🔥 As stablecoins não vão escalar sem os bancos.
Dados de preço por DecryptNewsOpinionAs stablecoins não vão escalar sem os bancosCom um número crescente de instituições explorando stablecoins, o gargalo é a infraestrutura regulada em que elas podem confiar.Por Bernardo BritesEditado por Stephen Graves6 de set. de 20266 de set. de 20266 min de leituraStablecoins. Imagem: Shutterstock/DecryptCrie uma conta para salvar seus artigos.Adicionar ao GoogleAdicione a Decrypt como sua fonte preferida para ver mais das nossas histórias no Google.
Em resumo Os pagamentos reais com stablecoins rodaram a cerca de US$ 390 bilhões em base anualizada no fim de 2025, aproximadamente 0,02% de um mercado transfronteiriço de US$ 208 trilhões. Os fluxos empresariais começam e terminam em moeda fiduciária, deixando as stablecoins para liquidar apenas a perna intermediária que antes passava pelo correspondent banking. A dependência de um único banco é o risco operacional mais subestimado do setor, com Silvergate, Signature e as cartas de pausa do FDIC como precedente. As stablecoins deveriam contornar o sistema bancário. Em vez disso, as empresas que as estão escalando estão se aprofundando nele mais do que qualquer um previu. A Stripe pagou US$ 1,1 bilhão pela Bridge, cujo produto principal é orquestrar bancos.
O Citi está lançando custódia de cripto. O Standard Chartered está testando a liquidação de stablecoins em Cingapura. Um a um, os operadores que movimentam volume institucional continuam chegando à mesma arquitetura. Um pagamento empresarial transfronteiriço tem três etapas. O dinheiro do pagador se move em moeda local pelas trilhas locaisum importador brasileiro pagando em BRL via Pix. O recebedor recebe moeda local do seu ladoo fornecedor recebendo dólares em sua conta. Entre eles está a perna intermediária: levar o valor através da fronteira de uma instituição para a outra.
❓ Qual é a sua opinião isso é o começo de uma mudança maior ou apenas ruído? Comente abaixo.
$BTC $ETH
#StablecoinLiquidity #SECryptoRegulation #AICryptoIntegration
Dados de preço por DecryptNewsOpinionAs stablecoins não vão escalar sem os bancosCom um número crescente de instituições explorando stablecoins, o gargalo é a infraestrutura regulada em que elas podem confiar.Por Bernardo BritesEditado por Stephen Graves6 de set. de 20266 de set. de 20266 min de leituraStablecoins. Imagem: Shutterstock/DecryptCrie uma conta para salvar seus artigos.Adicionar ao GoogleAdicione a Decrypt como sua fonte preferida para ver mais das nossas histórias no Google.
Em resumo Os pagamentos reais com stablecoins rodaram a cerca de US$ 390 bilhões em base anualizada no fim de 2025, aproximadamente 0,02% de um mercado transfronteiriço de US$ 208 trilhões. Os fluxos empresariais começam e terminam em moeda fiduciária, deixando as stablecoins para liquidar apenas a perna intermediária que antes passava pelo correspondent banking. A dependência de um único banco é o risco operacional mais subestimado do setor, com Silvergate, Signature e as cartas de pausa do FDIC como precedente. As stablecoins deveriam contornar o sistema bancário. Em vez disso, as empresas que as estão escalando estão se aprofundando nele mais do que qualquer um previu. A Stripe pagou US$ 1,1 bilhão pela Bridge, cujo produto principal é orquestrar bancos.
O Citi está lançando custódia de cripto. O Standard Chartered está testando a liquidação de stablecoins em Cingapura. Um a um, os operadores que movimentam volume institucional continuam chegando à mesma arquitetura. Um pagamento empresarial transfronteiriço tem três etapas. O dinheiro do pagador se move em moeda local pelas trilhas locaisum importador brasileiro pagando em BRL via Pix. O recebedor recebe moeda local do seu ladoo fornecedor recebendo dólares em sua conta. Entre eles está a perna intermediária: levar o valor através da fronteira de uma instituição para a outra.
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