforço coletivo de recuperação no setor DeFi, chamado “United”, que já levantou mais de US$ 300 milhões. Os 30.765 Ethereum congelados cobririam parte de um prejuízo estimado em 76.127 rsETH, e a proposta aprovada não cria novos custos pra DAO.

Arbitrum disponibiliza R$ 344 milhões para indenizar usuários afetados pelo ataque hacker à Kelp DAO

A turma da Arbitrum DAO aprovou na quinta-feira uma votação de governança que libera cerca de US$ 70 milhões (uns R$ 344 milhões) em Ethereum que tava travado, pra ajudar num mutirão de recuperação e indenizar o povo prejudicado pelo ataque no rsETH da Kelp DAO. Mas ó, mesmo com a aprovação, ainda tem uma decisão da Justiça dos EUA que pode barrar essa transferência.
A proposta, feita junto pela Aave Labs, KelpDAO, LayerZero, EtherFi e Compound, passou com folga demais da conta: foram 182,2 milhões de votos favoráveis, quase 91%, e pouquinha oposição.
Esses 30.765,67 Ethereum tinham sido congelados pelo Conselho de Segurança da Arbitrum no mês passado, logo depois que um hacker explorou uma falha na ponte cross-chain da Kelp, operada pela LayerZero. O cabra conseguiu liberar 116.500 rsETH na rede Ethereum sem fazer a queima equivalente na origem.
Depois disso, o invasor usou esse rsETH sem lastro como garantia dentro da Aave e conseguiu tirar aproximadamente US$ 230 milhões em Ethereum dos usuários do protocolo.
E agora, como é que fica?
A votação decidiu que os fundos vão pra uma carteira Gnosis Safe com esquema de assinatura 3 de 4, controlada por representantes da Aave, KelpDAO, EtherFi e Certora. O dinheiro vai ser usado exclusivamente pra recuperação do rombo do rsETH.
Só que a situação embolou por causa de uma ordem judicial apresentada no dia 1º de maio em Nova York. Uns autores que têm sentenças antigas contra a Coreia do Norte alegam que o ataque foi obra do Grupo Lazarus e dizem que esse Ethereum congelado seria patrimônio ligado ao governo norte-coreano, podendo então ser apreendido pra pagar essas dívidas judiciais.
Na segunda-feira, a Aave LLC pediu pra Justiça cancelar essa ordem, dizendo que ela não faz sentido e que o congelamento tá causando prejuízo imediato pros usuários. Caso a ordem continue valendo, a empresa quer que os autores depositem uma garantia de pelo menos US$ 300 milhões.
Segundo Yuriy Brisov, especialista da Digital & Analogue Partners, mexer nesses fundos agora é “tecnicamente possível, mas praticamente uma loucura jurídica” pra quem estiver envolvido na execução. Ele explicou que, mesmo que a blockchain permita a movimentação, qualquer pessoa identificável que participe da transferência pode acabar respondendo por desacato à Justiça dos EUA.
Ou seja: a chave privada até assina a transação, mas o risco jurídico continua pesado.
Ele também comentou que, se a Aave ganhar a disputa judicial, essa transferência específica pode voltar a andar normalmente. Só que o caso abriu um precedente complicado, porque mostrou que existe um “ponto de controle” dentro da estrutura da Arbitrum. Então, no futuro, outros processos parecidos podem aparecer usando a mesma estratégia.
Já Alice Frei, chefe jurídica da OMI, disse que mesmo se o congelamento cair, a liberação ainda depende de várias etapas da governança e do andamento das disputas judiciais. Então não dá pra garantir que a execução vai acontecer sem novos problemas no caminho.
No fim das contas, o ataque à Kelp DAO acabou gerando um grande esforço coletivo de recuperação no setor DeFi, chamado “United”, que já levantou mais de US$ 300 milhões. Os 30.765 Ethereum congelados cobririam parte de um prejuízo estimado em 76.127 rsETH, e a proposta aprovada não cria novos custos pra DAO.
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O Banco Central vai discutir criptomoedas durante sua conferência anualO Banco Central vai realizar, entre os dias 13 e 15 de maio lá em Brasília, a sua quarta Conferência Anual. O evento chega trazendo pra roda de conversa assuntos bem atuais, como criptomoedas, inteligência artificial e outras tecnologias novas que estão mudando o jeito como o sistema financeiro funciona. A programação vai juntar gente de tudo quanto é área — pesquisadores, professores, economistas e pessoal do mercado — pra trocar ideia sobre como essas transformações tecnológicas estão mexendo com a economia e com o setor financeiro aqui do Brasil. Esse encontro acontece num momento em que o Banco Central vem apertando o passo na regulação dos ativos digitais no país. Nos últimos meses, o órgão publicou novas regras pras empresas que trabalham com serviços de criptoativos, tratando de autorização, governança, segurança cibernética, compliance e até a ligação dessas operações com o mercado de câmbio. E não é pouca coisa não: na agenda de pesquisa do BC pra 2026 a 2029, esses temas aparecem como prioridade, incluindo blockchain, sistemas descentralizados, stablecoins, moedas digitais de banco central e tudo mais que envolve o mundo digital das finanças. Na conferência, vai ter painel específico sobre moedas digitais no segundo dia, com discussão sobre tokenização de dívidas, CBDCs e liquidez, inclusive com participação de gente de universidades de fora do Brasil. Outro ponto forte do evento vai ser a inteligência artificial. O Banco Central já vem estudando o uso dessas tecnologias pra detectar fraudes, analisar dados da economia, melhorar previsões e até ajudar na comunicação de decisões da política monetária. Também estão previstos debates sobre como os grandes modelos de linguagem podem impactar o mercado financeiro e de que forma a IA pode ajudar no monitoramento dos mercados, com participação de técnicos do próprio BC, do Federal Reserve e do Insper. No fim das contas, o mercado fica de olho nessa conferência porque ela acaba mostrando pra onde o Banco Central está caminhando. E, nesse mundo cada vez mais digital, temas que antes eram mais de nicho — como blockchain, stablecoins e inteligência artificial — hoje já estão no centro das discussões sobre o futuro do sistema financeiro.$BNB ,$PAXG ,$XRP

