Eu me lembro de ter lido sobre um jovem que morreu aos 32 anos em junho de 323 a.C.

Seu nome é Alexandre, o Grande.

A história registra que, quando ele estava se aproximando da morte, deu a seus generais três instruções incomuns. Primeiro, ele pediu que apenas seus médicos carregassem seus restos mortais. Segundo, ele ordenou que toda a riqueza que havia acumulado fosse espalhada ao longo do caminho por onde o corpo dele seria levado para o sepultamento. Terceiro, ele pediu para ser enterrado com as mãos bem abertas.

Seus generais ficaram surpresos e perguntaram por que ele havia dado instruções tão estranhas.

Alexandre explicou que a primeira instrução era para mostrar ao mundo que, quando a morte chega, nem os melhores médicos conseguem evitá-la. A segunda era para lembrar a humanidade de que toda a riqueza que gastamos nossas vidas reunindo perde o valor para nós quando chega a hora do fim de nossos dias na Terra. A terceira era para mostrar que, assim como ele entrou no mundo sem nada, ele o deixaria sem nada.

A moral da história é simples: o verdadeiro valor da vida não é medido pela riqueza que acumulamos nem pelo poder que possuímos, mas sim pela forma como usamos o que temos para fazer uma diferença positiva na vida de outras pessoas.

Enquanto estamos aqui, devemos usar nosso tempo, recursos, conhecimento, influência e oportunidades para fazer o bem, servir à humanidade e deixar o mundo melhor do que o encontramos.