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Adesão institucional ao Bitcoin redefine seu papel no sistema financeiro globalOriginalmente publicado em: https://douglasralph.vivaldi.net/2026/01/02/a-absorcao-institucional-do-bitcoin-mecanica-de-mercado-sob-nova-pressao-sistemica/ [DISCLAIMER: This article is intended for educational purposes only. It does not constitute financial, investment, or legal advice.](https://www.binance.com/en/square/profile/capital) Ingresso de ETFs, fundos e gestoras tradicionais transforma a criptomoeda de ativo especulativo em reserva de valor — mas desafios regulatórios e volatilidade persistem Photo by Austin Distel Adesão institucional ao Bitcoin redefine seu papel no sistema financeiro global [Por Douglas Ralph Micheleti.](https://www.binance.com/en/square/profile/capital) Ingresso de ETFs, fundos e gestoras tradicionais transforma a criptomoeda de ativo especulativo em reserva de valor — mas desafios regulatórios e volatilidade persistem A aprovação, em janeiro de 2024, de ETFs spot de Bitcoin pela Securities and Exchange Commission (SEC) dos Estados Unidos marcou um ponto de inflexão histórico. Pela primeira vez, grandes investidores institucionais — fundos de pensão, gestoras de patrimônio e bancos — podem expor-se ao Bitcoin sem deter diretamente a criptomoeda. Segundo dados da Farside Investors, até o final de 2025, mais de US$ 30 bilhões em ativos estavam sob gestão em ETFs de Bitcoin listados em bolsas norte-americanas, incluindo produtos da BlackRock, Fidelity e Ark Invest. A mudança não é meramente técnica: representa a absorção do Bitcoin pelo núcleo do sistema financeiro tradicional. O que mudou? Antes dos ETFs regulados, o acesso institucional ao Bitcoin era limitado a veículos complexos, como fundos privados, com altos custos operacionais e riscos de custódia. Agora, com ETFs negociados em bolsa — como o IBIT da BlackRock e o FBTC da Fidelity —, gestoras podem comprar cotas com a mesma facilidade de um título de renda variável. Dados da Bloomberg Intelligence indicam que, em 2025, cerca de 20% do volume diário de negociação do Bitcoin ocorreu por meio desses ETFs. Além disso, instituições como o banco suíço UBS e o gestor europeu Nordea passaram a oferecer exposição indireta ao Bitcoin em carteiras de investimento multimercado. No Brasil, a XP Investimentos destacou em relatório de outubro de 2025 que “a demanda por ativos digitais entre clientes de alta renda cresceu 70% no ano”, embora ainda não ofereça produtos com exposição direta à criptomoeda por limitações regulatórias. Por que isso importa? A entrada de capital institucional altera a dinâmica do mercado. Diferentemente de investidores individuais, que tendem a reagir com volatilidade emocional, as instituições operam com horizontes de longo prazo e estratégias de alocação baseadas em diversificação. Isso tende a reduzir a volatilidade estrutural do Bitcoin ao longo do tempo — ainda que episódios de turbulência persistam. Mais importante: o Bitcoin passa a ser percebido menos como moeda e mais como “ouro digital” — uma reserva de valor descentralizada. Relatórios do Fidelity Digital Assets (2025) e da Coinbase Institutional reforçam essa visão, destacando que a escassez programada (apenas 21 milhões de unidades) e a imunidade a políticas monetárias expansionistas explicam o interesse institucional em contextos de inflação persistente. Riscos e incertezas Apesar do avanço, a adesão institucional não elimina os riscos inerentes. O Bitcoin permanece sem lastro, sem fluxo de caixa e sem regulação uniforme globalmente. No cenário regulatório, a SEC segue rejeitando propostas de ETFs baseados em outros criptoativos, como Ethereum, alegando “falta de clareza sobre status de valor mobiliário”. Isso impede a diversificação institucional além do Bitcoin. Além disso, o modelo de ETF spot depende de custodiantes regulados, como a Coinbase e a Gemini. Qualquer falha de segurança ou conflito regulatório envolvendo essas entidades pode gerar contágio sistêmico — como visto no colapso da FTX em 2022, que não afetou diretamente ETFs, mas desacelerou por meses a tramitação de suas aprovações. E o Brasil? No Brasil, o impacto da adesão institucional global ao Bitcoin ainda é indireto. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) proíbe, desde 2017, a oferta de ativos que tenham como ativo subjacente criptomoedas — restrição válida até janeiro de 2026. Isso impede a listagem de ETFs de Bitcoin na B3, forçando investidores locais a buscar exposição via BDRs de ETFs internacionais (como o IBIT34) ou plataformas de criptoativos não reguladas. Por outro lado, o Banco Central incluiu, em seu Relatório de Inovações Financeiras de 2025, estudos sobre “ativos digitais com características de reserva de valor”, sinalizando uma possível revisão futura. Startups brasileiras, como a Hashdex, já atuam no exterior com fundos regulados de criptoativos, mas enfrentam barreiras para replicar esse modelo localmente. Não há dados oficiais do IBGE ou do BACEN sobre a penetração do Bitcoin entre consumidores ou PMEs no Brasil até janeiro de 2026. Ainda assim, relatórios da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) estimam que mais de 15 milhões de brasileiros possuem alguma forma de ativo digital — embora majoritariamente como especulação, não como reserva de valor. Para onde caminha o Bitcoin? Se a tendência de alocação institucional se mantiver — e se novos ETFs forem aprovados em mercados como a União Europeia e o Canadá —, o Bitcoin pode consolidar-se como uma classe de ativo adicional nas carteiras de investimento globais. Contudo, sua utilidade como meio de pagamento segue marginal, e sua volatilidade, embora menor, permanece muito acima de ativos tradicionais. O verdadeiro teste virá em momentos de estresse macroeconômico. Se, durante uma crise fiscal ou cambial, o Bitcoin for tratado como ativo de fuga — e não apenas como aposta tecnológica —, sua transformação estará completa. Até lá, o leitor deve observar três pontos: decisões regulatórias da SEC e da CVM, fluxos líquidos de entrada em ETFs e a postura de grandes custodiantes. São eles, não os discursos, que definirão o futuro do Bitcoin. Originalmente publicado em: https://douglasralph.vivaldi.net/2026/01/02/a-absorcao-institucional-do-bitcoin-mecanica-de-mercado-sob-nova-pressao-sistemica/ #StrategyBTCPurchase   #FOMCWatch  #USInflation #BTC [DISCLAIMER: This article is intended for educational purposes only. It does not constitute financial, investment, or legal advice.](https://www.binance.com/en/square/profile/capital)