O Banco Central vai discutir criptomoedas durante sua conferência anual

O Banco Central vai realizar, entre os dias 13 e 15 de maio lá em Brasília, a sua quarta Conferência Anual. O evento chega trazendo pra roda de conversa assuntos bem atuais, como criptomoedas, inteligência artificial e outras tecnologias novas que estão mudando o jeito como o sistema financeiro funciona.
A programação vai juntar gente de tudo quanto é área — pesquisadores, professores, economistas e pessoal do mercado — pra trocar ideia sobre como essas transformações tecnológicas estão mexendo com a economia e com o setor financeiro aqui do Brasil.
Esse encontro acontece num momento em que o Banco Central vem apertando o passo na regulação dos ativos digitais no país. Nos últimos meses, o órgão publicou novas regras pras empresas que trabalham com serviços de criptoativos, tratando de autorização, governança, segurança cibernética, compliance e até a ligação dessas operações com o mercado de câmbio.
E não é pouca coisa não: na agenda de pesquisa do BC pra 2026 a 2029, esses temas aparecem como prioridade, incluindo blockchain, sistemas descentralizados, stablecoins, moedas digitais de banco central e tudo mais que envolve o mundo digital das finanças.
Na conferência, vai ter painel específico sobre moedas digitais no segundo dia, com discussão sobre tokenização de dívidas, CBDCs e liquidez, inclusive com participação de gente de universidades de fora do Brasil.
Outro ponto forte do evento vai ser a inteligência artificial. O Banco Central já vem estudando o uso dessas tecnologias pra detectar fraudes, analisar dados da economia, melhorar previsões e até ajudar na comunicação de decisões da política monetária.
Também estão previstos debates sobre como os grandes modelos de linguagem podem impactar o mercado financeiro e de que forma a IA pode ajudar no monitoramento dos mercados, com participação de técnicos do próprio BC, do Federal Reserve e do Insper.
No fim das contas, o mercado fica de olho nessa conferência porque ela acaba mostrando pra onde o Banco Central está caminhando. E, nesse mundo cada vez mais digital, temas que antes eram mais de nicho — como blockchain, stablecoins e inteligência artificial — hoje já estão no centro das discussões sobre o futuro do sistema financeiro.$BNB ,$PAXG ,$XRP
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A Coinbase ficou indisponível por 7 horas após uma falha nos servidores da AmazonUai, a Coinbase passou por umas sete horas de aperto na plataforma de criptomoedas depois de um trem dar ruim lá nos servidores da Amazon Web Services (AWS). Por causa disso, a corretora precisou parar temporariamente algumas negociações e limitar funções de compra e venda. O problema começou a aparecer na quinta-feira (7), quando a empresa avisou que os usuários podiam notar lentidão e falhas por conta de uma pane nos serviços da AWS. Mais tarde, a Coinbase explicou que o caso fazia parte de um problema maior na estrutura da Amazon. Conforme a página de status da corretora, os primeiros perrengues atingiram operações nas redes Aleo e Solana, causando demora em depósitos e saques por volta das 22h, no horário de Brasília. No começo, a empresa disse que compras, vendas e movimentações em dinheiro tradicional ainda estavam funcionando normal. Só que o trem piorou. A Coinbase passou a classificar a situação como “desempenho degradado”, avisando que muita gente poderia ficar sem conseguir fazer transações tanto pelo site quanto pelo aplicativo. Segundo a exchange, a origem da falha foi calor demais em uma área da AWS na região US-EAST-1, lá na Virgínia, nos Estados Unidos. O problema acabou atingindo várias partes da infraestrutura da Amazon ao mesmo tempo, mexendo justamente nos sistemas principais de negociação. Enquanto tentavam arrumar a bagunça, todos os mercados da Coinbase ficaram no modo “Cancel Only”, onde o povo conseguia só cancelar ordens já feitas, sem poder criar novas compras ou vendas. Depois disso, a plataforma entrou em modo de leilão, permitindo mandar ordens limitadas e acompanhar preços indicativos, mas sem fechar negociações na hora. Depois de algumas horas, a Coinbase informou que os mercados tinham voltado ao normal e as negociações foram totalmente retomadas. Pressão aumentando na empresa Mesmo com tudo normalizado, o episódio pegou mal no mercado, principalmente porque essa não é a primeira vez que a Coinbase enfrenta problema em momentos de maior movimentação. Lá em 2020, por exemplo, a plataforma também saiu do ar durante fortes oscilações do Bitcoin, enquanto outras corretoras seguiram funcionando. E o momento da empresa já não tava muito tranquilo, não. Na mesma semana, a Coinbase anunciou corte de 14% dos funcionários, numa reestruturação focada em reduzir custos e investir mais em inteligência artificial. Pra completar, a companhia também divulgou resultados financeiros abaixo do esperado. As ações caíram mais de 5% no after-hours depois que a empresa mostrou prejuízo de US$ 1,49 por ação no primeiro trimestre de 2026, bem diferente do lucro de US$ 0,27 por ação que os analistas esperavam. A receita ficou em US$ 1,41 bilhão, também abaixo da previsão do mercado. Esse apagão reacendeu a conversa sobre a dependência das plataformas de criptomoedas em relação aos servidores das grandes empresas de nuvem. Apesar da Coinbase dizer que seus sistemas são preparados pra aguentar a queda de uma área da AWS, o problema em várias regiões ao mesmo tempo acabou mostrando umas fragilidades operacionais. Agora, a Coinbase disse que vai continuar investigando o ocorrido e que mais detalhes devem aparecer depois do relatório técnico oficial da AWS.

A Coinbase ficou indisponível por 7 horas após uma falha nos servidores da Amazon

