A verdadeira disputa talvez não seja privacidade vs. tokenização. Talvez seja especulação vs. infraestrutura.
A disparada do Zcash acima de US$ 1.000 e a rotação repentina para moedas de privacidade mostram a rapidez com que o capital pode se mover quando uma narrativa ganha força. A privacidade está se tornando mais difícil de descartar como apenas um nicho do cripto, especialmente à medida que mais pessoas passam a se importar com quem pode ver sua atividade financeira.
Mas a tokenização está jogando um jogo diferente.
Ações, títulos, fundos e outros ativos do mundo real migrando para a blockchain podem, no fim, mudar a forma como os mercados financeiros emitem, negociam e liquidam ativos. A abordagem faseada da Coreia do Sul é interessante porque começa com produtos institucionais relativamente controlados e avança em direção à liquidação baseada em stablecoins.
Depois há o XRP, em que a crescente atividade de ETFs e os acordos institucionais adicionam mais uma peça ao mesmo quebra-cabeça amplo: trilhos cripto se tornando parte das finanças tradicionais.
Isso me deixa acompanhando duas teses bem diferentes:
Privacidade = proteger a liberdade financeira.
Tokenização = reconstruir a infraestrutura financeira.
Uma pode gerar movimentos explosivos no mercado. A outra pode remodelar silenciosamente o próprio mercado.
Qual você acha que terá o maior impacto nos próximos 5 anos?
#ZECHitsANewAllTimeHigh $ZEC
A disparada do Zcash acima de US$ 1.000 e a rotação repentina para moedas de privacidade mostram a rapidez com que o capital pode se mover quando uma narrativa ganha força. A privacidade está se tornando mais difícil de descartar como apenas um nicho do cripto, especialmente à medida que mais pessoas passam a se importar com quem pode ver sua atividade financeira.
Mas a tokenização está jogando um jogo diferente.
Ações, títulos, fundos e outros ativos do mundo real migrando para a blockchain podem, no fim, mudar a forma como os mercados financeiros emitem, negociam e liquidam ativos. A abordagem faseada da Coreia do Sul é interessante porque começa com produtos institucionais relativamente controlados e avança em direção à liquidação baseada em stablecoins.
Depois há o XRP, em que a crescente atividade de ETFs e os acordos institucionais adicionam mais uma peça ao mesmo quebra-cabeça amplo: trilhos cripto se tornando parte das finanças tradicionais.
Isso me deixa acompanhando duas teses bem diferentes:
Privacidade = proteger a liberdade financeira.
Tokenização = reconstruir a infraestrutura financeira.
Uma pode gerar movimentos explosivos no mercado. A outra pode remodelar silenciosamente o próprio mercado.
Qual você acha que terá o maior impacto nos próximos 5 anos?
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