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Bitcoin supera ouro e S&P 500 ao valorizar 24% desde início da guerra EUA-IrãHistoricamente visto como um ativo de risco, Bitcoin passou a reagir de forma mais resiliente mesmo em um cenário de conflito internacional Desde o início do conflito entre Estados Unidos e Irã, em 28 de fevereiro, o Bitcoin disparou e passou a liderar o desempenho entre os principais ativos globais, reforçando sua tese como um ativo de reserva de valor em períodos de incerteza. Um levantamento do Portal do Bitcoin mostra que a criptomoeda acumula alta de 24% no período, superando com ampla margem o avanço do S&P 500 e contrastando com a queda do ouro em dólar. De acordo com os dados compilados até 7 de maio, o Bitcoin valorizou 23,9% desde o início da guerra, enquanto o índice S&P 500 subiu 7,03%. O S&P 500 é o principal índice da bolsa americana e reúne as 500 maiores empresas listadas nos Estados Unidos, sendo considerado um dos principais termômetros do mercado financeiro global. Já o ouro apresenta desempenho negativo, com queda acumulada de 10,9%. Veja abaixo a comparação de desempenho de cada um dos ativos: O movimento reforça a mudança de percepção do mercado em relação ao Bitcoin em momentos de tensão geopolítica. Historicamente visto como um ativo de risco, o BTC passou a reagir de forma mais resiliente mesmo em um cenário de conflito internacional, sustentado pela forte entrada de capital institucional e pela demanda crescente via ETFs à vista nos Estados Unidos. O momento do Bitcoin como porto seguro Relatório recente do JPMorgan aponta que o Bitcoin vem ganhando espaço em relação ao ouro como principal proteção contra a desvalorização das moedas fiduciárias após o agravamento das tensões envolvendo o Irã. Segundo os analistas do banco, os ETFs de Bitcoin seguem registrando entrada de capital, enquanto os fundos ligados ao ouro ainda enfrentam dificuldades para recuperar os resgates observados desde março. Na última semana, o Bitcoin chegou ao maior nível em três meses após relatos de avanço nas negociações entre EUA e Irã. Segundo informações publicadas pelo Axios, a Casa Branca estaria próxima de um memorando de entendimento com Teerã para encerrar as hostilidades e restaurar a passagem segura pelo Estreito de Ormuz — rota estratégica para o comércio global de petróleo. A redução das tensões geopolíticas impulsionou os mercados globais: o Bitcoin superou a marca de US$ 82 mil, enquanto o S&P 500 renovou sua máxima histórica. Para efeito de comparação, no dia 28 de fevereiro, início do conflito, a criptomoeda operava na faixa dos US$ 63 mil, o que consolida uma valorização expressiva no período. Além do cenário macroeconômico, fatores nativos do ecossistema cripto preparam o terreno para novas altas. Nesta quinta-feira (14), o Comitê Bancário do Senado dos EUA votará a Lei Clarity, projeto que visa estabelecer diretrizes federais para o setor no país. Ao mesmo tempo, a queda de mais de 10% no petróleo reduziu uma das principais pressões inflacionárias globais, fortalecendo as apostas de um ambiente monetário mais favorável para ativos de risco. O índice de força relativa (RSI) do Bitcoin também atingiu o maior nível em sete meses, indicando aceleração do momentum comprador. Enquanto isso, o ouro, tradicional porto seguro em períodos de instabilidade, perdeu força ao longo das semanas seguintes ao início da guerra, devolvendo ganhos acumulados anteriormente. Parte desse movimento foi provocada pela saída de recursos de fundos ligados ao metal, especialmente nos Estados Unidos, à medida que investidores buscaram liquidez diante do aumento da volatilidade global. A expectativa de juros mais altos por parte do Federal Reserve também fortaleceu o dólar e reduziu a atratividade do ouro para investidores internacionais. Além disso, a disparada dos preços de energia e o aumento das pressões inflacionárias levaram muitos agentes do mercado a vender posições no metal para cobrir perdas e reorganizar carteiras. #BTC #PAXGold #Ouro #Binance $BTC {spot}(BTCUSDT) $PAXG {spot}(PAXGUSDT)

Bitcoin supera ouro e S&P 500 ao valorizar 24% desde início da guerra EUA-Irã

Historicamente visto como um ativo de risco, Bitcoin passou a reagir de forma mais resiliente mesmo em um cenário de conflito internacional
Desde o início do conflito entre Estados Unidos e Irã, em 28 de fevereiro, o Bitcoin disparou e passou a liderar o desempenho entre os principais ativos globais, reforçando sua tese como um ativo de reserva de valor em períodos de incerteza.
Um levantamento do Portal do Bitcoin mostra que a criptomoeda acumula alta de 24% no período, superando com ampla margem o avanço do S&P 500 e contrastando com a queda do ouro em dólar.
De acordo com os dados compilados até 7 de maio, o Bitcoin valorizou 23,9% desde o início da guerra, enquanto o índice S&P 500 subiu 7,03%. O S&P 500 é o principal índice da bolsa americana e reúne as 500 maiores empresas listadas nos Estados Unidos, sendo considerado um dos principais termômetros do mercado financeiro global. Já o ouro apresenta desempenho negativo, com queda acumulada de 10,9%.
Veja abaixo a comparação de desempenho de cada um dos ativos:
O movimento reforça a mudança de percepção do mercado em relação ao Bitcoin em momentos de tensão geopolítica. Historicamente visto como um ativo de risco, o BTC passou a reagir de forma mais resiliente mesmo em um cenário de conflito internacional, sustentado pela forte entrada de capital institucional e pela demanda crescente via ETFs à vista nos Estados Unidos.
O momento do Bitcoin como porto seguro
Relatório recente do JPMorgan aponta que o Bitcoin vem ganhando espaço em relação ao ouro como principal proteção contra a desvalorização das moedas fiduciárias após o agravamento das tensões envolvendo o Irã. Segundo os analistas do banco, os ETFs de Bitcoin seguem registrando entrada de capital, enquanto os fundos ligados ao ouro ainda enfrentam dificuldades para recuperar os resgates observados desde março.
Na última semana, o Bitcoin chegou ao maior nível em três meses após relatos de avanço nas negociações entre EUA e Irã. Segundo informações publicadas pelo Axios, a Casa Branca estaria próxima de um memorando de entendimento com Teerã para encerrar as hostilidades e restaurar a passagem segura pelo Estreito de Ormuz — rota estratégica para o comércio global de petróleo.
A redução das tensões geopolíticas impulsionou os mercados globais: o Bitcoin superou a marca de US$ 82 mil, enquanto o S&P 500 renovou sua máxima histórica. Para efeito de comparação, no dia 28 de fevereiro, início do conflito, a criptomoeda operava na faixa dos US$ 63 mil, o que consolida uma valorização expressiva no período.
Além do cenário macroeconômico, fatores nativos do ecossistema cripto preparam o terreno para novas altas. Nesta quinta-feira (14), o Comitê Bancário do Senado dos EUA votará a Lei Clarity, projeto que visa estabelecer diretrizes federais para o setor no país.
Ao mesmo tempo, a queda de mais de 10% no petróleo reduziu uma das principais pressões inflacionárias globais, fortalecendo as apostas de um ambiente monetário mais favorável para ativos de risco. O índice de força relativa (RSI) do Bitcoin também atingiu o maior nível em sete meses, indicando aceleração do momentum comprador.
Enquanto isso, o ouro, tradicional porto seguro em períodos de instabilidade, perdeu força ao longo das semanas seguintes ao início da guerra, devolvendo ganhos acumulados anteriormente.
Parte desse movimento foi provocada pela saída de recursos de fundos ligados ao metal, especialmente nos Estados Unidos, à medida que investidores buscaram liquidez diante do aumento da volatilidade global.
A expectativa de juros mais altos por parte do Federal Reserve também fortaleceu o dólar e reduziu a atratividade do ouro para investidores internacionais. Além disso, a disparada dos preços de energia e o aumento das pressões inflacionárias levaram muitos agentes do mercado a vender posições no metal para cobrir perdas e reorganizar carteiras. #BTC #PAXGold #Ouro #Binance
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Obiectivul pentru următorul Bull Market (#xrp ) Fiind realist, care este prețul tău țintă pentru vârful acestui ciclu de creștere?$XRP {spot}(XRPUSDT)
Obiectivul pentru următorul Bull Market (#xrp )

