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Alexander Guevara
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TSJ declaró sin lugar acción de nulidad ejercida contra la reforma de la Ley Orgánica de Hidrocarburos Entre los demandantes se encontraban Andrés Ramón Guissepe Ávalo, Gustavo Adolfo Márquez Marín, Carlos Ramón Mendoza Potella, José Luis Ybrahim Esté, entre otros, quienes introdujeron un Recurso de Nulidad conjuntamente con una solicitud de medida cautelar de suspensión de efectos. La Sala Constitucional del Tribunal Supremo de Justicia (TSJ) declaró «sin lugar» la acción de nulidad por motivos de inconstitucionalidad ejercida contra la reforma de la Ley Orgánica de Hidrocarburos. En ese sentido, el máximo tribunal venezolano acotó en la sentencia 0827, del 14 de septiembre de 2026, que es «inoficioso» el pronunciamiento sobre la medida cautelar de suspensión de efectos requerida. La Sala Constitucional declaró su competencia para conocer de la acción de nulidad por motivos de inconstitucionalidad ejercida por el ciudadano Daniel de Jesús Carrillo Sequera, actuando en nombre propio, así como la acción de nulidad por inconstitucionalidad ejercida conjuntamente con medida cautelar de suspensión de efectos, interpuesta por los ciudadanos Andrés Ramón Guissepe Ávalo, Gustavo Adolfo Márquez Marín, Carlos Ramón Mendoza Potella, José Luis Ybrahim Esté, Oscar Ramón Figuera González, Eduardo Antonio Ojeda Falcón y otros, contra la Reforma de la Ley Orgánica de Hidrocarburos, publicada en la Gaceta Oficial de la República Bolivariana de Venezuela Nro. 6.978 Extraordinario, el 29 de enero de 2026. Igualmente, puntualizó que acumula las acciones de nulidad por motivo de inconstitucionalidad contenidas en los expedientes números 26-0144 y 26-0697, de conformidad con lo previsto en el artículo 51 del Código de Procedimiento Civil, en atención a lo dispuesto por los artículos 98 y 166 de la Ley Orgánica del Tribunal Supremo de Justicia. #tsj #venezuela #petróleo #Hidrocarburos #Ley $CL $BZ
TSJ declaró sin lugar acción de nulidad ejercida contra la reforma de la Ley Orgánica de Hidrocarburos

Entre los demandantes se encontraban Andrés Ramón Guissepe Ávalo, Gustavo Adolfo Márquez Marín, Carlos Ramón Mendoza Potella, José Luis Ybrahim Esté, entre otros, quienes introdujeron un Recurso de Nulidad conjuntamente con una solicitud de medida cautelar de suspensión de efectos.

La Sala Constitucional del Tribunal Supremo de Justicia (TSJ) declaró «sin lugar» la acción de nulidad por motivos de inconstitucionalidad ejercida contra la reforma de la Ley Orgánica de Hidrocarburos.

En ese sentido, el máximo tribunal venezolano acotó en la sentencia 0827, del 14 de septiembre de 2026, que es «inoficioso» el pronunciamiento sobre la medida cautelar de suspensión de efectos requerida.

La Sala Constitucional declaró su competencia para conocer de la acción de nulidad por motivos de inconstitucionalidad ejercida por el ciudadano Daniel de Jesús Carrillo Sequera, actuando en nombre propio, así como la acción de nulidad por inconstitucionalidad ejercida conjuntamente con medida cautelar de suspensión de efectos, interpuesta por los ciudadanos Andrés Ramón Guissepe Ávalo, Gustavo Adolfo Márquez Marín, Carlos Ramón Mendoza Potella, José Luis Ybrahim Esté, Oscar Ramón Figuera González, Eduardo Antonio Ojeda Falcón y otros, contra la Reforma de la Ley Orgánica de Hidrocarburos, publicada en la Gaceta Oficial de la República Bolivariana de Venezuela Nro. 6.978 Extraordinario, el 29 de enero de 2026.

Igualmente, puntualizó que acumula las acciones de nulidad por motivo de inconstitucionalidad contenidas en los expedientes números 26-0144 y 26-0697, de conformidad con lo previsto en el artículo 51 del Código de Procedimiento Civil, en atención a lo dispuesto por los artículos 98 y 166 de la Ley Orgánica del Tribunal Supremo de Justicia.

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Artigo
TSJ rejeita nulidade da Lei de Hidrocarbonetos: leitura P2P e do dólar## O máximo tribunal encerrou o capítulo jurídico A Sala Constitucional do Tribunal Supremo de Justiça declarou **improcedente** a ação de nulidade por inconstitucionalidade que pesava sobre a Reforma da Lei Orgânica de Hidrocarbonetos, publicada no Diário Oficial Extraordinário N.º 6.978, de 29 de janeiro de 2026. A decisão ficou registrada na sentença 0827, datada de 14 de setembro de 2026, e com ela o mais alto tribunal também considerou _inútil_ pronunciar-se sobre a medida cautelar de suspensão dos efeitos solicitada pelos autores.

TSJ rejeita nulidade da Lei de Hidrocarbonetos: leitura P2P e do dólar

## O máximo tribunal encerrou o capítulo jurídico
A Sala Constitucional do Tribunal Supremo de Justiça declarou **improcedente** a ação de nulidade por inconstitucionalidade que pesava sobre a Reforma da Lei Orgânica de Hidrocarbonetos, publicada no Diário Oficial Extraordinário N.º 6.978, de 29 de janeiro de 2026. A decisão ficou registrada na sentença 0827, datada de 14 de setembro de 2026, e com ela o mais alto tribunal também considerou _inútil_ pronunciar-se sobre a medida cautelar de suspensão dos efeitos solicitada pelos autores.
Artigo
TSJ ordena reinício das operações da empresa Serviços Halliburton de Venezuela e devolve-lhe seus ativos O Supremo Tribunal de Justiça (TSJ) limitou que a Sala Social designará um fiscal judicial para verificar o cumprimento dos extremos da medida cautelar. A Sala Social do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) ordenou o reinício das operações produtivas da empresa Serviços Halliburton de Venezuela, S.A., bem como também a entrega dos bens móveis e imóveis penhorados. Nesse sentido, a decisão publicada pelo mais alto tribunal venezuelano, na sentença número 327, destacou que será incumbido o Tribunal em Funções de Execução correspondente, localizado na cidade de Cabimas, estado de Zulia, que, na mesma oportunidade, colocará a empresa acima mencionada na posse dos bens, sob sua responsabilidade, na qualidade de depositária com poderes de uso, fruição e gozo por se tratarem de bens de caráter estratégico e críticos para a indústria de hidrocarbonetos.

TSJ ordena reinício das operações da empresa Serviços Halliburton de Venezuela e devolve-lhe

seus ativos
O Supremo Tribunal de Justiça (TSJ) limitou que a Sala Social designará um fiscal judicial para verificar o cumprimento dos extremos da medida cautelar.
A Sala Social do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) ordenou o reinício das operações produtivas da empresa Serviços Halliburton de Venezuela, S.A., bem como também a entrega dos bens móveis e imóveis penhorados.
Nesse sentido, a decisão publicada pelo mais alto tribunal venezuelano, na sentença número 327, destacou que será incumbido o Tribunal em Funções de Execução correspondente, localizado na cidade de Cabimas, estado de Zulia, que, na mesma oportunidade, colocará a empresa acima mencionada na posse dos bens, sob sua responsabilidade, na qualidade de depositária com poderes de uso, fruição e gozo por se tratarem de bens de caráter estratégico e críticos para a indústria de hidrocarbonetos.
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