Mercadorias agrícolas 31 de ago–4 de set: os grãos esfriam após uma forte alta, a soja segue firme antes do WASDE
🌾 O trigo de Chicago encerrou perto de US$ 7,34/bu, em queda de cerca de 40–50 centavos após ganhar quase 12% na semana anterior. As esperanças de conversas entre Rússia e Ucrânia reduziram parte do prêmio geopolítico, mas os fluxos físicos continuam limitados, já que as exportações russas permanecem fracas e mais cargas migram para rotas do Báltico.
🌽 O milho ficou praticamente estável em torno de US$ 5,37/bu, enquanto o mercado aguardava o WASDE de 11 de set. A diferença entre a estimativa de rendimento do USDA de 180,7 bu/acre e os 173,2 da Pro Farmer continua sendo a principal questão. Um pequeno corte do USDA poderia decepcionar as posições compradas já concentradas, enquanto uma revisão mais profunda apoiaria outro movimento de alta.
🫘 A soja subiu pela quarta semana consecutiva, fechando perto de US$ 13,10/bu. As compras chinesas continuam sustentando o mercado, enquanto grande parte da safra dos EUA ainda está no enchimento de grãos e sensível ao tempo quente e seco do início de setembro. A demanda para esmagamento e biocombustíveis também oferece suporte.
📊 O posicionamento está se tornando cada vez mais importante. Milho, soja, açúcar e algodão carregam fortes posições compradas especulativas, enquanto o trigo recentemente passou de líquido vendido para líquido comprado. Isso aumenta o risco de uma realização de lucros mais acentuada se o clima ou o WASDE ficarem aquém das expectativas altistas.
☕ As commodities suaves permaneceram mistas. O café caiu para a mínima de cinco semanas depois que a StoneX elevou a perspectiva da safra do Brasil para um nível recorde. O açúcar recuou de uma máxima de 16 meses, o algodão caiu com a realização de lucros, enquanto o cacau segue preso entre estoques atuais confortáveis e perspectivas de produção mais fracas na próxima temporada.
🌍 O Índice de Preços de Alimentos da FAO em agosto subiu para 133,3, o maior desde o fim de 2022. Custos mais altos de frete e fertilizantes também estão elevando o piso de custos dos mercados agrícolas, embora ainda não estejam criando uma tendência ampla de alta.
📅 O foco agora se volta para o clima no Corn Belt, a demanda chinesa por soja e o WASDE de 11 de set, com posicionamento concentrado provavelmente amplificando a volatilidade em ambas as direções.
#AgriculturalCommodities $BNB
🌾 O trigo de Chicago encerrou perto de US$ 7,34/bu, em queda de cerca de 40–50 centavos após ganhar quase 12% na semana anterior. As esperanças de conversas entre Rússia e Ucrânia reduziram parte do prêmio geopolítico, mas os fluxos físicos continuam limitados, já que as exportações russas permanecem fracas e mais cargas migram para rotas do Báltico.
🌽 O milho ficou praticamente estável em torno de US$ 5,37/bu, enquanto o mercado aguardava o WASDE de 11 de set. A diferença entre a estimativa de rendimento do USDA de 180,7 bu/acre e os 173,2 da Pro Farmer continua sendo a principal questão. Um pequeno corte do USDA poderia decepcionar as posições compradas já concentradas, enquanto uma revisão mais profunda apoiaria outro movimento de alta.
🫘 A soja subiu pela quarta semana consecutiva, fechando perto de US$ 13,10/bu. As compras chinesas continuam sustentando o mercado, enquanto grande parte da safra dos EUA ainda está no enchimento de grãos e sensível ao tempo quente e seco do início de setembro. A demanda para esmagamento e biocombustíveis também oferece suporte.
📊 O posicionamento está se tornando cada vez mais importante. Milho, soja, açúcar e algodão carregam fortes posições compradas especulativas, enquanto o trigo recentemente passou de líquido vendido para líquido comprado. Isso aumenta o risco de uma realização de lucros mais acentuada se o clima ou o WASDE ficarem aquém das expectativas altistas.
☕ As commodities suaves permaneceram mistas. O café caiu para a mínima de cinco semanas depois que a StoneX elevou a perspectiva da safra do Brasil para um nível recorde. O açúcar recuou de uma máxima de 16 meses, o algodão caiu com a realização de lucros, enquanto o cacau segue preso entre estoques atuais confortáveis e perspectivas de produção mais fracas na próxima temporada.
🌍 O Índice de Preços de Alimentos da FAO em agosto subiu para 133,3, o maior desde o fim de 2022. Custos mais altos de frete e fertilizantes também estão elevando o piso de custos dos mercados agrícolas, embora ainda não estejam criando uma tendência ampla de alta.
📅 O foco agora se volta para o clima no Corn Belt, a demanda chinesa por soja e o WASDE de 11 de set, com posicionamento concentrado provavelmente amplificando a volatilidade em ambas as direções.
#AgriculturalCommodities $BNB