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Se a Altseason confirmar este ano, qual setor você acha que vai liderar os ganhos?
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IA e zcomputação
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Memicoins
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Dominanța Bitcoin-ului este în jur de 60%. Când crezi că banii vor migra în cele din urmă către Alts?
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Ainda neste semestre
Final de 2026 (natal das alts)
Só em 2027 (ciclo mais longo)
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Bitcoin a crescut cu 3% în săptămâna aceasta, dar această altcoin a urcat cu 45% 🤑: vom avea ALTSEASON?🚀🚀
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Preparação da quebra estrutural Swash para a zona de acumulação Prepare-se para a zona de $42K - $40K O final de maio está no fundo.#BTC $BTC
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Strategy venderá Bitcoin este ano? Traders estão convencidos após fala de SaylorUsuários de mercados de previsão acreditam que é provável que a Strategy se desfaça de parte de suas reservas de Bitcoin este ano A Strategy, a gigante do Bitcoin que acumulou sistematicamente mais de US$ 65 bilhões em BTC nos últimos seis anos, venderá parte de suas reservas este ano? Usuários de mercados de previsão acreditam cada vez mais que isso acontecerá. As chances de a empresa com sede na Virgínia (EUA) vender qualquer Bitcoin de suas reservas este ano subiram para 82% na plataforma Myriad. Isso inclui um aumento de 69% na última semana de negociações, já que o fundador e presidente da empresa, Michael Saylor, disse que “provavelmente” venderia parte do Bitcoin. “Provavelmente venderemos algum Bitcoin para financiar um dividendo, apenas para inocular o mercado — apenas para enviar a mensagem de que fizemos isso”, disse Saylor durante a sessão de perguntas e respostas da teleconferência de resultados do primeiro trimestre da Strategy. Seus sentimentos foram ecoados pelo Presidente e CEO da Strategy, Phong Le, que disse que a empresa venderia Bitcoin quando fosse do melhor interesse da empresa e dos acionistas. “Venderemos Bitcoin quando for vantajoso para a empresa”, disse Le na teleconferência de resultados. “Não vamos ficar parados e simplesmente dizer: ‘Nunca venderemos o Bitcoin’.” A mensagem é uma mudança clara no tom das súplicas anteriores de Saylor a seus seguidores nas redes sociais, que os incitavam a “nunca vender seu Bitcoin”. O entusiasta do Bitcoin também publicou uma vez que os usuários deveriam “vender um rim” se precisassem, mas manter o principal ativo cripto. Na quinta-feira, porém, a postura do líder da Strategy no X foi: “Compre mais Bitcoin do que vende”. Mudança na postura de Saylor Mas o recente comentário de Saylor reflete verdadeiramente uma mudança de estratégia para a empresa, ou ele estava apenas provocando os céticos? Em novos comentários à Fortune, as declarações de Saylor parecem mais próximas da primeira opção, apoiando o fato de que sua empresa, até hoje uma fortaleza inabalável de Bitcoin, poderia, em última análise, vender o ativo que a ajudou a alcançar a fama. “Os haters… os céticos e os vendedores a descoberto não reconhecem que estamos apenas vendendo um derivativo de Bitcoin, e temos a opção de vender o Bitcoin”, disse ele à publicação. Ele acrescentou que, para derrubar a falsa narrativa de que a empresa nunca venderia, ela precisa “basicamente mostrar que você trocará o Bitcoin pelas ações, ou negociará o Bitcoin para cumprir as obrigações”. A Strategy registrou um prejuízo líquido de US$ 12,5 bilhões no primeiro trimestre no início desta semana, impulsionado por perdas não realizadas massivas em suas reservas de Bitcoin, já que o principal ativo cripto caiu abruptamente de seu recorde histórico de US$ 126.080 em outubro. O ativo agora está 36,5% abaixo da marca, sendo negociado em torno de US$ 80.901 neste domingo (10), com leve alta de 0,7% nas últimas 24 horas de negociação e agora com alta de 12% nos últimos 30 dias.#strategy #BTC $BTC {spot}(BTCUSDT)

