🚀📊POLYGON SUPERA ETHEREUM EM TAXAS DIÁRIAS DURANTE BOOM DOS MERCADOS DE PREVISÃO
A Polygon superou momentaneamente a Ethereum em taxas diárias de transação, impulsionada por um forte aumento de atividade na Polymarket. O movimento evidencia uma migração de demanda para soluções de segunda camada (Layer-2), que oferecem custos mais baixos e maior eficiência operacional. Nos últimos três dias, a Polygon registrou receitas superiores às da rede principal do Ethereum. Segundo dados da Token Terminal, a rede arrecadou cerca de US$ 407.100 em taxas na sexta-feira, enquanto o Ethereum somou aproximadamente US$ 211.700 no mesmo período. Essa foi a primeira vez que a Polygon ultrapassou o Ethereum em taxas diárias, sinalizando como aplicações específicas — como mercados de previsão — podem alterar temporariamente a dinâmica de geração de receita dentro do ecossistema.
Desde então, a diferença entre as redes diminuiu. No sábado, a Polygon registrou cerca de US$ 303.000 em taxas diárias, enquanto a Ethereum somou aproximadamente US$ 285.000, reduzindo a vantagem observada no dia anterior. A Polygon abriga a Polymarket, um dos mercados de previsão mais relevantes do setor cripto, lançado em 2020. O recente salto na atividade da rede tem sido amplamente atribuído ao crescimento da plataforma. Em publicação no X, Matthias Seidl, cofundador da growthepie — plataforma de análise do ecossistema Ethereum — afirmou que o aumento recente foi “totalmente impulsionado pela Polymarket”. Segundo dados compartilhados por ele, a Polymarket gerou pouco mais de US$ 1 milhão em taxas na Polygon nos últimos sete dias. Para efeito de comparação, o segundo aplicativo com maior geração de taxas na rede foi o Origin World, com cerca de US$ 130.000 no mesmo período, evidenciando a forte concentração de receita em um único protocolo dentro da L2.
A própria Polygon destacou o salto recente de atividade na Polymarket. Em publicação no X, a equipe observou que mais de US$ 15 milhões em apostas foram realizados em apenas uma categoria do Oscar, afirmando que “a Polygon é a blockchain por trás de tudo isso”. A rede também afirmou que há uma crescente infraestrutura de agentes trustless sendo implementada na L2 para explorar oportunidades no mercado de previsões, reforçando a tese de expansão do ecossistema. Os mercados de previsão ganharam forte tração desde a última eleição nos Estados Unidos, e a adoção acelerada levou diversas empresas cripto a lançarem suas próprias plataformas nesse segmento. Outro ponto destacado por analistas foi o crescimento do uso de stablecoins na Polygon, especialmente do USD Coin, emitido pela Circle. Segundo dados compartilhados no X pelo analista conhecido como petertherock, a rede atingiu uma nova máxima semanal de 28 milhões de transações em USDC. A Polymarket utiliza USDC baseado na Polygon como principal meio de liquidação em sua plataforma, o que ajuda a explicar a correlação entre o aumento da atividade no protocolo e o crescimento das métricas da rede. $POL {spot}(POLUSDT) $ETH {spot}(ETHUSDT)
📊🔒PREÇO DO BITCOIN FICA PRESO ENTRE SUPORTE E RESISTÊNCIA-CHAVE
O Bitcoin encontra-se atualmente comprimido entre dois indicadores técnicos de longo prazo: a média móvel simples (SMA) de 200 semanas, situada em US$ 68.300, e a média móvel exponencial (EMA) de 200 semanas, em US$ 58.400. Historicamente, segundo o analista Jelle, os principais fundos do BTC tendem a se formar justamente na faixa entre essas duas médias. Esse comportamento recorrente sugere que o ativo pode estar em processo de construção de fundo dentro desse intervalo técnico, reforçando a relevância dessas linhas como zona decisiva para o próximo grande movimento direcional. Embora o Bitcoin tenha encerrado a semana acima da EMA de 200 semanas pelo segundo período consecutivo, isso ainda não garante uma reversão definitiva de tendência. Em publicação no X, o trader e analista Rekt Capital alertou que o movimento não elimina os riscos no curto prazo. Segundo ele, na ausência de uma alta mais expressiva a partir desses níveis, o BTC pode acabar perdendo novamente a EMA de 200 semanas com o passar do tempo — cenário que poderia abrir espaço para novas quedas
Gráfico semanal BTC/USD.
