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Em queda de 95%, Shiba Inu aposta no Shibarium e em 'Burn Portal' para impulsionar a recuperaçãoO Shiba Inu (SHIB) percorreu um longo caminho desde sua meteórica alta em 2021. A memecoin, que disparou até uma máxima histórica de US$ 0.00008616 após saltar vários milhões de pontos percentuais em poucos meses, desde então viu uma reversão dramática — os dados da CoinGecko mostram que o SHIB caiu aproximadamente 95% em relação ao pico. A grande questão agora é: o ecossistema do Shiba Inu consegue atrair usuários suficientes para reviver as perspectivas do token? Um momento decisivo na alta do SHIB em 2021 foi a intervenção de alto perfil do cofundador da Ethereum, Vitalik Buterin, que recebeu metade do fornecimento do SHIB e, posteriormente, queimou 90% do que obteve. Essa redução brusca de oferta ajudou a desencadear uma forte alta no preço, e muitos na comunidade passaram a defender mais queimaduras. Porém, o desenvolvedor líder Shytoshi Kusama tem reiteradamente alertado que apenas queimaduras não vão restaurar o valor do SHIB — a adoção mais ampla é essencial para qualquer recuperação sustentada de preço. Para isso, o projeto Shiba Inu deixou de ser apenas um ativo meme, lançando infraestrutura voltada para o mundo real com foco em utilidade e atividades on-chain. Entre os desenvolvimentos notáveis estão o Shibarium, uma rede de camada 2 que hospeda múltiplas aplicações, o ShibOS para ajudar empresas a migrarem para a Web3, além de planos para um metaverso e expansão do ecossistema. Essas iniciativas foram pensadas para impulsionar o crescimento de usuários e a demanda por transações — os fundamentos que Kusama diz serem necessários para uma virada genuína. Na frente de oferta do token, a equipe estaria trabalhando em um novo mecanismo de queima — um "burn portal" dito capaz de destruir trilhões de SHIB por ano. Se for implementado e combinado com o aumento do uso do Shibarium e de outros serviços do ecossistema, um mecanismo assim poderia ainda mais reduzir a oferta em circulação e, em tese, apoiar preços mais altos. Resumo: o Shiba Inu passou de um experimento puramente meme para um projeto cripto mais amplo, com infraestrutura de camada 2 e ferramentas voltadas para negócios. Embora as queimaduras de alto perfil historicamente tenham movido o preço, a recuperação de longo prazo provavelmente depende de adoção real e atividade sustentada nas suas redes. O "burn portal" supostamente comentado poderia amplificar esses efeitos, mas ainda há uma incerteza considerável. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news

Em queda de 95%, Shiba Inu aposta no Shibarium e em 'Burn Portal' para impulsionar a recuperação

O Shiba Inu (SHIB) percorreu um longo caminho desde sua meteórica alta em 2021. A memecoin, que disparou até uma máxima histórica de US$ 0.00008616 após saltar vários milhões de pontos percentuais em poucos meses, desde então viu uma reversão dramática — os dados da CoinGecko mostram que o SHIB caiu aproximadamente 95% em relação ao pico. A grande questão agora é: o ecossistema do Shiba Inu consegue atrair usuários suficientes para reviver as perspectivas do token? Um momento decisivo na alta do SHIB em 2021 foi a intervenção de alto perfil do cofundador da Ethereum, Vitalik Buterin, que recebeu metade do fornecimento do SHIB e, posteriormente, queimou 90% do que obteve. Essa redução brusca de oferta ajudou a desencadear uma forte alta no preço, e muitos na comunidade passaram a defender mais queimaduras. Porém, o desenvolvedor líder Shytoshi Kusama tem reiteradamente alertado que apenas queimaduras não vão restaurar o valor do SHIB — a adoção mais ampla é essencial para qualquer recuperação sustentada de preço. Para isso, o projeto Shiba Inu deixou de ser apenas um ativo meme, lançando infraestrutura voltada para o mundo real com foco em utilidade e atividades on-chain. Entre os desenvolvimentos notáveis estão o Shibarium, uma rede de camada 2 que hospeda múltiplas aplicações, o ShibOS para ajudar empresas a migrarem para a Web3, além de planos para um metaverso e expansão do ecossistema. Essas iniciativas foram pensadas para impulsionar o crescimento de usuários e a demanda por transações — os fundamentos que Kusama diz serem necessários para uma virada genuína. Na frente de oferta do token, a equipe estaria trabalhando em um novo mecanismo de queima — um "burn portal" dito capaz de destruir trilhões de SHIB por ano. Se for implementado e combinado com o aumento do uso do Shibarium e de outros serviços do ecossistema, um mecanismo assim poderia ainda mais reduzir a oferta em circulação e, em tese, apoiar preços mais altos. Resumo: o Shiba Inu passou de um experimento puramente meme para um projeto cripto mais amplo, com infraestrutura de camada 2 e ferramentas voltadas para negócios. Embora as queimaduras de alto perfil historicamente tenham movido o preço, a recuperação de longo prazo provavelmente depende de adoção real e atividade sustentada nas suas redes. O "burn portal" supostamente comentado poderia amplificar esses efeitos, mas ainda há uma incerteza considerável. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news
Proibição da CBDC do Fed para 2031 no projeto de lei de habitação para se tornar lei após Trump reter assinaturaO presidente Trump se recusou a assinar a Lei de Estradas do Século XXI para a Habitação — mas não está bloqueando o projeto. Em uma postagem no Truth Social, Trump disse que está suspendendo sua assinatura até que o Senado avance a Save America Act, um projeto de lei de votação que ele tem defendido repetidamente e chamado de “desesperadamente necessário”. O Congresso enviou o projeto de lei de habitação à Casa Branca no mês passado e, embora Trump tenha se recusado a assiná-lo, ele não emitiu um veto formal. Um funcionário da Casa Branca confirmou que o presidente não pretende vetar a medida, o que significa que ela se tornará lei automaticamente assim que o prazo de revisão constitucional expirar. Leitores focados em cripto estarão observando uma disposição em particular. A legislação de habitação inclui uma linguagem que proibiria o Federal Reserve de emitir uma moeda digital de banco central dos EUA (CBDC) até 2031 — uma medida que consolida e estende a posição anterior da administração após Trump emitir uma ordem executiva determinando que agências federais não buscassem uma CBDC dos EUA. Esse trecho se tornou um ponto de conflito para a indústria, que tem acompanhado de perto as tentativas de influenciar a política de ativos digitais em Washington. A decisão de Trump decorre de sua insistência para que o Congresso aprove a Save America Act, que exigiria documento de identidade com foto para votar em eleições federais e tem forte apoio entre seus apoiadores. Ele adiou anteriormente a assinatura do projeto de lei de habitação pelo mesmo motivo. Como o Congresso ainda está em sessão e o presidente não usou seu poder de veto, o projeto entrará em vigor automaticamente em vez de estar sujeito a um veto de bolso, que pode bloquear permanentemente uma legislação apenas sob condições específicas de tempo. A medida gerou críticas rápidas dos democratas. A senadora Elizabeth Warren disse que a recusa de Trump em assinar o projeto de lei de habitação prejudica os esforços para enfrentar a falta de moradia a preços acessíveis, observando que a legislação ainda se tornará lei, pois nenhum veto foi emitido. A restrição de CBDC no projeto de habitação chega enquanto legisladores continuam debatendo uma política mais ampla de cripto. Senadores discutem propostas como a CLARITY Act, destinada a criar uma estrutura regulatória para ativos digitais, enquanto Warren e outros democratas pressionaram por audiências sobre as participações de criptomoedas de Trump. Juntos, esses desdobramentos mantêm a política de CBDC e a regulação mais ampla de cripto em evidência à medida que o projeto de lei de habitação se aproxima da promulgação. Saiba mais em notícias geradas por IA em: undefined/news

Proibição da CBDC do Fed para 2031 no projeto de lei de habitação para se tornar lei após Trump reter assinatura

O presidente Trump se recusou a assinar a Lei de Estradas do Século XXI para a Habitação — mas não está bloqueando o projeto. Em uma postagem no Truth Social, Trump disse que está suspendendo sua assinatura até que o Senado avance a Save America Act, um projeto de lei de votação que ele tem defendido repetidamente e chamado de “desesperadamente necessário”. O Congresso enviou o projeto de lei de habitação à Casa Branca no mês passado e, embora Trump tenha se recusado a assiná-lo, ele não emitiu um veto formal. Um funcionário da Casa Branca confirmou que o presidente não pretende vetar a medida, o que significa que ela se tornará lei automaticamente assim que o prazo de revisão constitucional expirar. Leitores focados em cripto estarão observando uma disposição em particular. A legislação de habitação inclui uma linguagem que proibiria o Federal Reserve de emitir uma moeda digital de banco central dos EUA (CBDC) até 2031 — uma medida que consolida e estende a posição anterior da administração após Trump emitir uma ordem executiva determinando que agências federais não buscassem uma CBDC dos EUA. Esse trecho se tornou um ponto de conflito para a indústria, que tem acompanhado de perto as tentativas de influenciar a política de ativos digitais em Washington. A decisão de Trump decorre de sua insistência para que o Congresso aprove a Save America Act, que exigiria documento de identidade com foto para votar em eleições federais e tem forte apoio entre seus apoiadores. Ele adiou anteriormente a assinatura do projeto de lei de habitação pelo mesmo motivo. Como o Congresso ainda está em sessão e o presidente não usou seu poder de veto, o projeto entrará em vigor automaticamente em vez de estar sujeito a um veto de bolso, que pode bloquear permanentemente uma legislação apenas sob condições específicas de tempo. A medida gerou críticas rápidas dos democratas. A senadora Elizabeth Warren disse que a recusa de Trump em assinar o projeto de lei de habitação prejudica os esforços para enfrentar a falta de moradia a preços acessíveis, observando que a legislação ainda se tornará lei, pois nenhum veto foi emitido. A restrição de CBDC no projeto de habitação chega enquanto legisladores continuam debatendo uma política mais ampla de cripto. Senadores discutem propostas como a CLARITY Act, destinada a criar uma estrutura regulatória para ativos digitais, enquanto Warren e outros democratas pressionaram por audiências sobre as participações de criptomoedas de Trump. Juntos, esses desdobramentos mantêm a política de CBDC e a regulação mais ampla de cripto em evidência à medida que o projeto de lei de habitação se aproxima da promulgação. Saiba mais em notícias geradas por IA em: undefined/news
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Apple Sues OpenAI, Alleges Ex-Apple Engineers Stole Hardware SecretsApple sues OpenAI, alleges ex-Apple engineers stole hardware secrets Apple has filed a lawsuit against OpenAI and two former Apple employees, accusing the ChatGPT maker of using stolen trade secrets to jump-start its consumer hardware efforts. The complaint was filed Friday in the U.S. District Court for the Northern District of California and names defendants OpenAI Foundation, OpenAI Group PBC, io Products, and former Apple engineers Chang Liu and Tang Yew Tan. What Apple alleges - Chang Liu, a senior systems electrical engineer who left Apple in January after eight years, allegedly failed to return an Apple-issued laptop and—while employed at OpenAI—exploited what Apple calls a “rare, previously unknown authentication bug” to access Apple’s internal network folders. According to the complaint, Liu downloaded dozens of confidential files, including engineering presentations, technical specifications, proprietary project data and details about unreleased products. - Tang Yew Tan, a 24-year Apple veteran who became OpenAI’s chief hardware officer, is accused of using confidential information from his Apple tenure to benefit OpenAI. The filing says Tan referenced Apple’s internal project names in interviews and questioned candidates about unreleased products. - Apple also alleges OpenAI’s recruiting for hardware roles asked candidates to bring “actual parts” for “show and tell” and requested “CAD/design artifacts,” prototypes, supplier information and specifics about employees’ previous work on Apple hardware. Context and fallout - The suit follows OpenAI’s roughly $6.4 billion acquisition of io Products, the hardware startup founded by former Apple designer Jony Ive; Ive is not named in the complaint. Apple says OpenAI’s hardware division has hired more than 400 former Apple employees. - Apple says it raised concerns with OpenAI in February about confidential information entering the company but received no response. - Decrypt reports that neither Apple nor OpenAI immediately responded to requests for comment. Why it matters - The case puts a spotlight on competition for hardware talent and sensitive IP as AI companies race to build consumer devices. For investors and industry watchers, the lawsuit could complicate OpenAI’s hardware ambitions and raise broader questions about hiring practices, data controls and legal exposure in the AI-hardware arms race. Broader legal backdrop - The filing comes after a separate trade secrets dispute between OpenAI and Elon Musk’s xAI. xAI sued OpenAI last September, alleging improper recruitment to obtain confidential source code, training methods and data center strategies; a federal judge dismissed that case in June for insufficient evidence that OpenAI encouraged disclosure. A once-cozy relationship - The lawsuit marks a sharp turn from earlier collaboration: in 2024 Apple tapped OpenAI to bring ChatGPT into Siri as part of Apple Intelligence. More recently, Apple shifted to Google’s Gemini to power its next generation of AI models after delays stalled the rollout. The litigation is likely to be closely watched across tech and crypto communities alike given the overlap of AI, hardware, talent flows—and the potential impact on startups and investments tied to the burgeoning AI-device market. Read more AI-generated news on: undefined/news