Adesão institucional ao Bitcoin redefine seu papel no sistema financeiro global

Originalmente publicado em: https://douglasralph.vivaldi.net/2026/01/02/a-absorcao-institucional-do-bitcoin-mecanica-de-mercado-sob-nova-pressao-sistemica/
DISCLAIMER: This article is intended for educational purposes only. It does not constitute financial, investment, or legal advice.
Ingresso de ETFs, fundos e gestoras tradicionais transforma a criptomoeda de ativo especulativo em reserva de valor — mas desafios regulatórios e volatilidade persistem
Photo by Austin Distel
Adesão institucional ao Bitcoin redefine seu papel no sistema financeiro global
Por Douglas Ralph Micheleti.
Ingresso de ETFs, fundos e gestoras tradicionais transforma a criptomoeda de ativo especulativo em reserva de valor — mas desafios regulatórios e volatilidade persistem
A aprovação, em janeiro de 2024, de ETFs spot de Bitcoin pela Securities and Exchange Commission (SEC) dos Estados Unidos marcou um ponto de inflexão histórico. Pela primeira vez, grandes investidores institucionais — fundos de pensão, gestoras de patrimônio e bancos — podem expor-se ao Bitcoin sem deter diretamente a criptomoeda. Segundo dados da Farside Investors, até o final de 2025, mais de US$ 30 bilhões em ativos estavam sob gestão em ETFs de Bitcoin listados em bolsas norte-americanas, incluindo produtos da BlackRock, Fidelity e Ark Invest. A mudança não é meramente técnica: representa a absorção do Bitcoin pelo núcleo do sistema financeiro tradicional.
O que mudou?
Antes dos ETFs regulados, o acesso institucional ao Bitcoin era limitado a veículos complexos, como fundos privados, com altos custos operacionais e riscos de custódia. Agora, com ETFs negociados em bolsa — como o IBIT da BlackRock e o FBTC da Fidelity —, gestoras podem comprar cotas com a mesma facilidade de um título de renda variável. Dados da Bloomberg Intelligence indicam que, em 2025, cerca de 20% do volume diário de negociação do Bitcoin ocorreu por meio desses ETFs.
Além disso, instituições como o banco suíço UBS e o gestor europeu Nordea passaram a oferecer exposição indireta ao Bitcoin em carteiras de investimento multimercado. No Brasil, a XP Investimentos destacou em relatório de outubro de 2025 que “a demanda por ativos digitais entre clientes de alta renda cresceu 70% no ano”, embora ainda não ofereça produtos com exposição direta à criptomoeda por limitações regulatórias.
Por que isso importa?
A entrada de capital institucional altera a dinâmica do mercado. Diferentemente de investidores individuais, que tendem a reagir com volatilidade emocional, as instituições operam com horizontes de longo prazo e estratégias de alocação baseadas em diversificação. Isso tende a reduzir a volatilidade estrutural do Bitcoin ao longo do tempo — ainda que episódios de turbulência persistam.
Mais importante: o Bitcoin passa a ser percebido menos como moeda e mais como “ouro digital” — uma reserva de valor descentralizada. Relatórios do Fidelity Digital Assets (2025) e da Coinbase Institutional reforçam essa visão, destacando que a escassez programada (apenas 21 milhões de unidades) e a imunidade a políticas monetárias expansionistas explicam o interesse institucional em contextos de inflação persistente.
Riscos e incertezas
Apesar do avanço, a adesão institucional não elimina os riscos inerentes. O Bitcoin permanece sem lastro, sem fluxo de caixa e sem regulação uniforme globalmente. No cenário regulatório, a SEC segue rejeitando propostas de ETFs baseados em outros criptoativos, como Ethereum, alegando “falta de clareza sobre status de valor mobiliário”. Isso impede a diversificação institucional além do Bitcoin.
