A parceira de tokenização da BlackRock, a Securitize, obteve a licença de consultoria de investimentos da SEC. A partir de agora, ela poderá oferecer diretamente aos clientes consultoria e serviços de gestão de ativos tokenizados
O significado desta licença não é pequeno. Ela indica que a Securitize não é apenas um provedor de tecnologia: também poderá gerenciar os investimentos em RWA dos clientes dentro de um arcabouço regulatório
Este mercado de tokenização de RWA explodiu neste ano. Dos títulos do Tesouro a private equity e imóveis, a velocidade com que os ativos tradicionais estão sendo colocados on-chain está acelerando. A Securitize é uma das peças centrais desse setor — afinal, ela lançou o fundo BUIDL junto com a BlackRock
Os órgãos reguladores também estão aos poucos esclarecendo as regras. O RWA em conformidade regulatória está se tornando o próximo direcionamento de alocação para instituições
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RWA em conformidade não é modinha: é infraestrutura. Quando a Wall Street entrar em massa, não deixe de entrar no trem ainda
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Cantor Fitzgerald está ajudando o banco cripto suíço AMINA a planejar sua listagem — o caminho possível é um IPO ou um SPAC. O CEO da Cantor, Howard Lutnick, está pessoalmente à frente
A AMINA, que antes se chamava SEBA Bank, possui na Suíça licenças bancárias e de negociação de valores mobiliários. A empresa se concentra em atender clientes institucionais com custódia e negociação de ativos cripto
Não é o primeiro banco cripto que tenta abrir capital, mas a participação da Cantor é fundamental. A Cantor é um dos maiores corretores de títulos do Tesouro dos EUA. O apoio deles indica que a atitude de Wall Street em relação a bancos cripto em conformidade está mudando
O caminho e o cronograma específicos para a listagem da AMINA ainda não foram definidos, mas já está em andamento
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Banco cripto abrindo capital: o próximo passo é a entrada de mais capital tradicional. O segmento de conformidade está ficando cada vez mais atraente
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Esta semana o BTC conseguiu segurar a faixa de US$ 65.000, resistindo à pressão que derrubou as ações de tecnologia após a queda da Nvidia, e teve um desempenho melhor do que o esperado. Mas a verdadeira prova ainda vem nesta semana
Na quarta-feira, decisão de taxa de juros do Fed; na quinta, os dados de núcleo do PCE e do PIB se acumulam. Esta é a maior janela de volatilidade macroeconômica da semana. Todos os ativos estão aguardando
Analistas dizem que o BTC precisa romper US$ 67.300 para confirmar a próxima rodada de alta. Para a ETH, é necessário ficar acima de US$ 2.000. No momento, a liquidez está mais baixa: o volume de posições em futuros está caindo, então o impulso altista não está tão forte
Analistas da Nansen são ainda mais pessimistas: se não houver uma entrada forte de ETFs, o BTC pode recuar para a faixa de US$ 55.000
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Esta semana é a escolha de direção do BTC: se romper para cima US$ 67K, é hora de entrar; se romper para baixo US$ 62K, saia. Não namore o mercado
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O CEO da Ratio, John Cho, apresentou uma ideia ousada: um ecossistema de stablecoins multimoedas pode permitir que empresas asiáticas deixem de pagar duas taxas de câmbio em operações transfronteiriças
A forma como funciona hoje é a seguinte: você compra algo usando won sul-coreano; o banco primeiro faz a troca para dólares e depois para a moeda local. Assim, os intermediários ganham duas vezes na diferença. Além disso, é preciso pré-depositar um grande volume de capital nas contas Nostro, o que trava a liquidez
Se cada país asiático tiver sua própria stablecoin em moeda local, a stablecoin em won poderia ser trocada diretamente pela stablecoin em iene. Não seria necessário passar pelos dólares, economizando toda a perda de câmbio
A rede Kaia (que nasceu da fusão entre a Klaytn da Kakao e a Finschia da LINE) está impulsionando essa iniciativa
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Stablecoins multimoedas são a próxima grande narrativa: resolvem problemas reais, não são apenas especulação
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LG CNS e POSCO International se uniram para fazer uma grande coisa: tokenizar contas a receber reais do comércio internacional e levar isso para a blockchain da Injective
A POSCO tem mais de 80 subsidiárias no exterior no mundo, com uma receita de US$ 22,2 bilhões. Antes, o “baixar” das contas a receber dependia de lançamentos separados feitos pelas subsidiárias locais e pelos bancos, o que era extremamente lento. Agora, isso virou um token na cadeia: as regras de conformidade acompanham o token, e a conformidade internacional pode ser executada automaticamente.