O investidor e empreendedor cripto Ted Pillows apresentou uma leitura mais ampla do cenário, destacando US$ 71.000 como nível decisivo para um rompimento altista no Bitcoin. Em publicação no X, ele afirmou que o BTC precisa registrar um fechamento diário acima de US$ 71.000 para aumentar significativamente as chances de continuidade da alta. Por outro lado, alertou que uma perda da região de US$ 66.000 pode enfraquecer a estrutura atual e abrir espaço para uma possível revisita à faixa de US$ 60.000, reforçando o momento de compressão entre níveis técnicos críticos.
O Cointelegraph destacou que o gap da Chicago Mercantile Exchange (CME) entre US$ 80.000 e US$ 84.000 pode funcionar como um “ímã” para o preço do Bitcoin, servindo como potencial alvo superior em caso de retomada altista. Desde agosto de 2025, nove em cada dez gaps da CME foram preenchidos, reforçando a relevância estatística desse padrão. Diante disso, a faixa entre US$ 80.000 e US$ 84.000 desponta como o principal nível de alta a ser monitorado em um cenário de continuação do movimento ascendente.
📊🔒PREÇO DO BITCOIN FICA PRESO ENTRE SUPORTE E RESISTÊNCIA-CHAVE
O Bitcoin encontra-se atualmente comprimido entre dois indicadores técnicos de longo prazo: a média móvel simples (SMA) de 200 semanas, situada em US$ 68.300, e a média móvel exponencial (EMA) de 200 semanas, em US$ 58.400. Historicamente, segundo o analista Jelle, os principais fundos do BTC tendem a se formar justamente na faixa entre essas duas médias. Esse comportamento recorrente sugere que o ativo pode estar em processo de construção de fundo dentro desse intervalo técnico, reforçando a relevância dessas linhas como zona decisiva para o próximo grande movimento direcional. Embora o Bitcoin tenha encerrado a semana acima da EMA de 200 semanas pelo segundo período consecutivo, isso ainda não garante uma reversão definitiva de tendência. Em publicação no X, o trader e analista Rekt Capital alertou que o movimento não elimina os riscos no curto prazo. Segundo ele, na ausência de uma alta mais expressiva a partir desses níveis, o BTC pode acabar perdendo novamente a EMA de 200 semanas com o passar do tempo — cenário que poderia abrir espaço para novas quedas
Gráfico semanal BTC/USD.
O investidor e empreendedor cripto Ted Pillows apresentou uma leitura mais ampla do cenário, destacando US$ 71.000 como nível decisivo para um rompimento altista no Bitcoin. Em publicação no X, ele afirmou que o BTC precisa registrar um fechamento diário acima de US$ 71.000 para aumentar significativamente as chances de continuidade da alta. Por outro lado, alertou que uma perda da região de US$ 66.000 pode enfraquecer a estrutura atual e abrir espaço para uma possível revisita à faixa de US$ 60.000, reforçando o momento de compressão entre níveis técnicos críticos.
O Cointelegraph destacou que o gap da Chicago Mercantile Exchange (CME) entre US$ 80.000 e US$ 84.000 pode funcionar como um “ímã” para o preço do Bitcoin, servindo como potencial alvo superior em caso de retomada altista. Desde agosto de 2025, nove em cada dez gaps da CME foram preenchidos, reforçando a relevância estatística desse padrão. Diante disso, a faixa entre US$ 80.000 e US$ 84.000 desponta como o principal nível de alta a ser monitorado em um cenário de continuação do movimento ascendente.
