🇺🇳🇮🇷 8 dos maiores grupos de transporte marítimo do mundo estão dizendo à ONU e à Organização Marítima Internacional para rejeitarem QUAISQUER pedágios ou taxas obrigatórias no Estreito de Ormuz.
Eles argumentam que, se o Irã conseguir cobrar das embarcações para atravessar, qualquer outro grande gargalo marítimo poderá tentar fazer o mesmo:
"Uma vez que esse precedente seja estabelecido, torna-se cada vez mais difícil resistir a medidas semelhantes em outros lugares, criando incerteza para o transporte marítimo internacional e o comércio global."
Toda essa discussão está destacando o quão frágeis, de fato, são as cadeias globais de suprimentos e levantando questões maiores sobre quem tem o direito de controlar as rotas de navegação mais movimentadas do mundo.
Enquanto isso, Omã também informou à OMI que se opõe a taxas obrigatórias de trânsito.
Dito isso, está aberto a acordos *voluntários*, nos quais os navios contribuem com serviços de navegação que melhoram a segurança marítima, a segurança e a proteção ambiental.
🇮🇷🇴🇲 O vice-ministro das Relações Exteriores do Irã diz que um acordo com Omã NÃO vai, automaticamente, desencadear TRANSPORTE GRATUITO através do Estreito de Ormuz.
Gharibabadi afirmou que qualquer arranjo com Mascate não significa que Teerã irá aplicar o Artigo 5 do memorando de Islamabad, que, segundo relatos, exigia que o Irã reabrisse a via navegável para o transporte marítimo comercial sem custo por 60 dias.
A declaração enfraquece relatos recentes de que um período temporário de livre passagem fazia parte do acordo em formação.
🇺🇸🇮🇷 Um acordo no Estreito de Ormuz está perto, e Trump está prestes a declarar “vitória” numa guerra que não venceu.
Elijah Magnier, veterano correspondente de guerra que cobre conflitos no Oriente Médio há décadas, tem uma avaliação direta do que vem a seguir:
O Irã terá CONTROLE TOTAL do mais crítico estrangulamento de petróleo do mundo, uma realidade que não existia antes de 28 de fevereiro.
Trump não conseguiu a mudança de regime nem um acordo nuclear; Ormuz agora está formalmente sob supervisão iraniana, e os países do Golfo estão sendo forçados a reconhecer o Irã como a potência regional dominante, quer gostem disso ou não.
Sobre por que o Irã não vai facilitar: “Esta é a última oportunidade, e como é a última oportunidade, o Irã não vai recuar ao retirar todas as sanções e devolver o dinheiro”.
Sobre o Líbano, ele acredita que apenas um acordo iraniano finalizado dá a Teerã a alavancagem para realmente forçar Israel a um verdadeiro cessar-fogo no Líbano.
Nenhum de nós acha que esta guerra vai recomeçar, porque Trump PRECISA de uma saída para isso, mesmo que a “vitória” que ele vende não tenha nenhuma semelhança com a que ele prometeu.
🚨 Apesar das alegações de violência doméstica, o deputado Max Miller insiste que vai continuar na disputa e se compara a Trump:
“Quando voltamos a 2015 e 2016, e a imprensa olhou para Trump, e todo mundo veio com alegações. Dezenas de mulheres, dezenas de alegações malucas, dezenas de acusações criminosas nojentas. E você sabe o que ele fez? Ele ficou na briga.”
🇮🇷Araghchi às 14:05: "Cale a boca. Seu Pentágono está planejando o possível uso de armas nucleares táticas em um conflito regional com a China ou a Rússia.
Você as usou no Japão antes e quer usar de novo. A hipocrisia." 👏🔥