Apple Sues OpenAI, Alleges Ex-Apple Engineers Stole Hardware Secrets

Apple sues OpenAI, alleges ex-Apple engineers stole hardware secrets Apple has filed a lawsuit against OpenAI and two former Apple employees, accusing the ChatGPT maker of using stolen trade secrets to jump-start its consumer hardware efforts. The complaint was filed Friday in the U.S. District Court for the Northern District of California and names defendants OpenAI Foundation, OpenAI Group PBC, io Products, and former Apple engineers Chang Liu and Tang Yew Tan. What Apple alleges - Chang Liu, a senior systems electrical engineer who left Apple in January after eight years, allegedly failed to return an Apple-issued laptop and—while employed at OpenAI—exploited what Apple calls a “rare, previously unknown authentication bug” to access Apple’s internal network folders. According to the complaint, Liu downloaded dozens of confidential files, including engineering presentations, technical specifications, proprietary project data and details about unreleased products. - Tang Yew Tan, a 24-year Apple veteran who became OpenAI’s chief hardware officer, is accused of using confidential information from his Apple tenure to benefit OpenAI. The filing says Tan referenced Apple’s internal project names in interviews and questioned candidates about unreleased products. - Apple also alleges OpenAI’s recruiting for hardware roles asked candidates to bring “actual parts” for “show and tell” and requested “CAD/design artifacts,” prototypes, supplier information and specifics about employees’ previous work on Apple hardware. Context and fallout - The suit follows OpenAI’s roughly $6.4 billion acquisition of io Products, the hardware startup founded by former Apple designer Jony Ive; Ive is not named in the complaint. Apple says OpenAI’s hardware division has hired more than 400 former Apple employees. - Apple says it raised concerns with OpenAI in February about confidential information entering the company but received no response. - Decrypt reports that neither Apple nor OpenAI immediately responded to requests for comment. Why it matters - The case puts a spotlight on competition for hardware talent and sensitive IP as AI companies race to build consumer devices. For investors and industry watchers, the lawsuit could complicate OpenAI’s hardware ambitions and raise broader questions about hiring practices, data controls and legal exposure in the AI-hardware arms race. Broader legal backdrop - The filing comes after a separate trade secrets dispute between OpenAI and Elon Musk’s xAI. xAI sued OpenAI last September, alleging improper recruitment to obtain confidential source code, training methods and data center strategies; a federal judge dismissed that case in June for insufficient evidence that OpenAI encouraged disclosure. A once-cozy relationship - The lawsuit marks a sharp turn from earlier collaboration: in 2024 Apple tapped OpenAI to bring ChatGPT into Siri as part of Apple Intelligence. More recently, Apple shifted to Google’s Gemini to power its next generation of AI models after delays stalled the rollout. The litigation is likely to be closely watched across tech and crypto communities alike given the overlap of AI, hardware, talent flows—and the potential impact on startups and investments tied to the burgeoning AI-device market. Read more AI-generated news on: undefined/news
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Circle dispara após a OCC aprovar o National Trust Bank, garantindo apoio federal para o USDCTítulo: As ações da Circle disparam após a OCC conceder a aprovação final para o National Trust Bank, consolidando um alicerce federal para o USDC A Circle subiu na sexta-feira após o Escritório do Controlador da Moeda dos EUA (OCC) conceder aprovação final para que a empresa forme um banco fiduciário nacional — um movimento que substitui um mosaico de supervisão estadual, por um único arcabouço federal para a infraestrutura bancária central. Por que isso importa — A aprovação traz para um “arcabouço federal bancário comprovado, projetado para garantir segurança, solidez e transparência” a infraestrutura que sustenta o USDC — a segunda maior stablecoin do mercado cripto, com cerca de US$ 73,2 bilhões em circulação —, afirmou a Circle. A empresa diz que a licença vai desbloquear novas capacidades para proteger ativos de clientes, administrar reservas e oferecer serviços de custódia para ativos digitais, stablecoins e títulos tokenizados. — A reação do mercado foi imediata: as ações da Circle saltaram até 8,4% após a abertura para negociar perto de US$ 68,40 e atingiram uma máxima pré-mercado de US$ 73,80, seu melhor nível em mais de uma semana, segundo o Yahoo Finance. Contexto e efeitos em cadeia na indústria — As aprovações da OCC fazem parte de uma mudança regulatória mais ampla sob a administração atual, que abriu acesso histórico a licenças bancárias federais para empresas de cripto. Nos últimos meses, outros players de ativos digitais — incluindo Ripple, BitGo, Fidelity Digital Assets e Paxos — receberam tratamento semelhante da OCC. O Sony Bank disse que recebeu aprovação condicional da OCC enquanto avança em direção a uma stablecoin lastreada em dólar. — As licenças provocaram debate político. Alguns legisladores, notavelmente a senadora Elizabeth Warren (D-MA), argumentam que essas aprovações foram concedidas indevidamente, enquanto entidades do setor, como a Digital Chamber, reagiram, dizendo que a crítica está equivocada. Parcerias e concorrência — A vitória da Circle foi recebida com entusiasmo dentro da indústria cripto: o CEO da Coinbase, Brian Armstrong, elogiou a novidade. A Coinbase e a Circle também têm um acordo lucrativo de divisão de receitas: elas dividem a receita de juros gerada pelos ativos que lastreiam o USDC, majoritariamente Títulos do Tesouro dos EUA. — Ainda assim, o mercado está evoluindo rapidamente. No fim do mês passado, mais de 140 empresas financeiras e de tecnologia — incluindo Coinbase, Mastercard e BlackRock — apoiaram um projeto rival de stablecoin chamado Open USD. Lançado por um operador independente, o Open Standard, o token busca resolver problemas percebidos com os operadores existentes, incluindo como os juros sobre as reservas são distribuídos. O CEO da Circle, Jeremy Allaire, enquadrou a licença como algo estruturante: “Hoje é um dia histórico para a Circle”, ele publicou no X, descrevendo a medida como parte de “construir uma nova camada fundamental de dinheiro para a internet”. Conclusão A aprovação da OCC eleva o status regulatório da Circle e pode ampliar o conjunto de produtos e as capacidades de custódia, ao mesmo tempo em que intensifica a concorrência e o escrutínio político à medida que as stablecoins se integram mais ao sistema bancário dos EUA. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news

Circle dispara após a OCC aprovar o National Trust Bank, garantindo apoio federal para o USDC

Título: As ações da Circle disparam após a OCC conceder a aprovação final para o National Trust Bank, consolidando um alicerce federal para o USDC A Circle subiu na sexta-feira após o Escritório do Controlador da Moeda dos EUA (OCC) conceder aprovação final para que a empresa forme um banco fiduciário nacional — um movimento que substitui um mosaico de supervisão estadual, por um único arcabouço federal para a infraestrutura bancária central. Por que isso importa — A aprovação traz para um “arcabouço federal bancário comprovado, projetado para garantir segurança, solidez e transparência” a infraestrutura que sustenta o USDC — a segunda maior stablecoin do mercado cripto, com cerca de US$ 73,2 bilhões em circulação —, afirmou a Circle. A empresa diz que a licença vai desbloquear novas capacidades para proteger ativos de clientes, administrar reservas e oferecer serviços de custódia para ativos digitais, stablecoins e títulos tokenizados. — A reação do mercado foi imediata: as ações da Circle saltaram até 8,4% após a abertura para negociar perto de US$ 68,40 e atingiram uma máxima pré-mercado de US$ 73,80, seu melhor nível em mais de uma semana, segundo o Yahoo Finance. Contexto e efeitos em cadeia na indústria — As aprovações da OCC fazem parte de uma mudança regulatória mais ampla sob a administração atual, que abriu acesso histórico a licenças bancárias federais para empresas de cripto. Nos últimos meses, outros players de ativos digitais — incluindo Ripple, BitGo, Fidelity Digital Assets e Paxos — receberam tratamento semelhante da OCC. O Sony Bank disse que recebeu aprovação condicional da OCC enquanto avança em direção a uma stablecoin lastreada em dólar. — As licenças provocaram debate político. Alguns legisladores, notavelmente a senadora Elizabeth Warren (D-MA), argumentam que essas aprovações foram concedidas indevidamente, enquanto entidades do setor, como a Digital Chamber, reagiram, dizendo que a crítica está equivocada. Parcerias e concorrência — A vitória da Circle foi recebida com entusiasmo dentro da indústria cripto: o CEO da Coinbase, Brian Armstrong, elogiou a novidade. A Coinbase e a Circle também têm um acordo lucrativo de divisão de receitas: elas dividem a receita de juros gerada pelos ativos que lastreiam o USDC, majoritariamente Títulos do Tesouro dos EUA. — Ainda assim, o mercado está evoluindo rapidamente. No fim do mês passado, mais de 140 empresas financeiras e de tecnologia — incluindo Coinbase, Mastercard e BlackRock — apoiaram um projeto rival de stablecoin chamado Open USD. Lançado por um operador independente, o Open Standard, o token busca resolver problemas percebidos com os operadores existentes, incluindo como os juros sobre as reservas são distribuídos. O CEO da Circle, Jeremy Allaire, enquadrou a licença como algo estruturante: “Hoje é um dia histórico para a Circle”, ele publicou no X, descrevendo a medida como parte de “construir uma nova camada fundamental de dinheiro para a internet”. Conclusão A aprovação da OCC eleva o status regulatório da Circle e pode ampliar o conjunto de produtos e as capacidades de custódia, ao mesmo tempo em que intensifica a concorrência e o escrutínio político à medida que as stablecoins se integram mais ao sistema bancário dos EUA. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news
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TeraWulf Lines Up $3.5B Debt to Build Anthropic-Leased AI Campus, Shifts From BitcoinTeraWulf is lining up roughly $3.5 billion in debt financing to build the Anthropic-leased AI campus at its Justified Data site in Hawesville, Kentucky, Bloomberg reports — a move that marks another big pivot for the former Bitcoin miner into AI and high-performance computing (HPC). What’s being planned - The package could mix leveraged loans and high-yield bonds, with Morgan Stanley expected to lead the transaction if it launches later in 2026. TeraWulf CFO Patrick Fleury has said the company may tap the leveraged loan market for the first time as part of the plan. - No final terms, interest rates or closing date have been announced; the raise is subject to market conditions and neither TeraWulf nor Morgan Stanley had published a formal financing notice at the time of the report. - Note: leveraged loans typically target companies with higher leverage or below-investment-grade credit and often carry variable rates, exposing borrowers to rising interest costs when benchmarks climb. Why the debt TeraWulf will use the proceeds to finance construction of a purpose-built AI campus that Anthropic has leased under a 20-year agreement. The campus is being designed to support roughly 401 megawatts of critical IT load. Initial capacity is expected to come online in the second half of 2027, with full deployment targeted for early 2028. Under the lease, TeraWulf estimates about $19 billion of contracted revenue over the initial term, and says the contract benefits from an investment-grade credit profile — creating a long-duration infrastructure revenue stream tied to an AI customer rather than spot Bitcoin prices. That potential revenue, however, accrues over two decades rather than as an upfront payment, and construction, financing and operating costs will determine how much ultimately flows to TeraWulf. Balance sheet and financing history This would add to an already debt-heavy capital structure. In October 2025, a TeraWulf subsidiary priced $3.2 billion of senior secured notes carrying a 7.75% coupon and maturing in 2030 to help fund the Lake Mariner data center expansion in New York. The company has since raised additional capital through convertible debt and other facilities; the Kentucky financing would further increase borrowed funds backing its AI push. Industry context and company shift TeraWulf is among several Bitcoin miners repurposing power, land and cooling infrastructure for AI and HPC customers. Historically a Bitcoin-mining operator, the company now positions itself as an energy infrastructure provider for AI and high-performance computing. In Q1 2026, more than half of TeraWulf’s revenue reportedly came from HPC hosting, suggesting the Anthropic deal could materially reshape its revenue mix and reduce exposure to Bitcoin price swings and mining difficulty. Risks and scrutiny The strategy requires substantial upfront capital — TeraWulf must build the Kentucky campus before it realizes the full revenue stream from Anthropic. The company has faced investor questions about construction costs, insider stock sales and its long-term funding model. Fleury has emphasized that customers are responsible for servers, processors and technology upgrades, while TeraWulf supplies power and physical infrastructure. What to watch Watch for a formal financing announcement from TeraWulf or Morgan Stanley with deal structure, pricing and timing, and monitor market conditions — especially interest-rate trends — which will shape the cost of any leveraged loans or high-yield bonds that ultimately close. Read more AI-generated news on: undefined/news

TeraWulf Lines Up $3.5B Debt to Build Anthropic-Leased AI Campus, Shifts From Bitcoin

TeraWulf is lining up roughly $3.5 billion in debt financing to build the Anthropic-leased AI campus at its Justified Data site in Hawesville, Kentucky, Bloomberg reports — a move that marks another big pivot for the former Bitcoin miner into AI and high-performance computing (HPC). What’s being planned - The package could mix leveraged loans and high-yield bonds, with Morgan Stanley expected to lead the transaction if it launches later in 2026. TeraWulf CFO Patrick Fleury has said the company may tap the leveraged loan market for the first time as part of the plan. - No final terms, interest rates or closing date have been announced; the raise is subject to market conditions and neither TeraWulf nor Morgan Stanley had published a formal financing notice at the time of the report. - Note: leveraged loans typically target companies with higher leverage or below-investment-grade credit and often carry variable rates, exposing borrowers to rising interest costs when benchmarks climb. Why the debt TeraWulf will use the proceeds to finance construction of a purpose-built AI campus that Anthropic has leased under a 20-year agreement. The campus is being designed to support roughly 401 megawatts of critical IT load. Initial capacity is expected to come online in the second half of 2027, with full deployment targeted for early 2028. Under the lease, TeraWulf estimates about $19 billion of contracted revenue over the initial term, and says the contract benefits from an investment-grade credit profile — creating a long-duration infrastructure revenue stream tied to an AI customer rather than spot Bitcoin prices. That potential revenue, however, accrues over two decades rather than as an upfront payment, and construction, financing and operating costs will determine how much ultimately flows to TeraWulf. Balance sheet and financing history This would add to an already debt-heavy capital structure. In October 2025, a TeraWulf subsidiary priced $3.2 billion of senior secured notes carrying a 7.75% coupon and maturing in 2030 to help fund the Lake Mariner data center expansion in New York. The company has since raised additional capital through convertible debt and other facilities; the Kentucky financing would further increase borrowed funds backing its AI push. Industry context and company shift TeraWulf is among several Bitcoin miners repurposing power, land and cooling infrastructure for AI and HPC customers. Historically a Bitcoin-mining operator, the company now positions itself as an energy infrastructure provider for AI and high-performance computing. In Q1 2026, more than half of TeraWulf’s revenue reportedly came from HPC hosting, suggesting the Anthropic deal could materially reshape its revenue mix and reduce exposure to Bitcoin price swings and mining difficulty. Risks and scrutiny The strategy requires substantial upfront capital — TeraWulf must build the Kentucky campus before it realizes the full revenue stream from Anthropic. The company has faced investor questions about construction costs, insider stock sales and its long-term funding model. Fleury has emphasized that customers are responsible for servers, processors and technology upgrades, while TeraWulf supplies power and physical infrastructure. What to watch Watch for a formal financing announcement from TeraWulf or Morgan Stanley with deal structure, pricing and timing, and monitor market conditions — especially interest-rate trends — which will shape the cost of any leveraged loans or high-yield bonds that ultimately close. Read more AI-generated news on: undefined/news
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Revolut X opens crypto exchange to third‑party AI assistants — trades require user sign‑offRevolut has opened its standalone crypto exchange, Revolut X, to third-party AI assistants — letting users research markets, monitor accounts and build trades using plain English. The integration connects Revolut X to tools such as Claude, Gemini, OpenClaw and Cursor, and includes a universal plugin and command-line interface published in Revolut’s official Revolut X API repository. What it can do - AI assistants can pull live market data, review balances, explain portfolio performance and create price alerts. - They can inspect open positions and prepare market or limit orders so users don’t have to switch back to the Revolut X interface. - The system supports natural-language workflows — for example, asking an assistant to backtest a Bitcoin grid strategy over the past 90 days, then returning historical results, risk metrics and suggested parameter settings. Developer tools and install options Revolut’s GitHub repo provides separate modules for authentication, market data, account management, trading, monitoring and strategy testing, plus instructions for installing the plugins in supported assistants. A universal plugin and CLI let third-party AI platforms integrate without building a bespoke connection. Safety and limits Revolut stresses that AI agents cannot execute trades autonomously: every order must be reviewed and approved by the user before Revolut X sends it to market. The company also warns it neither operates nor guarantees third-party AI platforms and will not accept responsibility for losses, missed opportunities or erroneous trades stemming from an assistant’s faulty output. Security caveats The Revolut X API documentation urges users to safeguard the cryptographic keys that authorize real trades. Those credentials are stored locally, but if they’re compromised anyone with access could control the connected account — a risk users must manage. Why Revolut did this Leonid Bashlykov, Revolut’s head of crypto product, said AI agents deliver “much faster workflows, smarter execution, and tighter integration” with the trading tools professionals use. Unlike Revolut’s own AIR assistant — rolling out internally for tasks like investment tracking and card controls — this integration lets customers choose external AI tools to augment exchange functions. A broader trend Revolut joins a wave of exchanges linking trading accounts to agent-style AI systems. Gemini recently enabled agentic trading via the Model Context Protocol; Coinbase launched an AI-agent platform in June that can manage portfolios and place orders; Robinhood and Base have also released agent-focused features that require user approval before transactions execute. These moves shift AI from passive data helpers to active components in trade workflows — raising both productivity gains and new operational and security questions. Availability and regulatory note Revolut X launched as a desktop exchange for UK retail clients in May 2024 and has since expanded across European markets and to eligible mobile users in the UK and EEA. Revolut’s crypto services in Europe operate through Revolut Digital Assets Europe Ltd., an entity authorized under the EU’s Markets in Crypto-Assets (MiCA) framework. Bottom line The Revolut X integration makes it easier to turn natural-language analysis into actionable trade plans, but users should weigh convenience against the limits and risks of third-party AI outputs and protect the keys that enable live trading. Read more AI-generated news on: undefined/news

Revolut X opens crypto exchange to third‑party AI assistants — trades require user sign‑off

