.@shieldaitech acaba de alcançar um marco que reescreve como funciona a defesa aérea europeia.

Seu software de autonomia Hivemind, já executando mais de 130 missões de combate na Ucrânia, acabou de finalizar um teste de voo de dois meses na Espanha. A plataforma era um drone interceptor feito na Suíça chamado Hornet, construído pela Destinus. Nenhuma estação de controle em solo necessária. Sem GPS. Sem reprogramação manual enquanto estava no ar.

A Destinus construiu o Hornet para eliminar outros drones autonomamente. O Hivemind da Shield AI opera a bordo da própria aeronave, não em alguma estação em solo. Durante os testes, zonas geofensiadas foram alteradas enquanto o drone já estava no ar. Ele se redirecionou sozinho. Nenhum humano tocou em nada.

Essa é a primeira vez que um stack de autonomia dos EUA foi integrado em um drone de combate europeu e funcionou.

E a prova operacional já existe. Drones V-BAT rodando Hivemind estão realizando missões reais na Ucrânia agora, enfrentando forte guerra eletrônica russa e interferência. Continuam entregando resultados. Os Países Baixos acabaram de encomendar 12 deles para operações navais em oito navios de guerra.

O pipeline continua crescendo:

> Hornet (interceptor contra drones), testado e padronizado na Espanha.
> V-BAT (ISR e ataque), operacional na Ucrânia, adquirido pelos holandeses.
> X-BAT (wingman leal e furtivo), atualmente sendo apresentado às forças armadas europeias.

Próximo: perfis de voo conscientes do terreno e comportamentos de enxame coordenados de múltiplos drones.

Aqui está a parte que chamou minha atenção. Nenhum cliente financiou este teste. Ambas as empresas pagaram de seus próprios orçamentos de P&D. Essa é uma aposta calculada: as forças aéreas europeias precisam de sistemas autônomos de contra-drones que funcionem sem aeronaves tripuladas ou GPS, e precisam deles ontem.

A empresa que está construindo a camada de software para combate aéreo autônomo acabou de provar que funciona em plataformas e continentes diferentes.