Strategy venderá Bitcoin este ano? Traders estão convencidos após fala de Saylor

Usuários de mercados de previsão acreditam que é provável que a Strategy se desfaça de parte de suas reservas de Bitcoin este ano
A Strategy, a gigante do Bitcoin que acumulou sistematicamente mais de US$ 65 bilhões em BTC nos últimos seis anos, venderá parte de suas reservas este ano? Usuários de mercados de previsão acreditam cada vez mais que isso acontecerá.
As chances de a empresa com sede na Virgínia (EUA) vender qualquer Bitcoin de suas reservas este ano subiram para 82% na plataforma Myriad. Isso inclui um aumento de 69% na última semana de negociações, já que o fundador e presidente da empresa, Michael Saylor, disse que “provavelmente” venderia parte do Bitcoin.
“Provavelmente venderemos algum Bitcoin para financiar um dividendo, apenas para inocular o mercado — apenas para enviar a mensagem de que fizemos isso”, disse Saylor durante a sessão de perguntas e respostas da teleconferência de resultados do primeiro trimestre da Strategy.
Seus sentimentos foram ecoados pelo Presidente e CEO da Strategy, Phong Le, que disse que a empresa venderia Bitcoin quando fosse do melhor interesse da empresa e dos acionistas.
“Venderemos Bitcoin quando for vantajoso para a empresa”, disse Le na teleconferência de resultados. “Não vamos ficar parados e simplesmente dizer: ‘Nunca venderemos o Bitcoin’.”
A mensagem é uma mudança clara no tom das súplicas anteriores de Saylor a seus seguidores nas redes sociais, que os incitavam a “nunca vender seu Bitcoin”. O entusiasta do Bitcoin também publicou uma vez que os usuários deveriam “vender um rim” se precisassem, mas manter o principal ativo cripto.
Na quinta-feira, porém, a postura do líder da Strategy no X foi: “Compre mais Bitcoin do que vende”.
Mudança na postura de Saylor
Mas o recente comentário de Saylor reflete verdadeiramente uma mudança de estratégia para a empresa, ou ele estava apenas provocando os céticos?
Em novos comentários à Fortune, as declarações de Saylor parecem mais próximas da primeira opção, apoiando o fato de que sua empresa, até hoje uma fortaleza inabalável de Bitcoin, poderia, em última análise, vender o ativo que a ajudou a alcançar a fama.
“Os haters… os céticos e os vendedores a descoberto não reconhecem que estamos apenas vendendo um derivativo de Bitcoin, e temos a opção de vender o Bitcoin”, disse ele à publicação.
Ele acrescentou que, para derrubar a falsa narrativa de que a empresa nunca venderia, ela precisa “basicamente mostrar que você trocará o Bitcoin pelas ações, ou negociará o Bitcoin para cumprir as obrigações”.
A Strategy registrou um prejuízo líquido de US$ 12,5 bilhões no primeiro trimestre no início desta semana, impulsionado por perdas não realizadas massivas em suas reservas de Bitcoin, já que o principal ativo cripto caiu abruptamente de seu recorde histórico de US$ 126.080 em outubro.
O ativo agora está 36,5% abaixo da marca, sendo negociado em torno de US$ 80.901 neste domingo (10), com leve alta de 0,7% nas últimas 24 horas de negociação e agora com alta de 12% nos últimos 30 dias.#strategy #BTC
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"La mulți ani de Ziua Mamei pentru toate femeile extraordinare din comunitatea noastră! 🌸Asemenea încrederii noastre în XRP, dragostea de mamă este rezistentă, scalabilă și traversează orice frontieră fără taxe. Să aveți o duminică plină de liniște și utilitate reală! 💎🙌 #XRP #BinanceSquare Acum este rândul tău să înregistrezi acest moment! 📸 Nicio tehnologie nu poate înlocui valoarea unei amintiri împărtășite. Ce-ar fi să profităm de atmosferă și să postăm aici în comentarii o poză alături de mama ta cu un mesaj special pentru ea? Hai să arătăm că comunitatea noastră este formată din conexiuni reale și mult afecțiune. 🚀👇
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Crezi că XRP ar putea înlocui sistemul SWIFT în remiterile transfrontaliere în următorii 5 ani?
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Bancos dos EUA afirmam que lei cripto permitirá “evasão” via stablecoinsA disputa entre bancos e empresas cripto travou a Lei Clarity por meses, mas a votação finalmente acontece na quinta (14) Uma coalizão dos principais grupos de comércio bancário dos Estados Unidos, representando gigantes de Wall Street e bancos comunitários, emitiu um comunicado na sexta-feira expressando preocupação de que a nova linguagem em um importante projeto de lei sobre criptomoedas, beneficiaria as empresas de ativos digitais e desestabilizaria a indústria bancária tradicional. Por meses, a indústria bancária e o lobby cripto têm travado uma batalha sobre a linguagem crucial da Lei Clarity, um projeto de lei que legalizaria formalmente a maior parte da atividade cripto nos Estados Unidos. Os bancos querem adicionar linguagem à legislação que proíba as empresas de criptoativos de oferecer rendimento em stablecoins, criptomoedas atreladas ao valor do dólar americano. Os bancos afirmam que tais programas poderiam tornar as contas de poupança tradicionais de baixo rendimento menos atraentes; empresas cripto, incluindo a Coinbase, argumentam que deveriam ser capazes de competir com as finanças tradicionais. Por quase quatro meses, a disputa sobre o rendimento de stablecoins impediu que a Lei Clarity avançasse no Senado. Na semana passada, dois importantes legisladores do Comitê Bancário do Senado finalmente revelaram um compromisso proposto sobre a questão, que foi rapidamente aceito pelos líderes cripto. Os senadores logo depois sinalizaram otimismo de que o problema estava resolvido, e uma votação do comitê sobre a Lei Clarity Act foi marcado para esta quinta-feira (14). Bancos querem restrições Mas agora, uma frente unida dos principais grupos de comércio bancário está solicitando mais mudanças na linguagem proposta, argumentando que o rascunho atual contém brechas que permitiriam às empresas de criptoativos evadir as proibições pretendidas sobre o rendimento de stablecoins. A linguagem do compromisso, elaborada pelos Senadores Thom Tillis e Angela Alsobrooks, proibiria o pagamento de recompensas em stablecoins de uma maneira que seja “economicamente ou funcionalmente equivalente ao pagamento de juros ou rendimento em um depósito bancário remunerado”. Mas também poderia potencialmente aprovar recompensas vinculadas à participação em governança, validação e staking — e recompensas calculadas com base no saldo da conta de um usuário. Para aumentar a pressão, seis grupos de comércio bancário, representando todos os grandes bancos nacionais e bancos comunitários nos 50 estados, escreveram uma carta ao Comitê Bancário do Senado argumentando que essas exceções são excessivamente amplas. “Estamos preocupados… que a linguagem proposta inclui exceções que permitirão a evasão da proibição pretendida e incentivarão os clientes a manter e aumentar os saldos de stablecoins às custas dos depósitos”, disseram os grupos. A carta inclui pedidos específicos sobre a reformulação da linguagem do rendimento de stablecoins — incluindo a eliminação da capacidade de as recompensas fazerem referência aos saldos das contas de qualquer forma, e a alteração da proibição de pagamentos “economicamente ou funcionalmente equivalentes” ao rendimento, para uma proibição de pagamentos “substancialmente semelhantes” ao rendimento. A carta lista numerosos programas potenciais de recompensas de stablecoins que os grupos bancários dizem que poderiam existir sob a linguagem proposta e que violariam o espírito de um compromisso potencial. Isso inclui pagamentos estruturados como um fundo mútuo de mercado monetário, pagamentos de uma recompensa mensal fixa que aumenta com o aumento do saldo da conta, e pagamentos baseados no saldo da conta, mas acionados pela realização de um certo número de transações mensais. Quando os bancos levantaram pela primeira vez as preocupações sobre a nova linguagem no início desta semana, o Senador Tillis respondeu em um comunicado que ele e a Senadora Alsobrooks “discordavam respeitosamente”, sinalizando que os legisladores estavam dispostos a prosseguir com uma votação do comitê sobre o projeto de lei de qualquer forma. O tempo é essencial para os defensores da Lei Clarity. O Senado estará em sessão apenas por duas semanas este mês, e em breve irá parar em antecipação às eleições de meio de mandato de novembro. O senador republicano Bernie Moreno, um membro pró-cripto do Comitê Bancário do Senado, recentemente incentivou que, se o projeto de lei não for aprovado este mês, “a legislação sobre ativos digitais não será aprovada em um futuro próximo”. #stablecoin $RLUSD {spot}(RLUSDUSDT)

