O livro-razão de blockchain da Swift entra oficialmente na fase inicial de uso: em apenas 9 meses, saiu do conceito para a implementação. Dezessete bancos globais, cobrindo seis continentes, estão entre os primeiros participantes-piloto — Austrália e Nova Zelândia, BNP Paribas, BNY Mellon, Citigroup, DBS, HSBC, Standard Chartered, UBS, Wells Fargo etc., todos na lista.

O foco deste piloto é conectar pagamentos transfronteiriços 24/7 usando depósitos tokenizados: antes de os sistemas tradicionais de liquidação concluírem o acerto final, os recursos já podem fluir em tempo real ou fora do horário comercial, mantendo ao mesmo tempo os frameworks originais de conformidade, crédito e gestão de riscos.

Vale notar que a Swift posiciona explicitamente este livro-razão como uma “camada de orquestração”; no futuro, ele deve se estender a infraestruturas subjacentes para moedas programáveis e comércio agentico (agentic commerce). Isso significa que a infraestrutura financeira tradicional transfronteiriça está se aproximando ativamente do mundo on-chain, em vez de ser substituída passivamente.

O sinal para o mercado também é bem claro: a tokenização institucional não ficará mais apenas nos white papers; as narrativas de médio e longo prazo para stablecoins, RWA e blockchains de pagamentos receberão mais um endosso.

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