Um passo por vez: Em julho, a posição caiu 42% a partir do pico; todo o lucro dos meses de maio e junho desapareceu. A ação com maior peso — do setor de memória — contribuiu para a principal queda. Ganhos e perdas caminham juntos; a verificação foi contundente.

Dois erros de decisão:
1. No fim de junho, ao ver sinais do topo, eu só vendi 15% — sabia que era topo, mas ainda assim fui ganancioso
2. Durante a tendência de queda, eu comprei cedo demais — e ainda comprei produtos alavancados — a deterioração durante a queda foi enorme

No fundo, é pensamento por inércia. Nas primeiras correções do ano, eu comprei na baixa e ganhei; isso criou um reflexo condicionado de “se cair, compra”. Mas desta vez, a magnitude e o alcance ficaram além do previsto.

O KOSPI caiu 28% desde a máxima histórica de 22 de junho, e ficou quatro semanas seguidas em queda. O banco central da Coreia ainda elevou a taxa, e o FSC cortou a munição dos ETFs alavancados. Os fundamentos da memória praticamente não mudaram — falta de HBM, a LTA continua, e os pedidos não despencaram — mas essa liquidação reflexiva da desalavancagem não exige que os fundamentos piorem; basta que a estrutura de capital desmorone.

A questão-chave não é “se a memória ainda está em falta”, e sim quando a expectativa do mercado sobre a velocidade de crescimento da memória voltará ao normal. O dia em que a narrativa se virar é o verdadeiro ponto de partida da recuperação.

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