A razão de a Injective ter sido escolhida é que ela já vem com um módulo de conformidade. Assim, no nível do token, dá para controlar quem pode ou não pode mantê-lo. Além disso, o tempo de geração dos blocos é menor que um segundo, o que é adequado para processar dados comerciais reais.
Desta vez não é uma prova de conceito. Foram usados dados reais de comércio.
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Grandes empresas da Coreia começam a testar blockchain com dinheiro de verdade — não é mais conversa fiada; é uma revolução concreta na eficiência do financiamento comercial
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O HKMA publicou um white paper, avaliou a prontidão das defesas quânticas dos bancos locais e o resultado foi de partir o coração: de 10 pontos no total, só conseguiu 2,3 pontos.
68% dos bancos ainda estão na fase de “despertar da consciência”. Metade nem sequer tem um plano de migração para a criptografia pós-quântica. Apenas um terço dos bancos começou a testar coisas relacionadas a quântica.
Isso tem muito a ver com criptografia. Assim que os computadores quânticos amadurecerem, os algoritmos de criptografia do Bitcoin e do Ethereum podem ser quebrados. Esse é o chamado ataque “Harvest Now, Decrypt Later”: os hackers já estão coletando dados criptografados e só vão descriptografá-los quando o computador quântico estiver pronto.
O objetivo do HKMA é elevar o índice para 10 pontos até 2030, mas a janela de tempo talvez não seja tão grande.
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A ameaça quântica parece distante, mas se bancos e projetos cripto não começarem a se preparar agora, a consequência será catastrófica.
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Os dois maiores grupos bancários da Argentina, BIND e Petersen, estão desenvolvendo discretamente uma stablecoin denominada em peso. Diferente daquelas stablecoins voltadas a pequenos usuários do mercado, desta vez o alvo são clientes institucionais e empresas.
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O Banco Central da Argentina já proibiu de forma explícita, em 2022, que bancos ofereçam serviços cripto. Por isso, ambos os grupos usaram subsidiárias para contornar a regra. A BIND, por meio de sua subsidiária VASP, a BEN, está avançando o projeto. A empresa já firmou uma parceria com a Circle: fornece um canal de USDC para instituições. Em outras palavras, a “mão esquerda” faz uma stablecoin atrelada ao dólar, e a “mão direita” faz uma stablecoin atrelada ao peso—um duplo posicionamento.
Do lado da Petersen, a estratégia é ainda mais agressiva. A DIPE, uma stablecoin em peso, já foi desenvolvida e está madura; o white paper já está pronto. O suporte técnico vem da Lirium. A própria empresa já presta serviços de cripto para grandes bancos na Argentina, então a base técnica é sólida.
A inflação na Argentina é, há anos, de três dígitos. A população já usa USDT e USDC como substitutos do dólar. Agora, os bancos perceberam que, se não impulsionarem a moeda digital oficial em pesos, todo o mercado de pagamentos e liquidações pode ser totalmente “comido” pelo USDT. Não é FOMO—é necessidade de sobrevivência.
O mais interessante é que o Banco Central da Argentina ainda está avaliando se vai ou não revogar a proibição de cripto de 2022. Se de fato for liberado, esses projetos de stablecoin preparados em segredo conseguem ser implantados em larga escala imediatamente.
A operação na Argentina é bem clássica: a regulação não permite, mas a demanda está ali. O capital sempre encontra um caminho. Este experimento de stablecoin em nível nacional merece atenção. Se der certo, pode virar um modelo de referência para outros países com inflação alta.
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O relatório mais recente de avaliação de estabilidade financeira do FMI destacou especificamente o Brasil. Disseram: “Vocês já ultrapassaram os canais tradicionais com fluxos financeiros transfronteiriços de cripto. A escala é grande demais; se não regulamentarem agora, vai dar problema.”
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O relatório aponta alguns problemas centrais. Primeiro, o arcabouço de supervisão de VASPs do Brasil já está em construção, mas ainda há lacunas na proteção do isolamento dos ativos dos usuários — se uma exchange quebrar, as moedas dos usuários podem não ser recuperadas. Segundo, o padrão de combate à lavagem de dinheiro da Travel Rule ainda não foi implementado; há “pontos cegos” no rastreamento dos recursos. Terceiro, o mercado cripto do Brasil está profundamente interligado ao sistema financeiro tradicional: de bancos à bolsa de valores e a derivativos, tudo se cruza. Se um setor desabar, vira reação em cadeia.
