Até o final de março de 2026, as negociações entre os EUA e o Irã estão em um estado extremamente complexo e altamente incerto de “Rashomon”. Embora os EUA tenham enviado vários sinais positivos, a posição do Irã é dura, e há enormes divergências entre os dois lados sobre a existência das negociações, as condições de negociação e as demandas centrais.
Aqui estão os últimos avanços atuais nas negociações entre os EUA e o Irã:
1. Estado das negociações: um “Rashomon” onde cada um tem sua versão
Posição dos EUA: O governo Trump afirmou várias vezes que teve diálogos "muito fortes" e "produtivos" com o Irã. O porta-voz da Casa Branca insiste que as negociações estão em andamento, usando isso como justificativa para adiar um ataque militar ao Irã.
Posição do Irã: O governo iraniano negou várias vezes ter tido diálogos diretos com os EUA, afirmando que as declarações americanas são 'informações falsas'. O ministro das Relações Exteriores do Irã apontou que os contatos atuais estão limitados a comunicações através de terceiros, como o Paquistão.
2. Divergências centrais: os 'preços' de cada um dos EUA e do Irã
As propostas de cessar-fogo apresentadas por ambas as partes têm oposições fundamentais:
O 'acordo de 15 pontos' dos EUA: Os EUA propuseram condições rigorosas, incluindo a paralisação total da enriquecimento de urânio pelo Irã e a aceitação de controle militar estrito, e afirmaram que se um acordo fosse alcançado, poderiam suspender as sanções e oferecer assistência.
As '5 condições' do Irã: O Irã rejeitou claramente a proposta americana, apresentando condições que incluem a retirada das forças armadas da região, compensações de guerra, levantamento de todas as sanções e garantias de nunca sair do acordo.
3. Situação atual e riscos
Pressão militar contínua: Enquanto afirmam estar em negociações, os EUA aumentaram o envio de cerca de 2000 soldados da 82ª Divisão Aerotransportada para o Oriente Médio.
Escalada do conflito: No início de março, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã atacou uma base aérea americana localizada no Bahrein, destruindo o edifício de comando e incendiando os depósitos de combustível.
Impacto econômico: Rumores de negociações causaram flutuações nos preços internacionais do petróleo, mas devido à incerteza sobre as negociações, o mercado de ações de Nova York sofreu uma queda significativa no final de março.
4. Parte chave na mediação
Atualmente, o Paquistão se tornou o principal canal de mediação no conflito EUA-Irã. O primeiro-ministro e o ministro das Relações Exteriores do Paquistão têm conversado frequentemente com parceiros do Oriente Médio, tentando garantir uma esperança para as negociações EUA-Irã.
Resumo: Atualmente, a relação entre os EUA e o Irã apresenta uma postura de 'discutir enquanto lutam'. Embora a janela diplomática ainda não esteja completamente fechada, devido à grave falta de confiança mútua e à grande diferença nas condições, a probabilidade de alcançar um acordo de paz substancial em curto prazo é baixa.
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