Pixels: Decomposição da Arquitetura Técnica
Uma e meia da manhã, meus olhos quase não conseguem ficar abertos, mas estou lá, grudado no painel de rede das ferramentas de desenvolvedor do navegador, tentando interceptar o 400º pacote de WebSocket que termina com “action: ‘water_crop’”. Enquanto isso, na tela, aquele pixel art tosco, que parece um bonequinho, acabou de esgotar seu último ponto de vida e está lá, parado e sem vida. O explorador de blocos da rede Ronin está quieto, sem nenhuma movimentação, mas nos logs do meu terminal local, o Python está rodando a mil, não para de atualizar. Estou de olho naquele número decimal que pode decidir a taxa de drop do lendário pumpkin e, de repente, percebo que a lógica por trás desse jogo é até interessante.