Há 10 anos, era lixo tóxico.

Foi o que disse literalmente o analista sênior da VanEck, Patrick Bush.

O CEO da Fundação dYdX, Charles d'Haussy, disse na semana passada: “Bitcoin é o ativo mais puro que você quer como colateral. Alta liquidez, todo mundo sabe como precificar.”

Na mesma semana, a mesma conclusão.

Na era institucional do Bitcoin, a narrativa central tem só uma palavra: colateral.

Não é ouro digital, não é uma rede de pagamentos. É desbloquear eficiência de capital enquanto o detentor mantém a propriedade.

Como fazer?

@BabylonLabs_io apresentou uma proposta à comunidade Aave para levar BTC nativo ao Aave V4 por meio do Trustless Bitcoin Vaults.

Não é necessário embrulhar wBTC.

Não é necessário ponte cross-chain.

Não é necessário instituição custodiante.

O BTC fica na rede Bitcoin; você empresta stablecoins no Aave. Não é preciso confiar em ninguém.

O fundador do Aave já declarou apoio publicamente. A Babylon já tem mais de 4 bilhões de dólares em BTC participando de staking; no futuro, isso pode entrar totalmente no Aave como colateral.

O valor total de mercado do Bitcoin ultrapassa 1 trilhão de dólares. Mesmo que apenas 5% entrem em protocolos de empréstimo, o tamanho é muito maior do que se imagina.

Patrick disse que há 10 anos era lixo tóxico.
Charles disse que hoje é o colateral mais puro.

Dez anos, o mesmo ativo, definições completamente diferentes.

Na era institucional do Bitcoin, não é HODL.
É HODL e depois tomar emprestado.
#baby $BABY