📰 Na semana passada, o setor global de blockchain registrou um total de 10 eventos de investimento e financiamento, com uma captação total superior a US$ 1,28 bilhão. O destaque ficou por conta da Polymarket, que concluiu uma nova rodada de US$ 1 bilhão, sendo cerca de US$ 300 milhões liderados pela 1789 Capital; do outro lado, a Felix Pago também levantou US$ 200 milhões na rodada B, com participação dividida entre capital próprio e linha de crédito.
🔥 Nesta leva de financiamentos, a presença das stablecoins e da infraestrutura bancária ficou muito mais evidente. A Cari, uma rede de moeda digital liderada por bancos, concluiu uma rodada inicial de US$ 32,5 milhões, com participação de bancos como First Horizon Bank e KeyBank, entre outros. O objetivo é permitir que os bancos acessem depósitos tokenizados e dinheiro programável por meio de uma Layer 2 com permissão, ancorada no Ethereum.
💡 A estratégia da Felix Pago está mais próxima dos pagamentos do dia a dia, conectando principalmente remessas transfronteiriças entre os EUA e o México via WhatsApp e realizando a liquidação com USDC e blockchain. A Diameter Pay também concluiu uma rodada A de US$ 10 milhões, atendendo bancos, empresas de fintech e exchanges de ativos digitais, oferecendo contas virtuais em dólar, entrada e saída de stablecoins e controle de conformidade.
👀 O capital não foi destinado apenas a pagamentos. A desenvolvedora de data centers de IA Crusoe concluiu uma captação de US$ 3 bilhões com avaliação de US$ 30 bilhões, triplicando seu valor em 10 meses; no lado de hardware de IA, a a16z expandiu sua escala para US$ 8,5 bilhões e lançou um fundo dedicado de US$ 1,1 bilhão.
🤔 Pelo que vemos agora, as áreas em que as instituições realmente estão dispostas a investir pesado já se expandiram, indo além de aplicações puramente on-chain e avançando para integração bancária, pagamentos internacionais, computação de IA e infraestrutura de conformidade. Na sua opinião, qual é a próxima grande aposta com mais chances de decolar: pagamentos com stablecoins ou projetos na interseção entre IA e blockchain?
#加密融资 #稳定币 #区块链基础设施 #AI
🔥 Nesta leva de financiamentos, a presença das stablecoins e da infraestrutura bancária ficou muito mais evidente. A Cari, uma rede de moeda digital liderada por bancos, concluiu uma rodada inicial de US$ 32,5 milhões, com participação de bancos como First Horizon Bank e KeyBank, entre outros. O objetivo é permitir que os bancos acessem depósitos tokenizados e dinheiro programável por meio de uma Layer 2 com permissão, ancorada no Ethereum.
💡 A estratégia da Felix Pago está mais próxima dos pagamentos do dia a dia, conectando principalmente remessas transfronteiriças entre os EUA e o México via WhatsApp e realizando a liquidação com USDC e blockchain. A Diameter Pay também concluiu uma rodada A de US$ 10 milhões, atendendo bancos, empresas de fintech e exchanges de ativos digitais, oferecendo contas virtuais em dólar, entrada e saída de stablecoins e controle de conformidade.
👀 O capital não foi destinado apenas a pagamentos. A desenvolvedora de data centers de IA Crusoe concluiu uma captação de US$ 3 bilhões com avaliação de US$ 30 bilhões, triplicando seu valor em 10 meses; no lado de hardware de IA, a a16z expandiu sua escala para US$ 8,5 bilhões e lançou um fundo dedicado de US$ 1,1 bilhão.
🤔 Pelo que vemos agora, as áreas em que as instituições realmente estão dispostas a investir pesado já se expandiram, indo além de aplicações puramente on-chain e avançando para integração bancária, pagamentos internacionais, computação de IA e infraestrutura de conformidade. Na sua opinião, qual é a próxima grande aposta com mais chances de decolar: pagamentos com stablecoins ou projetos na interseção entre IA e blockchain?
#加密融资 #稳定币 #区块链基础设施 #AI
