Pequim acabou de sediar jogos de robôs humanoides. Robôs competindo em público como se isso já fosse normal. Volta em março, Nils explicou exatamente por que a China chegou primeiro. Mais humanoides foram quebrados na China este ano do que os Estados Unidos produziram. Não é problema de GPU. É um problema de velocidade de iteração. Equipes ocidentais destroem três robôs e esperam meses por substituições. Equipes chinesas vão de carro até Shenzhen e conseguem peças no mesmo dia. Todo robô implantado nesse ritmo precisa entender onde está. Toda frota escalando entre fábricas, armazéns e lojas precisa de inteligência espacial conectando todas essas máquinas em tempo real. Essa camada de infraestrutura é o que a rede Auki está construindo, em Hong Kong. Shenzhen fica a uma viagem de carro de distância. O único lugar na Terra onde você pode iterar hardware na mesma velocidade em que normalmente itera software. Nils encerrou seu ensaio inteiro com uma linha: $AUKI está contratando. Vale a pena prestar atenção ao porquê, na minha opinião!