Revolut has opened its standalone crypto exchange, Revolut X, to third-party AI assistants — letting users research markets, monitor accounts and build trades using plain English. The integration connects Revolut X to tools such as Claude, Gemini, OpenClaw and Cursor, and includes a universal plugin and command-line interface published in Revolut’s official Revolut X API repository. What it can do - AI assistants can pull live market data, review balances, explain portfolio performance and create price alerts. - They can inspect open positions and prepare market or limit orders so users don’t have to switch back to the Revolut X interface. - The system supports natural-language workflows — for example, asking an assistant to backtest a Bitcoin grid strategy over the past 90 days, then returning historical results, risk metrics and suggested parameter settings. Developer tools and install options Revolut’s GitHub repo provides separate modules for authentication, market data, account management, trading, monitoring and strategy testing, plus instructions for installing the plugins in supported assistants. A universal plugin and CLI let third-party AI platforms integrate without building a bespoke connection. Safety and limits Revolut stresses that AI agents cannot execute trades autonomously: every order must be reviewed and approved by the user before Revolut X sends it to market. The company also warns it neither operates nor guarantees third-party AI platforms and will not accept responsibility for losses, missed opportunities or erroneous trades stemming from an assistant’s faulty output. Security caveats The Revolut X API documentation urges users to safeguard the cryptographic keys that authorize real trades. Those credentials are stored locally, but if they’re compromised anyone with access could control the connected account — a risk users must manage. Why Revolut did this Leonid Bashlykov, Revolut’s head of crypto product, said AI agents deliver “much faster workflows, smarter execution, and tighter integration” with the trading tools professionals use. Unlike Revolut’s own AIR assistant — rolling out internally for tasks like investment tracking and card controls — this integration lets customers choose external AI tools to augment exchange functions. A broader trend Revolut joins a wave of exchanges linking trading accounts to agent-style AI systems. Gemini recently enabled agentic trading via the Model Context Protocol; Coinbase launched an AI-agent platform in June that can manage portfolios and place orders; Robinhood and Base have also released agent-focused features that require user approval before transactions execute. These moves shift AI from passive data helpers to active components in trade workflows — raising both productivity gains and new operational and security questions. Availability and regulatory note Revolut X launched as a desktop exchange for UK retail clients in May 2024 and has since expanded across European markets and to eligible mobile users in the UK and EEA. Revolut’s crypto services in Europe operate through Revolut Digital Assets Europe Ltd., an entity authorized under the EU’s Markets in Crypto-Assets (MiCA) framework. Bottom line The Revolut X integration makes it easier to turn natural-language analysis into actionable trade plans, but users should weigh convenience against the limits and risks of third-party AI outputs and protect the keys that enable live trading. Read more AI-generated news on: undefined/news
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NH Executive Council Rejects $100M CleanSpark Bitcoin‑Backed Bond DealNew Hampshire’s Executive Council blocked a plan to issue up to $100 million in Bitcoin‑backed revenue bonds tied to miner CleanSpark, voting 3-2 on July 8 to deny final state approval for the deal. What was proposed - The New Hampshire Business Finance Authority had cleared a structure in November 2025 that would let a private borrower related to CleanSpark sell taxable revenue bonds (NH CleanSpark Borrower Trust 2026‑1) to finance a $100 million Bitcoin purchase and cover issuance costs. - Under the plan, the borrower would post roughly $160 million in Bitcoin as collateral, held in segregated wallets managed by custodian BitGo. If the collateral fell to about $140 million, the structure would trigger liquidation and bond redemption. - The bonds were limited‑recourse: bondholders’ recovery would be limited to the Bitcoin collateral and related proceeds. State officials said no taxpayer funds, general credit, or other public assets would be pledged. Why it failed - The council’s 3-2 vote killed the transaction at the final review and public hearing stage. Governor Kelly Ayotte supported the deal, arguing it could attract new investment “without risking state funds or taxpayer dollars,” but a majority of councilors disagreed. - Opponents raised concerns about using a state‑linked conduit for a Bitcoin‑backed financing and the risks tied to crypto price volatility and liquidation mechanics. Credit view and risk - Moody’s gave the proposed bonds a provisional Ba2 rating in March — a speculative‑grade score below investment grade — after reviewing two taxable series maturing in 2029. Moody’s analysis emphasized Bitcoin volatility and the collateral liquidation process as central credit risks. - The proposed ~160% overcollateralization was intended to protect bondholders during market declines, but the Ba2 rating signaled material credit risk and did not guarantee protection against losses. Reactions and next steps - New Hampshire House Majority Floor Leader Keith Ammon called the council’s rejection “extremely short‑sighted” and urged reconsideration, warning the decision could reduce future fee revenue for the Business Finance Authority. The authority has not announced plans for a revised proposal or new hearing. - The vote halts what proponents presented as the first rated Bitcoin‑backed conduit bond issued through a U.S. state authority, but it does not affect New Hampshire’s other crypto‑friendly measures. The state earlier authorized a strategic cryptocurrency reserve that allows the treasurer to invest a limited share of eligible public funds in qualifying digital assets; that law remains in force. Bottom line This setback highlights the political and credit‑market frictions that remain around state‑linked crypto finance, even in jurisdictions with pro‑crypto policies. The CleanSpark‑linked bond structure showed how traditional public finance tools are being repackaged for digital‑asset use — but volatility, custody and governance concerns can still derail deals at the final mile. Read more AI-generated news on: undefined/news

NH Executive Council Rejects $100M CleanSpark Bitcoin‑Backed Bond Deal

New Hampshire’s Executive Council blocked a plan to issue up to $100 million in Bitcoin‑backed revenue bonds tied to miner CleanSpark, voting 3-2 on July 8 to deny final state approval for the deal. What was proposed - The New Hampshire Business Finance Authority had cleared a structure in November 2025 that would let a private borrower related to CleanSpark sell taxable revenue bonds (NH CleanSpark Borrower Trust 2026‑1) to finance a $100 million Bitcoin purchase and cover issuance costs. - Under the plan, the borrower would post roughly $160 million in Bitcoin as collateral, held in segregated wallets managed by custodian BitGo. If the collateral fell to about $140 million, the structure would trigger liquidation and bond redemption. - The bonds were limited‑recourse: bondholders’ recovery would be limited to the Bitcoin collateral and related proceeds. State officials said no taxpayer funds, general credit, or other public assets would be pledged. Why it failed - The council’s 3-2 vote killed the transaction at the final review and public hearing stage. Governor Kelly Ayotte supported the deal, arguing it could attract new investment “without risking state funds or taxpayer dollars,” but a majority of councilors disagreed. - Opponents raised concerns about using a state‑linked conduit for a Bitcoin‑backed financing and the risks tied to crypto price volatility and liquidation mechanics. Credit view and risk - Moody’s gave the proposed bonds a provisional Ba2 rating in March — a speculative‑grade score below investment grade — after reviewing two taxable series maturing in 2029. Moody’s analysis emphasized Bitcoin volatility and the collateral liquidation process as central credit risks. - The proposed ~160% overcollateralization was intended to protect bondholders during market declines, but the Ba2 rating signaled material credit risk and did not guarantee protection against losses. Reactions and next steps - New Hampshire House Majority Floor Leader Keith Ammon called the council’s rejection “extremely short‑sighted” and urged reconsideration, warning the decision could reduce future fee revenue for the Business Finance Authority. The authority has not announced plans for a revised proposal or new hearing. - The vote halts what proponents presented as the first rated Bitcoin‑backed conduit bond issued through a U.S. state authority, but it does not affect New Hampshire’s other crypto‑friendly measures. The state earlier authorized a strategic cryptocurrency reserve that allows the treasurer to invest a limited share of eligible public funds in qualifying digital assets; that law remains in force. Bottom line This setback highlights the political and credit‑market frictions that remain around state‑linked crypto finance, even in jurisdictions with pro‑crypto policies. The CleanSpark‑linked bond structure showed how traditional public finance tools are being repackaged for digital‑asset use — but volatility, custody and governance concerns can still derail deals at the final mile. Read more AI-generated news on: undefined/news
Trump Retém Assinatura, Proibição de CBDC Até 2031 Tendendo a Virar LeiTítulo: Trump resiste à assinatura do grande projeto de habitação — mas a proibição de CBDC caminha para virar lei O presidente Trump recusou-se a assinar o 21st Century ROAD to Housing Act, citando a falha do Senado em avançar a Save America Act — uma medida separada de identificação do eleitor apoiada pelo Partido Republicano, que ele tem exigido repetidamente. Ele fez o anúncio no Truth Social, dizendo que vai reter sua assinatura até que esse projeto de votação avance. Por que isso importa para a cripto: o projeto de habitação inclui uma provisão de destaque que impediria o Federal Reserve de emitir uma moeda digital de banco central (CBDC) dos EUA até 2031. Essa cláusula consolida a atual relutância do Congresso em autorizar um dólar digital emitido pelo Fed e estende a postura anterior da administração depois que Trump assinou uma ordem executiva determinando que agências federais não tomem medidas para criar uma CBDC. O que acontece a seguir: embora Trump tenha se recusado a assinar, ele não emitiu um veto formal. Como o Congresso ainda está em recesso, a medida se tornará lei automaticamente assim que o período de revisão presidencial expirar — diferente de um veto de bolso, que pode bloquear permanentemente uma legislação se o Congresso encerrar as atividades. Um oficial da Casa Branca confirmou que o presidente não pretende vetar o projeto. Consequências políticas: Trump disse que a Save America Act é “desesperadamente necessária” e argumentou que não vai endossar uma legislação não relacionada até que o Senado aja. Democratas reagiram: a senadora Elizabeth Warren criticou a recusa de Trump em assinar, afirmando que isso travou o maior projeto de habitação em décadas e o acusou de negligenciar a acessibilidade habitacional — ao mesmo tempo em que observou que o projeto se tornará lei apesar de sua inação. Contexto mais amplo da cripto: a restrição a CBDC é apenas uma peça de um cenário legislativo movimentado para ativos digitais. Os legisladores continuam debatendo regras para cripto no Capitólio — incluindo a CLARITY Act, que busca criar uma estrutura regulatória para criptomoedas — e alguns democratas pediram audiências sobre as próprias participações em criptomoedas de Trump. No conjunto, os acontecimentos indicam que a proibição de CBDC provavelmente se tornará lei, mesmo enquanto as discussões mais amplas sobre políticas e supervisão de cripto seguem sem definição. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news

Trump Retém Assinatura, Proibição de CBDC Até 2031 Tendendo a Virar Lei

Título: Trump resiste à assinatura do grande projeto de habitação — mas a proibição de CBDC caminha para virar lei O presidente Trump recusou-se a assinar o 21st Century ROAD to Housing Act, citando a falha do Senado em avançar a Save America Act — uma medida separada de identificação do eleitor apoiada pelo Partido Republicano, que ele tem exigido repetidamente. Ele fez o anúncio no Truth Social, dizendo que vai reter sua assinatura até que esse projeto de votação avance. Por que isso importa para a cripto: o projeto de habitação inclui uma provisão de destaque que impediria o Federal Reserve de emitir uma moeda digital de banco central (CBDC) dos EUA até 2031. Essa cláusula consolida a atual relutância do Congresso em autorizar um dólar digital emitido pelo Fed e estende a postura anterior da administração depois que Trump assinou uma ordem executiva determinando que agências federais não tomem medidas para criar uma CBDC. O que acontece a seguir: embora Trump tenha se recusado a assinar, ele não emitiu um veto formal. Como o Congresso ainda está em recesso, a medida se tornará lei automaticamente assim que o período de revisão presidencial expirar — diferente de um veto de bolso, que pode bloquear permanentemente uma legislação se o Congresso encerrar as atividades. Um oficial da Casa Branca confirmou que o presidente não pretende vetar o projeto. Consequências políticas: Trump disse que a Save America Act é “desesperadamente necessária” e argumentou que não vai endossar uma legislação não relacionada até que o Senado aja. Democratas reagiram: a senadora Elizabeth Warren criticou a recusa de Trump em assinar, afirmando que isso travou o maior projeto de habitação em décadas e o acusou de negligenciar a acessibilidade habitacional — ao mesmo tempo em que observou que o projeto se tornará lei apesar de sua inação. Contexto mais amplo da cripto: a restrição a CBDC é apenas uma peça de um cenário legislativo movimentado para ativos digitais. Os legisladores continuam debatendo regras para cripto no Capitólio — incluindo a CLARITY Act, que busca criar uma estrutura regulatória para criptomoedas — e alguns democratas pediram audiências sobre as próprias participações em criptomoedas de Trump. No conjunto, os acontecimentos indicam que a proibição de CBDC provavelmente se tornará lei, mesmo enquanto as discussões mais amplas sobre políticas e supervisão de cripto seguem sem definição. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news
Democratas do Senado exigem investigação dos laços cripto de US$ 1,4B de Trump antes da votação da CLARITY ActSenadores pressionam por uma investigação de criptomoedas de Trump antes de o Congresso avançar com a Lei CLARITY Um grupo de democratas do Senado está pressionando o Congresso a investigar os vínculos do presidente Trump com criptomoedas antes de os legisladores seguirem adiante com a Lei CLARITY, o amplo projeto de lei esperado para reformar a regulação de ativos digitais nos EUA. Em um comunicado conjunto, integrantes de destaque de cinco comitês do Senado — Elizabeth Warren, Richard Blumenthal, Gary Peters, Dick Durbin e Ron Wyden — pediram audiências sobre os riscos de segurança nacional e de conflito de interesses representados pelas participações em cripto do presidente. Os legisladores apontam a mais recente declaração financeira do presidente Trump, que eles dizem mostrar cerca de US$ 1,4 bilhão em renda ligada a empreendimentos cripto da família Trump e indicar que terceiros não identificados ainda detêm participações no projeto World Liberty Financial da família. Por que querem uma investigação agora — Os senadores argumentam que essas divulgações levantam novas questões sobre possíveis conflitos de interesse justamente quando o Senado se prepara para considerar um texto consolidado da CLARITY Act. Eles afirmam que seria irresponsável reformar as regras de cripto sem antes resolver se a administração ou membros imediatos da família teriam a lucrar com mudanças na regulamentação. — Eles também alertam que algumas propostas legislativas recentes poderiam criar exceções para partes da indústria cripto e enfraquecer a fiscalização — preocupações que acreditam merecer escrutínio enquanto os negociadores finalizam o projeto. Warren reforça a linguagem de ética A senadora Elizabeth Warren, separadamente, fez um post no X pedindo que a CLARITY Act inclua restrições explícitas de ética: ela defendeu uma proibição para o presidente, vice-presidente, membros do Congresso, altos funcionários da administração e seus familiares imediatos obterem lucro com empreendimentos de criptomoedas enquanto estiverem no cargo. “Isso é corrupção, pura e simples — e o Congresso tem a responsabilidade de interrompê-la”, escreveu. A resposta de Trump O presidente Trump descartou as acusações, dizendo que não tinha conhecimento da renda em cripto reportada e afirmando que os ganhos não eram ilegais. Onde a CLARITY Act está Senadores negociadores estão combinando propostas dos comitês de Bancos e Agricultura em um texto consolidado previsto para ter mais de 70 páginas. Reportes iniciais indicam que o projeto incluirá proteções mais fortes ao consumidor e uma série de mudanças negociadas. A liderança mira a apreciação em plenário na semana de 20 de julho, deixando uma janela curta antes do recesso de agosto do Senado. Questões em aberto para os negociadores — Grupos de aplicação da lei alertaram que algumas cláusulas que tratam de finanças descentralizadas (DeFi) poderiam complicar investigações sobre finanças ilícitas, criando um ponto de barganha controverso. — O senador Ron Wyden tem defendido preservar a Seção 604 — o Blockchain Regulatory Certainty Act — argumentando que proteções legais para desenvolvedores de blockchain não custodial devem permanecer no texto final. Equipe regulatória e desenvolvimentos na indústria A Casa Branca rejeitou alegações de que está se recusando a nomear comissários democratas para a SEC e para a CFTC, dizendo que solicitou indicações democratas qualificadas, mas ainda não recebeu nomes — uma resposta a críticas sobre assentos regulatórios vagos que poderiam ter papel-chave se a CLARITY se tornasse lei. No setor privado, a Coinbase anunciou que seu diretor jurídico, Paul Grewal, vai renunciar efetivamente em 31 de julho — uma saída jurídica de alto perfil que ocorre apenas alguns dias depois de se esperar que o Senado retome o trabalho na CLARITY Act. Próximos passos Espere que o debate sobre ética e as disputas sobre DeFi, fiscalização e responsabilidade de desenvolvedores se desenrolem nas próximas semanas enquanto senadores correm para finalizar o texto antes do impulso ao plenário em julho e do recesso de agosto. Se o apelo dos democratas por audiências ganhar tração, isso pode atrasar ou remodelar o caminho do projeto até o plenário. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news

