Fazer auditoria de TI até virar vício, ir negociar P2P e a cabeça já sai rodando um checklist automático; não dá pra controlar, meus amigos 😄
Outro dia eu tinha um comando de compra de USDT. Acabei de abrir a ordem e o vendedor já mandou mensagem na hora: "Irmão, transfere via Zalo pra ficar mais rápido, assim não tem taxa da plataforma". Na minha reação instantânea, eu pensei como se estivesse revisando um controle: isso está tentando tirar a gente do escopo de proteção. Sair do app significa perder tudo isso. Eu recusei e mantive a transação dentro do app.
Antes de fechar a ordem, eu dei uma olhada no perfil do vendedor: insígnia, taxa de conclusão, há quanto tempo a conta está ativa. Nada de estranho, aí sim eu fechei.
Quando chegou a hora de fazer a transferência, eu conferi o nome da conta que recebe dinheiro com o nome exibido no Order; só combinando é que eu transfiro. Depois que transferi, eu esperei o app do banco confirmar a dedução do dinheiro com sucesso e só então tirei foto pra enviar ao vendedor—não foi aquele tipo "eu transferi, tá" vazio.
No meio do processo, o vendedor de repente veio a cobrar rápido: "Irmão, confirma logo pra mim, tô com pressa". Aí ficou perfeito com o padrão de alerta suspeito que eu sempre falo pros outros: pressão pra fazer mais rápido do que o normal. Eu não confirmei na hora; esperei ter certeza de que as moedas tinham chegado na carteira de verdade.
Dessa vez deu tudo certo: as moedas chegaram certinho, sem drama. Mas o que me deixou tranquilo do começo ao fim não foi sorte, e sim passar por todos os seis passos: entender o mecanismo de proteção da plataforma, manter a transação dentro do app, verificar o parceiro antes de entrar na ordem, confirmar os dados originais antes de aceitar, ficar atento quando forem te apressando e, por fim, salvar as capturas, o histórico do chat e o código do pedido caso precise usar.
A profissão de auditoria me ensinou uma coisa: segurança não vem de acreditar que as pessoas são boas, e sim de sempre ter evidência suficiente pra não precisar confiar em ninguém.
#binancep2pantoan @Binance Vietnam
Outro dia eu tinha um comando de compra de USDT. Acabei de abrir a ordem e o vendedor já mandou mensagem na hora: "Irmão, transfere via Zalo pra ficar mais rápido, assim não tem taxa da plataforma". Na minha reação instantânea, eu pensei como se estivesse revisando um controle: isso está tentando tirar a gente do escopo de proteção. Sair do app significa perder tudo isso. Eu recusei e mantive a transação dentro do app.
Antes de fechar a ordem, eu dei uma olhada no perfil do vendedor: insígnia, taxa de conclusão, há quanto tempo a conta está ativa. Nada de estranho, aí sim eu fechei.
Quando chegou a hora de fazer a transferência, eu conferi o nome da conta que recebe dinheiro com o nome exibido no Order; só combinando é que eu transfiro. Depois que transferi, eu esperei o app do banco confirmar a dedução do dinheiro com sucesso e só então tirei foto pra enviar ao vendedor—não foi aquele tipo "eu transferi, tá" vazio.
No meio do processo, o vendedor de repente veio a cobrar rápido: "Irmão, confirma logo pra mim, tô com pressa". Aí ficou perfeito com o padrão de alerta suspeito que eu sempre falo pros outros: pressão pra fazer mais rápido do que o normal. Eu não confirmei na hora; esperei ter certeza de que as moedas tinham chegado na carteira de verdade.
Dessa vez deu tudo certo: as moedas chegaram certinho, sem drama. Mas o que me deixou tranquilo do começo ao fim não foi sorte, e sim passar por todos os seis passos: entender o mecanismo de proteção da plataforma, manter a transação dentro do app, verificar o parceiro antes de entrar na ordem, confirmar os dados originais antes de aceitar, ficar atento quando forem te apressando e, por fim, salvar as capturas, o histórico do chat e o código do pedido caso precise usar.
A profissão de auditoria me ensinou uma coisa: segurança não vem de acreditar que as pessoas são boas, e sim de sempre ter evidência suficiente pra não precisar confiar em ninguém.
#binancep2pantoan @Binance Vietnam