📊🚨MÉTRICAS DE SENTIMENTO DO MERCADO APONTAM PARA UMA POSSÍVEL INFLEXÃO NA TENDÊNCIA DO BITCOIN
Em seu mais recente relatório de mercado, a Matrixport afirmou que o sentimento dos investidores atingiu níveis extremamente deprimidos, evidenciando um cenário de forte pessimismo no segmento de ativos digitais. A instituição também chamou atenção para seu indicador proprietário de medo e ganância do Bitcoin, ressaltando que “fundos mais consistentes” tendem a se formar quando a média móvel de 21 dias recua para abaixo de zero e, em seguida, inicia uma reversão para cima. De acordo com o gráfico divulgado, esse movimento pode já estar começando a se desenhar. Segundo a análise, essa mudança sinaliza que a pressão vendedora pode estar perdendo força, abrindo espaço para uma possível estabilização das condições de mercado.
O relatório ainda destacou que, considerando a relação cíclica entre o sentimento do investidor e a dinâmica de preços do Bitcoin, a leitura recente em nível extremo pode indicar que o mercado esteja se aproximando de um novo possível ponto de inflexão. Ao mesmo tempo, a Matrixport alertou que, no curto prazo, não se pode descartar a continuidade da pressão baixista sobre os preços. “Embora a cautela continue sendo fundamental, o momento atual exige atenção redobrada e preparo para cenários que historicamente antecedem recuperações mais expressivas”, destacou a empresa.
🚀📊POLYGON SUPERA ETHEREUM EM TAXAS DIÁRIAS DURANTE BOOM DOS MERCADOS DE PREVISÃO
A Polygon superou momentaneamente a Ethereum em taxas diárias de transação, impulsionada por um forte aumento de atividade na Polymarket. O movimento evidencia uma migração de demanda para soluções de segunda camada (Layer-2), que oferecem custos mais baixos e maior eficiência operacional. Nos últimos três dias, a Polygon registrou receitas superiores às da rede principal do Ethereum. Segundo dados da Token Terminal, a rede arrecadou cerca de US$ 407.100 em taxas na sexta-feira, enquanto o Ethereum somou aproximadamente US$ 211.700 no mesmo período. Essa foi a primeira vez que a Polygon ultrapassou o Ethereum em taxas diárias, sinalizando como aplicações específicas — como mercados de previsão — podem alterar temporariamente a dinâmica de geração de receita dentro do ecossistema.
Desde então, a diferença entre as redes diminuiu. No sábado, a Polygon registrou cerca de US$ 303.000 em taxas diárias, enquanto a Ethereum somou aproximadamente US$ 285.000, reduzindo a vantagem observada no dia anterior. A Polygon abriga a Polymarket, um dos mercados de previsão mais relevantes do setor cripto, lançado em 2020. O recente salto na atividade da rede tem sido amplamente atribuído ao crescimento da plataforma. Em publicação no X, Matthias Seidl, cofundador da growthepie — plataforma de análise do ecossistema Ethereum — afirmou que o aumento recente foi “totalmente impulsionado pela Polymarket”. Segundo dados compartilhados por ele, a Polymarket gerou pouco mais de US$ 1 milhão em taxas na Polygon nos últimos sete dias. Para efeito de comparação, o segundo aplicativo com maior geração de taxas na rede foi o Origin World, com cerca de US$ 130.000 no mesmo período, evidenciando a forte concentração de receita em um único protocolo dentro da L2.