Uai, a Coinbase passou por umas sete horas de aperto na plataforma de criptomoedas depois de um trem dar ruim lá nos servidores da Amazon Web Services (AWS). Por causa disso, a corretora precisou parar temporariamente algumas negociações e limitar funções de compra e venda.
O problema começou a aparecer na quinta-feira (7), quando a empresa avisou que os usuários podiam notar lentidão e falhas por conta de uma pane nos serviços da AWS. Mais tarde, a Coinbase explicou que o caso fazia parte de um problema maior na estrutura da Amazon.
Conforme a página de status da corretora, os primeiros perrengues atingiram operações nas redes Aleo e Solana, causando demora em depósitos e saques por volta das 22h, no horário de Brasília. No começo, a empresa disse que compras, vendas e movimentações em dinheiro tradicional ainda estavam funcionando normal.
Só que o trem piorou. A Coinbase passou a classificar a situação como “desempenho degradado”, avisando que muita gente poderia ficar sem conseguir fazer transações tanto pelo site quanto pelo aplicativo.
Segundo a exchange, a origem da falha foi calor demais em uma área da AWS na região US-EAST-1, lá na Virgínia, nos Estados Unidos. O problema acabou atingindo várias partes da infraestrutura da Amazon ao mesmo tempo, mexendo justamente nos sistemas principais de negociação.
Enquanto tentavam arrumar a bagunça, todos os mercados da Coinbase ficaram no modo “Cancel Only”, onde o povo conseguia só cancelar ordens já feitas, sem poder criar novas compras ou vendas. Depois disso, a plataforma entrou em modo de leilão, permitindo mandar ordens limitadas e acompanhar preços indicativos, mas sem fechar negociações na hora.
Depois de algumas horas, a Coinbase informou que os mercados tinham voltado ao normal e as negociações foram totalmente retomadas.
Pressão aumentando na empresa
Mesmo com tudo normalizado, o episódio pegou mal no mercado, principalmente porque essa não é a primeira vez que a Coinbase enfrenta problema em momentos de maior movimentação. Lá em 2020, por exemplo, a plataforma também saiu do ar durante fortes oscilações do Bitcoin, enquanto outras corretoras seguiram funcionando.
E o momento da empresa já não tava muito tranquilo, não. Na mesma semana, a Coinbase anunciou corte de 14% dos funcionários, numa reestruturação focada em reduzir custos e investir mais em inteligência artificial.
Pra completar, a companhia também divulgou resultados financeiros abaixo do esperado. As ações caíram mais de 5% no after-hours depois que a empresa mostrou prejuízo de US$ 1,49 por ação no primeiro trimestre de 2026, bem diferente do lucro de US$ 0,27 por ação que os analistas esperavam. A receita ficou em US$ 1,41 bilhão, também abaixo da previsão do mercado.
Esse apagão reacendeu a conversa sobre a dependência das plataformas de criptomoedas em relação aos servidores das grandes empresas de nuvem. Apesar da Coinbase dizer que seus sistemas são preparados pra aguentar a queda de uma área da AWS, o problema em várias regiões ao mesmo tempo acabou mostrando umas fragilidades operacionais.
Agora, a Coinbase disse que vai continuar investigando o ocorrido e que mais detalhes devem aparecer depois do relatório técnico oficial da AWS.
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Tether cobra Banco Master na Justiça após empréstimo de R$ 1,5 bilhão a Daniel VorcaroUai, a Tether botô US$ 300 milhão — uns R$ 1,5 bilhão — na mão da Titan Holding, empresa do Daniel Vorcaro, que é dono do Banco Master. O trem foi acertado em março do ano passado, mas até hoje a grana num voltou, aí a empresa resolveu bater na porta da Justiça pra tentar receber. O dinheiro saiu em duas partes, uma no fim de março e outra poucos dias depois. O combinado era Vorcaro pagar tudo em até um ano, com juros, mas o prazo venceu em março deste ano e nada foi quitado. No contrato tinha um detalhe importante: se a nota de crédito do Banco Master caísse, a dívida podia ser cobrada na hora. E foi exatamente isso que aconteceu quando a Fitch rebaixou a classificação do banco, em setembro do ano passado. A Tether acionou a cláusula, mas mesmo assim num recebeu. Depois que o Banco Central liquidou o Banco Master, em novembro, a empresa tentou de novo antecipar a cobrança, mas continuou sem ver a cor do dinheiro. A garantia do empréstimo eram as operações de consignado do banco, principalmente o Credcesta, usado por servidor e aposentado em alguns estados. Agora, a Tether quer que a Justiça de São Paulo direcione esses recebimentos pra pagar a dívida ou faça penhora de outros bens. O caso do Banco Master virou um dos trem mais falados do mercado financeiro nos últimos tempos. A crise engrossou depois da liquidação do banco e das investigações envolvendo Daniel Vorcaro, que acabou preso numa operação da Polícia Federal por suspeita de fraude financeira e lavagem de dinheiro. As investigações cresceram tanto que chegaram até o STF, e o prejuízo estimado no rolo pode passar dos R$ 50 bilhões.$ETH ,$USDT

Tether cobra Banco Master na Justiça após empréstimo de R$ 1,5 bilhão a Daniel Vorcaro

Uai, a Tether botô US$ 300 milhão — uns R$ 1,5 bilhão — na mão da Titan Holding, empresa do Daniel Vorcaro, que é dono do Banco Master. O trem foi acertado em março do ano passado, mas até hoje a grana num voltou, aí a empresa resolveu bater na porta da Justiça pra tentar receber.
O dinheiro saiu em duas partes, uma no fim de março e outra poucos dias depois. O combinado era Vorcaro pagar tudo em até um ano, com juros, mas o prazo venceu em março deste ano e nada foi quitado.
No contrato tinha um detalhe importante: se a nota de crédito do Banco Master caísse, a dívida podia ser cobrada na hora. E foi exatamente isso que aconteceu quando a Fitch rebaixou a classificação do banco, em setembro do ano passado. A Tether acionou a cláusula, mas mesmo assim num recebeu.
Depois que o Banco Central liquidou o Banco Master, em novembro, a empresa tentou de novo antecipar a cobrança, mas continuou sem ver a cor do dinheiro.
A garantia do empréstimo eram as operações de consignado do banco, principalmente o Credcesta, usado por servidor e aposentado em alguns estados. Agora, a Tether quer que a Justiça de São Paulo direcione esses recebimentos pra pagar a dívida ou faça penhora de outros bens.
O caso do Banco Master virou um dos trem mais falados do mercado financeiro nos últimos tempos. A crise engrossou depois da liquidação do banco e das investigações envolvendo Daniel Vorcaro, que acabou preso numa operação da Polícia Federal por suspeita de fraude financeira e lavagem de dinheiro. As investigações cresceram tanto que chegaram até o STF, e o prejuízo estimado no rolo pode passar dos R$ 50 bilhões.$ETH ,$USDT
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Falha na Revolut faz preço do Bitcoin aparecer como R$ 0,02Uai, deu ruim no app da Revolut nesta sexta-feira (8). Usuários contaram que o preço do Bitcoin apareceu todo doido por alguns minutos, bem abaixo do valor normal, antes de voltar rapidim pros patamares de mercado. Prints compartilhados nas redes sociais mostram que o gráfico do Bitcoin no aplicativo chegou a marcar cerca de 29 mil libras, mas logo depois já voltou pra faixa de 58 mil libras. Teve gente falando até que viu a moeda despencar pra quase nada, com cotação aparecendo em apenas 2 centavos, segundo informou o CoinDesk. O trem chamou atenção porque nas principais exchanges do mundo não teve nenhuma queda parecida. Plataformas acompanhadas pelo CoinGecko e CoinMarketCap seguiram mostrando o Bitcoin em preços normais durante o período. Nesta manhã, a criptomoeda gira na casa dos US$ 80 mil. Até agora, a Revolut não falou oficialmente sobre o caso. Nas redes, alguns usuários disseram que ordens de compra teriam sido executadas durante essa queda relâmpago, mas ainda não existe confirmação de que negociações realmente aconteceram nesses valores. Se isso tiver ocorrido, a plataforma vai precisar investigar se foi problema de liquidez, cotação atrasada, falha no sistema ou só erro visual mesmo. Especialistas explicam que esse tipo de oscilação maluca pode acontecer por vários motivos no mercado cripto. Uma das possibilidades é simplesmente um bug no aplicativo, mostrando preço errado sem que nenhuma negociação real tenha sido feita naquele valor. Outra hipótese levantada envolve falta de liquidez. Ranveer Arora, CEO e cofundador da Altura, disse ao CoinDesk que a Revolut trabalha com uma liquidez menor que grandes exchanges. Segundo ele, uma ordem de venda muito grande, pegando um livro de ofertas mais vazio na hora errada, poderia derrubar o preço temporariamente até o mercado se ajustar de novo. E não é a primeira vez que algo parecido acontece no mundo das criptomoedas, não. Em dezembro, por exemplo, o Bitcoin chegou a despencar isoladamente em um par da Binance ligado à stablecoin USD1, num movimento associado à baixa liquidez. Exchanges da Coreia do Sul também registraram distorções fortes durante a crise política envolvendo a decretação de lei marcial em 2024, quando os preços locais chegaram a descolar dos valores globais. Analistas ainda lembram que, em momentos de tensão ou pouca liquidez, os chamados market makers podem retirar ofertas temporariamente. Aí o spread aumenta e aplicativos que dependem de preços agregados acabam mostrando distorções bruscas.$BTC ,$USD1