Democratas do Senado exigem investigação dos laços cripto de US$ 1,4B de Trump antes da votação da CLARITY Act

Senadores pressionam por uma investigação de criptomoedas de Trump antes de o Congresso avançar com a Lei CLARITY Um grupo de democratas do Senado está pressionando o Congresso a investigar os vínculos do presidente Trump com criptomoedas antes de os legisladores seguirem adiante com a Lei CLARITY, o amplo projeto de lei esperado para reformar a regulação de ativos digitais nos EUA. Em um comunicado conjunto, integrantes de destaque de cinco comitês do Senado — Elizabeth Warren, Richard Blumenthal, Gary Peters, Dick Durbin e Ron Wyden — pediram audiências sobre os riscos de segurança nacional e de conflito de interesses representados pelas participações em cripto do presidente. Os legisladores apontam a mais recente declaração financeira do presidente Trump, que eles dizem mostrar cerca de US$ 1,4 bilhão em renda ligada a empreendimentos cripto da família Trump e indicar que terceiros não identificados ainda detêm participações no projeto World Liberty Financial da família. Por que querem uma investigação agora — Os senadores argumentam que essas divulgações levantam novas questões sobre possíveis conflitos de interesse justamente quando o Senado se prepara para considerar um texto consolidado da CLARITY Act. Eles afirmam que seria irresponsável reformar as regras de cripto sem antes resolver se a administração ou membros imediatos da família teriam a lucrar com mudanças na regulamentação. — Eles também alertam que algumas propostas legislativas recentes poderiam criar exceções para partes da indústria cripto e enfraquecer a fiscalização — preocupações que acreditam merecer escrutínio enquanto os negociadores finalizam o projeto. Warren reforça a linguagem de ética A senadora Elizabeth Warren, separadamente, fez um post no X pedindo que a CLARITY Act inclua restrições explícitas de ética: ela defendeu uma proibição para o presidente, vice-presidente, membros do Congresso, altos funcionários da administração e seus familiares imediatos obterem lucro com empreendimentos de criptomoedas enquanto estiverem no cargo. “Isso é corrupção, pura e simples — e o Congresso tem a responsabilidade de interrompê-la”, escreveu. A resposta de Trump O presidente Trump descartou as acusações, dizendo que não tinha conhecimento da renda em cripto reportada e afirmando que os ganhos não eram ilegais. Onde a CLARITY Act está Senadores negociadores estão combinando propostas dos comitês de Bancos e Agricultura em um texto consolidado previsto para ter mais de 70 páginas. Reportes iniciais indicam que o projeto incluirá proteções mais fortes ao consumidor e uma série de mudanças negociadas. A liderança mira a apreciação em plenário na semana de 20 de julho, deixando uma janela curta antes do recesso de agosto do Senado. Questões em aberto para os negociadores — Grupos de aplicação da lei alertaram que algumas cláusulas que tratam de finanças descentralizadas (DeFi) poderiam complicar investigações sobre finanças ilícitas, criando um ponto de barganha controverso. — O senador Ron Wyden tem defendido preservar a Seção 604 — o Blockchain Regulatory Certainty Act — argumentando que proteções legais para desenvolvedores de blockchain não custodial devem permanecer no texto final. Equipe regulatória e desenvolvimentos na indústria A Casa Branca rejeitou alegações de que está se recusando a nomear comissários democratas para a SEC e para a CFTC, dizendo que solicitou indicações democratas qualificadas, mas ainda não recebeu nomes — uma resposta a críticas sobre assentos regulatórios vagos que poderiam ter papel-chave se a CLARITY se tornasse lei. No setor privado, a Coinbase anunciou que seu diretor jurídico, Paul Grewal, vai renunciar efetivamente em 31 de julho — uma saída jurídica de alto perfil que ocorre apenas alguns dias depois de se esperar que o Senado retome o trabalho na CLARITY Act. Próximos passos Espere que o debate sobre ética e as disputas sobre DeFi, fiscalização e responsabilidade de desenvolvedores se desenrolem nas próximas semanas enquanto senadores correm para finalizar o texto antes do impulso ao plenário em julho e do recesso de agosto. Se o apelo dos democratas por audiências ganhar tração, isso pode atrasar ou remodelar o caminho do projeto até o plenário. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news
DOJ: detento teria usado mixers para desviar US$ 290 mil em cripto com perdimentoO Departamento de Justiça dos EUA acusou um nacional búlgaro encarcerado, Rossen G. Iossifov, por supostamente desviar cerca de US$ 290.000 em criptomoeda que havia sido determinada como perdimento em favor do governo. Principais alegações e linha do tempo – O DOJ afirma que Iossifov conspirou em janeiro de 2024 para transferir criptoativos que um tribunal já havia declarado perdidos após sua condenação anterior. – Ele é acusado no Distrito Leste do Kentucky de remover propriedade para impedir a apreensão, de auxiliar e instigar, e de conspiração para cometer lavagem de dinheiro. – Na época das transferências alegadas, o de 53 anos cumpria uma pena federal de 111 meses ligada a uma condenação de 2021. Como os promotores dizem que aconteceu – De acordo com o DOJ, Iossifov movimentou os fundos por meio de múltiplas exchanges de criptomoedas e “serviços ilícitos de mistura” — serviços que agrupam e redistribuem moedas para ocultar trilhas de transações. – Os promotores afirmam que essas transferências impediram o governo dos EUA de tomar posse dos ativos. O DOJ não nomeou as exchanges nem os mixers alegadamente usados, nem explicou como as transferências foram direcionadas a partir da custódia. Contexto: condenação anterior e esquema de fraude – O novo caso decorre de ativos ligados à condenação de Iossifov em 2021. As evidências em julgamento mostraram que ele lavou quase US$ 5 milhões em criptomoeda ao longo de um período de aproximadamente três anos. – Iossifov era proprietário da RG Coins, uma exchange de Bitcoin sediada na Bulgária, que os promotores dizem atender a uma rede de fraude de leilões online, que visava compradores dos EUA com anúncios falsos de veículos e mercadorias. As vítimas pagaram por itens que não existiam, e os recursos foram movidos por meio de contas bancárias e serviços de cripto. – Um tribunal determinou que ele pagasse US$ 2.642.297,43 de indenização e que perdesse a criptomoeda agora no centro da acusação atual. Sua condenação e pena foram posteriormente mantidas em recurso. Contexto de fiscalização e desafios operacionais – O caso destaca um desafio prático para a aplicação da lei: uma ordem de perdimento não dá automaticamente ao governo o controle dos ativos digitais. As autoridades precisam localizar e garantir carteiras, chaves privadas e acesso às contas antes que os fundos possam ser movimentados. – Funcionários do DOJ apontam para esforços maiores de fiscalização: em janeiro, o departamento finalizou o perdimento de mais de US$ 400 milhões ligados ao mixer cripto Helix, que processou mais de 354.000 Bitcoins enquanto operava mercados darknet e outros usuários. A agência também buscou outras recuperações (por exemplo, ação do DOJ para perdimento de US$ 2,3 milhões em Bitcoin ligados ao grupo de ransomware Chaos após recuperar uma frase-semente de carteira). Consequências legais e processo – Se for condenado pelas acusações atuais, Iossifov enfrenta até 25 anos de prisão somados; qualquer pena será determinada pelo tribunal após considerar as diretrizes federais. – O Procurador-Geral Assistente A. Tysen Duva afirmou que Iossifov é acusado de mover criptomoeda obtida por meio da fraude anterior “em violação de uma ordem de perdimento de um tribunal”, e ressaltou que o DOJ buscará réus que ignorem tais ordens. O Serviço Secreto investigou o caso, com apoio do Escritório de Assuntos Internacionais do DOJ. Notas processuais – A denúncia contém alegações e não prova de culpa. Iossifov é considerado inocente até que sua culpa seja comprovada. O caso seguirá no Distrito Leste do Kentucky, com o Advogado Sênior Vasantha Rao e a Procuradora dos EUA Kathryn M. Dieruf atuando na acusação. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news

DOJ: detento teria usado mixers para desviar US$ 290 mil em cripto com perdimento

O Departamento de Justiça dos EUA acusou um nacional búlgaro encarcerado, Rossen G. Iossifov, por supostamente desviar cerca de US$ 290.000 em criptomoeda que havia sido determinada como perdimento em favor do governo. Principais alegações e linha do tempo – O DOJ afirma que Iossifov conspirou em janeiro de 2024 para transferir criptoativos que um tribunal já havia declarado perdidos após sua condenação anterior. – Ele é acusado no Distrito Leste do Kentucky de remover propriedade para impedir a apreensão, de auxiliar e instigar, e de conspiração para cometer lavagem de dinheiro. – Na época das transferências alegadas, o de 53 anos cumpria uma pena federal de 111 meses ligada a uma condenação de 2021. Como os promotores dizem que aconteceu – De acordo com o DOJ, Iossifov movimentou os fundos por meio de múltiplas exchanges de criptomoedas e “serviços ilícitos de mistura” — serviços que agrupam e redistribuem moedas para ocultar trilhas de transações. – Os promotores afirmam que essas transferências impediram o governo dos EUA de tomar posse dos ativos. O DOJ não nomeou as exchanges nem os mixers alegadamente usados, nem explicou como as transferências foram direcionadas a partir da custódia. Contexto: condenação anterior e esquema de fraude – O novo caso decorre de ativos ligados à condenação de Iossifov em 2021. As evidências em julgamento mostraram que ele lavou quase US$ 5 milhões em criptomoeda ao longo de um período de aproximadamente três anos. – Iossifov era proprietário da RG Coins, uma exchange de Bitcoin sediada na Bulgária, que os promotores dizem atender a uma rede de fraude de leilões online, que visava compradores dos EUA com anúncios falsos de veículos e mercadorias. As vítimas pagaram por itens que não existiam, e os recursos foram movidos por meio de contas bancárias e serviços de cripto. – Um tribunal determinou que ele pagasse US$ 2.642.297,43 de indenização e que perdesse a criptomoeda agora no centro da acusação atual. Sua condenação e pena foram posteriormente mantidas em recurso. Contexto de fiscalização e desafios operacionais – O caso destaca um desafio prático para a aplicação da lei: uma ordem de perdimento não dá automaticamente ao governo o controle dos ativos digitais. As autoridades precisam localizar e garantir carteiras, chaves privadas e acesso às contas antes que os fundos possam ser movimentados. – Funcionários do DOJ apontam para esforços maiores de fiscalização: em janeiro, o departamento finalizou o perdimento de mais de US$ 400 milhões ligados ao mixer cripto Helix, que processou mais de 354.000 Bitcoins enquanto operava mercados darknet e outros usuários. A agência também buscou outras recuperações (por exemplo, ação do DOJ para perdimento de US$ 2,3 milhões em Bitcoin ligados ao grupo de ransomware Chaos após recuperar uma frase-semente de carteira). Consequências legais e processo – Se for condenado pelas acusações atuais, Iossifov enfrenta até 25 anos de prisão somados; qualquer pena será determinada pelo tribunal após considerar as diretrizes federais. – O Procurador-Geral Assistente A. Tysen Duva afirmou que Iossifov é acusado de mover criptomoeda obtida por meio da fraude anterior “em violação de uma ordem de perdimento de um tribunal”, e ressaltou que o DOJ buscará réus que ignorem tais ordens. O Serviço Secreto investigou o caso, com apoio do Escritório de Assuntos Internacionais do DOJ. Notas processuais – A denúncia contém alegações e não prova de culpa. Iossifov é considerado inocente até que sua culpa seja comprovada. O caso seguirá no Distrito Leste do Kentucky, com o Advogado Sênior Vasantha Rao e a Procuradora dos EUA Kathryn M. Dieruf atuando na acusação. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news
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Revolut X Opens to Third‑Party AI Assistants for Natural‑Language Trading and BacktestsRevolut has opened its standalone crypto exchange, Revolut X, to third‑party AI assistants — letting users research markets, monitor accounts and prepare trades using plain English. What’s new - Revolut X now supports major assistants and tools including Claude, Gemini, OpenClaw and Cursor. - The company published a universal plugin and a command‑line interface in its Revolut X API repository so other compatible AI platforms can connect without developers building custom integrations. - Through those integrations, assistants can retrieve live market data, show account balances, explain portfolio performance, create price alerts, inspect open positions and prepare market or limit orders — all from natural‑language prompts. For example, a trader can ask an assistant to backtest a Bitcoin grid strategy over the past 90 days and receive historical returns, risk metrics and suggested parameter settings. Developer resources - Revolut’s repository delivers modular tools for authentication, market data, account management, trading, monitoring and strategy testing, plus installation instructions for supported assistants. Control and caveats - Revolut stresses that AI agents do not get unfettered authority: users must review and approve any order before Revolut X executes it. Leonid Bashlykov, head of crypto product, said agents bring “much faster workflows, smarter execution, and tighter integration” with traders’ tooling. - Still, Revolut warns it does not operate, endorse or guarantee third‑party AI platforms and will not accept responsibility for losses, missed opportunities or incorrect trades stemming from an assistant’s faulty output. The company’s docs also advise users to safeguard cryptographic keys used to authorize trades — credentials are stored locally but could be abused if exposed. Industry context - Revolut joins a growing list of crypto firms enabling “agentic trading,” where AI agents move beyond Q&A to call exchange tools and prepare or manage orders under user rules. Gemini rolled out agentic trading via the Model Context Protocol; Coinbase launched an AI agent platform in June; Robinhood and Base have launched agent‑focused tooling that similarly requires user approval before execution. Product rollout and regulatory note - Revolut X launched as a desktop exchange for UK retail clients in May 2024, later expanding across Europe and adding mobile access for eligible UK and EEA users. Revolut’s crypto services in Europe operate through Revolut Digital Assets Europe Ltd, which holds authorization under the EU Markets in Crypto‑Assets (MiCA) framework. How this differs from Revolut’s own AI - Earlier this year Revolut began rolling out AIR, its in‑house financial assistant, for tasks like investment tracking, subscription management and card controls. The Revolut X integration takes a different tack by letting customers connect external AI tools to exchange functions rather than restricting them to Revolut’s internal assistant. Bottom line - The integration makes trading workflows more conversational and potentially faster, but it also raises familiar AI risks: misinterpreted prompts, incomplete data, faulty calculations and key security exposure. Users who connect an assistant should keep control of credentials and double‑check any order before approving execution. Read more AI-generated news on: undefined/news

Revolut X Opens to Third‑Party AI Assistants for Natural‑Language Trading and Backtests