A própria Polygon destacou o salto recente de atividade na Polymarket. Em publicação no X, a equipe observou que mais de US$ 15 milhões em apostas foram realizados em apenas uma categoria do Oscar, afirmando que “a Polygon é a blockchain por trás de tudo isso”. A rede também afirmou que há uma crescente infraestrutura de agentes trustless sendo implementada na L2 para explorar oportunidades no mercado de previsões, reforçando a tese de expansão do ecossistema. Os mercados de previsão ganharam forte tração desde a última eleição nos Estados Unidos, e a adoção acelerada levou diversas empresas cripto a lançarem suas próprias plataformas nesse segmento. Outro ponto destacado por analistas foi o crescimento do uso de stablecoins na Polygon, especialmente do USD Coin, emitido pela Circle. Segundo dados compartilhados no X pelo analista conhecido como petertherock, a rede atingiu uma nova máxima semanal de 28 milhões de transações em USDC. A Polymarket utiliza USDC baseado na Polygon como principal meio de liquidação em sua plataforma, o que ajuda a explicar a correlação entre o aumento da atividade no protocolo e o crescimento das métricas da rede. $POL $ETH
💰📊 65% DAS RESERVAS DE USDT E USDC EM CEXS ESTÃO NA BINANCE
De acordo com dados da @CryptoQuant Quicktake , a Binance segue como o principal hub de liquidez em stablecoins, concentrando cerca de US$ 47,5 bilhões em Tether (USDT) e USD Coin (USDC) — as duas maiores stablecoins em capitalização de mercado. Esse montante equivale a aproximadamente 65% do total de USDT e USDC mantidos em exchanges centralizadas (CEXs) e representa um crescimento de 31% em relação aos US$ 35,9 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior, reforçando a posição dominante da Binance na liquidez do mercado.
Outras grandes exchanges ficam atrás da Binance em reservas de stablecoins. A OKX lidera entre as concorrentes, com cerca de 13% do total — aproximadamente US$ 9,5 bilhões. Na sequência aparecem a Coinbase, com 8% (cerca de US$ 5,9 bilhões), e a Bybit, com 6% (aproximadamente US$ 4 bilhões). Mesmo com a desaceleração das saídas típicas de um mercado de baixa, a concentração de liquidez em stablecoins na Binance permanece elevada. Segundo a CryptoQuant, o movimento indica que “o capital não está deixando o mercado cripto — está se concentrando”, reforçando a ideia de redistribuição interna de liquidez em vez de fuga estrutural de recursos.
Maior parte da liquidez em stablecoins da Binance vem do $USDT As reservas de stablecoins da Binance são majoritariamente concentradas em Tether (USDT). A plataforma mantém cerca de US$ 42,3 bilhões na stablecoin da Tether, contra aproximadamente US$ 5,2 bilhões em USD Coin (USDC). Em termos anuais, a liquidez em USDT na exchange cresceu 36%, enquanto as reservas de USDC permaneceram praticamente estáveis no mesmo período, reforçando o papel dominante do USDT na estrutura de liquidez da Binance.
Apesar da desaceleração nas saídas de stablecoins — sinal que pode indicar consolidação — a CryptoQuant avalia que o Bitcoin (BTC) ainda pode enfrentar novas quedas antes de estabelecer um fundo definitivo. Segundo analistas da plataforma, o principal suporte técnico baseado no preço realizado do Bitcoin permanece na região de US$ 55.000 — nível que, até o momento, ainda não foi testado pelo mercado. $USDT $BTC
📊📉CONTRASTE MARCANTE COM O MERCADO CRIPTO MAIS AMPLO
A demanda contínua por RWAs tokenizados sinaliza avanço da participação institucional, à medida que gestoras tradicionais passam a utilizar blockchains públicas para emitir, negociar e liquidar versões digitais de instrumentos financeiros convencionais. Fundos de mercado monetário tokenizados, por exemplo, já vão além da função de geração de rendimento e começam a ser utilizados como colateral em operações de trading e empréstimos onchain. Grandes instituições, como BlackRock, JPMorgan Chase e Goldman Sachs, ampliaram sua atuação nesse segmento. Recentemente, a BlackRock deu um passo relevante em direção às finanças descentralizadas ao integrar seu fundo tokenizado de Treasuries dos EUA, o USD Institutional Digital Liquidity Fund (BUIDL), à Uniswap, marcando uma aproximação mais direta entre ativos tradicionais e infraestrutura DeFi. Esse avanço ocorre em contraste com o mercado cripto mais amplo, que perdeu aproximadamente US$ 1 trilhão em valor de mercado no último mês, destacando a resiliência relativa dos ativos tokenizados com geração de rendimento.