O Brasil é um dos países com maior adoção de cripto no mundo. A demanda por stablecoins disparou 158% em um ano, e o volume mensal de transações chegou a US$ 2,6 bilhões. Por trás disso, há uma necessidade real de empresas e varejo — não é especulação. É que o real brasileiro vem desvalorizando há muito tempo, e tanto empresas quanto pessoas estão buscando alternativas.
A intenção do FMI não é “matar” as criptos, mas sim colocar esses enormes fluxos financeiros dentro de um arcabouço de conformidade. Esse sinal vale atenção. A postura do Brasil, como a maior economia da América Latina, muito provavelmente será copiada pelos países vizinhos.
A tendência de “compliance” é irreversível. A forma realmente inteligente é preparar-se com antecedência em projetos que operam na trilha da conformidade, e não brincar de esconde-esconde com a regulação. A rodada de medidas do Brasil pode acabar virando um termômetro para a regulamentação na América Latina.
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BTC pela terceira vez rompe abaixo de US$64.000. Desta vez veio com mais força: em uma hora, liquidou posições alavancadas no valor de US$100 milhões. Vai e volta, colhendo ambos os lados; acabou “matando” tanto compradores quanto vendedores.
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Na quinta-feira passada, na primeira vez que rompeu abaixo de US$64K, explodiram US$87 milhões. No sábado, na terceira tentativa de subir para US$65.500, falhou e explodiram mais US$75 milhões. Hoje, na terceira vez, o roteiro é quase igual: a mesma armadilha, três quedas. Só posso dizer que os touros (longs) nessa faixa estão realmente teimosos.
Por trás, os impulsionadores são bem claros: o Kospi da Coreia despencou hoje mais de 8%, acionando o 8º circuito de interrupção (break) do ano. Samsung e SK Hynix lideram a queda em queda de cabeça; em meio à “ressaca” das ações de semicondutores no mundo todo. E o BTC, agora, está ligado ao setor de tecnologia mais do que em qualquer outro momento antes. Já não cabe mais na narrativa de “ouro digital”.
Ao mesmo tempo, hoje o Fed começa uma reunião de definição de juros com duração de dois dias. A taxa ficou em 3,50%–3,75% e já não muda há quatro reuniões. As expectativas do mercado sobre cortes de juros em 2026 continuam sendo empurradas para mais tarde: antes parecia que poderia cortar em setembro; agora nem no fim do ano está garantido.
Essa faixa de US$64.000 já é uma porcaria que você testou três vezes. Sem um catalisador claro, o BTC provavelmente vai ficar “varrendo” entre US$62K e US$66K. Não brinque com alavancagem alta num mercado de oscilação. Espere o Fed tomar forma antes de decidir. Quem quiser entrar comprando, espere por perto de US$62K — não corra atrás.
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A controladora da Kraken adquire a carteira da Magic — tecnologia para 60 milhões de carteiras
O controlador da Kraken, a Payward, assumiu o negócio de carteiras da Magic Labs. A Magic não é uma figura pequena — sua tecnologia sustentou mais de 60 milhões de carteiras, processou 10 bilhões de dólares em transações de stablecoins e foi usada por 200 mil desenvolvedores. A lógica central por trás dessa aquisição: a Payward quer que clientes corporativos resolvam transações, custódia e carteiras tudo em um só lugar. Sem precisar juntar diferentes fornecedores aos pedaços. E, com a demanda por carteiras auto-custodiadas crescendo, os usuários não querem entregar os próprios ativos para que outras pessoas administrem. Aquela parte também não sai perdendo — ao vender o negócio de carteiras, a equipe se dedicou ao Newton Protocol (camada de autorização on-chain), com foco total em conformidade e controle de risco. Uma situação em que todos ganham.
O Chief Investment Officer da Bitwise, Matt Hougan, compartilhou uma perspectiva interessante: o Bitcoin subiu 9% desde julho, enquanto o Nasdaq caiu 6% no mesmo período—está começando a haver uma divisão.
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Mas o foco do que ele disse não é o preço. A lógica dele é a seguinte: o próximo ciclo de alta não será uma folia de moedas meme; serão as “coisas de verdade” que vão impulsionar—stablecoins, tokenização, negociação 24/7 e liquidação instantânea.
