📈 O ouro mantém-se firme em US$ 4.400 após a quebra da linha de tendência
A ruptura está “segurando”. Desde romper a linha de tendência descendente de longo prazo, o ouro não a devolveu. O preço está em US$ 4.391 após tocar US$ 4.456, o maior nível desde o início de junho, e a zona de US$ 4.400 está aguentando como base — e não como um pico.
📈 Onde está:
Preço: ~US$ 4.391 ( -0,60%)
Máxima da sessão: US$ 4.456
Suporte: US$ 4.355 a US$ 4.365
Resistência: US$ 4.430 a US$ 4.444, depois US$ 4.589
O combustível veio dos dados de inflação. O CPI de julho desacelerou para 3,4% ao ano, ante 3,5%, com crescimento mensal em apenas 0,1%, o que derrubou as apostas de alta do Fed em setembro e levou o ouro à máxima de dois meses. A queda do petróleo também ajuda: o Brent perto de US$ 87 reduz a transmissão da inflação para os rendimentos. A compra de bancos centrais continua sendo estrutural: 89% dos gestores de reservas esperam que as participações dos bancos centrais globais aumentem no próximo ano.
Agora a leitura honesta. O RSI está em território de sobrecompra e o histograma do MACD está contraindo, ou seja, o momentum está perdendo força mesmo com o preço segurando. Um recuo de curto prazo para “respirar” seria normal, não uma falha. E o risco maior está nos juros: traders ainda precificam cerca de 80% de probabilidade de uma alta do Fed em algum momento de 2026. Isso coloca uma tampa em qualquer movimento fora do controle. O relatório de PPI de hoje é o próximo teste.
O que observar:
Confirme US$ 4.444 com volume — e US$ 4.589 se abre.
Perder US$ 4.355 e o novo teste da ruptura entra em jogo.
Segurar uma ruptura é mais significativo do que apenas criá-la. Mas sobrecompra na resistência não é onde se corre atrás. Deixe US$ 4.444 romper ou US$ 4.355 falhar, e então aja.
Consolidação antes da próxima perna, ou um recuo para testar a linha de tendência?
Não é conselho financeiro.
$PAXG
$XAU
$XAUT
A ruptura está “segurando”. Desde romper a linha de tendência descendente de longo prazo, o ouro não a devolveu. O preço está em US$ 4.391 após tocar US$ 4.456, o maior nível desde o início de junho, e a zona de US$ 4.400 está aguentando como base — e não como um pico.
📈 Onde está:
Preço: ~US$ 4.391 ( -0,60%)
Máxima da sessão: US$ 4.456
Suporte: US$ 4.355 a US$ 4.365
Resistência: US$ 4.430 a US$ 4.444, depois US$ 4.589
O combustível veio dos dados de inflação. O CPI de julho desacelerou para 3,4% ao ano, ante 3,5%, com crescimento mensal em apenas 0,1%, o que derrubou as apostas de alta do Fed em setembro e levou o ouro à máxima de dois meses. A queda do petróleo também ajuda: o Brent perto de US$ 87 reduz a transmissão da inflação para os rendimentos. A compra de bancos centrais continua sendo estrutural: 89% dos gestores de reservas esperam que as participações dos bancos centrais globais aumentem no próximo ano.
Agora a leitura honesta. O RSI está em território de sobrecompra e o histograma do MACD está contraindo, ou seja, o momentum está perdendo força mesmo com o preço segurando. Um recuo de curto prazo para “respirar” seria normal, não uma falha. E o risco maior está nos juros: traders ainda precificam cerca de 80% de probabilidade de uma alta do Fed em algum momento de 2026. Isso coloca uma tampa em qualquer movimento fora do controle. O relatório de PPI de hoje é o próximo teste.
O que observar:
Confirme US$ 4.444 com volume — e US$ 4.589 se abre.
Perder US$ 4.355 e o novo teste da ruptura entra em jogo.
Segurar uma ruptura é mais significativo do que apenas criá-la. Mas sobrecompra na resistência não é onde se corre atrás. Deixe US$ 4.444 romper ou US$ 4.355 falhar, e então aja.
Consolidação antes da próxima perna, ou um recuo para testar a linha de tendência?
Não é conselho financeiro.
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