A estratégia de Michael Saylor agora está com uma perda de aproximadamente $2 bilhões em suas holdings de Bitcoin. À primeira vista, isso soa como um desastre. As manchetes gritam perdas, as linhas do tempo entram em pânico e os críticos se sentem validados. Mas se você pausar por um segundo, essa situação na verdade ensina algo que a maioria das pessoas ainda não entende sobre investimento de convicção a longo prazo.

Aqui está a parte chave que muitos perdem: a estratégia não comprou Bitcoin para negociá-lo. Eles não compraram no topo para vender no fundo. Eles trataram o Bitcoin como uma reserva de tesouraria a longo prazo, semelhante a como as empresas uma vez trataram o ouro. Nesse contexto, as quedas de curto prazo não são um fracasso, são uma característica da volatilidade. O Bitcoin caiu 50–70% múltiplas vezes em sua história, e a cada ciclo, aquelas mesmas quedas mais tarde pareciam ruído em um gráfico muito maior.

Pense nisso como comprar terras em uma cidade em crescimento. O preço pode cair durante uma recessão, mas o investidor que entende por que comprou não entra em pânico toda vez que o mercado espirra. A aposta de Saylor é simples: as moedas fiduciárias perdem poder de compra ao longo do tempo, enquanto os ativos escassos não. Se essa tese se concretizar, uma perda de papel de $2B hoje pode parecer irrelevante anos depois.

A verdadeira lição para os leitores não é sobre copiar Michael Saylor. É sobre entender seu próprio horizonte de tempo e tolerância ao risco. A maioria das pessoas perde dinheiro não porque escolhem ativos ruins, mas porque entram com expectativas de curto prazo em ideias de longo prazo. Quando a volatilidade atinge, eles vendem medo em vez de revisar sua tese.

Portanto, a questão não é "A estratégia está em baixa de $2B?"

A melhor pergunta é: Você realmente entende no que está investindo antes que a volatilidade o teste?

Curioso para ouvir sua opinião

Isso é uma alavancagem imprudente na crença, ou convicção disciplinada em um sistema monetário quebrado?

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