A Hyperliquid e a Robinhood estão levando as finanças tradicionais para a blockchain; instituições estão comprando ETFs; stablecoins estão se infiltrando nos pagamentos. O roteiro desta alta não é igual ao de antes. Não fique esperando uma correção boba—planeje-se para isso.
Kakao Pay em parceria com Siebert: tokenização de ações sul-coreanas para entrar na Wall Street
A maior plataforma de pagamentos da Coreia do Sul, a Kakao Pay, em parceria com a empresa listada na Nasdaq, Siebert, criou o K-Stock Global Gateway. Qual é o objetivo? Permitir que investidores americanos comprem e vendam ações sul-coreanas mesmo fora do horário de negociação. Como fazer isso? Tokenização. Transformar ações da Coreia do Sul em tokens na blockchain, contornando as limitações de fuso horário. Os jogadores de Nova York não precisam esperar a abertura do mercado em Seul para operar. E ainda oferece liquidação T+0 — vender no mesmo dia e receber no mesmo dia. Siebert já tem licença de corretora nos EUA, e a Kakao Pay tem 9 milhões de contas de ações em suas mãos. A previsão é colocar no ar no primeiro semestre de 2027 — desde que os reguladores dos dois lados, EUA e Coreia do Sul, deem o aval.
Kalshi foi alertada sobre possível fraude nos dados, mas mesmo assim liquidou US$ 3,3 milhões
A Kalshi voltou a dar ruim. Desta vez foi um mercado de previsão de streaming da Spotify, com volume total de transações de US$ 3,3 milhões. Um denunciante com credencial de documentário da Netflix enviou um e-mail com antecedência avisando: há algo de errado nos dados, por favor, suspendam a liquidação! E o resultado? O diretor de fiscalização da Kalshi respondeu: «A principal controvérsia está do lado da Polymarket, não é com a gente». Minutos depois, ele encerrou o mercado. No dia seguinte, a Spotify confirmou: naquela faixa havia 523 mil streams falsos, o suficiente para fazê-la cair do primeiro para o quarto lugar. O interessante é que a quantidade em aberto da opção premiada disparou de 2.000 dólares para 70.000 dólares em poucos dias. O denunciante calculou: a probabilidade de um salto nos dados de domingo para segunda é de 1 em 7.700.000.000.000.000.
ETH vai de US$ 1.880 direto até US$ 1.980 — só falta aquele “suspiro” para chegar aos US$ 2.000. Os vendidos foram praticamente eliminados em massa: US$ 113 milhões em posições foram liquidados. E só uma única moeda de ETH já responde por um terço de toda a liquidação de shorts no mercado.
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Por trás disso há dois grandes fatores positivos: a Circle recebeu a autorização do OCC para operar como banco fiduciário nacional; como o USDC é a maior stablecoin do ETH, agora tem aval de supervisão federal. Além disso, os ETFs de ETH tiveram entrada líquida de US$ 104 milhões na última semana.
E mais: a fila de saída dos validadores da Ethereum zerou — quer fazer staking, faça; quer retirar, retire; a liquidez segue fluindo sem obstáculos. Os US$ 2.000 estão bem ali.
Ontem o BTC foi de partir o coração. Três vezes tentou subir até US$ 65.500, três vezes foi derrubado, e na última vez caiu direto para US$ 64.336. Duplo estrago em posições compradas e vendidas — os vendidos foram liquidados em US$ 45 milhões, e os compradores também não saíram bem: US$ 30 milhões se evaporaram.
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Motivo? A situação no Oriente Médio arrefeceu e o preço do petróleo despencou. Os ativos de risco deveriam ter subido, mas a lei CLARITY voltou a travar, e as entradas nos ETFs também estão fracas. A Strategy também não comprou Bitcoin esta semana; o mercado ficou sem uma âncora.
Essa parede em US$ 65.500 dificilmente será ultrapassada no curto prazo, a menos que o Fed arrume alguma grande jogada esta semana.
Kalshi é alertado por falsificação de dados, mas ainda liquida 3,3 milhões
O Kalshi voltou a dar ruim. Desta vez foi um mercado de previsão de streaming da Spotify, com um volume total de negociações de 3,3 milhões de dólares. Um denunciante com uma identidade ligada a documentários da Netflix avisou por e-mail com antecedência: os dados estão adulterados, por favor suspendam a liquidação! E o resultado? O diretor de enforcement do Kalshi respondeu: «As principais controvérsias estão do lado da Polymarket, não da gente». Minutos depois, o mercado foi encerrado. No dia seguinte, a Spotify confirmou — aquela música tinha 523.000 streams falsos, o suficiente para fazê-la cair do primeiro para o quarto lugar. O interessante é que a quantidade em aberto da opção vencedora disparou de 2.000 dólares para 70.000 dólares em poucos dias. O denunciante calculou: a probabilidade de um salto nos dados do domingo para a segunda-feira é de 7.700.000.000.000.000.000 de um em 1.
