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Eu costumava achar que “ativos regulamentados on-chain” era basicamente um único obstáculo regulatório.

Ao analisar a parceria da Dusk com a NPEX, percebi que é mais complexo do que isso.

Os próprios materiais da Dusk citam quatro licenças: uma licença MTF para um mercado secundário regulamentado, uma licença Broker para captar ativos como MMFs e títulos, uma licença ECSP para instrumentos de investimento financiados pelo varejo e uma licença DLT-TSS ligada à emissão nativa e à tokenização de ativos regulamentados on-chain.

A parte interessante não é apenas que a NPEX tem quatro licenças. É que elas correspondem a coisas diferentes que uma instituição pode realmente fazer com um ativo.

Negociar um ativo regulamentado já existente e criar esse ativo nativamente on-chain são dois fluxos de trabalho diferentes, com requisitos regulatórios distintos por trás de cada um.

Eu não tinha separado isso antes. “Finanças regulamentadas na Dusk” parece, de fora, uma única capacidade, mas a infraestrutura por trás é muito mais granular.

O que eu estou observando agora é se essa separação regulatória também aparece na arquitetura real do produto.

A emissão nativa na Dusk exige, fundamentalmente, um fluxo de trabalho diferente para levar um ativo regulamentado já existente para a rede?