O mercado de criptomoedas como um todo segue em trajetória de queda desde outubro, com a pressão vendedora se intensificando ao longo de janeiro, segundo dados da CoinGecko. Os mercados de derivativos têm atuado como um dos principais focos de tensão, especialmente após um amplo evento de desalavancagem ocorrido em outubro, que desencadeou fraqueza disseminada nos ativos digitais. Desde então, as condições ainda não se normalizaram completamente. A liquidez permanece mais restrita e o sentimento do investidor segue cauteloso, mesmo com os mercados acionários operando próximos de máximas históricas. $BTC $UNI
📊🚀 ENQUANTO O MERCADO CRIPTO PERDE US$ 1 TRILHÃO, RWAS TOKENIZADOS SOBEM 13,5%
Os ativos do mundo real (RWAs) tokenizados registraram alta de 13,5% nos últimos 30 dias, mesmo em um cenário de forte correção no mercado cripto, que eliminou cerca de US$ 1 trilhão em valor total no período. O movimento reforça a resiliência do setor e evidencia a crescente presença institucional nesse segmento. Segundo dados da RWA.xyz, o valor total de RWAs onchain avançou impulsionado por dois fatores principais: aumento na emissão de ativos — com mais títulos e instrumentos financeiros sendo tokenizados em blockchains públicas — e crescimento no número de endereços únicos que detêm esses ativos, indicando expansão da base de investidores. Até segunda-feira, todas as principais redes monitoradas apresentaram crescimento no volume tokenizado. A liderança ficou com a Ethereum, que adicionou aproximadamente US$ 1,7 bilhão em valor líquido. Em seguida aparece a Arbitrum, com US$ 880 milhões, e a Solana, com US$ 530 milhões. Os números refletem o aumento do valor total onchain de ativos tokenizados emitidos ou em circulação nessas redes, reforçando a narrativa de que RWAs continuam atraindo capital mesmo em períodos de aversão ao risco no mercado cripto mais amplo.
Sem considerar as stablecoins, os títulos tokenizados — como Treasuries e crédito privado — aceleraram o crescimento nos últimos 30 dias, segundo dados da RWA.xyz, refletindo maior busca por ativos com rendimento no ambiente onchain. Os títulos do Tesouro dos EUA e outras dívidas governamentais tokenizadas seguem como a principal categoria entre os RWAs, com mais de US$ 10 bilhões em produtos onchain atualmente em circulação. Os fluxos para esses instrumentos permaneceram positivos no período, reforçando a preferência por ativos de menor risco. Além disso, ações tokenizadas e produtos negociados em bolsa também apresentaram crescimento, ampliando a diversificação dentro do segmento de ativos reais tokenizados.
📊🔥ESTRUTURA DE CUSTO EXPLICA RESISTÊNCIA DO ETHEREUM NA FAIXA DOS US$ 2 MIL
Os dados de preço médio de aquisição revelam os níveis em que os investidores compraram originalmente seu Ethereum — e essas zonas costumam se transformar em resistência quando o ativo retorna a elas. Atualmente, o maior agrupamento de custo está concentrado entre US$ 1.995 e US$ 2.015. Nessa faixa, foram acumulados mais de 1,01 milhão de ETH, formando uma região de oferta relevante. Quando o preço se aproxima desse intervalo, muitos investidores tendem a vender para recuperar capital ou sair no zero a zero, elevando a pressão vendedora e dificultando a continuidade do movimento de alta.
