No início, presumi que a seleção privada de líderes do Dusk era, em grande parte, sobre esconder quem tem permissão para propor o próximo bloco. Mas, quanto mais eu olhava, mais silenciosa parecia ser a dependência em outro lugar. Proof-of-Blind Bid permite que um participante calcule uma pontuação de líder a partir de uma oferta oculta e prove essa pontuação sem expor o valor da aposta ou a identidade. A parte que ficou comigo é como o sistema decide se essa pontuação é alta o suficiente. O whitepaper assume que um limite de pontuação é calculado dinamicamente para cada época, com o alvo ligado ao número médio de líderes esperado por etapa de rodada. Mas a função concreta do limiar é explicitamente deixada fora do escopo do documento. Isso não torna o mecanismo inconsistente. Significa, porém, que o comportamento de seleção de líderes depende de um processo de definição de parâmetros que fica fora do próprio prova criptográfica. Na prática, essa fronteira importa porque a seleção privada ainda precisa de uma ideia compartilhada sobre o que conta como líderes elegíveis suficientes. Então a pergunta real não é se a oferta está oculta. É quem define, no fim das contas, o limite contra o qual as ofertas ocultas são julgadas?
#DuskNetwork #ProofOfStake $DUSK @Dusk #dusk
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