Bancos dos EUA afirmam que lei cripto permitirá “evasão” via stablecoins

A disputa entre bancos e empresas cripto travou a Lei Clarity por meses, mas a votação finalmente acontece na quinta (14)
Uma coalizão dos principais grupos de comércio bancário dos Estados Unidos, representando gigantes de Wall Street e bancos comunitários, emitiu um comunicado na sexta-feira expressando preocupação de que a nova linguagem em um importante projeto de lei sobre criptomoedas, beneficiaria as empresas de ativos digitais e desestabilizaria a indústria bancária tradicional.
Por meses, a indústria bancária e o lobby cripto têm travado uma batalha sobre a linguagem crucial da Lei Clarity, um projeto de lei que legalizaria formalmente a maior parte da atividade cripto nos Estados Unidos.
Os bancos querem adicionar linguagem à legislação que proíba as empresas de criptoativos de oferecer rendimento em stablecoins, criptomoedas atreladas ao valor do dólar americano. Os bancos afirmam que tais programas poderiam tornar as contas de poupança tradicionais de baixo rendimento menos atraentes; empresas cripto, incluindo a Coinbase, argumentam que deveriam ser capazes de competir com as finanças tradicionais.
Por quase quatro meses, a disputa sobre o rendimento de stablecoins impediu que a Lei Clarity avançasse no Senado. Na semana passada, dois importantes legisladores do Comitê Bancário do Senado finalmente revelaram um compromisso proposto sobre a questão, que foi rapidamente aceito pelos líderes cripto.
Os senadores logo depois sinalizaram otimismo de que o problema estava resolvido, e uma votação do comitê sobre a Lei Clarity Act foi marcado para esta quinta-feira (14).
Bancos querem restrições
Mas agora, uma frente unida dos principais grupos de comércio bancário está solicitando mais mudanças na linguagem proposta, argumentando que o rascunho atual contém brechas que permitiriam às empresas de criptoativos evadir as proibições pretendidas sobre o rendimento de stablecoins.
A linguagem do compromisso, elaborada pelos Senadores Thom Tillis e Angela Alsobrooks, proibiria o pagamento de recompensas em stablecoins de uma maneira que seja “economicamente ou funcionalmente equivalente ao pagamento de juros ou rendimento em um depósito bancário remunerado”.
Mas também poderia potencialmente aprovar recompensas vinculadas à participação em governança, validação e staking — e recompensas calculadas com base no saldo da conta de um usuário.
Para aumentar a pressão, seis grupos de comércio bancário, representando todos os grandes bancos nacionais e bancos comunitários nos 50 estados, escreveram uma carta ao Comitê Bancário do Senado argumentando que essas exceções são excessivamente amplas.
“Estamos preocupados… que a linguagem proposta inclui exceções que permitirão a evasão da proibição pretendida e incentivarão os clientes a manter e aumentar os saldos de stablecoins às custas dos depósitos”, disseram os grupos.
A carta inclui pedidos específicos sobre a reformulação da linguagem do rendimento de stablecoins — incluindo a eliminação da capacidade de as recompensas fazerem referência aos saldos das contas de qualquer forma, e a alteração da proibição de pagamentos “economicamente ou funcionalmente equivalentes” ao rendimento, para uma proibição de pagamentos “substancialmente semelhantes” ao rendimento.
A carta lista numerosos programas potenciais de recompensas de stablecoins que os grupos bancários dizem que poderiam existir sob a linguagem proposta e que violariam o espírito de um compromisso potencial.
Isso inclui pagamentos estruturados como um fundo mútuo de mercado monetário, pagamentos de uma recompensa mensal fixa que aumenta com o aumento do saldo da conta, e pagamentos baseados no saldo da conta, mas acionados pela realização de um certo número de transações mensais.
Quando os bancos levantaram pela primeira vez as preocupações sobre a nova linguagem no início desta semana, o Senador Tillis respondeu em um comunicado que ele e a Senadora Alsobrooks “discordavam respeitosamente”, sinalizando que os legisladores estavam dispostos a prosseguir com uma votação do comitê sobre o projeto de lei de qualquer forma.
O tempo é essencial para os defensores da Lei Clarity. O Senado estará em sessão apenas por duas semanas este mês, e em breve irá parar em antecipação às eleições de meio de mandato de novembro.
O senador republicano Bernie Moreno, um membro pró-cripto do Comitê Bancário do Senado, recentemente incentivou que, se o projeto de lei não for aprovado este mês, “a legislação sobre ativos digitais não será aprovada em um futuro próximo”. #stablecoin
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Ethereum se prepara para ameaça quântica com novo plano de segurançaFundação Ethereum reuniu pesquisas e propostas em portal e coordena testes com diversas equipes para preparar a rede a computação quântica A Ethereum Foundation lançou nesta quarta-feira (25) um portal dedicado à segurança da rede para a era da computação quântica, consolidando em um só lugar o roadmap técnico, repositórios abertos, especificações, propostas de melhoria e uma FAQ sobre como o protocolo pretende se preparar para um futuro em que computadores quânticos possam quebrar os sistemas criptográficos atuais. O novo site formaliza um esforço que a fundação já trata como prioridade estratégica e reforça a leitura de que a ameaça quântica, embora ainda não seja iminente, exige anos de preparação. Segundo a própria fundação, mais de 10 equipes de clientes já estão desenvolvendo e atualizando devnets semanalmente dentro da iniciativa chamada PQ Interop. A tese central é que um computador quântico criptograficamente relevante ainda não chegou, mas a migração de uma rede global e descentralizada como o Ethereum não pode ser feita de última hora. O desafio é amplo porque atinge praticamente todas as camadas do protocolo. No nível de execução, a ideia é permitir que usuários migrem para autenticação resistente a ataques quânticos por meio de account abstraction, sem exigir uma troca simultânea de toda a base de usuários. Já na camada de consenso, a Ethereum Foundation prevê substituir o atual esquema de assinaturas BLS por assinaturas baseadas em hash, chamadas leanXMSS, com apoio de uma máquina virtual enxuta baseada em provas de conhecimento zero para recuperar escalabilidade, já que assinaturas pós-quânticas tendem a ser maiores. A camada de dados também entraria no escopo da migração, inclusive na forma como blobs são tratados para disponibilidade de dados. O movimento se conecta a um documento técnico divulgado neste mês e elogiado por Vitalik Buterin como “muito importante”, justamente por tratar a computação quântica menos como hipótese abstrata e mais como problema concreto de engenharia, com metas e alvos específicos para futuras atualizações da rede. A mensagem da fundação é que protocolos que começarem antes a adaptação terão mais chance de atravessar com segurança a eventual chegada de máquinas capazes de quebrar os padrões criptográficos atuais. Na prática, a iniciativa coloca o Ethereum entre os projetos que decidiram lidar desde já com um risco ainda distante, mas potencialmente existencial. Em vez de esperar a ameaça se materializar, a rede passa a tratar a transição pós-quântica como uma obra de infraestrutura de longo prazo. #Etthereum #Ethereum #ETH🔥🔥🔥🔥🔥🔥 $ETH {spot}(ETHUSDT)