Revolut has opened its standalone crypto exchange, Revolut X, to third‑party AI assistants — letting users research markets, monitor accounts and prepare trades using plain English. What’s new - Revolut X now supports major assistants and tools including Claude, Gemini, OpenClaw and Cursor. - The company published a universal plugin and a command‑line interface in its Revolut X API repository so other compatible AI platforms can connect without developers building custom integrations. - Through those integrations, assistants can retrieve live market data, show account balances, explain portfolio performance, create price alerts, inspect open positions and prepare market or limit orders — all from natural‑language prompts. For example, a trader can ask an assistant to backtest a Bitcoin grid strategy over the past 90 days and receive historical returns, risk metrics and suggested parameter settings. Developer resources - Revolut’s repository delivers modular tools for authentication, market data, account management, trading, monitoring and strategy testing, plus installation instructions for supported assistants. Control and caveats - Revolut stresses that AI agents do not get unfettered authority: users must review and approve any order before Revolut X executes it. Leonid Bashlykov, head of crypto product, said agents bring “much faster workflows, smarter execution, and tighter integration” with traders’ tooling. - Still, Revolut warns it does not operate, endorse or guarantee third‑party AI platforms and will not accept responsibility for losses, missed opportunities or incorrect trades stemming from an assistant’s faulty output. The company’s docs also advise users to safeguard cryptographic keys used to authorize trades — credentials are stored locally but could be abused if exposed. Industry context - Revolut joins a growing list of crypto firms enabling “agentic trading,” where AI agents move beyond Q&A to call exchange tools and prepare or manage orders under user rules. Gemini rolled out agentic trading via the Model Context Protocol; Coinbase launched an AI agent platform in June; Robinhood and Base have launched agent‑focused tooling that similarly requires user approval before execution. Product rollout and regulatory note - Revolut X launched as a desktop exchange for UK retail clients in May 2024, later expanding across Europe and adding mobile access for eligible UK and EEA users. Revolut’s crypto services in Europe operate through Revolut Digital Assets Europe Ltd, which holds authorization under the EU Markets in Crypto‑Assets (MiCA) framework. How this differs from Revolut’s own AI - Earlier this year Revolut began rolling out AIR, its in‑house financial assistant, for tasks like investment tracking, subscription management and card controls. The Revolut X integration takes a different tack by letting customers connect external AI tools to exchange functions rather than restricting them to Revolut’s internal assistant. Bottom line - The integration makes trading workflows more conversational and potentially faster, but it also raises familiar AI risks: misinterpreted prompts, incomplete data, faulty calculations and key security exposure. Users who connect an assistant should keep control of credentials and double‑check any order before approving execution. Read more AI-generated news on: undefined/news
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New Hampshire Council Blocks $100M CleanSpark Bitcoin‑Backed Bond in 3‑2 VoteNew Hampshire’s Executive Council on July 8 voted 3-2 to block a proposal to issue up to $100 million in Bitcoin-backed revenue bonds tied to miner CleanSpark, stopping the final state sign-off that the New Hampshire Business Finance Authority (BFA) needed to move forward. What was proposed - The plan would have had the BFA issue taxable revenue bonds for “NH CleanSpark Borrower Trust 2026‑1.” Proceeds were earmarked to buy Bitcoin and cover bond issuance costs. - The borrower — a private entity linked to CleanSpark — would have posted roughly $160 million worth of Bitcoin as collateral for up to $100 million in bonds. The collateral was to be held in segregated wallets managed by custodian BitGo. - The structure included an overcollateralization buffer: if collateral value fell to about $140 million, the arrangement would trigger liquidation and bond redemption. - Bonds were designed as limited‑recourse obligations: bondholders could look only to the Bitcoin collateral and related proceeds, not to state funds or public credit. Why the council said no Opponents on the five‑member Executive Council raised concerns about using a state‑linked conduit for a Bitcoin‑backed financing structure, despite repeated assurances that no taxpayer dollars, the state’s general credit or other public assets would be on the line. Governor Kelly Ayotte supported the deal, saying it could attract new investment “without risking state funds or taxpayer dollars,” but three councilors voted to reject it. New Hampshire journalist Kevin Landrigan posted the 3‑2 result on X. Credit and risk considerations Moody’s in March assigned a provisional Ba2 rating to the proposed bonds — a speculative‑grade rating below investment grade. Moody’s review focused on Bitcoin price volatility and how the collateral liquidation process would work, noting the 160% collateral target was intended to protect bondholders but that material credit risk remained. The provisional rating signaled risks but did not guarantee losses would or would not occur — and it did not compel the council to approve the deal. Political and market fallout New Hampshire House Majority Floor Leader Keith Ammon criticized the council’s decision as “extremely short‑sighted” and urged the council to reconsider after further review, warning it could reduce future fee revenue for the BFA. The authority has not announced a follow‑up hearing or a revised proposal. Context: New Hampshire’s crypto stance The vote halts what supporters had pitched as the first rated Bitcoin‑backed bond issued through a U.S. state authority. It follows an earlier BFA approval of the structure in November 2025 and sits against a backdrop of broad state support for digital assets: New Hampshire previously approved an initial bond framework and became the first state to authorize a strategic cryptocurrency reserve, allowing the state treasurer to invest a limited share of eligible public funds in qualifying digital assets. The failed vote does not revoke that reserve law — it applies only to this CleanSpark‑linked conduit bond proposal. Why it matters The defeat underscores the political and reputational hurdles that remain for public‑sector involvement in crypto financing, even when structures are designed to isolate taxpayer exposure. Proponents argue such deals could expand capital markets innovation; critics point to volatility and the optics of state‑linked crypto transactions. Watchers will be looking for whether CleanSpark or its backers revise the offering, seek private markets instead, or try again with additional safeguards or political outreach. Read more AI-generated news on: undefined/news

New Hampshire Council Blocks $100M CleanSpark Bitcoin‑Backed Bond in 3‑2 Vote

New Hampshire’s Executive Council on July 8 voted 3-2 to block a proposal to issue up to $100 million in Bitcoin-backed revenue bonds tied to miner CleanSpark, stopping the final state sign-off that the New Hampshire Business Finance Authority (BFA) needed to move forward. What was proposed - The plan would have had the BFA issue taxable revenue bonds for “NH CleanSpark Borrower Trust 2026‑1.” Proceeds were earmarked to buy Bitcoin and cover bond issuance costs. - The borrower — a private entity linked to CleanSpark — would have posted roughly $160 million worth of Bitcoin as collateral for up to $100 million in bonds. The collateral was to be held in segregated wallets managed by custodian BitGo. - The structure included an overcollateralization buffer: if collateral value fell to about $140 million, the arrangement would trigger liquidation and bond redemption. - Bonds were designed as limited‑recourse obligations: bondholders could look only to the Bitcoin collateral and related proceeds, not to state funds or public credit. Why the council said no Opponents on the five‑member Executive Council raised concerns about using a state‑linked conduit for a Bitcoin‑backed financing structure, despite repeated assurances that no taxpayer dollars, the state’s general credit or other public assets would be on the line. Governor Kelly Ayotte supported the deal, saying it could attract new investment “without risking state funds or taxpayer dollars,” but three councilors voted to reject it. New Hampshire journalist Kevin Landrigan posted the 3‑2 result on X. Credit and risk considerations Moody’s in March assigned a provisional Ba2 rating to the proposed bonds — a speculative‑grade rating below investment grade. Moody’s review focused on Bitcoin price volatility and how the collateral liquidation process would work, noting the 160% collateral target was intended to protect bondholders but that material credit risk remained. The provisional rating signaled risks but did not guarantee losses would or would not occur — and it did not compel the council to approve the deal. Political and market fallout New Hampshire House Majority Floor Leader Keith Ammon criticized the council’s decision as “extremely short‑sighted” and urged the council to reconsider after further review, warning it could reduce future fee revenue for the BFA. The authority has not announced a follow‑up hearing or a revised proposal. Context: New Hampshire’s crypto stance The vote halts what supporters had pitched as the first rated Bitcoin‑backed bond issued through a U.S. state authority. It follows an earlier BFA approval of the structure in November 2025 and sits against a backdrop of broad state support for digital assets: New Hampshire previously approved an initial bond framework and became the first state to authorize a strategic cryptocurrency reserve, allowing the state treasurer to invest a limited share of eligible public funds in qualifying digital assets. The failed vote does not revoke that reserve law — it applies only to this CleanSpark‑linked conduit bond proposal. Why it matters The defeat underscores the political and reputational hurdles that remain for public‑sector involvement in crypto financing, even when structures are designed to isolate taxpayer exposure. Proponents argue such deals could expand capital markets innovation; critics point to volatility and the optics of state‑linked crypto transactions. Watchers will be looking for whether CleanSpark or its backers revise the offering, seek private markets instead, or try again with additional safeguards or political outreach. Read more AI-generated news on: undefined/news
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Metaplanet, JPYC & Progmat Launch Study on Bitcoin-Backed Tokenized CreditMetaplanet, JPYC and Progmat launch joint study into Bitcoin-backed digital credit Metaplanet has kicked off a collaborative study with stablecoin issuer JPYC, tokenization specialist Progmat (and its securities arm in Japan) to explore whether Bitcoin can underpin blockchain-based credit products — from digital corporate bonds to other tokenized debt instruments. The partners say the work is still exploratory and no decision has been made to issue any product. What they’ll study - The four companies will evaluate product design, regulatory requirements, investor protections, settlement mechanics and technical needs for credit instruments that use Bitcoin as collateral or a credit-enhancing asset. - Areas under review include digital corporate bonds, other blockchain-native credit products, round-the-clock trading, and daily interest calculation and payment flows. - Metaplanet and its upcoming securities arm will focus on product design and distribution; JPYC will examine stablecoin issuance, redemption and payment functions; Progmat will supply infrastructure for security token issuance, ownership records and transfer controls. Proposed mechanics (conceptual) - The planned structure would record investor rights via security tokens while yen-based stablecoins such as JPYC could handle coupon payments, distributions and redemptions. Security tokens would bridge traditional securities logic with blockchain settlement. - Metaplanet emphasized that “nothing has been determined” on timing, yields, terms or distribution. Any issuance would require internal approvals, technical checks and engagement with regulators. Project Nova and strategic rationale - The study is part of Metaplanet’s Project Nova, its effort to build a Bitcoin-focused financial services business in Japan. The company frames Bitcoin as “productive collateral on the balance sheet” — potentially backing credit instruments rather than simply serving as a reserve asset. - Metaplanet aims to use stablecoins and security tokens to connect traditional securities infrastructure to blockchain settlement and to broaden capital-market access and yield offerings for retail and institutional investors. Regulatory & distribution foothold - In June Metaplanet agreed to buy Siiibo Securities for JPY 2.1 billion; the licensed brokerage is due to be renamed Metaplanet Securities on July 13. The acquisition provides access to an established corporate bond platform and a Type I Financial Instruments Business Operator license, which Metaplanet has said could be used to distribute Bitcoin-linked bonds and income products in Japan. Balance-sheet moves and performance - Metaplanet continued expanding its corporate Bitcoin holdings in Q2, purchasing 2,823 BTC and bringing its total to about 43,000 BTC. The latest tranche averaged roughly JPY 12.7 million per BTC, leaving the company’s overall average purchase price near JPY 15.3 million per coin. - Meanwhile revenue from Metaplanet’s Bitcoin income business slipped about 41% quarter‑on‑quarter to JPY 1.747 billion as the company develops income-generating products tied to its treasury. Metaplanet has set a long-term target of holding 210,000 BTC by the end of 2027, but the current study does not confirm that existing holdings would be pledged to any specific credit product. Market context - The move comes amid growing interest in tokenized, blockchain-based financial assets. Platforms and trackers like RWA.xyz are tracking tokenized government debt, private and corporate credit, commodities and other real-world assets across public and private networks. Metaplanet argues credit is particularly suitable for digitization because interest, repayment and collateral terms are fixed at issuance, allowing blockchain systems to manage ownership, payments and redemptions. Bottom line Metaplanet’s study with JPYC and Progmat signals a concerted push to combine Bitcoin, stablecoins and security tokens into regulated credit products. For now it’s an exploratory step: partners will flesh out design, legal and technical frameworks before deciding whether — and how — to bring Bitcoin-backed digital credit to market. Read more AI-generated news on: undefined/news

Metaplanet, JPYC & Progmat Launch Study on Bitcoin-Backed Tokenized Credit

Metaplanet, JPYC and Progmat launch joint study into Bitcoin-backed digital credit Metaplanet has kicked off a collaborative study with stablecoin issuer JPYC, tokenization specialist Progmat (and its securities arm in Japan) to explore whether Bitcoin can underpin blockchain-based credit products — from digital corporate bonds to other tokenized debt instruments. The partners say the work is still exploratory and no decision has been made to issue any product. What they’ll study - The four companies will evaluate product design, regulatory requirements, investor protections, settlement mechanics and technical needs for credit instruments that use Bitcoin as collateral or a credit-enhancing asset. - Areas under review include digital corporate bonds, other blockchain-native credit products, round-the-clock trading, and daily interest calculation and payment flows. - Metaplanet and its upcoming securities arm will focus on product design and distribution; JPYC will examine stablecoin issuance, redemption and payment functions; Progmat will supply infrastructure for security token issuance, ownership records and transfer controls. Proposed mechanics (conceptual) - The planned structure would record investor rights via security tokens while yen-based stablecoins such as JPYC could handle coupon payments, distributions and redemptions. Security tokens would bridge traditional securities logic with blockchain settlement. - Metaplanet emphasized that “nothing has been determined” on timing, yields, terms or distribution. Any issuance would require internal approvals, technical checks and engagement with regulators. Project Nova and strategic rationale - The study is part of Metaplanet’s Project Nova, its effort to build a Bitcoin-focused financial services business in Japan. The company frames Bitcoin as “productive collateral on the balance sheet” — potentially backing credit instruments rather than simply serving as a reserve asset. - Metaplanet aims to use stablecoins and security tokens to connect traditional securities infrastructure to blockchain settlement and to broaden capital-market access and yield offerings for retail and institutional investors. Regulatory & distribution foothold - In June Metaplanet agreed to buy Siiibo Securities for JPY 2.1 billion; the licensed brokerage is due to be renamed Metaplanet Securities on July 13. The acquisition provides access to an established corporate bond platform and a Type I Financial Instruments Business Operator license, which Metaplanet has said could be used to distribute Bitcoin-linked bonds and income products in Japan. Balance-sheet moves and performance - Metaplanet continued expanding its corporate Bitcoin holdings in Q2, purchasing 2,823 BTC and bringing its total to about 43,000 BTC. The latest tranche averaged roughly JPY 12.7 million per BTC, leaving the company’s overall average purchase price near JPY 15.3 million per coin. - Meanwhile revenue from Metaplanet’s Bitcoin income business slipped about 41% quarter‑on‑quarter to JPY 1.747 billion as the company develops income-generating products tied to its treasury. Metaplanet has set a long-term target of holding 210,000 BTC by the end of 2027, but the current study does not confirm that existing holdings would be pledged to any specific credit product. Market context - The move comes amid growing interest in tokenized, blockchain-based financial assets. Platforms and trackers like RWA.xyz are tracking tokenized government debt, private and corporate credit, commodities and other real-world assets across public and private networks. Metaplanet argues credit is particularly suitable for digitization because interest, repayment and collateral terms are fixed at issuance, allowing blockchain systems to manage ownership, payments and redemptions. Bottom line Metaplanet’s study with JPYC and Progmat signals a concerted push to combine Bitcoin, stablecoins and security tokens into regulated credit products. For now it’s an exploratory step: partners will flesh out design, legal and technical frameworks before deciding whether — and how — to bring Bitcoin-backed digital credit to market. Read more AI-generated news on: undefined/news
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OCC Greenlights Circle's National Trust, Putting USDC Custody Under Federal OversightHeadline: Circle secures final OCC sign-off for national trust bank, boosting USDC’s federally supervised custody Circle Internet Group has won final approval from the U.S. Office of the Comptroller of the Currency (OCC) to establish a national trust bank that will operate as Circle National Trust. Announced on July 10, the bank’s legal name will remain First National Digital Currency Bank, N.A., and it will be placed under direct federal supervision—the same oversight applied to other national banks and trust banks in the U.S. What the new bank will do - At launch, Circle National Trust will provide fiduciary digital-asset custody services exclusively to Circle and its affiliates. It is not structured as a traditional commercial bank: it will not take retail deposits or make consumer loans. - Circle’s charter allows the trust to expand custody services later to a limited set of institutional customers—named prospects include banks, financial institutions and regulated derivatives firms. - The charter could also, in the future, support management of reserves backing USD Coin (USDC). Circle has not confirmed if or when the trust will take on that role. Why this matters Circle CEO and co-founder Jeremy Allaire called the OCC approval “a defining step” for bringing blockchain systems into the U.S. financial sector, saying federal supervision will deliver clearer governance for institutions using public blockchains. Practically, the trust adds a federally supervised custody layer to Circle’s current USDC infrastructure, which today operates through its existing regulated entities and reserve arrangements. Circle says placing custody and potentially reserve management inside a federally supervised trust could increase direct oversight of the assets that back USDC. The stablecoin’s reserves are intended to keep its price at $1 and comprise cash and short-term U.S. government securities. The national charter also aligns Circle’s infrastructure with the fiduciary standards applied to traditional trust banks—entities that safeguard client assets but do not generally offer the full suite of commercial banking services. Regulatory context and limits - Circle initially received conditional OCC approval in December 2025 alongside several other crypto firms, including Ripple, Paxos, BitGo and Fidelity Digital Assets. The company submitted its original trust-bank application on June 30, 2025, and met the OCC’s pre-opening conditions before final authorization. - The move comes amid new federal stablecoin rules—the GENIUS Act framework for payment stablecoins—which introduced reserve, reporting and compliance requirements for approved issuers. - Important caveats: a national trust charter does not turn USDC into a bank deposit or put token holders under federal deposit insurance (FDIC). Nor does the charter give Circle immediate permission to launch every product listed in its long-term plans—new services will require further regulatory clearance, robust internal controls and operational readiness. Industry reaction The OCC’s decision to grant national charters to crypto firms has drawn pushback from some banking groups. The Bank Policy Institute reportedly considered legal action, arguing that crypto trust banks might offer bank-like products without being subject to the same rules as full-service lenders. Other industry associations have asked the OCC to limit or revise its approach, citing concerns about financial stability, consumer protection and the scope of national trust charters. Circle’s regulatory footprint Circle frames federal oversight as a strengthening of its governance and compliance. The company already holds regulatory approvals across multiple jurisdictions—including the EU, Singapore, Bermuda, Canada, the UK and Abu Dhabi—and was the first firm to receive a New York BitLicense in 2015. It also became one of the early major stablecoin issuers to align with the EU’s Markets in Crypto-Assets (MiCA) regime. Bottom line The OCC’s final authorization of Circle National Trust is a significant regulatory milestone for Circle and USDC—establishing a federally supervised custody backbone while leaving open further expansion and ongoing debate over the proper regulatory boundaries for crypto-native trust banks. Read more AI-generated news on: undefined/news

