A STRC acabou de vender 1.690 BTC por US$ 108,6M a um preço médio de US$ 64.262 — cerca de 15% abaixo do seu próprio custo médio de base de US$ 75.600. Cada dólar foi usado para recomprar as próprias ações preferenciais da empresa (STRC), e não para adicionar à tesouraria de Bitcoin.

É o mecanismo que vale observar: a STRC paga um dividendo de 12% e ainda negocia abaixo de seu valor nominal de US$ 100, então o Saylor está usando o balanço de BTC para sustentar um produto de rendimento, e não para continuar empilhando. As vendas de 2026 agora chegam a 6.916 BTC, com todo o financiamento sendo destinado a recompras em vez de acumulação.

Quando o maior detentor corporativo de BTC se torna um vendedor forçado para sustentar seu próprio papel, quem sobra como comprador marginal nestes níveis?

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