Ethereum se prepara para ameaça quântica com novo plano de segurança

Fundação Ethereum reuniu pesquisas e propostas em portal e coordena testes com diversas equipes para preparar a rede a computação quântica
A Ethereum Foundation lançou nesta quarta-feira (25) um portal dedicado à segurança da rede para a era da computação quântica, consolidando em um só lugar o roadmap técnico, repositórios abertos, especificações, propostas de melhoria e uma FAQ sobre como o protocolo pretende se preparar para um futuro em que computadores quânticos possam quebrar os sistemas criptográficos atuais.
O novo site formaliza um esforço que a fundação já trata como prioridade estratégica e reforça a leitura de que a ameaça quântica, embora ainda não seja iminente, exige anos de preparação.
Segundo a própria fundação, mais de 10 equipes de clientes já estão desenvolvendo e atualizando devnets semanalmente dentro da iniciativa chamada PQ Interop. A tese central é que um computador quântico criptograficamente relevante ainda não chegou, mas a migração de uma rede global e descentralizada como o Ethereum não pode ser feita de última hora.
O desafio é amplo porque atinge praticamente todas as camadas do protocolo. No nível de execução, a ideia é permitir que usuários migrem para autenticação resistente a ataques quânticos por meio de account abstraction, sem exigir uma troca simultânea de toda a base de usuários.
Já na camada de consenso, a Ethereum Foundation prevê substituir o atual esquema de assinaturas BLS por assinaturas baseadas em hash, chamadas leanXMSS, com apoio de uma máquina virtual enxuta baseada em provas de conhecimento zero para recuperar escalabilidade, já que assinaturas pós-quânticas tendem a ser maiores. A camada de dados também entraria no escopo da migração, inclusive na forma como blobs são tratados para disponibilidade de dados.
O movimento se conecta a um documento técnico divulgado neste mês e elogiado por Vitalik Buterin como “muito importante”, justamente por tratar a computação quântica menos como hipótese abstrata e mais como problema concreto de engenharia, com metas e alvos específicos para futuras atualizações da rede. A mensagem da fundação é que protocolos que começarem antes a adaptação terão mais chance de atravessar com segurança a eventual chegada de máquinas capazes de quebrar os padrões criptográficos atuais.
Na prática, a iniciativa coloca o Ethereum entre os projetos que decidiram lidar desde já com um risco ainda distante, mas potencialmente existencial. Em vez de esperar a ameaça se materializar, a rede passa a tratar a transição pós-quântica como uma obra de infraestrutura de longo prazo. #Etthereum #Ethereum #ETH🔥🔥🔥🔥🔥🔥
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Pesquisador ganha 1 Bitcoin ao executar maior ataque quântico à rede até hojeSegundo a organização, trata-se da maior demonstração pública até o momento de um tipo de ataque que poderia afetar redes como Bitcoin O pesquisador independente Giancarlo Lelli derivou uma chave privada de 15 bits a partir de sua chave pública utilizando um computador quântico acessível pela nuvem. O resultado foi anunciado pela Project Eleven, que concedeu ao pesquisador um prêmio de 1 Bitcoin no âmbito do programa “Q-Day Prize”. Segundo a organização, trata-se da maior demonstração pública até o momento de um tipo de ataque que, em escala, poderia afetar sistemas baseados em criptografia de curvas elípticas (ECC), utilizada em redes como Bitcoin e Ethereum. O experimento utilizou uma variação do algoritmo de Shor para resolver o problema do logaritmo discreto em curvas elípticas (ECDLP). A chave foi obtida a partir de um espaço de busca de 32.767 possibilidades. A demonstração amplia resultados anteriores. Em setembro de 2025, o engenheiro Steve Tippeconnic havia realizado a primeira quebra pública desse tipo em hardware quântico, com uma chave de 6 bits. O novo experimento de 15 bits representa um aumento de escala de 512 vezes. De acordo com a Project Eleven, os requisitos computacionais para esse tipo de ataque têm diminuído, assim como a barreira prática para executá-lo, evidenciada pelo uso de infraestrutura acessível remotamente, sem necessidade de laboratórios dedicados. Estimativas teóricas recentes também indicam redução nos recursos necessários para ataques em escala real. Um estudo do Google publicado em abril de 2026 sugere que menos de 500 mil qubits físicos seriam suficientes para um ataque a chaves de 256 bits. Outro trabalho, desenvolvido por pesquisadores do California Institute of Technology e da Oratomic, aponta que esse número poderia cair para cerca de 10 mil qubits em arquiteturas específicas. Apesar dos avanços, a diferença entre a chave testada e os padrões utilizados em aplicações reais permanece significativa. Redes como o Bitcoin operam com chaves de 256 bits, muito acima da escala já demonstrada experimentalmente. Dados citados pela organização indicam ainda que aproximadamente 6,9 milhões de bitcoins estão armazenados em endereços com chaves públicas expostas na blockchain, o que, em um cenário de capacidade quântica suficiente, poderia representar um vetor potencial de ataque. #BTC #minerar $BTC {spot}(BTCUSDT)