Falha na Revolut faz preço do Bitcoin aparecer como R$ 0,02

Uai, deu ruim no app da Revolut nesta sexta-feira (8). Usuários contaram que o preço do Bitcoin apareceu todo doido por alguns minutos, bem abaixo do valor normal, antes de voltar rapidim pros patamares de mercado.
Prints compartilhados nas redes sociais mostram que o gráfico do Bitcoin no aplicativo chegou a marcar cerca de 29 mil libras, mas logo depois já voltou pra faixa de 58 mil libras. Teve gente falando até que viu a moeda despencar pra quase nada, com cotação aparecendo em apenas 2 centavos, segundo informou o CoinDesk.
O trem chamou atenção porque nas principais exchanges do mundo não teve nenhuma queda parecida. Plataformas acompanhadas pelo CoinGecko e CoinMarketCap seguiram mostrando o Bitcoin em preços normais durante o período. Nesta manhã, a criptomoeda gira na casa dos US$ 80 mil.
Até agora, a Revolut não falou oficialmente sobre o caso.
Nas redes, alguns usuários disseram que ordens de compra teriam sido executadas durante essa queda relâmpago, mas ainda não existe confirmação de que negociações realmente aconteceram nesses valores. Se isso tiver ocorrido, a plataforma vai precisar investigar se foi problema de liquidez, cotação atrasada, falha no sistema ou só erro visual mesmo.
Especialistas explicam que esse tipo de oscilação maluca pode acontecer por vários motivos no mercado cripto. Uma das possibilidades é simplesmente um bug no aplicativo, mostrando preço errado sem que nenhuma negociação real tenha sido feita naquele valor.
Outra hipótese levantada envolve falta de liquidez. Ranveer Arora, CEO e cofundador da Altura, disse ao CoinDesk que a Revolut trabalha com uma liquidez menor que grandes exchanges. Segundo ele, uma ordem de venda muito grande, pegando um livro de ofertas mais vazio na hora errada, poderia derrubar o preço temporariamente até o mercado se ajustar de novo.
E não é a primeira vez que algo parecido acontece no mundo das criptomoedas, não. Em dezembro, por exemplo, o Bitcoin chegou a despencar isoladamente em um par da Binance ligado à stablecoin USD1, num movimento associado à baixa liquidez. Exchanges da Coreia do Sul também registraram distorções fortes durante a crise política envolvendo a decretação de lei marcial em 2024, quando os preços locais chegaram a descolar dos valores globais.
Analistas ainda lembram que, em momentos de tensão ou pouca liquidez, os chamados market makers podem retirar ofertas temporariamente. Aí o spread aumenta e aplicativos que dependem de preços agregados acabam mostrando distorções bruscas.$BTC ,$USD1
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Criador da Cardano afirma que agentes de IA serão mais importantes que humanos na internet até 2035Uai, o fundador da Cardano, Charles Hoskinson, falou lá no evento Consensus 2026 que, até 2035, os trem de inteligência artificial vão dominar a internet mais que gente de verdade. Segundo ele, a maior parte das pesquisa, das compra e das atividade online vai ser feita por agentes de IA, e não por humanos. Hoskinson disse que isso tá deixando gigante como Google, Amazon e Facebook tudo preocupado, porque esses sistema de IA não clicam em anúncio, não têm apego com marca nenhuma e escolhem tudo na base da lógica. Pra ele, as criptomoedas vão ganhar ainda mais importância nesse cenário, servindo como uma espécie de infraestrutura financeira pros agentes autônomos fazerem pagamento, movimentarem dinheiro e usarem aplicações descentralizadas sem precisar de intervenção humana. O executivo também citou o protocolo x402, ligado ao ecossistema da Coinbase, que foi criado justamente pra facilitar pagamento automático entre agentes de IA usando stablecoins e tecnologia cripto. Mesmo animado com a inteligência artificial, Hoskinson criticou essa dependência das plataformas centralizadas e reforçou a importância da autocustódia. Segundo ele, cada pessoa precisa ter controle dos próprios dados, da identidade e do dinheiro. Ele ainda comentou que o mundo das criptomoedas continua complicado demais pro povão usar no dia a dia. Fazendo graça, perguntou se aquele tanto de dificuldade parecia mesmo um produto que alguém teria vontade de usar. No fim da palestra, Hoskinson defendeu mais união entre as redes blockchain e falou que o mercado precisa parar de criar token demais e começar a focar em infraestrutura interoperável. Segundo ele, já foram lançados mais de 11 milhões de tokens e isso já tá mais que suficiente.$GOOGL ,$META

Criador da Cardano afirma que agentes de IA serão mais importantes que humanos na internet até 2035

Uai, o fundador da Cardano, Charles Hoskinson, falou lá no evento Consensus 2026 que, até 2035, os trem de inteligência artificial vão dominar a internet mais que gente de verdade. Segundo ele, a maior parte das pesquisa, das compra e das atividade online vai ser feita por agentes de IA, e não por humanos.
Hoskinson disse que isso tá deixando gigante como Google, Amazon e Facebook tudo preocupado, porque esses sistema de IA não clicam em anúncio, não têm apego com marca nenhuma e escolhem tudo na base da lógica.
Pra ele, as criptomoedas vão ganhar ainda mais importância nesse cenário, servindo como uma espécie de infraestrutura financeira pros agentes autônomos fazerem pagamento, movimentarem dinheiro e usarem aplicações descentralizadas sem precisar de intervenção humana.
O executivo também citou o protocolo x402, ligado ao ecossistema da Coinbase, que foi criado justamente pra facilitar pagamento automático entre agentes de IA usando stablecoins e tecnologia cripto.
Mesmo animado com a inteligência artificial, Hoskinson criticou essa dependência das plataformas centralizadas e reforçou a importância da autocustódia. Segundo ele, cada pessoa precisa ter controle dos próprios dados, da identidade e do dinheiro.
Ele ainda comentou que o mundo das criptomoedas continua complicado demais pro povão usar no dia a dia. Fazendo graça, perguntou se aquele tanto de dificuldade parecia mesmo um produto que alguém teria vontade de usar.
No fim da palestra, Hoskinson defendeu mais união entre as redes blockchain e falou que o mercado precisa parar de criar token demais e começar a focar em infraestrutura interoperável. Segundo ele, já foram lançados mais de 11 milhões de tokens e isso já tá mais que suficiente.$GOOGL ,$META
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ETFs de Bitcoin têm 5 semanas seguidas de entradas, sinalizando volta da demanda institucionalOs ETFs de Bitcoin à vista lá dos EUA tão engatando a quinta semana seguida de entrada de dinheiro, viu? Isso mostra que os grandão do mercado tão voltando a comprar com mais confiança. Só nessa semana, até o dia 6 de maio, entrou mais de US$ 1 bilhão nos fundos, somando quase US$ 3,8 bilhões nessas últimas cinco semanas. Com isso, os ETFs já seguram mais de US$ 108 bilhões em patrimônio — um trem histórico. Mesmo com o Bitcoin dando uma escorregada de 1,3% e ficando na faixa dos US$ 81 mil, o mercado segue animado. A moeda até bateu US$ 82,5 mil depois das notícias de acordo de paz com o Irã, mas depois devolveu parte da alta. Segundo analistas, as instituições tão voltando pro mercado por causa de três coisa: melhora nas tensões entre EUA e Irã, alta das ações puxada pela inteligência artificial e expectativa de regras mais claras pras criptos nos EUA. Além disso, o mercado de derivativos tá mais tranquilo. Os investidores tão desmontando proteção contra queda, o que indica menos medo e mais confiança no Bitcoin. Pra completar, o Bitcoin recuperou níveis importantes de preço e agora o mercado tá de olho na faixa dos US$ 85 mil como próxima resistência forte. Enquanto isso, a entrada de dinheiro nos ETFs continua ajudando a enxugar a oferta de Bitcoin disponível no mercado.

