Дýв года назад наткнулся на классическую историческую калькуляцию, от которой у любого криптана невольно задергается глаз. Расклад простой: два человека 10 лет назад вложили по $10. Первый купил $BTC и сегодня имеет около $640,000. Красиво? Да. Но второй купил $ETH и сейчас смотрит на баланс в $2,170,000. Эфир обошел деда в 3.4 раза.

O primeiro pensamento que atravessa automaticamente a mente do iniciante depois de ver esses números: “Que idiota teria de ser para não comprar ETH na época com tudo o que tinha! Tanto ‘x’ perdido!”. Nesse instante, desperta em você — o FOMO (síndrome do benefício perdido). A emoção com a qual grandes capitais “tosam” a multidão há décadas.

Por que o nosso cérebro nos engana?

O segredo do FOMO é que a psique humana ama negociar com base no passado. A gente olha para o gráfico de volta e parece que tudo era óbvio. Mas vamos voltar àqueles anos e remover o “efeito do conhecimento do resultado”.

Há 10 anos, o Bitcoin já era a base e o “ouro digital” com uma proposta clara. E o Ethereum? O Ethereum era um startup de venture ultrarriscado, insano, do Vitalik Buterin. Ninguém sabia se essa rede de smart contracts sobreviveria, se daria “rug” e se os reguladores a baniriam. As pessoas que apostavam dinheiro em ETH naquela época corriam o risco de perder tudo o depósito. A alta rentabilidade do Ethereum era o preço por um risco mortal que, na época, poucos estavam dispostos a aceitar.

O principal erro que você vai cometer hoje

Depois de observar batalhas como essas do passado, o trader recém-criado tira uma conclusão catastrófica: “Se o Bitcoin dá poucos x e o Ethereum já subiu, eu preciso encontrar uma nova moeda, superbarata, no fundo do poço, entrar com tudo e repetir o sucesso!”.

É assim que as pessoas enchem suas carteiras com lixo que, em 99% dos casos, morre no prazo de um ano. Elas tentam adivinhar o “novo Ethereum”, esquecendo que, para cada Ethereum que sobrevive, existem milhares de projetos enterrados sem volta.

Como não cair nessa?

O mercado de hoje são realidades totalmente diferentes. A capitalização dos ativos cresceu centenas de vezes; fundos e instituições chegaram aqui. Tentar correr atrás do trem que partiu há 10 anos e se culpar por compras que não fez é um caminho direto para operações emocionais e caóticas.

Se você quer sobreviver nas criptos, pare de contabilizar o lucro virtual que você “poderia ter” obtido. Avalie os riscos no momento presente, diversifique a carteira e lembre-se: os melhores x faz quem consegue manter a cabeça fria enquanto os outros arrancam os próprios cabelos por causa do FOMO.

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