Além disso, o modelo de ETF spot depende de custodiantes regulados, como a Coinbase e a Gemini. Qualquer falha de segurança ou conflito regulatório envolvendo essas entidades pode gerar contágio sistêmico — como visto no colapso da FTX em 2022, que não afetou diretamente ETFs, mas desacelerou por meses a tramitação de suas aprovações.
E o Brasil?
No Brasil, o impacto da adesão institucional global ao Bitcoin ainda é indireto. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) proíbe, desde 2017, a oferta de ativos que tenham como ativo subjacente criptomoedas — restrição válida até janeiro de 2026. Isso impede a listagem de ETFs de Bitcoin na B3, forçando investidores locais a buscar exposição via BDRs de ETFs internacionais (como o IBIT34) ou plataformas de criptoativos não reguladas.
Por outro lado, o Banco Central incluiu, em seu Relatório de Inovações Financeiras de 2025, estudos sobre “ativos digitais com características de reserva de valor”, sinalizando uma possível revisão futura. Startups brasileiras, como a Hashdex, já atuam no exterior com fundos regulados de criptoativos, mas enfrentam barreiras para replicar esse modelo localmente.
Não há dados oficiais do IBGE ou do BACEN sobre a penetração do Bitcoin entre consumidores ou PMEs no Brasil até janeiro de 2026. Ainda assim, relatórios da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) estimam que mais de 15 milhões de brasileiros possuem alguma forma de ativo digital — embora majoritariamente como especulação, não como reserva de valor.
Para onde caminha o Bitcoin?
Se a tendência de alocação institucional se mantiver — e se novos ETFs forem aprovados em mercados como a União Europeia e o Canadá —, o Bitcoin pode consolidar-se como uma classe de ativo adicional nas carteiras de investimento globais. Contudo, sua utilidade como meio de pagamento segue marginal, e sua volatilidade, embora menor, permanece muito acima de ativos tradicionais.
O verdadeiro teste virá em momentos de estresse macroeconômico. Se, durante uma crise fiscal ou cambial, o Bitcoin for tratado como ativo de fuga — e não apenas como aposta tecnológica —, sua transformação estará completa. Até lá, o leitor deve observar três pontos: decisões regulatórias da SEC e da CVM, fluxos líquidos de entrada em ETFs e a postura de grandes custodiantes. São eles, não os discursos, que definirão o futuro do Bitcoin.

Originalmente publicado em: https://douglasralph.vivaldi.net/2026/01/02/a-absorcao-institucional-do-bitcoin-mecanica-de-mercado-sob-nova-pressao-sistemica/

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STRATEGICZNY ZAKUP: META WZIĘŁA POD SWOJĄ OPATRYNIE MANUS AI, BY PRZYSPIESZYĆ DZIAŁANIE AUTONOMICZNEJ AGENCJISTRATEGICZNY ZAKUP: META WZIĘŁA POD SWOJĄ OPATRYNIE MANUS AI, BY PRZYSPIESZYĆ DZIAŁANIE AUTONOMICZNEJ AGENCJI Autor: Douglas Ralph M. | Zapoznaj się z Manus na https://manus.im/invitation/TG4GW2TDWQRBLMC Meta zatwierdziła zakup Manus AI, wzmocniając infrastrukturę agentów ogólnego przeznaczenia zaprojektowaną w celu przekształcania wnioskowań obliczeniowych w bezpośrednią realizację przepływów pracy. ODPOWIEDZIALNOŚĆ: Niniejszy artykuł ma charakter wyłącznie edukacyjny. Nie stanowi porady finansowej, inwestycyjnej ani prawnej. #BTC90kChristmas #StrategyBTCPurchase #FOMCWatch #USInflation