Pesquisador ganha 1 Bitcoin ao executar maior ataque quântico à rede até hoje

Segundo a organização, trata-se da maior demonstração pública até o momento de um tipo de ataque que poderia afetar redes como Bitcoin
O pesquisador independente Giancarlo Lelli derivou uma chave privada de 15 bits a partir de sua chave pública utilizando um computador quântico acessível pela nuvem. O resultado foi anunciado pela Project Eleven, que concedeu ao pesquisador um prêmio de 1 Bitcoin no âmbito do programa “Q-Day Prize”.
Segundo a organização, trata-se da maior demonstração pública até o momento de um tipo de ataque que, em escala, poderia afetar sistemas baseados em criptografia de curvas elípticas (ECC), utilizada em redes como Bitcoin e Ethereum.
O experimento utilizou uma variação do algoritmo de Shor para resolver o problema do logaritmo discreto em curvas elípticas (ECDLP). A chave foi obtida a partir de um espaço de busca de 32.767 possibilidades.
A demonstração amplia resultados anteriores. Em setembro de 2025, o engenheiro Steve Tippeconnic havia realizado a primeira quebra pública desse tipo em hardware quântico, com uma chave de 6 bits. O novo experimento de 15 bits representa um aumento de escala de 512 vezes.
De acordo com a Project Eleven, os requisitos computacionais para esse tipo de ataque têm diminuído, assim como a barreira prática para executá-lo, evidenciada pelo uso de infraestrutura acessível remotamente, sem necessidade de laboratórios dedicados.
Estimativas teóricas recentes também indicam redução nos recursos necessários para ataques em escala real. Um estudo do Google publicado em abril de 2026 sugere que menos de 500 mil qubits físicos seriam suficientes para um ataque a chaves de 256 bits. Outro trabalho, desenvolvido por pesquisadores do California Institute of Technology e da Oratomic, aponta que esse número poderia cair para cerca de 10 mil qubits em arquiteturas específicas.
Apesar dos avanços, a diferença entre a chave testada e os padrões utilizados em aplicações reais permanece significativa. Redes como o Bitcoin operam com chaves de 256 bits, muito acima da escala já demonstrada experimentalmente.
Dados citados pela organização indicam ainda que aproximadamente 6,9 milhões de bitcoins estão armazenados em endereços com chaves públicas expostas na blockchain, o que, em um cenário de capacidade quântica suficiente, poderia representar um vetor potencial de ataque.
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Veja como o Bitcoin está se preparando para a ameaça da computação quânticaDesenvolvedores do Bitcoin já propuseram duas mudanças no código da rede, mas soluções paralelas em carteiras também surgem como opção A ameaça da computação quântica deixou de ser um debate teórico no ecossistema do Bitcoin e passou a impulsionar uma corrida por soluções técnicas, propostas de governança e novas camadas de segurança. O movimento ganhou força à medida que estudos recentes e grandes empresas de tecnologia passaram a revisar para baixo as estimativas de recursos necessários para quebrar a criptografia que protege a rede. No centro dessa preocupação está a possibilidade de computadores quânticos conseguirem, no futuro, derivar chaves privadas a partir de chaves públicas expostas na blockchain, “quebrando” dessa forma criptografia que hoje protege o Bitcoin. Embora a rede da criptomoeda siga intacta há 16 anos, pesquisadores e desenvolvedores já discutem como preservar essa segurança em um cenário tecnológico que evolui rapidamente. Relatórios recentes do Google Research intensificaram esse debate ao sugerir que a criptografia de curva elíptica — base das carteiras e transações do Bitcoin — pode exigir significativamente menos recursos para ser quebrada do que se estimava anteriormente. Diante disso, a resposta da comunidade começa a se materializar em diferentes frentes. No núcleo do protocolo, propostas como o BIP-361 sugerem mudanças graduais e depois mais rígidas no uso de endereços considerados vulneráveis. O plano inclui, em etapas, desde a restrição de novos depósitos em endereços antigos até a eventual invalidação de modelos de assinatura antigos como ECDSA e Schnorr. Em discussões paralelas, estimativas indicam que uma parcela relevante dos bitcoins em circulação já teve chaves públicas expostas, o que amplia a urgência do tema. BIP-360 O BIP-360 propõe uma mudança estrutural no modelo de endereços do Bitcoin como primeiro passo rumo a uma arquitetura resistente à computação quântica. A proposta introduz um novo tipo de saída chamado Pay-to-Merkle-Root (P2MR), que mantém funcionalidades semelhantes ao atual Pay-to-Taproot (P2TR), mas elimina um dos principais pontos de vulnerabilidade do sistema: a possibilidade de exploração de chaves expostas em cenários de ataque quântico. Na prática, o P2MR foi desenhado para preservar a compatibilidade com tecnologias já críticas para a escalabilidade do Bitcoin — como Lightning Network, BitVM e outras soluções de segunda camada — ao mesmo tempo em que reduz a exposição a ataques baseados na derivação de chaves públicas. O objetivo é criar um tipo de endereço nativo de script que já nasça preparado para resistir a ataques de longa exposição, considerados os mais perigosos no cenário quântico. Os autores da proposta defendem que esse modelo funciona como uma primeira linha de defesa relativamente pouco invasiva, justamente por não exigir uma ruptura imediata com a infraestrutura atual da rede. Em vez disso, ele cria um caminho de transição que pode ser adotado gradualmente por carteiras, exchanges e serviços, servindo como base para futuras implementações de assinaturas pós-quânticas mais robustas. BIP-361 Já o BIP-361 representa uma abordagem mais agressiva e direta sobre o problema. A proposta sugere restringir o uso de endereços antigos e vulneráveis, especialmente aqueles que já expuseram suas chaves públicas na blockchain. A proposta prevê uma transição em etapas, condicionada à adoção de novos formatos de endereços resistentes à computação quântica. Em um primeiro momento, seria proibido o envio de novos fundos para endereços vulneráveis, o que tende a acelerar a migração para alternativas mais seguras. Em seguida, em uma data previamente definida, transações baseadas nos atuais padrões de assinatura, como ECDSA e Schnorr, deixariam de ser válidas, o que na prática impediria a movimentação de recursos mantidos nesses formatos antigos. Por fim, uma etapa posterior, ainda em estudo, iria consistir na recuperação desses fundos por meio de mecanismos criptográficos associados a frases-semente. Meio termo Além das propostas formais em discussão via BIPs (Propostas de Melhoria do Bitcoin), parte da comunidade também explora alternativas mais experimentais em fóruns técnicos e espaços de desenvolvimento aberto, como Reddit e GitHub. Nesses debates, ganha força a ideia de mecanismos intermediários de proteção contra ataques quânticos, que evitem tanto o congelamento abrupto de fundos quanto a exposição irrestrita de moedas vulneráveis. Uma dessas abordagens sugere limitar gradualmente a quantidade de bitcoins que podem ser movimentados a partir de endereços considerados vulneráveis por bloco, funcionando como uma espécie de “controle de fluxo” em caso de risco quântico real. A lógica é reduzir o impacto de um eventual ataque em larga escala sem provocar um choque imediato de liquidez ou uma ruptura no funcionamento econômico da rede. Esse tipo de proposta é visto como uma “via do meio” no debate: de um lado, medidas mais rígidas como o congelamento de endereços antigos; de outro, a manutenção do sistema atual até que a ameaça se concretize. Embora ainda não formalizadas em BIPs, essas ideias ajudam a mapear o espaço de soluções possíveis em um cenário onde o tempo de reação pode ser um fator crítico. Soluções fora do protocolo Além das propostas de mudança no núcleo do Bitcoin, parte da comunidade aposta em soluções externas ao protocolo. Essas abordagens utilizam redes de segunda camada e carteiras especializadas para introduzir proteção quântica sem alterar a blockchain principal. Projetos como carteiras pós-quânticas já testam modelos de assinatura alternativos, como o WOTS+, que não dependem de curvas elípticas e são considerados mais resistentes a ataques futuros. Essas soluções operam fora da camada base do Bitcoin, processando transações em sistemas auxiliares antes de registrá-las na rede principal. O objetivo dessas iniciativas é acelerar a adoção de segurança pós-quântica. Embora não solucionem o problema central, elas fornecem uma nova camada de segurança que não depende do longo processo de consenso necessário para mudanças no protocolo do Bitcoin, que historicamente pode levar anos. Satoshi Nakamoto e a ameaça quântica A discussão atual também resgata observações feitas por Satoshi Nakamoto nos primeiros anos do Bitcoin. Em 2010, ao ser questionado sobre a possibilidade de computadores quânticos comprometerem assinaturas digitais, ele reconheceu que uma quebra repentina da criptografia poderia comprometer toda a rede. Por outro lado, Satoshi argumentou que, caso a evolução tecnológica ocorresse de forma gradual, seria possível realizar uma transição segura para algoritmos mais fortes. A proposta envolveria a atualização do software e a reassinatura dos fundos pelos próprios usuários, migrando os bitcoins para novos padrões de segurança. Essa visão se tornou central no debate atual: a ameaça não está apenas na capacidade futura dos computadores quânticos, mas na velocidade com que essa capacidade pode se tornar realidade — e na habilidade da rede de se adaptar antes disso acontecer. #ComputacaoQuantica #BTC $BTC {spot}(BTCUSDT)