OCC Greenlights Circle's National Trust, Putting USDC Custody Under Federal Oversight

Headline: Circle secures final OCC sign-off for national trust bank, boosting USDC’s federally supervised custody Circle Internet Group has won final approval from the U.S. Office of the Comptroller of the Currency (OCC) to establish a national trust bank that will operate as Circle National Trust. Announced on July 10, the bank’s legal name will remain First National Digital Currency Bank, N.A., and it will be placed under direct federal supervision—the same oversight applied to other national banks and trust banks in the U.S. What the new bank will do - At launch, Circle National Trust will provide fiduciary digital-asset custody services exclusively to Circle and its affiliates. It is not structured as a traditional commercial bank: it will not take retail deposits or make consumer loans. - Circle’s charter allows the trust to expand custody services later to a limited set of institutional customers—named prospects include banks, financial institutions and regulated derivatives firms. - The charter could also, in the future, support management of reserves backing USD Coin (USDC). Circle has not confirmed if or when the trust will take on that role. Why this matters Circle CEO and co-founder Jeremy Allaire called the OCC approval “a defining step” for bringing blockchain systems into the U.S. financial sector, saying federal supervision will deliver clearer governance for institutions using public blockchains. Practically, the trust adds a federally supervised custody layer to Circle’s current USDC infrastructure, which today operates through its existing regulated entities and reserve arrangements. Circle says placing custody and potentially reserve management inside a federally supervised trust could increase direct oversight of the assets that back USDC. The stablecoin’s reserves are intended to keep its price at $1 and comprise cash and short-term U.S. government securities. The national charter also aligns Circle’s infrastructure with the fiduciary standards applied to traditional trust banks—entities that safeguard client assets but do not generally offer the full suite of commercial banking services. Regulatory context and limits - Circle initially received conditional OCC approval in December 2025 alongside several other crypto firms, including Ripple, Paxos, BitGo and Fidelity Digital Assets. The company submitted its original trust-bank application on June 30, 2025, and met the OCC’s pre-opening conditions before final authorization. - The move comes amid new federal stablecoin rules—the GENIUS Act framework for payment stablecoins—which introduced reserve, reporting and compliance requirements for approved issuers. - Important caveats: a national trust charter does not turn USDC into a bank deposit or put token holders under federal deposit insurance (FDIC). Nor does the charter give Circle immediate permission to launch every product listed in its long-term plans—new services will require further regulatory clearance, robust internal controls and operational readiness. Industry reaction The OCC’s decision to grant national charters to crypto firms has drawn pushback from some banking groups. The Bank Policy Institute reportedly considered legal action, arguing that crypto trust banks might offer bank-like products without being subject to the same rules as full-service lenders. Other industry associations have asked the OCC to limit or revise its approach, citing concerns about financial stability, consumer protection and the scope of national trust charters. Circle’s regulatory footprint Circle frames federal oversight as a strengthening of its governance and compliance. The company already holds regulatory approvals across multiple jurisdictions—including the EU, Singapore, Bermuda, Canada, the UK and Abu Dhabi—and was the first firm to receive a New York BitLicense in 2015. It also became one of the early major stablecoin issuers to align with the EU’s Markets in Crypto-Assets (MiCA) regime. Bottom line The OCC’s final authorization of Circle National Trust is a significant regulatory milestone for Circle and USDC—establishing a federally supervised custody backbone while leaving open further expansion and ongoing debate over the proper regulatory boundaries for crypto-native trust banks. Read more AI-generated news on: undefined/news
Warren e democratas do Senado exigem investigação sobre o ‘golpe’ cripto de US$ 1,4 bi de Trump enquanto a Lei CLARITY se aproximaTítulo: Warren e outros senadores democratas exigem investigação sobre os US$ 1,4 bi em renda cripto atribuídos a Trump enquanto a Lei CLARITY se aproxima da votação A equipe de senadores democratas está pedindo audiências sobre os interesses de Donald Trump no universo das criptomoedas — e pressionando legisladores a responder essas questões antes de avançar com a Lei CLARITY, uma importante proposta que deve remodelar as regras dos ativos digitais dos EUA. Em um comunicado conjunto, integrantes de destaque de cinco comissões do Senado — Elizabeth Warren, Richard Blumenthal, Gary Peters, Dick Durbin e Ron Wyden — pediram ao Congresso que investigue as implicações de segurança nacional e éticas do mais recente relatório financeiro de Trump. Os senadores apontam para empreendimentos cripto da família Trump que, segundo eles, teriam gerado cerca de US$ 1,4 bilhão e para participações contínuas de terceiros no projeto World Liberty Financial da família, argumentando que esses fatos merecem escrutínio antes que os legisladores avancem com mudanças regulatórias abrangentes. Os legisladores também destacaram uma possível situação de conflito de interesses: dizem que as declarações levantam dúvidas sobre o suposto apoio da administração a uma legislação sobre cripto enquanto pessoas próximas ao presidente lucram com o setor. Eles afirmam que algumas propostas em tramitação criariam exceções para partes da indústria cripto e enfraqueceriam a fiscalização — preocupações que querem endereçadas quando a Lei CLARITY for finalizada. A senadora Warren, separadamente, renovou sua pressão para incluir no projeto uma linguagem de ética mais rígida. Em uma postagem no X, ela chamou os arranjos divulgados de “corrupção, pura e simples”, e pediu que a Lei CLARITY impeça o presidente, o vice-presidente, membros do Congresso, altos funcionários da administração e seus familiares imediatos de lucrar com empreendimentos cripto enquanto estiverem no cargo. A Casa Branca descartou críticas sobre vagas em agências reguladoras ligadas a partidarismo. Em uma carta a líderes do Senado, disse que a administração pediu indicações qualificadas do Partido Democrata para a SEC e a CFTC, mas não teria recebido nenhum nome, rebatendo a alegação de que estaria se recusando a preencher esses cargos cruciais de supervisão. Trump minimizou publicamente as divulgações, dizendo que não tinha conhecimento da renda cripto atribuída e que os ganhos eram legais. Tudo isso acontece enquanto negociadores no Senado consolidam projetos concorrentes das comissões de Bancos e de Agricultura em um único rascunho da Lei CLARITY, que deve ter mais de 70 páginas. A versão atualizada, de tom bipartidário, reportadamente incluiria proteções reforçadas ao consumidor junto com mudanças negociadas, e os senadores miram a apreciação em plenário na semana de 20 de julho — deixando pouco tempo antes do recesso de agosto. Pontos de atrito permanecem. Grupos de aplicação da lei alertam que certa linguagem sobre finanças descentralizadas poderia dificultar investigações sobre finanças ilícitas, e o senador Wyden pediu que a Seção 604 — a Blockchain Regulatory Certainty Act, que oferece proteções legais a desenvolvedores de blockchain não custodial — seja preservada no texto final. A articulação política e legislativa se sobrepõe a mudanças na indústria. A Coinbase anunciou que seu Diretor Jurídico, Paul Grewal, deixará o cargo em 31 de julho — uma mudança de liderança jurídica de alto perfil que ocorre dias antes de o Senado retomar os trabalhos na Lei CLARITY. O que vem a seguir: os senadores signatários pediram audiências para investigar as divulgações envolvendo a família Trump e suas implicações para segurança nacional e integridade regulatória. Essas exigências podem complicar o cronograma e o conteúdo da Lei CLARITY enquanto negociadores tentam reconciliar proteções ao consumidor, necessidades de fiscalização e segurança jurídica para o setor. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news

Warren e democratas do Senado exigem investigação sobre o ‘golpe’ cripto de US$ 1,4 bi de Trump enquanto a Lei CLARITY se aproxima

Título: Warren e outros senadores democratas exigem investigação sobre os US$ 1,4 bi em renda cripto atribuídos a Trump enquanto a Lei CLARITY se aproxima da votação A equipe de senadores democratas está pedindo audiências sobre os interesses de Donald Trump no universo das criptomoedas — e pressionando legisladores a responder essas questões antes de avançar com a Lei CLARITY, uma importante proposta que deve remodelar as regras dos ativos digitais dos EUA. Em um comunicado conjunto, integrantes de destaque de cinco comissões do Senado — Elizabeth Warren, Richard Blumenthal, Gary Peters, Dick Durbin e Ron Wyden — pediram ao Congresso que investigue as implicações de segurança nacional e éticas do mais recente relatório financeiro de Trump. Os senadores apontam para empreendimentos cripto da família Trump que, segundo eles, teriam gerado cerca de US$ 1,4 bilhão e para participações contínuas de terceiros no projeto World Liberty Financial da família, argumentando que esses fatos merecem escrutínio antes que os legisladores avancem com mudanças regulatórias abrangentes. Os legisladores também destacaram uma possível situação de conflito de interesses: dizem que as declarações levantam dúvidas sobre o suposto apoio da administração a uma legislação sobre cripto enquanto pessoas próximas ao presidente lucram com o setor. Eles afirmam que algumas propostas em tramitação criariam exceções para partes da indústria cripto e enfraqueceriam a fiscalização — preocupações que querem endereçadas quando a Lei CLARITY for finalizada. A senadora Warren, separadamente, renovou sua pressão para incluir no projeto uma linguagem de ética mais rígida. Em uma postagem no X, ela chamou os arranjos divulgados de “corrupção, pura e simples”, e pediu que a Lei CLARITY impeça o presidente, o vice-presidente, membros do Congresso, altos funcionários da administração e seus familiares imediatos de lucrar com empreendimentos cripto enquanto estiverem no cargo. A Casa Branca descartou críticas sobre vagas em agências reguladoras ligadas a partidarismo. Em uma carta a líderes do Senado, disse que a administração pediu indicações qualificadas do Partido Democrata para a SEC e a CFTC, mas não teria recebido nenhum nome, rebatendo a alegação de que estaria se recusando a preencher esses cargos cruciais de supervisão. Trump minimizou publicamente as divulgações, dizendo que não tinha conhecimento da renda cripto atribuída e que os ganhos eram legais. Tudo isso acontece enquanto negociadores no Senado consolidam projetos concorrentes das comissões de Bancos e de Agricultura em um único rascunho da Lei CLARITY, que deve ter mais de 70 páginas. A versão atualizada, de tom bipartidário, reportadamente incluiria proteções reforçadas ao consumidor junto com mudanças negociadas, e os senadores miram a apreciação em plenário na semana de 20 de julho — deixando pouco tempo antes do recesso de agosto. Pontos de atrito permanecem. Grupos de aplicação da lei alertam que certa linguagem sobre finanças descentralizadas poderia dificultar investigações sobre finanças ilícitas, e o senador Wyden pediu que a Seção 604 — a Blockchain Regulatory Certainty Act, que oferece proteções legais a desenvolvedores de blockchain não custodial — seja preservada no texto final. A articulação política e legislativa se sobrepõe a mudanças na indústria. A Coinbase anunciou que seu Diretor Jurídico, Paul Grewal, deixará o cargo em 31 de julho — uma mudança de liderança jurídica de alto perfil que ocorre dias antes de o Senado retomar os trabalhos na Lei CLARITY. O que vem a seguir: os senadores signatários pediram audiências para investigar as divulgações envolvendo a família Trump e suas implicações para segurança nacional e integridade regulatória. Essas exigências podem complicar o cronograma e o conteúdo da Lei CLARITY enquanto negociadores tentam reconciliar proteções ao consumidor, necessidades de fiscalização e segurança jurídica para o setor. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news
TeraWulf Busca US$ 3,5B em Dívida para Campus de IA Alugado pela Anthropic, Acelerando a Mudança da Mineração de BitcoinA TeraWulf está se preparando para levantar aproximadamente US$ 3,5 bilhões de dívida para financiar o campus de IA alugado pela Anthropic no Kentucky, segundo a Bloomberg — um movimento que destaca a rápida mudança da empresa de mineração de Bitcoin para hospedagem de IA em larga escala e computação de alto desempenho (HPC). O que está sendo planejado - Tamanho e instrumentos: Cerca de US$ 3,5 bilhões em dívida, potencialmente uma combinação de empréstimos alavancados e títulos de alto rendimento. - Banco líder: Morgan Stanley deve liderar a operação, que pode ser lançada em 2026. - Entrada em novo mercado: O CFO Patrick Fleury disse que a empresa pode entrar no mercado de empréstimos alavancados pela primeira vez. (Empréstimos alavancados normalmente miram empresas com maior alavancagem ou classificações abaixo de grau de investimento e, muitas vezes, têm taxas variáveis que podem subir conforme os benchmarks.) Por que o financiamento - Finalidade: Financiar a construção no campus Justified Data da TeraWulf em Hawesville, Kentucky, construído para a infraestrutura de IA da Anthropic. - Especificações do campus e cronograma: O local está sendo desenvolvido para suportar cerca de 401 MW de carga crítica de TI. A capacidade inicial é esperada para a segunda metade de 2027, com implantação completa prevista para o início de 2028. - Perspectiva de receita: A TeraWulf projeta cerca de US$ 19 bilhões em receita contratada ao longo do período inicial de 20 anos do arrendamento; a empresa afirma que o contrato se beneficia de um perfil de crédito com grau de investimento. Observação: esses US$ 19B são receita projetada ao longo do tempo, não um pagamento antecipado, e os custos de construção/operação afetarão o produto líquido. Contexto e financiamento anterior - Empréstimos anteriores: Em outubro de 2025, uma subsidiária da TeraWulf precificou US$ 3,2 bilhões em notas sênior garantidas com cupom de 7,75%, vencendo em 2030, para ajudar a financiar sua expansão Lake Mariner em Nova York. A empresa também levantou dívida conversível e outras linhas de crédito desde então. - Esse novo financiamento no Kentucky, se concluído, aumentaria ainda mais o nível de endividamento da TeraWulf à medida que ela escala para computação de IA. Mudança estratégica e impacto no negócio - De mineradores para operador de infraestrutura: A TeraWulf — historicamente um minerador de Bitcoin — está se reposicionando como operadora de infraestrutura de energia para clientes de IA e HPC. Seus resultados do 1T 2026 mostraram que mais de 50% da receita veio de hospedagem de HPC, e o arrendamento da Anthropic oferece um fluxo de receita contratada de longa duração que pode reduzir a exposição a oscilações no preço do Bitcoin e à dificuldade de mineração. - Tendência da indústria: Vários mineradores de Bitcoin estão reaproveitando acesso a energia, terras e refrigeração para capturar a demanda por data centers e computação de IA. Riscos e incertezas - Mercado e timing: O aporte de US$ 3,5B está sujeito às condições de mercado; a TeraWulf e o Morgan Stanley ainda não haviam emitido termos públicos detalhados quando a reportagem foi publicada. - Custos e execução: A TeraWulf precisa adiantar grandes custos de construção e operação antes de concretizar a receita do arrendamento. A empresa tem enfrentado escrutínio sobre estimativas de custos de construção, vendas de ações por insiders e seu modelo de financiamento de longo prazo. Fleury destacou que os clientes são responsáveis por servidores, processadores e atualizações de tecnologia, enquanto a TeraWulf fornece energia e infraestrutura física. - Exposição a taxas: As taxas variáveis dos empréstimos alavancados podem elevar os custos de captação se os benchmarks subirem. Reação do mercado e perspectivas - Resposta do mercado: As ações da TeraWulf subiram após o anúncio do acordo com a Anthropic, refletindo o interesse dos investidores em receita recorrente de infraestrutura de IA. Ainda assim, os termos finais do financiamento, o cronograma de lançamento e as condições mais amplas do mercado determinarão como a empresa executará esta próxima fase. Resumo: O pacote proposto de dívida de US$ 3,5 bilhões seria uma aposta importante no compromisso de longo prazo da Anthropic e na transição da TeraWulf de mineradora de cripto para fornecedora de infraestrutura de IA. O plano adiciona escala e visibilidade de receita, mas também levanta questões sobre alavancagem, risco de execução e exposição à taxa de juros à medida que a empresa constrói o campus no Kentucky. Saiba mais sobre notícias geradas por IA em: undefined/news