ETFs de Bitcoin têm 5 semanas seguidas de entradas, sinalizando volta da demanda institucional

Os ETFs de Bitcoin à vista lá dos EUA tão engatando a quinta semana seguida de entrada de dinheiro, viu? Isso mostra que os grandão do mercado tão voltando a comprar com mais confiança.
Só nessa semana, até o dia 6 de maio, entrou mais de US$ 1 bilhão nos fundos, somando quase US$ 3,8 bilhões nessas últimas cinco semanas. Com isso, os ETFs já seguram mais de US$ 108 bilhões em patrimônio — um trem histórico.
Mesmo com o Bitcoin dando uma escorregada de 1,3% e ficando na faixa dos US$ 81 mil, o mercado segue animado. A moeda até bateu US$ 82,5 mil depois das notícias de acordo de paz com o Irã, mas depois devolveu parte da alta.
Segundo analistas, as instituições tão voltando pro mercado por causa de três coisa: melhora nas tensões entre EUA e Irã, alta das ações puxada pela inteligência artificial e expectativa de regras mais claras pras criptos nos EUA.
Além disso, o mercado de derivativos tá mais tranquilo. Os investidores tão desmontando proteção contra queda, o que indica menos medo e mais confiança no Bitcoin.
Pra completar, o Bitcoin recuperou níveis importantes de preço e agora o mercado tá de olho na faixa dos US$ 85 mil como próxima resistência forte. Enquanto isso, a entrada de dinheiro nos ETFs continua ajudando a enxugar a oferta de Bitcoin disponível no mercado.
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Três indicadores sugerem até que nível o Bitcoin pode chegar nos próximos diasOs dados “on-chain” do Bitcoin mostram que tem três sinais bem positivos se alinhando no momento. Segundo um relatório da Glassnode, que foi comentado pelo CoinDesk, esse cenário pode empurrar a criptomoeda até perto dos US$ 83 mil nos próximos dias. O primeiro ponto que os analistas destacam é a tal da Média Real do Mercado, que hoje está em torno de US$ 78.200. Esse indicador tenta mostrar, em média, quanto os investidores mais ativos pagaram pelos bitcoins que ainda estão segurando. Ele é diferente das métricas mais comuns porque não leva em conta moedas perdidas, esquecidas ou paradas há muito tempo. Foca só no que realmente está rodando no mercado. Por isso, essa faixa funciona quase como um “termômetro” do sentimento geral. Quando o preço fica acima dela, a maioria dos investidores está no lucro, e isso costuma deixar o mercado mais confiante. O segundo dado é a Base de Custo dos Detentores de Curto Prazo, hoje em US$ 79.100. Esse número mostra quanto, em média, quem comprou Bitcoin nos últimos seis meses pagou pelas moedas. Ou seja, ajuda a entender se esses traders estão no lucro ou no prejuízo. Quando o preço fica acima desses dois níveis ao mesmo tempo, o cenário tende a ficar mais favorável no curto prazo, já que mais gente passa a operar no positivo e acaba tendo mais fôlego financeiro. No momento, o Bitcoin está sendo negociado perto dos US$ 81 mil. O relatório da Glassnode ainda aponta que, se o preço se mantiver acima dessas faixas na próxima semana, esse período de “desconto mais forte” desde o começo de 2026 pode acabar sendo um dos mais curtos já vistos na história do Bitcoin. Já no mercado de opções, o terceiro indicador também joga a favor da alta. Nele, investidores usam “calls” para apostar na subida e “puts” para se proteger de quedas. Hoje, a estrutura desse mercado parece favorecer o movimento de alta. Segundo a Glassnode, há uma concentração relevante de posições vendidas em “gamma” perto dos US$ 82 mil, com cerca de US$ 2 bilhões expostos nessa região. Isso faz com que os grandes players precisem ajustar suas posições conforme o mercado se move. Na prática, se o Bitcoin sobe, esses ajustes acabam gerando mais compras, o que pode acelerar ainda mais a alta. Já se cair, o movimento pode reforçar a queda também. Em resumo, esse efeito de “short gamma” faz com que os formadores de mercado comprem quando sobe e vendam quando cai, criando um ciclo que pode intensificar os movimentos. Isso ajuda a explicar essa força recente do preço rumo aos US$ 83 mil.

