Nos últimos dias, a Binance lançou uma campanha muito relevante: destaca a Linea como uma solução escalável sobre Ethereum e a integra em seus serviços, listando a Linea como ativo “borrowable” e habilitando pares de trading como LINEA/USDT e LINEA/USDC, além de contratos perpétuos com alavancagem de 1–50×. Esse movimento provoca certo alvoroço: dado que Ethereum continua sendo a espinha dorsal do ecossistema cripto —e com um valor atual ~ USD 3.330 por ETH— a aposta em Layer 2 como a Linea poderia abrir um caminho para liquidez adicional, eficiência de transação e menores custos, o que por sua vez poderia impulsionar tanto a demanda de ETH quanto de Linea no médio prazo.
Para aqueles que já possuem ETH, a possibilidade de “tornar ETH flexível” na Binance —usando produtos de poupança, staking ou empréstimos garantidos com ETH— representa uma oportunidade: mantém-se a exposição ao ativo enquanto se obtém rendimento adicional. Por exemplo, em 2025 a Binance lançou um produto com juros anualizados em torno de 3,3 % sobre ETH depositados.
Se considerarmos o valor atual do ETH (~ USD 3.330), manter 1 ETH neste tipo de produto poderia gerar aproximadamente USD 110 por ano (dependendo da taxa real e da flutuação do preço). Se o mercado se fortalece e ETH volta a subir —por exemplo, a USD 4.500 ou mais— não só se conserva essa ganho por rendimento, mas também se participa da valorização do capital.
Por outro lado, a integração da Linea como uma Layer 2 significa que os usuários poderiam desfrutar de transações mais rápidas e econômicas, o que beneficia desenvolvedores, traders e investidores — um fator importante se a rede ganhar tração. Nesse contexto, essa “linha de vida” que propõe a Binance (flexibilidade + rendimento + liquidez) se torna especialmente atraente.
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