Quando o preço do Ethereum retorna a essa faixa de custo, muitos investidores aproveitam para vender e recuperar o capital investido. Esse comportamento aumenta a oferta disponível no mercado e limita a continuidade das altas. O mesmo padrão foi observado nas três tentativas recentes de recuperação. Em todas elas, o avanço perdeu força exatamente próximo — ou levemente acima — dessa zona de custo-base. Isso reforça que o Ethereum precisa superar esse intervalo com consistência e volume para destravar um movimento de alta mais sólido. No momento, o ativo segue comprimido entre suporte e resistência. As barreiras imediatas continuam sendo US$ 2.000 — atualmente o nível mais relevante — e US$ 2.120, como já destacado. Contudo, projeções técnicas indicam outros pontos importantes no radar. Caso o Ethereum consiga romper e sustentar preços acima da faixa entre US$ 2.120 e US$ 2.140, os próximos alvos técnicos passam a ser US$ 2.210 e US$ 2.300, ampliando o potencial de valorização no curto prazo.
Por outro lado, a incapacidade de romper a resistência pode manter o preço do Ethereum em consolidação. O suporte mais próximo está na região de US$ 1.895 e, caso esse nível seja perdido, a estrutura de recuperação sustentada pela linha de tendência ascendente será invalidada. Os gráficos ainda mostram tentativas claras de reversão, e o CMF sinaliza retorno gradual dos compradores. No entanto, a combinação de vendas por parte de baleias, redução de posição de investidores de longo prazo e a forte barreira formada pela zona de custo-base continua limitando o avanço. Diante desse cenário, a próxima movimentação do Ethereum dependerá da capacidade dos compradores de absorver a oferta concentrada nas resistências e converter esses níveis em suporte. Somente com esse rompimento consistente o ativo poderá iniciar uma trajetória de alta mais convincente.
📊🔥ESTRUTURA DE CUSTO EXPLICA RESISTÊNCIA DO ETHEREUM NA FAIXA DOS US$ 2 MIL
Os dados de preço médio de aquisição revelam os níveis em que os investidores compraram originalmente seu Ethereum — e essas zonas costumam se transformar em resistência quando o ativo retorna a elas. Atualmente, o maior agrupamento de custo está concentrado entre US$ 1.995 e US$ 2.015. Nessa faixa, foram acumulados mais de 1,01 milhão de ETH, formando uma região de oferta relevante. Quando o preço se aproxima desse intervalo, muitos investidores tendem a vender para recuperar capital ou sair no zero a zero, elevando a pressão vendedora e dificultando a continuidade do movimento de alta.
Quando o preço do Ethereum retorna a essa faixa de custo, muitos investidores aproveitam para vender e recuperar o capital investido. Esse comportamento aumenta a oferta disponível no mercado e limita a continuidade das altas. O mesmo padrão foi observado nas três tentativas recentes de recuperação. Em todas elas, o avanço perdeu força exatamente próximo — ou levemente acima — dessa zona de custo-base. Isso reforça que o Ethereum precisa superar esse intervalo com consistência e volume para destravar um movimento de alta mais sólido. No momento, o ativo segue comprimido entre suporte e resistência. As barreiras imediatas continuam sendo US$ 2.000 — atualmente o nível mais relevante — e US$ 2.120, como já destacado. Contudo, projeções técnicas indicam outros pontos importantes no radar. Caso o Ethereum consiga romper e sustentar preços acima da faixa entre US$ 2.120 e US$ 2.140, os próximos alvos técnicos passam a ser US$ 2.210 e US$ 2.300, ampliando o potencial de valorização no curto prazo.
Por outro lado, a incapacidade de romper a resistência pode manter o preço do Ethereum em consolidação. O suporte mais próximo está na região de US$ 1.895 e, caso esse nível seja perdido, a estrutura de recuperação sustentada pela linha de tendência ascendente será invalidada. Os gráficos ainda mostram tentativas claras de reversão, e o CMF sinaliza retorno gradual dos compradores. No entanto, a combinação de vendas por parte de baleias, redução de posição de investidores de longo prazo e a forte barreira formada pela zona de custo-base continua limitando o avanço. Diante desse cenário, a próxima movimentação do Ethereum dependerá da capacidade dos compradores de absorver a oferta concentrada nas resistências e converter esses níveis em suporte. Somente com esse rompimento consistente o ativo poderá iniciar uma trajetória de alta mais convincente.