O ex-presidente Donald Trump propôs proibir as companhias aéreas chinesas de voar sobre a Rússia em rotas de e para os Estados Unidos, argumentando que isso lhes dá uma vantagem de custo injusta.
Atualmente, as transportadoras chinesas podem economizar tempo e combustível cruzando o espaço aéreo russo — uma rota que as companhias aéreas dos EUA não podem usar. A Rússia baniu transportadoras americanas e outras ocidentais de seus céus depois que Washington restringiu voos russos sobre os EUA.
De acordo com o Departamento de Transporte dos EUA, a proibição proposta visa “remover a disparidade entre as transportadoras aéreas dos EUA e da China.”
Mas tal movimento poderia escalar tensões comerciais. Se os EUA limitarem os direitos de sobrevoo da China, Pequim pode retaliar visando as exportações dos EUA — especialmente aeronaves Boeing, componentes semicondutores e produtos agrícolas.
A China já está se voltando para o Brasil e a Argentina para algumas dessas importações, sinalizando sua prontidão para contra-movimentos.
Toda ação na diplomacia comercial vem com uma reação igual e estratégica — e com a China, o tabuleiro de xadrez está sempre ativo. ♟️
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