Três indicadores sugerem até que nível o Bitcoin pode chegar nos próximos dias

Os dados “on-chain” do Bitcoin mostram que tem três sinais bem positivos se alinhando no momento. Segundo um relatório da Glassnode, que foi comentado pelo CoinDesk, esse cenário pode empurrar a criptomoeda até perto dos US$ 83 mil nos próximos dias.
O primeiro ponto que os analistas destacam é a tal da Média Real do Mercado, que hoje está em torno de US$ 78.200. Esse indicador tenta mostrar, em média, quanto os investidores mais ativos pagaram pelos bitcoins que ainda estão segurando.
Ele é diferente das métricas mais comuns porque não leva em conta moedas perdidas, esquecidas ou paradas há muito tempo. Foca só no que realmente está rodando no mercado.
Por isso, essa faixa funciona quase como um “termômetro” do sentimento geral. Quando o preço fica acima dela, a maioria dos investidores está no lucro, e isso costuma deixar o mercado mais confiante.
O segundo dado é a Base de Custo dos Detentores de Curto Prazo, hoje em US$ 79.100. Esse número mostra quanto, em média, quem comprou Bitcoin nos últimos seis meses pagou pelas moedas. Ou seja, ajuda a entender se esses traders estão no lucro ou no prejuízo.
Quando o preço fica acima desses dois níveis ao mesmo tempo, o cenário tende a ficar mais favorável no curto prazo, já que mais gente passa a operar no positivo e acaba tendo mais fôlego financeiro. No momento, o Bitcoin está sendo negociado perto dos US$ 81 mil.
O relatório da Glassnode ainda aponta que, se o preço se mantiver acima dessas faixas na próxima semana, esse período de “desconto mais forte” desde o começo de 2026 pode acabar sendo um dos mais curtos já vistos na história do Bitcoin.
Já no mercado de opções, o terceiro indicador também joga a favor da alta. Nele, investidores usam “calls” para apostar na subida e “puts” para se proteger de quedas. Hoje, a estrutura desse mercado parece favorecer o movimento de alta.
Segundo a Glassnode, há uma concentração relevante de posições vendidas em “gamma” perto dos US$ 82 mil, com cerca de US$ 2 bilhões expostos nessa região. Isso faz com que os grandes players precisem ajustar suas posições conforme o mercado se move.
Na prática, se o Bitcoin sobe, esses ajustes acabam gerando mais compras, o que pode acelerar ainda mais a alta. Já se cair, o movimento pode reforçar a queda também.
Em resumo, esse efeito de “short gamma” faz com que os formadores de mercado comprem quando sobe e vendam quando cai, criando um ciclo que pode intensificar os movimentos. Isso ajuda a explicar essa força recente do preço rumo aos US$ 83 mil.
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XRP se aproxima de padrão que já gerou alta de 66%; veja o que isso pode significarO XRP voltou a chamar a atenção dos traders depois de romper a faixa dos US$ 1,42 na quarta-feira (6), o que reacendeu a conversa sobre um padrão gráfico que, lá em 2025, já tinha antecedido uma alta forte de cerca de 66% em pouco tempo. Tem gente do mercado dizendo que o ativo da Ripple pode estar repetindo a mesma “desenhação” técnica de antes, quando o preço ficou um tempo andando de lado e, logo depois, disparou até passar de US$ 3 nas máximas históricas. Essa movimentação mais recente veio junto com uma melhora geral no clima do mercado cripto. Nos últimos dias, o XRP subiu perto de 9%, saindo de US$ 1,4011 e chegando a bater US$ 1,4207 em um pico rápido de volume, antes de dar uma segurada e recuar um pouco nesta quinta-feira. O foco agora está no tal do “bull flag” (bandeira de alta), que é quando o preço sobe forte, depois faz uma pausa meio de lateralização e, se o padrão continuar, pode voltar a subir de novo com força. Analistas dizem que o gráfico atual lembra bastante aquele movimento de 2025. Outro ponto observado é que as médias móveis de 20 e 50 dias estão se aproximando de um possível cruzamento positivo, o que costuma ser visto como sinal de força compradora. Além disso, a liquidez do XRP na Binance estaria mais baixa, algo que não se via desde 2020. Isso, na prática, pode deixar o preço mais “sensível”, ou seja, quando rompe um nível importante, o movimento pode vir mais rápido por falta de ordens segurando o preço. No curto prazo, o mercado está de olho mesmo é na região dos US$ 1,42. Se o XRP conseguir se firmar acima disso, analistas acham que pode abrir caminho pra buscar algo entre US$ 1,47 e US$ 1,50. Já o suporte psicológico está em US$ 1,40. Segurar esse nível é importante pra manter a estrutura de alta, com topos e fundos ascendentes — que é basicamente o mercado dizendo que ainda tem fôlego pra subir. Por outro lado, o pessoal também alerta: se o rompimento não se sustentar, pode ter correção rápida. Nesse cenário, as regiões entre US$ 1,34 e US$ 1,37 entram como primeiros pontos de atenção.

XRP se aproxima de padrão que já gerou alta de 66%; veja o que isso pode significar

O XRP voltou a chamar a atenção dos traders depois de romper a faixa dos US$ 1,42 na quarta-feira (6), o que reacendeu a conversa sobre um padrão gráfico que, lá em 2025, já tinha antecedido uma alta forte de cerca de 66% em pouco tempo.
Tem gente do mercado dizendo que o ativo da Ripple pode estar repetindo a mesma “desenhação” técnica de antes, quando o preço ficou um tempo andando de lado e, logo depois, disparou até passar de US$ 3 nas máximas históricas.
Essa movimentação mais recente veio junto com uma melhora geral no clima do mercado cripto. Nos últimos dias, o XRP subiu perto de 9%, saindo de US$ 1,4011 e chegando a bater US$ 1,4207 em um pico rápido de volume, antes de dar uma segurada e recuar um pouco nesta quinta-feira.
O foco agora está no tal do “bull flag” (bandeira de alta), que é quando o preço sobe forte, depois faz uma pausa meio de lateralização e, se o padrão continuar, pode voltar a subir de novo com força. Analistas dizem que o gráfico atual lembra bastante aquele movimento de 2025.
Outro ponto observado é que as médias móveis de 20 e 50 dias estão se aproximando de um possível cruzamento positivo, o que costuma ser visto como sinal de força compradora.
Além disso, a liquidez do XRP na Binance estaria mais baixa, algo que não se via desde 2020. Isso, na prática, pode deixar o preço mais “sensível”, ou seja, quando rompe um nível importante, o movimento pode vir mais rápido por falta de ordens segurando o preço.
No curto prazo, o mercado está de olho mesmo é na região dos US$ 1,42. Se o XRP conseguir se firmar acima disso, analistas acham que pode abrir caminho pra buscar algo entre US$ 1,47 e US$ 1,50.
Já o suporte psicológico está em US$ 1,40. Segurar esse nível é importante pra manter a estrutura de alta, com topos e fundos ascendentes — que é basicamente o mercado dizendo que ainda tem fôlego pra subir.
Por outro lado, o pessoal também alerta: se o rompimento não se sustentar, pode ter correção rápida. Nesse cenário, as regiões entre US$ 1,34 e US$ 1,37 entram como primeiros pontos de atenção.
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A Eletrobras pretende utilizar o excedente de energia elétrica para realizar mineração de BitcoinUai, a Axia — empresa que ficou no lugar da antiga Eletrobras — fechô um acordo exclusivo com a Radius Mining pra aproveitar energia que tava sobrando e usar na mineração de Bitcoin aqui no Brasil. A ideia é usar cerca de 6 megawatts médios de energia que, em certos horários, acabava sendo desperdiçada por falta de consumo na rede elétrica. Segundo o portal Spacemoney, esse tanto de energia dava conta de abastecer umas 24 mil casas por mês. Agora, em vez de ficar parada, essa energia vai virar dinheiro com operação de datacenter focado em criptomoeda. No começo, o projeto vai funcionar em esquema de teste, num modelo chamado Prova de Conceito (POC), junto com contrato de operação e manutenção. Quem vai tocar o serviço é a Radius Mining, empresa especializada em datacenter modular pra mineração de ativos digitais. Esses módulos podem ser montados pertim das usinas, o que ajuda a diminuir perda na transmissão e ainda corta custo operacional. O trem foi pensado justamente pra aproveitar os momentos em que a geração de energia fica maior que a capacidade de consumo ou escoamento da rede. Pelas contas da Radius Mining, esse mercado pode movimentar até R$ 9,7 bilhões no Brasil. O setor elétrico tá atrás dessas alternativas pra ganhar dinheiro com energia excedente, principalmente em épocas de demanda baixa ou quando a transmissão tá limitada. Além dessa parceria com a Axia, a Radius Mining anunciou recentemente uma captação de R$ 28 milhões, juntando recursos próprios com investimento seed pra expandir as operações. Entre os investidores tá Leonardo Midea, executivo do setor elétrico e fundador da Prime Energy, empresa comprada pela Shell em 2023. A mineração de Bitcoin também vem crescendo forte no Brasil. Em abril, o Itaú Ventures investiu na Minter, empresa que monta datacenter pra geradora de energia usar o excesso da produção e transformar isso em renda. O valor do aporte não foi divulgado, mas o histórico do Itaú mostra investimentos entre R$ 20 milhões e R$ 50 milhões. Hoje, a Minter já tem uma operação funcionando em Xique-Xique, na Bahia, com capacidade de 20 MW. A meta agora é dobrar isso pra 40 MW até o fim do ano e chegar em 500 MW até 2029.$BTC ,$ETH ,$XRP