TeraWulf Busca US$ 3,5B em Dívida para Campus de IA Alugado pela Anthropic, Acelerando a Mudança da Mineração de Bitcoin

A TeraWulf está se preparando para levantar aproximadamente US$ 3,5 bilhões de dívida para financiar o campus de IA alugado pela Anthropic no Kentucky, segundo a Bloomberg — um movimento que destaca a rápida mudança da empresa de mineração de Bitcoin para hospedagem de IA em larga escala e computação de alto desempenho (HPC). O que está sendo planejado - Tamanho e instrumentos: Cerca de US$ 3,5 bilhões em dívida, potencialmente uma combinação de empréstimos alavancados e títulos de alto rendimento. - Banco líder: Morgan Stanley deve liderar a operação, que pode ser lançada em 2026. - Entrada em novo mercado: O CFO Patrick Fleury disse que a empresa pode entrar no mercado de empréstimos alavancados pela primeira vez. (Empréstimos alavancados normalmente miram empresas com maior alavancagem ou classificações abaixo de grau de investimento e, muitas vezes, têm taxas variáveis que podem subir conforme os benchmarks.) Por que o financiamento - Finalidade: Financiar a construção no campus Justified Data da TeraWulf em Hawesville, Kentucky, construído para a infraestrutura de IA da Anthropic. - Especificações do campus e cronograma: O local está sendo desenvolvido para suportar cerca de 401 MW de carga crítica de TI. A capacidade inicial é esperada para a segunda metade de 2027, com implantação completa prevista para o início de 2028. - Perspectiva de receita: A TeraWulf projeta cerca de US$ 19 bilhões em receita contratada ao longo do período inicial de 20 anos do arrendamento; a empresa afirma que o contrato se beneficia de um perfil de crédito com grau de investimento. Observação: esses US$ 19B são receita projetada ao longo do tempo, não um pagamento antecipado, e os custos de construção/operação afetarão o produto líquido. Contexto e financiamento anterior - Empréstimos anteriores: Em outubro de 2025, uma subsidiária da TeraWulf precificou US$ 3,2 bilhões em notas sênior garantidas com cupom de 7,75%, vencendo em 2030, para ajudar a financiar sua expansão Lake Mariner em Nova York. A empresa também levantou dívida conversível e outras linhas de crédito desde então. - Esse novo financiamento no Kentucky, se concluído, aumentaria ainda mais o nível de endividamento da TeraWulf à medida que ela escala para computação de IA. Mudança estratégica e impacto no negócio - De mineradores para operador de infraestrutura: A TeraWulf — historicamente um minerador de Bitcoin — está se reposicionando como operadora de infraestrutura de energia para clientes de IA e HPC. Seus resultados do 1T 2026 mostraram que mais de 50% da receita veio de hospedagem de HPC, e o arrendamento da Anthropic oferece um fluxo de receita contratada de longa duração que pode reduzir a exposição a oscilações no preço do Bitcoin e à dificuldade de mineração. - Tendência da indústria: Vários mineradores de Bitcoin estão reaproveitando acesso a energia, terras e refrigeração para capturar a demanda por data centers e computação de IA. Riscos e incertezas - Mercado e timing: O aporte de US$ 3,5B está sujeito às condições de mercado; a TeraWulf e o Morgan Stanley ainda não haviam emitido termos públicos detalhados quando a reportagem foi publicada. - Custos e execução: A TeraWulf precisa adiantar grandes custos de construção e operação antes de concretizar a receita do arrendamento. A empresa tem enfrentado escrutínio sobre estimativas de custos de construção, vendas de ações por insiders e seu modelo de financiamento de longo prazo. Fleury destacou que os clientes são responsáveis por servidores, processadores e atualizações de tecnologia, enquanto a TeraWulf fornece energia e infraestrutura física. - Exposição a taxas: As taxas variáveis dos empréstimos alavancados podem elevar os custos de captação se os benchmarks subirem. Reação do mercado e perspectivas - Resposta do mercado: As ações da TeraWulf subiram após o anúncio do acordo com a Anthropic, refletindo o interesse dos investidores em receita recorrente de infraestrutura de IA. Ainda assim, os termos finais do financiamento, o cronograma de lançamento e as condições mais amplas do mercado determinarão como a empresa executará esta próxima fase. Resumo: O pacote proposto de dívida de US$ 3,5 bilhões seria uma aposta importante no compromisso de longo prazo da Anthropic e na transição da TeraWulf de mineradora de cripto para fornecedora de infraestrutura de IA. O plano adiciona escala e visibilidade de receita, mas também levanta questões sobre alavancagem, risco de execução e exposição à taxa de juros à medida que a empresa constrói o campus no Kentucky. Saiba mais sobre notícias geradas por IA em: undefined/news
Ark Aumenta Quietamente uma Participação de US$ 250M na Alphabet enquanto o Google se Compromete com Tudo com a IAA Cathie Wood’s Ark Invest tem reforçado silenciosamente sua participação na Alphabet enquanto o gigante de buscas acelera rumo à IA — e a onda de compras iniciada em 2025 continuou em 2026. Por que isso importa A Ark, conhecida há muito tempo por apoiar tecnologias disruptivas (e por ser um importante ator institucional nos círculos de cripto), mudou de uma postura mais conservadora para uma acumulação agressiva de ações da Alphabet à medida que o Google intensificou seus investimentos em IA. A empresa tem acrescentado repetidamente à sua posição e permanece entre os maiores compradores institucionais de ações da Alphabet. As compras (2025–2026) - Q3 2025: 205.000 ações a um fechamento médio de US$ 209,80 — ~US$ 43 milhões - Q4 2025: 207.000 ações a US$ 286,99 — ~US$ 55 milhões - Q1 2026: 175.000 ações a US$ 319,97 — ~US$ 56 milhões - 3 de junho de 2026: 267.582 ações a aproximadamente US$ 358 — ~US$ 96 milhões Os totais e o desempenho - Total investido (2025–2026): 854.582 ações por cerca de US$ 250 milhões - Valor de mercado (a ~US$ 358 por ação, até sexta-feira): ~US$ 306 milhões - Ganho não realizado: ~US$ 56 milhões — aproximadamente 22,5% de retorno em menos de dois anos Conclusão As pesadas compras em etapas da Ark em Alphabet refletem uma convicção clara na trajetória de IA do Google. Para investidores acompanhando fluxos institucionais — incluindo públicos focados em cripto que seguem a Ark de perto — a movimentação sinaliza apetite contínuo dos gestores de crescimento por líderes de IA em large caps, ao lado de suas participações em outros ativos disruptivos. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news

Ark Aumenta Quietamente uma Participação de US$ 250M na Alphabet enquanto o Google se Compromete com Tudo com a IA

A Cathie Wood’s Ark Invest tem reforçado silenciosamente sua participação na Alphabet enquanto o gigante de buscas acelera rumo à IA — e a onda de compras iniciada em 2025 continuou em 2026. Por que isso importa A Ark, conhecida há muito tempo por apoiar tecnologias disruptivas (e por ser um importante ator institucional nos círculos de cripto), mudou de uma postura mais conservadora para uma acumulação agressiva de ações da Alphabet à medida que o Google intensificou seus investimentos em IA. A empresa tem acrescentado repetidamente à sua posição e permanece entre os maiores compradores institucionais de ações da Alphabet. As compras (2025–2026) - Q3 2025: 205.000 ações a um fechamento médio de US$ 209,80 — ~US$ 43 milhões - Q4 2025: 207.000 ações a US$ 286,99 — ~US$ 55 milhões - Q1 2026: 175.000 ações a US$ 319,97 — ~US$ 56 milhões - 3 de junho de 2026: 267.582 ações a aproximadamente US$ 358 — ~US$ 96 milhões Os totais e o desempenho - Total investido (2025–2026): 854.582 ações por cerca de US$ 250 milhões - Valor de mercado (a ~US$ 358 por ação, até sexta-feira): ~US$ 306 milhões - Ganho não realizado: ~US$ 56 milhões — aproximadamente 22,5% de retorno em menos de dois anos Conclusão As pesadas compras em etapas da Ark em Alphabet refletem uma convicção clara na trajetória de IA do Google. Para investidores acompanhando fluxos institucionais — incluindo públicos focados em cripto que seguem a Ark de perto — a movimentação sinaliza apetite contínuo dos gestores de crescimento por líderes de IA em large caps, ao lado de suas participações em outros ativos disruptivos. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news
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HSBC's First Tokenised Structured Notes Hit Blockchain in Hong KongHSBC has completed its first blockchain-based issuance of a digitally native structured product, marking a notable step in bringing traditional capital markets onto tokenised infrastructure. What happened - The bank issued U.S. dollar‑denominated structured notes in Hong Kong as a private placement for institutional investors, using tokenised securities recorded on blockchain. - Marketnode, an Asia‑Pacific digital market infrastructure operator, acted as both the tokenisation agent and the digital paying agent, enabling on‑chain issuance and managing payment flows between HSBC and investors. - HSBC says the pilot tested how tokenisation can streamline issuance, settlement, administration and ongoing servicing of structured products for institutional markets. Why it matters - By issuing the notes directly on blockchain, the pilot explored efficiencies across multiple lifecycle stages of structured products and built a foundation for more scalable, digitally native product innovation. - Suvir Loomba, regional head of securities services for Asia at HSBC and a Marketnode board member, framed the deal as a continuation of the bank’s digital asset work and collaboration with market participants to develop practical blockchain solutions for institutional finance. - Patrick Boumalham, HSBC’s head of institutional sales for Asia, added that as one of the region’s leading structured product issuers, the bank sees “clear potential for tokenisation to improve the efficiency of issuance, settlement and servicing.” Broader context in Hong Kong - The pilot is part of HSBC’s broader digital assets strategy and comes amid Hong Kong’s active push to migrate traditional financial products onto blockchain. - In June, the Hong Kong Monetary Authority (HKMA) set up a tokenised bond expert group after government issuances topped more than HK$6.8 billion (about $868 million) across multiple tokenised bond offerings. The group includes HSBC, JPMorgan Securities, Standard Chartered, UBS, Ant Digital, HashKey Group and other market players, and is studying the legal, market practice and infrastructure requirements needed to scale tokenised bonds. - HSBC has also deepened its digital‑asset footprint in the city: in April the bank became one of the first institutions to receive an HKMA stablecoin issuer licence under Hong Kong’s new regime, enabling it to issue regulated stablecoins alongside other licensed players such as Anchorpoint Financial (backed by Standard Chartered). Bottom line This tokenised structured‑note pilot shows traditional banks continuing to experiment with practical, regulated blockchain use cases for institutional clients. If efficiencies materialise across issuance, settlement and servicing, tokenisation could accelerate a broader migration of capital markets activity onto digital rails. Read more AI-generated news on: undefined/news

HSBC's First Tokenised Structured Notes Hit Blockchain in Hong Kong

HSBC has completed its first blockchain-based issuance of a digitally native structured product, marking a notable step in bringing traditional capital markets onto tokenised infrastructure. What happened - The bank issued U.S. dollar‑denominated structured notes in Hong Kong as a private placement for institutional investors, using tokenised securities recorded on blockchain. - Marketnode, an Asia‑Pacific digital market infrastructure operator, acted as both the tokenisation agent and the digital paying agent, enabling on‑chain issuance and managing payment flows between HSBC and investors. - HSBC says the pilot tested how tokenisation can streamline issuance, settlement, administration and ongoing servicing of structured products for institutional markets. Why it matters - By issuing the notes directly on blockchain, the pilot explored efficiencies across multiple lifecycle stages of structured products and built a foundation for more scalable, digitally native product innovation. - Suvir Loomba, regional head of securities services for Asia at HSBC and a Marketnode board member, framed the deal as a continuation of the bank’s digital asset work and collaboration with market participants to develop practical blockchain solutions for institutional finance. - Patrick Boumalham, HSBC’s head of institutional sales for Asia, added that as one of the region’s leading structured product issuers, the bank sees “clear potential for tokenisation to improve the efficiency of issuance, settlement and servicing.” Broader context in Hong Kong - The pilot is part of HSBC’s broader digital assets strategy and comes amid Hong Kong’s active push to migrate traditional financial products onto blockchain. - In June, the Hong Kong Monetary Authority (HKMA) set up a tokenised bond expert group after government issuances topped more than HK$6.8 billion (about $868 million) across multiple tokenised bond offerings. The group includes HSBC, JPMorgan Securities, Standard Chartered, UBS, Ant Digital, HashKey Group and other market players, and is studying the legal, market practice and infrastructure requirements needed to scale tokenised bonds. - HSBC has also deepened its digital‑asset footprint in the city: in April the bank became one of the first institutions to receive an HKMA stablecoin issuer licence under Hong Kong’s new regime, enabling it to issue regulated stablecoins alongside other licensed players such as Anchorpoint Financial (backed by Standard Chartered). Bottom line This tokenised structured‑note pilot shows traditional banks continuing to experiment with practical, regulated blockchain use cases for institutional clients. If efficiencies materialise across issuance, settlement and servicing, tokenisation could accelerate a broader migration of capital markets activity onto digital rails. Read more AI-generated news on: undefined/news
Circle garante charter nacional de trust do OCC, abrindo caminho para custódia do USDC supervisionada federalmenteA Circle obtém aprovação final do OCC para um charter de trust nacional, posicionando o USDC para uma camada de custódia supervisionada federalmente O Circle Internet Group recebeu a aprovação final do U.S. Office of the Comptroller of the Currency (OCC) para estabelecer um banco de trust nacional que operará como Circle National Trust. Legalmente, a instituição permanecerá como First National Digital Currency Bank, N.A., disse a empresa em um comunicado de 10 de julho. O que o charter abrange — A autorização final do OCC coloca a Circle National Trust sob supervisão federal direta — o mesmo regulador que supervisiona bancos nacionais e outros bancos de trust nacionais. — Inicialmente, o banco de trust oferecerá serviços fiduciários de custódia de ativos digitais para a Circle e suas afiliadas. Ele não está sendo licenciado como um banco comercial tradicional que capta depósitos ou concede empréstimos ao consumidor. — A Circle pode mais tarde oferecer custódia para um conjunto limitado de clientes institucionais — seu plano de negócios aprovado lista outros bancos, instituições financeiras e empresas reguladas de derivativos como clientes em potencial. Possível papel com as reservas do USDC A Circle disse que o charter pode dar suporte a uma gestão futura das reservas que lastreiam o USD Coin (USDC), embora a empresa não tenha confirmado qualquer cronograma ou compromisso de transferir a gestão das reservas para o banco de trust. A Circle enfatizou que o USDC continua operando por meio de suas entidades reguladas existentes e seus arranjos de reservas atualmente. Se o banco de trust viesse a gerenciar as reservas, isso adicionaria uma camada de custódia supervisionada federalmente e poderia permitir uma supervisão mais direta dos ativos que mantêm o USDC atrelado a US$ 1 (caixa e títulos do governo dos EUA de curto prazo). O CEO da Circle, Jeremy Allaire, descreveu a aprovação como “um passo definidor” para trazer sistemas de blockchain ao setor financeiro dos EUA, dizendo que a supervisão federal esclarecerá a governança para instituições que interagem com blockchains públicos. Contexto regulatório e limites — O charter de trust nacional alinha a infraestrutura da Circle com padrões fiduciários aplicados a bancos de trust tradicionais — entidades que resguardam os ativos de clientes, mas que normalmente não oferecem serviços completos de banco comercial. — O charter não converte o USDC em depósito bancário e não estende seguro federal de depósitos (FDIC) a detentores de tokens. — O banco de trust não poderá lançar todos os produtos de seu roadmap de longo prazo imediatamente: novos serviços exigirão aprovações regulatórias adicionais, controles internos e prontidão operacional. Cronograma e aprovações relacionadas A Circle submeteu seu pedido original em 30 de junho de 2025 e teve de cumprir as condições pré-abertura do OCC antes de receber a autorização final. O OCC anteriormente concedeu aprovações condicionais de charter de trust nacional em dezembro de 2025 para a Circle e várias outras empresas de ativos digitais, incluindo Ripple, Paxos, BitGo e Fidelity Digital Assets. Base de políticas e reação da indústria A aprovação da Circle ocorre após a aprovação da GENIUS Act — uma estrutura federal para stablecoins de pagamentos que estabelece regras de reserva, reporte e conformidade para emissores autorizados. A adoção do USDC se expandiu em pagamentos, liquidação e fluxos financeiros regulados, e a Circle diz que o charter apoiará o uso do token em pagamentos, mercados de capitais e liquidação. Mas a decisão de conceder charters nacionais a empresas de cripto gerou resistência de grupos bancários tradicionais. O Bank Policy Institute indicou possibilidade de ação legal, argumentando que bancos de trust cripto poderiam oferecer produtos semelhantes a de bancos sem estarem sujeitos às mesmas regras aplicáveis a credores de serviço completo. Outras organizações bancárias levantaram preocupações com estabilidade financeira, proteção ao consumidor e o alcance legal dos charters de trust nacional. Pegada regulatória mais ampla da Circle A Circle destacou suas aprovações regulatórias globais na UE, Singapura, Bermudas, Canadá, Reino Unido e Abu Dhabi. A empresa foi a primeira a receber uma New York BitLicense em 2015 e, desde então, tem estado entre os primeiros grandes emissores de stablecoin a se alinhar à estrutura Markets in Crypto-Assets (MiCA) da UE. O que observar a seguir — Se a Circle move a gestão das reservas do USDC para a Circle National Trust e em qual cronograma. — Se e quando o banco de trust abrirá serviços de custódia para clientes institucionais externos. — Quaisquer desafios legais ou reação regulatória direcionados à política de charter do OCC. — Lançamentos de produtos da Circle National Trust e as aprovações de supervisão relacionadas exigidas. Conclusão: a aprovação final do OCC dá à Circle um charter de trust supervisionado federalmente que fortalece suas credenciais de custódia e pode remodelar partes da infraestrutura do USDC — enquanto deixa questões-chave sobre gestão de reservas, escopo de produtos e resistência setorial ainda em aberto. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news

