Criptomoedas estáveis (stablecoins) existem há anos, mas hoje estão em destaque. Por quê?
Porque elas já não são apenas ferramentas de negociação. Elas evoluíram para soluções práticas para: • Poupança
• Pagamentos
• Transferências
Desde 2022, mais de US$ 1,2B em rendimento foi distribuído aos detentores de stablecoins por meio do Binance Earn, beneficiando mais de 14 milhões de usuários.
Manter stablecoins já não é apenas “estacionar” dinheiro. Está se tornando uma forma de fazer o capital crescer.
Stablecoins também oferecem menor volatilidade em comparação com outros criptoativos, já que normalmente são atreladas ao dólar dos EUA, o que as torna uma escolha preferida para muitos usuários.
Do ponto de vista do mercado, a Binance fortaleceu sua posição com reservas massivas de stablecoins: • US$ 53B em reservas
• US$ 42B a mais do que a próxima maior exchange
• Participação de mercado aumentou de 54% para 57%
Outra grande tendência é a ascensão de stablecoins não-USD e locais, impulsionada por: • Reduzir a dependência do dólar dos EUA
• Demanda por stablecoins em diferentes moedas
• Casos de uso reais dentro das economias locais
• Apoio governamental e regulatório
Alguns governos já estão apoiando ou explorando: • Stablecoins locais
• Moedas Digitais de Banco Central (CBDCs)
Mas por que algumas regiões pagam um prêmio para acessar stablecoins?
Em certos países, acessar USDT ou USDC não é fácil nem direto, o que leva a custos adicionais devido a: • Desbalanceamento entre oferta e demanda
• Acesso limitado ao sistema bancário global
• Restrições a métodos de pagamento como Visa e Mastercard
Hoje, stablecoins já não se limitam à negociação. Elas estão entrando em casos de uso do dia a dia, como: • Pagamentos de salário em países como os Emirados Árabes Unidos
Em resumo, stablecoins já não fazem apenas parte do universo cripto. Elas estão se tornando parte do sistema financeiro global.
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