A Eletrobras pretende utilizar o excedente de energia elétrica para realizar mineração de Bitcoin

Uai, a Axia — empresa que ficou no lugar da antiga Eletrobras — fechô um acordo exclusivo com a Radius Mining pra aproveitar energia que tava sobrando e usar na mineração de Bitcoin aqui no Brasil.
A ideia é usar cerca de 6 megawatts médios de energia que, em certos horários, acabava sendo desperdiçada por falta de consumo na rede elétrica. Segundo o portal Spacemoney, esse tanto de energia dava conta de abastecer umas 24 mil casas por mês. Agora, em vez de ficar parada, essa energia vai virar dinheiro com operação de datacenter focado em criptomoeda.
No começo, o projeto vai funcionar em esquema de teste, num modelo chamado Prova de Conceito (POC), junto com contrato de operação e manutenção. Quem vai tocar o serviço é a Radius Mining, empresa especializada em datacenter modular pra mineração de ativos digitais.
Esses módulos podem ser montados pertim das usinas, o que ajuda a diminuir perda na transmissão e ainda corta custo operacional. O trem foi pensado justamente pra aproveitar os momentos em que a geração de energia fica maior que a capacidade de consumo ou escoamento da rede.
Pelas contas da Radius Mining, esse mercado pode movimentar até R$ 9,7 bilhões no Brasil. O setor elétrico tá atrás dessas alternativas pra ganhar dinheiro com energia excedente, principalmente em épocas de demanda baixa ou quando a transmissão tá limitada.
Além dessa parceria com a Axia, a Radius Mining anunciou recentemente uma captação de R$ 28 milhões, juntando recursos próprios com investimento seed pra expandir as operações. Entre os investidores tá Leonardo Midea, executivo do setor elétrico e fundador da Prime Energy, empresa comprada pela Shell em 2023.
A mineração de Bitcoin também vem crescendo forte no Brasil. Em abril, o Itaú Ventures investiu na Minter, empresa que monta datacenter pra geradora de energia usar o excesso da produção e transformar isso em renda.
O valor do aporte não foi divulgado, mas o histórico do Itaú mostra investimentos entre R$ 20 milhões e R$ 50 milhões. Hoje, a Minter já tem uma operação funcionando em Xique-Xique, na Bahia, com capacidade de 20 MW. A meta agora é dobrar isso pra 40 MW até o fim do ano e chegar em 500 MW até 2029.$BTC ,$ETH ,$XRP
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JPMorgan, Mastercard e Ripple vão liquidar títulos tokenizados na XRP LedgerUai, a Ondo Finance contou que fez o primeiro resgate internacional quase na hora de títulos do Tesouro americano tokenizados, junto com a JPMorgan, Mastercard e a Ripple. A operação aconteceu em menos de cinco segundos na XRP Ledger. O trem envolveu o fundo OUSG, da Ondo, que transforma títulos do governo dos EUA em ativos digitais pra investidores qualificados. Segundo as empresa, foi a primeira vez que esse tipo de título foi liquidado entre bancos de países diferentes quase em tempo real, até fora do horário normal dos banco. A Mastercard ajudou na integração entre o dinheiro tradicional e os ativos digitais, enquanto a Ripple destacou que o teste mostrou como os ativos tokenizados conseguem circular direitinho entre blockchain e o sistema financeiro global. Esse movimento mostra que os grandão do mercado tão apostando forte na tokenização de ativos. A plataforma Kinexys, do JPMorgan, por exemplo, já movimentou mais de US$ 3 trilhões em transações. Já o XRP subiu cerca de 1% no dia, sendo negociado perto de US$ 1,42.

JPMorgan, Mastercard e Ripple vão liquidar títulos tokenizados na XRP Ledger

Uai, a Ondo Finance contou que fez o primeiro resgate internacional quase na hora de títulos do Tesouro americano tokenizados, junto com a JPMorgan, Mastercard e a Ripple. A operação aconteceu em menos de cinco segundos na XRP Ledger.
O trem envolveu o fundo OUSG, da Ondo, que transforma títulos do governo dos EUA em ativos digitais pra investidores qualificados. Segundo as empresa, foi a primeira vez que esse tipo de título foi liquidado entre bancos de países diferentes quase em tempo real, até fora do horário normal dos banco.
A Mastercard ajudou na integração entre o dinheiro tradicional e os ativos digitais, enquanto a Ripple destacou que o teste mostrou como os ativos tokenizados conseguem circular direitinho entre blockchain e o sistema financeiro global.
Esse movimento mostra que os grandão do mercado tão apostando forte na tokenização de ativos. A plataforma Kinexys, do JPMorgan, por exemplo, já movimentou mais de US$ 3 trilhões em transações.
Já o XRP subiu cerca de 1% no dia, sendo negociado perto de US$ 1,42.
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O Mercado Pago adiciona 10 novas criptomoedas à sua plataforma, entre elas XRP e SolanaUai, sô, o Mercado Pago, que faz parte do grupo Mercado Livre, contou nesta quarta-feira (6) que tá colocando mais 10 criptomoedas pra rodar na plataforma. E ó, já dá pra comprar tudo desde hoje, viu? No meio dessas novidades tem umas altcoins bem conhecidas, tipo a Solana (SOL) e a XRP, além de um trem diferente que acompanha o preço do ouro, que é o tal do Pax Gold (PAXG). No total, os novos tokens são: XRP, SOL, DOT, AAVE, SUI, ADA, AVAX, NEAR, XLM e PAXG. Com isso, o Mercado Pago passa a ter 17 opções de cripto no portfólio, misturando as mais tradicionais com esses ativos digitais mais novos. Eles falaram também que tão querendo facilitar a vida do povo que quer mexer com cripto, deixando investir com pouco dinheiro, a partir de R$ 1,00. E ainda diminuíram a taxa das operações, que agora ficou em 0,2%. Segundo a empresa, esse tanto de novidade veio porque os clientes tão pedindo mais opções e liberdade pra cuidar dos próprios investimentos digitais. O vice-presidente do Mercado Pago no Brasil, o Ignacio Estivariz, comentou que hoje em dia o mercado tá mais maduro e o pessoal tá aderindo forte às criptomoedas. Disse ainda que elas vão ser peça importante no futuro dos serviços financeiros, e que a ideia é continuar abrindo as portas pra mais gente entrar nesse mundo, mas com responsabilidade. Ah, e não para por aí não: além de vender outras criptos, o Mercado Pago também tem a própria moeda digital, o Meli Dólar, que foi lançado em 2024 e acompanha o valor do dólar. Eles explicam que esse Meli Dólar tem ajudado muita gente a começar no mundo cripto, já que é uma opção mais estável e com menos variação.