Veja como o Bitcoin está se preparando para a ameaça da computação quântica

Desenvolvedores do Bitcoin já propuseram duas mudanças no código da rede, mas soluções paralelas em carteiras também surgem como opção
A ameaça da computação quântica deixou de ser um debate teórico no ecossistema do Bitcoin e passou a impulsionar uma corrida por soluções técnicas, propostas de governança e novas camadas de segurança.
O movimento ganhou força à medida que estudos recentes e grandes empresas de tecnologia passaram a revisar para baixo as estimativas de recursos necessários para quebrar a criptografia que protege a rede.
No centro dessa preocupação está a possibilidade de computadores quânticos conseguirem, no futuro, derivar chaves privadas a partir de chaves públicas expostas na blockchain, “quebrando” dessa forma criptografia que hoje protege o Bitcoin.
Embora a rede da criptomoeda siga intacta há 16 anos, pesquisadores e desenvolvedores já discutem como preservar essa segurança em um cenário tecnológico que evolui rapidamente.
Relatórios recentes do Google Research intensificaram esse debate ao sugerir que a criptografia de curva elíptica — base das carteiras e transações do Bitcoin — pode exigir significativamente menos recursos para ser quebrada do que se estimava anteriormente.
Diante disso, a resposta da comunidade começa a se materializar em diferentes frentes. No núcleo do protocolo, propostas como o BIP-361 sugerem mudanças graduais e depois mais rígidas no uso de endereços considerados vulneráveis.
O plano inclui, em etapas, desde a restrição de novos depósitos em endereços antigos até a eventual invalidação de modelos de assinatura antigos como ECDSA e Schnorr. Em discussões paralelas, estimativas indicam que uma parcela relevante dos bitcoins em circulação já teve chaves públicas expostas, o que amplia a urgência do tema.
BIP-360
O BIP-360 propõe uma mudança estrutural no modelo de endereços do Bitcoin como primeiro passo rumo a uma arquitetura resistente à computação quântica. A proposta introduz um novo tipo de saída chamado Pay-to-Merkle-Root (P2MR), que mantém funcionalidades semelhantes ao atual Pay-to-Taproot (P2TR), mas elimina um dos principais pontos de vulnerabilidade do sistema: a possibilidade de exploração de chaves expostas em cenários de ataque quântico.
Na prática, o P2MR foi desenhado para preservar a compatibilidade com tecnologias já críticas para a escalabilidade do Bitcoin — como Lightning Network, BitVM e outras soluções de segunda camada — ao mesmo tempo em que reduz a exposição a ataques baseados na derivação de chaves públicas. O objetivo é criar um tipo de endereço nativo de script que já nasça preparado para resistir a ataques de longa exposição, considerados os mais perigosos no cenário quântico.
Os autores da proposta defendem que esse modelo funciona como uma primeira linha de defesa relativamente pouco invasiva, justamente por não exigir uma ruptura imediata com a infraestrutura atual da rede. Em vez disso, ele cria um caminho de transição que pode ser adotado gradualmente por carteiras, exchanges e serviços, servindo como base para futuras implementações de assinaturas pós-quânticas mais robustas.
BIP-361
Já o BIP-361 representa uma abordagem mais agressiva e direta sobre o problema. A proposta sugere restringir o uso de endereços antigos e vulneráveis, especialmente aqueles que já expuseram suas chaves públicas na blockchain.
A proposta prevê uma transição em etapas, condicionada à adoção de novos formatos de endereços resistentes à computação quântica. Em um primeiro momento, seria proibido o envio de novos fundos para endereços vulneráveis, o que tende a acelerar a migração para alternativas mais seguras.
Em seguida, em uma data previamente definida, transações baseadas nos atuais padrões de assinatura, como ECDSA e Schnorr, deixariam de ser válidas, o que na prática impediria a movimentação de recursos mantidos nesses formatos antigos.
Por fim, uma etapa posterior, ainda em estudo, iria consistir na recuperação desses fundos por meio de mecanismos criptográficos associados a frases-semente.
Meio termo
Além das propostas formais em discussão via BIPs (Propostas de Melhoria do Bitcoin), parte da comunidade também explora alternativas mais experimentais em fóruns técnicos e espaços de desenvolvimento aberto, como Reddit e GitHub.
Nesses debates, ganha força a ideia de mecanismos intermediários de proteção contra ataques quânticos, que evitem tanto o congelamento abrupto de fundos quanto a exposição irrestrita de moedas vulneráveis.
Uma dessas abordagens sugere limitar gradualmente a quantidade de bitcoins que podem ser movimentados a partir de endereços considerados vulneráveis por bloco, funcionando como uma espécie de “controle de fluxo” em caso de risco quântico real. A lógica é reduzir o impacto de um eventual ataque em larga escala sem provocar um choque imediato de liquidez ou uma ruptura no funcionamento econômico da rede.
Esse tipo de proposta é visto como uma “via do meio” no debate: de um lado, medidas mais rígidas como o congelamento de endereços antigos; de outro, a manutenção do sistema atual até que a ameaça se concretize. Embora ainda não formalizadas em BIPs, essas ideias ajudam a mapear o espaço de soluções possíveis em um cenário onde o tempo de reação pode ser um fator crítico.
Soluções fora do protocolo
Além das propostas de mudança no núcleo do Bitcoin, parte da comunidade aposta em soluções externas ao protocolo. Essas abordagens utilizam redes de segunda camada e carteiras especializadas para introduzir proteção quântica sem alterar a blockchain principal.
Projetos como carteiras pós-quânticas já testam modelos de assinatura alternativos, como o WOTS+, que não dependem de curvas elípticas e são considerados mais resistentes a ataques futuros. Essas soluções operam fora da camada base do Bitcoin, processando transações em sistemas auxiliares antes de registrá-las na rede principal.
O objetivo dessas iniciativas é acelerar a adoção de segurança pós-quântica. Embora não solucionem o problema central, elas fornecem uma nova camada de segurança que não depende do longo processo de consenso necessário para mudanças no protocolo do Bitcoin, que historicamente pode levar anos.
Satoshi Nakamoto e a ameaça quântica
A discussão atual também resgata observações feitas por Satoshi Nakamoto nos primeiros anos do Bitcoin. Em 2010, ao ser questionado sobre a possibilidade de computadores quânticos comprometerem assinaturas digitais, ele reconheceu que uma quebra repentina da criptografia poderia comprometer toda a rede.
Por outro lado, Satoshi argumentou que, caso a evolução tecnológica ocorresse de forma gradual, seria possível realizar uma transição segura para algoritmos mais fortes. A proposta envolveria a atualização do software e a reassinatura dos fundos pelos próprios usuários, migrando os bitcoins para novos padrões de segurança.
Essa visão se tornou central no debate atual: a ameaça não está apenas na capacidade futura dos computadores quânticos, mas na velocidade com que essa capacidade pode se tornar realidade — e na habilidade da rede de se adaptar antes disso acontecer.
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Hyperliquid: de ce cripto care a crescut deja cu 70% în acest an a câștigat și analiștiiHyperliquid combină focusul pe traderi, generarea puternică de taxe și mecanismul de răscumpărare, factori care au plasat-o printre favoritele pieței. Hyperliquid ($HYPE ) a devenit una dintre criptomonedele preferate ale analiștilor în 2026 pentru că a reușit să adune trei elemente care rar apar simultan pe piața cripto: un produs cu utilizare reală, o creștere puternică a veniturilor și o tokenomics care leagă direct activitatea platformei de valoarea tokenului. Rezultatul este că activul a început să fie tratat de piață ca unul dintre principalii candidați în Finanțele Descentralizate (DeFi) din acest ciclu.

Hyperliquid: de ce cripto care a crescut deja cu 70% în acest an a câștigat și analiștii

Hyperliquid combină focusul pe traderi, generarea puternică de taxe și mecanismul de răscumpărare, factori care au plasat-o printre favoritele pieței.
Hyperliquid ($HYPE ) a devenit una dintre criptomonedele preferate ale analiștilor în 2026 pentru că a reușit să adune trei elemente care rar apar simultan pe piața cripto: un produs cu utilizare reală, o creștere puternică a veniturilor și o tokenomics care leagă direct activitatea platformei de valoarea tokenului.
Rezultatul este că activul a început să fie tratat de piață ca unul dintre principalii candidați în Finanțele Descentralizate (DeFi) din acest ciclu.
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IA ar putea să-ți scurgă conversațiile către Meta, TikTok și GoogleUn nou studiu arată că ChatGPT, Claude, Grok și Perplexity împărtășesc datele utilizatorilor cu trackere de reclame de la terți Când tastezi ceva într-un chatbot de inteligență artificială, probabil presupui că conversația rămâne între tine și mașină. Dar ești în eroare, iar un nou studiu detaliază exact cine mai ascultă. Cercetătorii de la IMDEA Networks Institute au publicat descoperiri pe 4 mai, arătând că toți cei patru cei mai mari asistenți AI — ChatGPT, Claude, Grok și Perplexity — împărtășesc în tăcere date cu servicii de publicitate și analiză de la terți, inclusiv Meta, Google și TikTok.