Fluxo líquido da Solana: +US$ 552 milhões! Usuários fugindo da ETH e do Arbitrum
O poder de captação de dinheiro da Solana disparou recentemente — com entradas líquidas de US$ 552 milhões, os usuários estão migrando da Ethereum e do Arbitrum para a cadeia da SOL. Os dados dizem tudo: velocidade mais rápida, taxas mais baixas e uma melhor experiência para o usuário — e, em um mercado de baixa, isso é tudo o que importa. O ecossistema de L2 da ETH está bem movimentado, mas a fragmentação e a complexidade entre cadeias deixam os usuários comuns com dor de cabeça. A estratégia da Solana de “uma cadeia para dominar tudo” acabou ganhando mercado. A atividade on-chain e a quantidade de capital estão subindo, e esta fase do SOL merece atenção. Veja abaixo 👇, clique para entrar no chat e receber as estratégias diárias Clique para entrar no grupo de fãs da 玖玖
A Circle comprou cerca de 1000 patentes de blockchain da IBM
O emissor de USDC, a Circle, adquiriu da IBM quase 1000 patentes de blockchain, tornando-se de uma só vez a maior detentora de patentes de blockchain dos Estados Unidos. As patentes abrangem tecnologias de blockchain, bancos, seguros, infraestruturas empresariais, verificação de cadeias de suprimentos e segurança em nuvem — mais de 680 famílias de patentes. Veja abaixo👇, clique no chat para entrar no grupo e receber estratégias diárias Clique para entrar no grupo de fãs da Jiujiu A Circle disse que essas patentes serão usadas para apoiar o USDC, sua blockchain Arc e ferramentas financeiras para agentes de IA. A própria IBM é uma grande detentora de patentes de blockchain, com 790 em 2025. A intenção da Circle é bem clara: construir um fosso/uma barreira defensiva. O valor não foi divulgado, mas o significado estratégico é enorme.
O Zimbábue também quer tokenizar ativos! 7 empresas de fintech aprovadas para entrar no sandbox
A autoridade reguladora de valores da Zimbábue (SECZ) aprovou 7 empresas de tecnologia financeira para participar dos testes no sandbox regulatório. A lista inclui plataformas de captação de recursos via blockchain, plataformas de tokenização de ativos, plataformas de negociação sintética e plataformas de crowdfunding — o escopo está bem completo. A postura do continente africano em relação às criptos está mudando silenciosamente. O Zimbábue, que antes era um país de hiperinflação, agora está, na verdade, abraçando ativamente a tecnologia de tokenização. O recado do regulador é: permitir a inovação, mas ficar de olho em você. Veja abaixo👇, clique no chat para entrar no grupo e receber a estratégia diária As mudanças no mercado de cripto acontecem rápido demais; só pegando a lógica central dá para ganhar dinheiro. Acompanhe políticas, fluxos de capital e dados on-chain — é muito mais confiável do que adivinhar alta ou queda.
Empresas de “cofres cripto” abandonam o barco em massa rumo à IA; mineradores, porém, viram os queridinhos
O mercado baixista das criptomoedas está tão forte para o lado—não dá pra aguentar mais. Pelo menos dezenas de empresas de “cofres de ativos digitais” já começaram a correr para a área de IA. Dados da Bloomberg: as ações dessas empresas caíram 43% em mediana este ano; o Bitcoin caiu 49% em relação às máximas; e o Ethereum está ainda pior, com queda de 62%. Veja abaixo👇, clique no chat para entrar no grupo e receber a estratégia diária
Clique para entrar no grupo de fãs da Jiujiu A K Wave Media passou a atuar em data centers, e a ação voltou a cair 71%. A Strategy (ex–MicroStrategy) também caiu 81%. Já do lado dos mineradores a virada para a IA parece promissora: a CoreWeave saiu da mineração e virou fornecedora de serviços em nuvem; a capitalização disparou para 40 bilhões, e a ação subiu 80%. Eles têm energia, terrenos e data centers na mão—isso sim é competência de verdade.