O Mercado Pago adiciona 10 novas criptomoedas à sua plataforma, entre elas XRP e Solana

Uai, sô, o Mercado Pago, que faz parte do grupo Mercado Livre, contou nesta quarta-feira (6) que tá colocando mais 10 criptomoedas pra rodar na plataforma. E ó, já dá pra comprar tudo desde hoje, viu?
No meio dessas novidades tem umas altcoins bem conhecidas, tipo a Solana (SOL) e a XRP, além de um trem diferente que acompanha o preço do ouro, que é o tal do Pax Gold (PAXG). No total, os novos tokens são: XRP, SOL, DOT, AAVE, SUI, ADA, AVAX, NEAR, XLM e PAXG.
Com isso, o Mercado Pago passa a ter 17 opções de cripto no portfólio, misturando as mais tradicionais com esses ativos digitais mais novos.
Eles falaram também que tão querendo facilitar a vida do povo que quer mexer com cripto, deixando investir com pouco dinheiro, a partir de R$ 1,00. E ainda diminuíram a taxa das operações, que agora ficou em 0,2%.
Segundo a empresa, esse tanto de novidade veio porque os clientes tão pedindo mais opções e liberdade pra cuidar dos próprios investimentos digitais.
O vice-presidente do Mercado Pago no Brasil, o Ignacio Estivariz, comentou que hoje em dia o mercado tá mais maduro e o pessoal tá aderindo forte às criptomoedas. Disse ainda que elas vão ser peça importante no futuro dos serviços financeiros, e que a ideia é continuar abrindo as portas pra mais gente entrar nesse mundo, mas com responsabilidade.
Ah, e não para por aí não: além de vender outras criptos, o Mercado Pago também tem a própria moeda digital, o Meli Dólar, que foi lançado em 2024 e acompanha o valor do dólar.
Eles explicam que esse Meli Dólar tem ajudado muita gente a começar no mundo cripto, já que é uma opção mais estável e com menos variação.
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Fundação Cardano e UnB inauguram o primeiro laboratório de blockchain da América LatinaUai, sô, a tal da Cardano Foundation firmou uma parceria daquelas com a Universidade de Brasília (UnB) pra dar um gás nas pesquisas, no ensino e no uso prático de blockchain aqui no Brasil e também na América Latina. No meio desse trem, eles tão criando o primeiro laboratório da Cardano por essas bandas, tudo voltado pra inovação, principalmente no setor público. O acordo junta o conhecimento internacional da fundação nessa área de tecnologia com a tradição forte da UnB, que é uma das universidades públicas mais respeitadas do país. Como fica ali em Brasília, onde as decisão tudo acontece, a universidade acaba sendo um ponto estratégico danado pra mexer com essas ideias de modernizar o Estado. Segundo o povo envolvido, a intenção é acelerar o uso dessas tecnologias mais novas, tipo a blockchain da Cardano, dentro de órgãos públicos e instituições. A ideia é melhorar a transparência, deixar os serviços mais eficientes e aumentar a confiança do povo nos sistemas digitais do governo. Um dos pontos principais dessa parceria é a criação do tal do Cardano Project Development Lab dentro da universidade. Vai ser tipo um centro de inovação, reunindo gente de várias áreas pra pesquisar e desenvolver soluções tecnológicas na prática. O trem vai mexer com blockchain pública, inteligência artificial, internet das coisas, identidade digital, governança e até infraestrutura digital sustentável, sempre com foco em resolver problema real, principalmente do setor público. Além disso, o acordo também prevê a criação de disciplinas e programas acadêmicos sobre blockchain, incluindo o tema em cursos de graduação, pós e até formação executiva. Também vão rolar pesquisas em áreas como administração pública, cadeias de suprimento, identidade digital e segurança de dados, além de treinamentos e oficinas pra capacitar gestores públicos.

Fundação Cardano e UnB inauguram o primeiro laboratório de blockchain da América Latina

Uai, sô, a tal da Cardano Foundation firmou uma parceria daquelas com a Universidade de Brasília (UnB) pra dar um gás nas pesquisas, no ensino e no uso prático de blockchain aqui no Brasil e também na América Latina. No meio desse trem, eles tão criando o primeiro laboratório da Cardano por essas bandas, tudo voltado pra inovação, principalmente no setor público.
O acordo junta o conhecimento internacional da fundação nessa área de tecnologia com a tradição forte da UnB, que é uma das universidades públicas mais respeitadas do país. Como fica ali em Brasília, onde as decisão tudo acontece, a universidade acaba sendo um ponto estratégico danado pra mexer com essas ideias de modernizar o Estado.
Segundo o povo envolvido, a intenção é acelerar o uso dessas tecnologias mais novas, tipo a blockchain da Cardano, dentro de órgãos públicos e instituições. A ideia é melhorar a transparência, deixar os serviços mais eficientes e aumentar a confiança do povo nos sistemas digitais do governo.
Um dos pontos principais dessa parceria é a criação do tal do Cardano Project Development Lab dentro da universidade. Vai ser tipo um centro de inovação, reunindo gente de várias áreas pra pesquisar e desenvolver soluções tecnológicas na prática. O trem vai mexer com blockchain pública, inteligência artificial, internet das coisas, identidade digital, governança e até infraestrutura digital sustentável, sempre com foco em resolver problema real, principalmente do setor público.
Além disso, o acordo também prevê a criação de disciplinas e programas acadêmicos sobre blockchain, incluindo o tema em cursos de graduação, pós e até formação executiva. Também vão rolar pesquisas em áreas como administração pública, cadeias de suprimento, identidade digital e segurança de dados, além de treinamentos e oficinas pra capacitar gestores públicos.
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