Fui atrás de como a Babylon lida com comissões de staking e acabei indo por um caminho diferente, sobre o novo produto de vault deles chamado TBV. A parte de staking é simples. Os provedores de finalidade ficam com uma parcela antes que os rewards cheguem até você, e essa parcela fica registrada na blockchain para que qualquer pessoa consiga verificá-la antes de escolher um delegado. O TBV não funciona nada parecido com isso. A Babylon o construiu para que qualquer custodiante ou exchange possa montar seu próprio frontend usando o SDK da Babylon e cobrar o que quiser tanto na criação do vault quanto novamente em cada pedaço de atividade de DeFi depois disso. Nenhuma dessas regras de cobrança fica dentro do código da própria Babylon. Ela fica com quem construiu a porta pela qual você passou. Então percebi que os próprios vaults são segregados por usuário, sem possibilidade de saída parcial. O vault todo por inteiro na entrada e o vault todo por inteiro na saída. Você escolhe um provedor e fica preso à precificação dele até o fechamento total. A própria comunidade da Babylon continua perguntando por que o BABY tem dificuldade para capturar valor ligado ao uso real. Junte esses três pontos e a resposta deixa de parecer um problema de comunicação e começa a parecer uma escolha de arquitetura. #baby $BABY @BabylonLabs_io