IA ar putea să-ți scurgă conversațiile către Meta, TikTok și Google

Un nou studiu arată că ChatGPT, Claude, Grok și Perplexity împărtășesc datele utilizatorilor cu trackere de reclame de la terți
Când tastezi ceva într-un chatbot de inteligență artificială, probabil presupui că conversația rămâne între tine și mașină. Dar ești în eroare, iar un nou studiu detaliază exact cine mai ascultă.
Cercetătorii de la IMDEA Networks Institute au publicat descoperiri pe 4 mai, arătând că toți cei patru cei mai mari asistenți AI — ChatGPT, Claude, Grok și Perplexity — împărtășesc în tăcere date cu servicii de publicitate și analiză de la terți, inclusiv Meta, Google și TikTok.
ACEASTA ESTE MULT MAI MARE DECÂT CREDE MAJORITATEA. 🇷🇺 Președintele Putin: "Cred că conflictul din Ucraina se va încheia în curând." Dacă Putin încheie războiul în condițiile sale, sancțiunile se reduc. Petrolul rusesc va circula liber din nou. Asta ar fi extrem de bullish pentru toate piețele. Fii atent.
ACEASTA ESTE MULT MAI MARE DECÂT CREDE MAJORITATEA.
🇷🇺 Președintele Putin: "Cred că conflictul din Ucraina se va încheia în curând."
Dacă Putin încheie războiul în condițiile sale, sancțiunile se reduc. Petrolul rusesc va circula liber din nou.
Asta ar fi extrem de bullish pentru toate piețele.
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Bitcoin sobe ao maior nível desde janeiro após avanço de lei de stablecoins nos EUATexto regulatório indica liberação de recompensas dos "dólares digitais" nos moldes dos pontos de cartões de crédito $BTC {spot}(BTCUSDT) #bitcoin (BTC) subiu acima de US$ 80 mil nesta segunda-feira (4), atingindo o nível mais alto desde o final de janeiro, impulsionado pelo avanço de uma legislação que pode definir as regras do mercado cripto nos Estados Unidos. A moeda digital chegou a ser negociada acima dos US$ 80.600 nesta tarde, e às 15h34 rondava os US$ 80.200, com alta de 2,2% em 24 horas. Um dos catalisadores foi a divulgação de um texto que sinalizou apoio bipartidário sobre um dos pontos mais disputados do projeto de lei que busca regular o mercado de ativos digitais nos EUA. Senadores republicanos e democratas chegaram a um acordo sobre as regras para rendimentos de stablecoins, as moedas digitais atreladas a ativos reais, como o dólar. Pela proposta, emissores de stablecoins ficam proibidos de oferecer rendimento apenas pela posse dos tokens, prática que se assemelharia a um depósito bancário remunerado. Ao mesmo tempo, o texto permite que empresas de criptoativos ofereçam recompensas vinculadas ao uso efetivo da moeda em transações, em modelo parecido com os programas de pontos de cartões de crédito. O acordo abre caminho para que o comitê do Senado responsável pelo projeto convoque uma votação formal, possivelmente ainda nesta semana. Em mercados preditivos, as chances de aprovação da lei subiram para 64%. Para Rony Szuster, head de research do Mercado Bitcoin, o avanço do tema contribui para o fortalecimento do sentimento positivo, mas “o cenário geopolítico segue como vetor de risco, com tensões no Estreito de Ormuz envolvendo declarações de Donald Trump e ameaças por parte do Irã.” A Circle, emissora da stablecoin USDC, foi a principal destaque entre as ações do setor na bolsa, com valorização de 18% na sessão. A Coinbase, corretora de criptoativos que teria mais a perder com restrições a programas de recompensas em stablecoins, subiu cerca de 7%. O movimento positivo se espalhou pelo mercado. O Ethereum (ETH) avançou 1,7% nas últimas 24 horas, negociado a US$ 2.368. XRP e Solana (SOL) tiveram altas mais modestas, de 0,9% cada. O Dogecoin (DOGE) foi destaque entre os menores, com valorização de 2,5%.

Bitcoin sobe ao maior nível desde janeiro após avanço de lei de stablecoins nos EUA

Texto regulatório indica liberação de recompensas dos "dólares digitais" nos moldes dos pontos de cartões de crédito
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#bitcoin (BTC) subiu acima de US$ 80 mil nesta segunda-feira (4), atingindo o nível mais alto desde o final de janeiro, impulsionado pelo avanço de uma legislação que pode definir as regras do mercado cripto nos Estados Unidos. A moeda digital chegou a ser negociada acima dos US$ 80.600 nesta tarde, e às 15h34 rondava os US$ 80.200, com alta de 2,2% em 24 horas.
Um dos catalisadores foi a divulgação de um texto que sinalizou apoio bipartidário sobre um dos pontos mais disputados do projeto de lei que busca regular o mercado de ativos digitais nos EUA. Senadores republicanos e democratas chegaram a um acordo sobre as regras para rendimentos de stablecoins, as moedas digitais atreladas a ativos reais, como o dólar.
Pela proposta, emissores de stablecoins ficam proibidos de oferecer rendimento apenas pela posse dos tokens, prática que se assemelharia a um depósito bancário remunerado. Ao mesmo tempo, o texto permite que empresas de criptoativos ofereçam recompensas vinculadas ao uso efetivo da moeda em transações, em modelo parecido com os programas de pontos de cartões de crédito.
O acordo abre caminho para que o comitê do Senado responsável pelo projeto convoque uma votação formal, possivelmente ainda nesta semana. Em mercados preditivos, as chances de aprovação da lei subiram para 64%.
Para Rony Szuster, head de research do Mercado Bitcoin, o avanço do tema contribui para o fortalecimento do sentimento positivo, mas “o cenário geopolítico segue como vetor de risco, com tensões no Estreito de Ormuz envolvendo declarações de Donald Trump e ameaças por parte do Irã.”
A Circle, emissora da stablecoin USDC, foi a principal destaque entre as ações do setor na bolsa, com valorização de 18% na sessão. A Coinbase, corretora de criptoativos que teria mais a perder com restrições a programas de recompensas em stablecoins, subiu cerca de 7%.
O movimento positivo se espalhou pelo mercado. O Ethereum (ETH) avançou 1,7% nas últimas 24 horas, negociado a US$ 2.368. XRP e Solana (SOL) tiveram altas mais modestas, de 0,9% cada. O Dogecoin (DOGE) foi destaque entre os menores, com valorização de 2,5%.
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CEO da Strategy: Vendas de Bitcoin Limitadas a Pagamentos de Dividendos e Compensações FiscaisDe acordo com a Cointelegraph, o CEO da Strategy, Phong Le, disse que a empresa vai vender Bitcoin apenas sob condições específicas: para financiar o dividendo de 11,5% de suas Ações Preferenciais Perpetuais Stretch da Série A (STRC) e para adiar ou compensar impostos — e somente quando essas vendas forem benéficas para os acionistas, aumentando o BTC por ação. Le descartou preocupações sobre o impacto no mercado, observando que o volume de negociação diário de cerca de $60 bilhões em Bitcoin pode absorver os mais de $1 bilhão em dividendos anuais que a Strategy deve. Os comentários seguem as declarações do cofundador Michael Saylor, que disse durante uma chamada de resultados na terça-feira que a empresa pode vender BTC periodicamente para financiar dividendos, potencialmente sem emitir nova equity. A Strategy detém 818,334 BTC, avaliados em mais de $66 bilhões.#BTC #biticon $BTC {spot}(BTCUSDT)

CEO da Strategy: Vendas de Bitcoin Limitadas a Pagamentos de Dividendos e Compensações Fiscais

De acordo com a Cointelegraph, o CEO da Strategy, Phong Le, disse que a empresa vai vender Bitcoin apenas sob condições específicas: para financiar o dividendo de 11,5% de suas Ações Preferenciais Perpetuais Stretch da Série A (STRC) e para adiar ou compensar impostos — e somente quando essas vendas forem benéficas para os acionistas, aumentando o BTC por ação. Le descartou preocupações sobre o impacto no mercado, observando que o volume de negociação diário de cerca de $60 bilhões em Bitcoin pode absorver os mais de $1 bilhão em dividendos anuais que a Strategy deve. Os comentários seguem as declarações do cofundador Michael Saylor, que disse durante uma chamada de resultados na terça-feira que a empresa pode vender BTC periodicamente para financiar dividendos, potencialmente sem emitir nova equity. A Strategy detém 818,334 BTC, avaliados em mais de $66 bilhões.#BTC #biticon $BTC
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