Argumento central:
A maioria das altcoins é criada por baleias como um mecanismo de extração de riqueza, disfarçado de “inovação”. Apenas Bitcoin, Ethereum e um pequeno conjunto de tokens estabelecidos merecem alocação real de capital.
O padrão que identifiquei:
1. Fase de lançamento — Baleias lançam continuamente novas tokens “inovadoras” a cada ciclo, criando hype em torno de cada uma como se fosse algo fundamentalmente novo
2. Fase de colapso — A maioria dessas tokens despenca 95–99%+ em relação às máximas (meu exemplo: US$ 700 → US$ 2, US$ 1,50 ou até US$ 0,01)
3. O “mercy pump” — Depois que o varejo é convencido de que o token está morto, as baleias orquestram uma recuperação parcial (por ex., US$ 2 → US$ 100) vendida como uma “alta do mercado” — o suficiente para restaurar a esperança, mas o varejo ainda está no negativo (por ex., uma perda de US$ 600 no meu exemplo, mesmo após o “pump”)
4. A rotação — Os lucros que as baleias extraem dos ciclos de altcoins são direcionados de volta para o Bitcoin e para o Ethereum, reforçando a dominância de BTC/ETH — que eu argumento ser o verdadeiro ciclo de 4 anos
Minha conclusão:
O ciclo das altcoins não é sobre inovação — é um mecanismo recorrente de extração em que os lucros das baleias provenientes de “tokens de lixo” acabam se consolidando em BTC e ETH.
