Comecei a ver RWA de outra forma ao pesquisar o TermMax
Antes, eu costumava imaginar RWA de maneira bem simples: um ativo do mundo real é tokenizado, colocado na blockchain e, a partir daí, pode ser negociado, dado em garantia ou usado em DeFi.
Mas quanto mais eu conheço @TermMax, mais parece que a tokenização é apenas o ponto de partida.
O que mais me chama a atenção é a physical delivery. Se o ativo-objeto não tiver alta liquidez, colocá-lo na blockchain não o transforma automaticamente em um ativo vendável de imediato como BTC, ETH ou stablecoins.
O problema de verdade surge quando o empréstimo encontra dificuldades: como o lender vai lidar com a garantia?
Em algumas estruturas do TermMax, a physical delivery abre a possibilidade de transferir o ativo diretamente para o lender, em vez de depender sempre da venda do ativo no mercado secundário. Acho que essa é uma abordagem bem prática para RWA.
Isso também me fez prestar mais atenção ao fixed-rate lending. Para um empréstimo com prazo definido e taxa de juros fixa, o lender precisa enxergar toda a estrutura de risco, e não apenas o APY.
Por isso, comecei a ver o TermMax como um experimento interessante para conectar crédito on-chain a ativos que não têm as mesmas características de liquidez de cripto-ativos nativos.
Para mim, RWA não vai conseguir ser resolvido apenas com tokenização. Propriedade, capacidade de transferência, tratamento em caso de inadimplência e liquidez real precisam ser endereçados em conjunto.
O que eu quero acompanhar no TermMax é se esse modelo consegue operar com eficiência à medida que aumentam o tamanho dos ativos e a quantidade de participantes.
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#RWA #DeFi