Circle garante charter nacional de trust do OCC, abrindo caminho para custódia do USDC supervisionada federalmente

A Circle obtém aprovação final do OCC para um charter de trust nacional, posicionando o USDC para uma camada de custódia supervisionada federalmente O Circle Internet Group recebeu a aprovação final do U.S. Office of the Comptroller of the Currency (OCC) para estabelecer um banco de trust nacional que operará como Circle National Trust. Legalmente, a instituição permanecerá como First National Digital Currency Bank, N.A., disse a empresa em um comunicado de 10 de julho. O que o charter abrange — A autorização final do OCC coloca a Circle National Trust sob supervisão federal direta — o mesmo regulador que supervisiona bancos nacionais e outros bancos de trust nacionais. — Inicialmente, o banco de trust oferecerá serviços fiduciários de custódia de ativos digitais para a Circle e suas afiliadas. Ele não está sendo licenciado como um banco comercial tradicional que capta depósitos ou concede empréstimos ao consumidor. — A Circle pode mais tarde oferecer custódia para um conjunto limitado de clientes institucionais — seu plano de negócios aprovado lista outros bancos, instituições financeiras e empresas reguladas de derivativos como clientes em potencial.
Possível papel com as reservas do USDC A Circle disse que o charter pode dar suporte a uma gestão futura das reservas que lastreiam o USD Coin (USDC), embora a empresa não tenha confirmado qualquer cronograma ou compromisso de transferir a gestão das reservas para o banco de trust. A Circle enfatizou que o USDC continua operando por meio de suas entidades reguladas existentes e seus arranjos de reservas atualmente. Se o banco de trust viesse a gerenciar as reservas, isso adicionaria uma camada de custódia supervisionada federalmente e poderia permitir uma supervisão mais direta dos ativos que mantêm o USDC atrelado a US$ 1 (caixa e títulos do governo dos EUA de curto prazo). O CEO da Circle, Jeremy Allaire, descreveu a aprovação como “um passo definidor” para trazer sistemas de blockchain ao setor financeiro dos EUA, dizendo que a supervisão federal esclarecerá a governança para instituições que interagem com blockchains públicos.
Contexto regulatório e limites — O charter de trust nacional alinha a infraestrutura da Circle com padrões fiduciários aplicados a bancos de trust tradicionais — entidades que resguardam os ativos de clientes, mas que normalmente não oferecem serviços completos de banco comercial. — O charter não converte o USDC em depósito bancário e não estende seguro federal de depósitos (FDIC) a detentores de tokens. — O banco de trust não poderá lançar todos os produtos de seu roadmap de longo prazo imediatamente: novos serviços exigirão aprovações regulatórias adicionais, controles internos e prontidão operacional.
Cronograma e aprovações relacionadas A Circle submeteu seu pedido original em 30 de junho de 2025 e teve de cumprir as condições pré-abertura do OCC antes de receber a autorização final. O OCC anteriormente concedeu aprovações condicionais de charter de trust nacional em dezembro de 2025 para a Circle e várias outras empresas de ativos digitais, incluindo Ripple, Paxos, BitGo e Fidelity Digital Assets.
Base de políticas e reação da indústria A aprovação da Circle ocorre após a aprovação da GENIUS Act — uma estrutura federal para stablecoins de pagamentos que estabelece regras de reserva, reporte e conformidade para emissores autorizados. A adoção do USDC se expandiu em pagamentos, liquidação e fluxos financeiros regulados, e a Circle diz que o charter apoiará o uso do token em pagamentos, mercados de capitais e liquidação.
Mas a decisão de conceder charters nacionais a empresas de cripto gerou resistência de grupos bancários tradicionais. O Bank Policy Institute indicou possibilidade de ação legal, argumentando que bancos de trust cripto poderiam oferecer produtos semelhantes a de bancos sem estarem sujeitos às mesmas regras aplicáveis a credores de serviço completo. Outras organizações bancárias levantaram preocupações com estabilidade financeira, proteção ao consumidor e o alcance legal dos charters de trust nacional.
Pegada regulatória mais ampla da Circle A Circle destacou suas aprovações regulatórias globais na UE, Singapura, Bermudas, Canadá, Reino Unido e Abu Dhabi. A empresa foi a primeira a receber uma New York BitLicense em 2015 e, desde então, tem estado entre os primeiros grandes emissores de stablecoin a se alinhar à estrutura Markets in Crypto-Assets (MiCA) da UE.
O que observar a seguir — Se a Circle move a gestão das reservas do USDC para a Circle National Trust e em qual cronograma. — Se e quando o banco de trust abrirá serviços de custódia para clientes institucionais externos. — Quaisquer desafios legais ou reação regulatória direcionados à política de charter do OCC. — Lançamentos de produtos da Circle National Trust e as aprovações de supervisão relacionadas exigidas.
Conclusão: a aprovação final do OCC dá à Circle um charter de trust supervisionado federalmente que fortalece suas credenciais de custódia e pode remodelar partes da infraestrutura do USDC — enquanto deixa questões-chave sobre gestão de reservas, escopo de produtos e resistência setorial ainda em aberto. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news
Detento Acusado de Violação de Ordem de Confisco ao Mover US$ 290 Mil em Cripto por meio de MisturadoresO Departamento de Justiça dos EUA acusou um detento federal após alegar que ele transferiu aproximadamente US$ 290.000 em criptomoeda que havia sido determinada como confisco em favor do governo. Os promotores federais afirmam que o nacional búlgaro de 53 anos, Rossen G. Iossifov, compareceu ao Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Oriental do Kentucky, enfrentando acusações que incluem remover bens para impedir a apreensão, ajudar e instigar, e conspiração para cometer lavagem de dinheiro. De acordo com um comunicado do DOJ datado de 9 de julho, a denúncia alega que Iossifov conspirou em janeiro de 2024 para transferir os ativos de cripto, mesmo depois de um tribunal já ter determinado o confisco deles após sua condenação anterior. Os promotores afirmam que Iossifov direcionou cerca de US$ 290.000 por meio de múltiplas exchanges de criptomoeda e “serviços ilícitos de mistura”, movimentos que teriam impedido o governo de tomar posse dos ativos. Misturadores de cripto agregam fundos de muitos usuários e depois os redistribuem, um processo que pode obscurecer trilhas de transações, embora registros da blockchain às vezes ainda permitam que investigadores rastreiem partes do fluxo. Esta ação mais recente está relacionada à condenação de 2021 de Iossifov. Na época das transferências alegadas em janeiro, ele cumpria uma pena federal de 111 meses. As provas apresentadas no julgamento anterior mostraram que ele lavou quase US$ 5 milhões em criptomoeda ao longo de um período de aproximadamente três anos e operou a RG Coins, uma exchange de Bitcoin sediada na Bulgária, que os promotores dizem ter apoiado uma rede de fraude de leilões online. Esse esquema teria visado compradores dos EUA com anúncios falsos de veículos e bens; as vítimas pagaram por itens que não existiam e os recursos foram lavados por meio de contas bancárias e serviços de cripto. Um tribunal ordenou que Iossifov pagasse US$ 2.642.297,43 em restituição e que confiscasse a criptomoeda em questão. Sua condenação e sua sentença foram posteriormente mantidas em recurso. O Procurador-Geral Assistente A. Tysen Duva disse que Iossifov é acusado de mover criptomoeda “em violação a uma ordem de confisco do tribunal” e ressaltou que o DOJ buscará réus que ignorem ordens judiciais ligadas a sentenças criminais. O Serviço Secreto investigou as transferências alegadas, com apoio do Escritório de Assuntos Internacionais do DOJ. O Senior Counsel Vasantha Rao e o Assistant U.S. Attorney Kathryn M. Dieruf estão processando o caso no Distrito Oriental do Kentucky. O caso evidencia um desafio operacional recorrente para as autoridades: uma ordem de confisco é apenas o primeiro passo — os funcionários ainda precisam garantir carteiras, chaves privadas e contas de exchange para de fato assumir o controle de ativos digitais. O DOJ já perseguiu grandes confiscos de cripto anteriormente, incluindo uma ação de janeiro que finalizou a apreensão de mais de US$ 400 milhões vinculados ao misturador Helix, que o governo diz ter processado mais de 354.000 Bitcoins enquanto atendia mercados darknet e outros usuários. Em outra instância, investigadores recuperaram US$ 2,3 milhões em Bitcoin ligados ao grupo de ransomware Chaos ao obter uma frase-semente de carteira. O DOJ não divulgou quais exchanges ou serviços de mistura foram supostamente usados para processar os US$ 290.000, nem explicou como Iossifov supostamente direcionou transações enquanto estava sob custódia federal. Se for condenado nas acusações atuais, ele enfrenta uma pena máxima combinada de até 25 anos de prisão. Como em qualquer denúncia, trata-se de alegações e Iossifov é presumido inocente até que sua culpa seja comprovada em tribunal. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news

Detento Acusado de Violação de Ordem de Confisco ao Mover US$ 290 Mil em Cripto por meio de Misturadores

O Departamento de Justiça dos EUA acusou um detento federal após alegar que ele transferiu aproximadamente US$ 290.000 em criptomoeda que havia sido determinada como confisco em favor do governo. Os promotores federais afirmam que o nacional búlgaro de 53 anos, Rossen G. Iossifov, compareceu ao Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Oriental do Kentucky, enfrentando acusações que incluem remover bens para impedir a apreensão, ajudar e instigar, e conspiração para cometer lavagem de dinheiro. De acordo com um comunicado do DOJ datado de 9 de julho, a denúncia alega que Iossifov conspirou em janeiro de 2024 para transferir os ativos de cripto, mesmo depois de um tribunal já ter determinado o confisco deles após sua condenação anterior. Os promotores afirmam que Iossifov direcionou cerca de US$ 290.000 por meio de múltiplas exchanges de criptomoeda e “serviços ilícitos de mistura”, movimentos que teriam impedido o governo de tomar posse dos ativos. Misturadores de cripto agregam fundos de muitos usuários e depois os redistribuem, um processo que pode obscurecer trilhas de transações, embora registros da blockchain às vezes ainda permitam que investigadores rastreiem partes do fluxo. Esta ação mais recente está relacionada à condenação de 2021 de Iossifov. Na época das transferências alegadas em janeiro, ele cumpria uma pena federal de 111 meses. As provas apresentadas no julgamento anterior mostraram que ele lavou quase US$ 5 milhões em criptomoeda ao longo de um período de aproximadamente três anos e operou a RG Coins, uma exchange de Bitcoin sediada na Bulgária, que os promotores dizem ter apoiado uma rede de fraude de leilões online. Esse esquema teria visado compradores dos EUA com anúncios falsos de veículos e bens; as vítimas pagaram por itens que não existiam e os recursos foram lavados por meio de contas bancárias e serviços de cripto. Um tribunal ordenou que Iossifov pagasse US$ 2.642.297,43 em restituição e que confiscasse a criptomoeda em questão. Sua condenação e sua sentença foram posteriormente mantidas em recurso. O Procurador-Geral Assistente A. Tysen Duva disse que Iossifov é acusado de mover criptomoeda “em violação a uma ordem de confisco do tribunal” e ressaltou que o DOJ buscará réus que ignorem ordens judiciais ligadas a sentenças criminais. O Serviço Secreto investigou as transferências alegadas, com apoio do Escritório de Assuntos Internacionais do DOJ. O Senior Counsel Vasantha Rao e o Assistant U.S. Attorney Kathryn M. Dieruf estão processando o caso no Distrito Oriental do Kentucky. O caso evidencia um desafio operacional recorrente para as autoridades: uma ordem de confisco é apenas o primeiro passo — os funcionários ainda precisam garantir carteiras, chaves privadas e contas de exchange para de fato assumir o controle de ativos digitais. O DOJ já perseguiu grandes confiscos de cripto anteriormente, incluindo uma ação de janeiro que finalizou a apreensão de mais de US$ 400 milhões vinculados ao misturador Helix, que o governo diz ter processado mais de 354.000 Bitcoins enquanto atendia mercados darknet e outros usuários. Em outra instância, investigadores recuperaram US$ 2,3 milhões em Bitcoin ligados ao grupo de ransomware Chaos ao obter uma frase-semente de carteira. O DOJ não divulgou quais exchanges ou serviços de mistura foram supostamente usados para processar os US$ 290.000, nem explicou como Iossifov supostamente direcionou transações enquanto estava sob custódia federal. Se for condenado nas acusações atuais, ele enfrenta uma pena máxima combinada de até 25 anos de prisão. Como em qualquer denúncia, trata-se de alegações e Iossifov é presumido inocente até que sua culpa seja comprovada em tribunal. Leia mais notícias geradas por IA em: undefined/news
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