Lançamento da versão 25 do TermMax no dia 25, será que um FDV de mais de 100 milhões aguenta?

Recentemente, as discussões sobre o TermMax ficaram bem interessantes; muita gente começou a calcular as contas de FDV, e a conclusão geral é: apenas empréstimos não sustentam um mercado tão grande.

Esse ponto até faz sentido quando se olha só para a palavra “empréstimo”.

Empréstimo é um negócio de baixa frequência: um empréstimo feito fica seis meses parado, a taxa cobrada é pequena e a rotatividade não dá para comparar com a dos DEX. Se você aplicar a lógica do DEX ao empréstimo, essa conta nunca fica bonita.

O problema é que o que o TermMax faz não é mais apenas “empréstimo”.

A taxa fixa, em essência, é um mercado de juros. Quem pega dinheiro quer previsibilidade; quem guarda também quer previsibilidade; os dois lados vêm em busca de “travamento”. Esse tipo de demanda já nasce com características de hedge e proteção, algo que instituições valorizam muito. Eles abriram um espaço institucional na Canton Network, mirando diretamente recursos de instituições.

Além disso, há a estratégia de looping com alavancagem — que é uma das formas mais eficientes de ganhar dinheiro no DeFi. As taxas de empréstimo e as taxas de serviço são receitas reais.

E olhando para as cartas que ele já tem na mão: 10 cadeias, US$ 90M+ de TVL, endosso de quatro instituições — Cumberland, HashKey Capital, decimafund e MZ_Cryptos — e a carteira da Binance ainda abriu um Booster especificamente para ele. Tudo isso já aconteceu; não precisa esperar.

E também já ficou claro que é um projeto incubado pela yzilabs; vários sinais mostram que o potencial ainda é bastante grande.

Se o FDV aguenta ou não, no fim das contas é uma questão de tempo. Os pessimistas olham para a etiqueta “empréstimo”; os otimistas olham para os dados que já estão rodando. A resposta não está na seção de comentários, mas sim nos próximos seis meses.#termmax @TermMax