30+ instituições financeiras já usam @Rayls infraestrutura — e a história maior é que os bancos talvez nunca migrem totalmente para o onchain do jeito que os nativos de cripto esperam.
A TradFi finalmente está abraçando blockchain.
DTCC, Nasdaq e NYSE estão avançando com títulos tokenizados. PayPal e Stripe estão construindo pagamentos baseados em stablecoin.
Mas há um motivo pelo qual os bancos demoraram tanto.
Blockchains públicas são construídas em torno de transparência e estado compartilhado. Instituições financeiras precisam quase do oposto: privacidade, acesso controlado, conformidade KYC/AML, bloqueios de ativos e integração com sistemas bancários antigos, de décadas.
É essa lacuna que a Rayls Sovereign está tentando resolver.
Em vez de forçar um banco a mover tudo para uma única blockchain pública, a Rayls permite que cada instituição execute seu próprio ledger privado dentro da nuvem ou da infraestrutura interna.
Os bancos mantêm o controle dos dados, conectam APIs existentes, sistemas de custódia e autenticação de funcionários — e então adicionam funcionalidade de blockchain apenas onde isso realmente faz sentido.
A parte interessante é que isso não para na chain privada.
As instituições podem se conectar a outras redes privadas ou acessar liquidez de blockchains públicas por meio do ecossistema Rayls. A stack é baseada em EVM, então também pode aproveitar o ambiente mais amplo de desenvolvimento do $ETH.
Isso já está indo além de PowerPoints.
A Rayls diz que mais de 30 instituições financeiras implantaram sua infraestrutura. O banco central do Brasil testou a tecnologia no piloto de CBDC Drex, enquanto Santander, a bolsa de valores do Brasil e a JPMorgan’s Kinexys também experimentaram a stack.
Cenário de alta: a adoção de blockchain institucional pode acelerar quando os bancos conseguirem manter privacidade e controle e ainda assim acessar liquidez de cadeias públicas.
Cenário de baixa: blockchains privadas podem facilmente se tornar bancos de dados isolados com branding de blockchain. Se liquidez e interoperabilidade continuarem fragmentadas, os ganhos de eficiência podem ser menores do que foi divulgado.
Meu ponto de vista: o vencedor em blockchain institucional talvez não seja a cadeia mais descentralizada.
Pode ser a que conecta a TradFi aos mercados onchain com a menor fricção.
A TradFi finalmente está abraçando blockchain.
DTCC, Nasdaq e NYSE estão avançando com títulos tokenizados. PayPal e Stripe estão construindo pagamentos baseados em stablecoin.
Mas há um motivo pelo qual os bancos demoraram tanto.
Blockchains públicas são construídas em torno de transparência e estado compartilhado. Instituições financeiras precisam quase do oposto: privacidade, acesso controlado, conformidade KYC/AML, bloqueios de ativos e integração com sistemas bancários antigos, de décadas.
É essa lacuna que a Rayls Sovereign está tentando resolver.
Em vez de forçar um banco a mover tudo para uma única blockchain pública, a Rayls permite que cada instituição execute seu próprio ledger privado dentro da nuvem ou da infraestrutura interna.
Os bancos mantêm o controle dos dados, conectam APIs existentes, sistemas de custódia e autenticação de funcionários — e então adicionam funcionalidade de blockchain apenas onde isso realmente faz sentido.
A parte interessante é que isso não para na chain privada.
As instituições podem se conectar a outras redes privadas ou acessar liquidez de blockchains públicas por meio do ecossistema Rayls. A stack é baseada em EVM, então também pode aproveitar o ambiente mais amplo de desenvolvimento do $ETH.
Isso já está indo além de PowerPoints.
A Rayls diz que mais de 30 instituições financeiras implantaram sua infraestrutura. O banco central do Brasil testou a tecnologia no piloto de CBDC Drex, enquanto Santander, a bolsa de valores do Brasil e a JPMorgan’s Kinexys também experimentaram a stack.
Cenário de alta: a adoção de blockchain institucional pode acelerar quando os bancos conseguirem manter privacidade e controle e ainda assim acessar liquidez de cadeias públicas.
Cenário de baixa: blockchains privadas podem facilmente se tornar bancos de dados isolados com branding de blockchain. Se liquidez e interoperabilidade continuarem fragmentadas, os ganhos de eficiência podem ser menores do que foi divulgado.
Meu ponto de vista: o vencedor em blockchain institucional talvez não seja a cadeia mais descentralizada.
Pode ser a que conecta a TradFi aos mercados onchain com a menor fricção.
