Uma suposição me pegou de surpresa enquanto eu lia o projeto técnico de Babylon.
A maioria das pessoas vê um atraso de tempo em um protocolo e pensa imediatamente que isso está desacelerando tudo. Na prática, cada atraso existe porque está protegendo algo diferente.
O modelo original de staking do Bitcoin na Babylon usava um período fixo de desativação (unbonding) de três dias porque a segurança dependia de dar a uma rede inteira de validadores tempo suficiente para expor comportamentos desonestos antes que o Bitcoin liberasse os fundos.
Trustless Bitcoin Vaults (TBV) resolvem um problema completamente diferente.
Trancar Bitcoin em um cofre não exige esperar que alguém prove fraude. Você está bloqueando as suas próprias moedas, então os depósitos seguem principalmente o processo normal de confirmação do Bitcoin, em vez de um período de espera artificial.
O único lugar em que o tempo extra importa é durante o resgate. A TBV introduz uma janela de desafio configurável para que um desafiante designado possa interromper uma reivindicação inválida antes de o Bitcoin destravar o cofre.
Aplicações diferentes podem escolher períodos de desafio diferentes porque estão protegendo riscos diferentes.
Achei essa escolha de design mais interessante do que os números em si.
Em vez de perguntar, "Como podemos tornar cada transação mais rápida?", o protocolo pergunta, "Onde o tempo extra realmente melhora a segurança e onde ele é desnecessário?"
Essa é uma distinção sutil, mas é o tipo de decisão de engenharia que muitas vezes separa a infraestrutura feita para uso no mundo real daquela construída em torno de uma única regra fixa.
@BabylonLabs_io $BABY #baby
#baby