STRATEGICZNY ZAKUP: META WZIĘŁA POD SWOJĄ OPATRYNIE MANUS AI, BY PRZYSPIESZYĆ DZIAŁANIE AUTONOMICZNEJ AGENCJI

STRATEGICZNY ZAKUP: META WZIĘŁA POD SWOJĄ OPATRYNIE MANUS AI, BY PRZYSPIESZYĆ DZIAŁANIE AUTONOMICZNEJ AGENCJI

Autor: Douglas Ralph M. |
Zapoznaj się z Manus na https://manus.im/invitation/TG4GW2TDWQRBLMC
Meta zatwierdziła zakup Manus AI, wzmocniając infrastrukturę agentów ogólnego przeznaczenia zaprojektowaną w celu przekształcania wnioskowań obliczeniowych w bezpośrednią realizację przepływów pracy.

ODPOWIEDZIALNOŚĆ: Niniejszy artykuł ma charakter wyłącznie edukacyjny. Nie stanowi porady finansowej, inwestycyjnej ani prawnej.

#BTC90kChristmas #StrategyBTCPurchase #FOMCWatch #USInflation
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Codzienne afirmacje biznesowe i inwestycyjne – 2026Oświadczenie: Niniejszy artykuł ma charakter edukacyjny. Nie stanowi porady finansowej, inwestycyjnej ani prawnej. Kryptowaluty to wysokie ryzyko aktywa; zawsze przeprowadzaj własną analizę przed inwestowaniem. Crypto Cream Obraz: Douglas Ralph | Crypto Cream. Codzienne afirmacje biznesowe i inwestycyjne – 2026 Zaczynam dziś skupiony, przygotowany i z jasnym umysłem. Myślę strategicznie i działam decyzyjnie. Uznaję wysokiej jakości możliwości i oceniam ryzyko z dyscypliną. Moje decyzje inwestycyjne są świadome, cierpliwe i dobrze skonsultowane.

Codzienne afirmacje biznesowe i inwestycyjne – 2026

Oświadczenie: Niniejszy artykuł ma charakter edukacyjny. Nie stanowi porady finansowej, inwestycyjnej ani prawnej. Kryptowaluty to wysokie ryzyko aktywa; zawsze przeprowadzaj własną analizę przed inwestowaniem.

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Obraz: Douglas Ralph | Crypto Cream.
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Zaczynam dziś skupiony, przygotowany i z jasnym umysłem.
Myślę strategicznie i działam decyzyjnie.
Uznaję wysokiej jakości możliwości i oceniam ryzyko z dyscypliną.

Moje decyzje inwestycyjne są świadome, cierpliwe i dobrze skonsultowane.
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ZACHOWANIA INWESTYCYJNE, KTÓRE WARTO MIEĆ NA UWADZE W 2026 ROKUZachowania inwestycyjne, które warto mieć na uwadze w 2026 roku Autor: Douglas Ralph Micheleti | Blog Crypto Cream Capital. ZASTRZEŻENIE: Artykuł ten ma na celu wyłącznie cele edukacyjne. Nie stanowi porady finansowej, inwestycyjnej ani prawnej. Kryptowaluty są wysoce zmiennymi aktywami; zawsze przeprowadzaj własną należyta staranność przed inwestowaniem. ZACHOWANIA INWESTYCYJNE, KTÓRE WARTO MIEĆ NA UWADZE W 2026 ROKU W miarę jak rynki globalne nadal dostosowują się do powojennych przekształceń gospodarczych, przyspieszenia technologicznego, niepewności geopolitycznej i ewoluującej polityki monetarnej, udane inwestowanie w 2026 roku będzie w coraz mniejszym stopniu zależało od przewidywania krótkoterminowych ruchów rynkowych, a bardziej od zdyscyplinowanego zachowania. Chociaż klasy aktywów, narzędzia i możliwości będą nadal się zmieniać, podstawowe zasady rządzące zdrowym inwestowaniem pozostają niezwykle spójne. Następujące zachowania inwestycyjne są szczególnie ważne, aby mieć je na uwadze w 2026 roku.

ZACHOWANIA INWESTYCYJNE, KTÓRE WARTO MIEĆ NA UWADZE W 2026 ROKU

Zachowania inwestycyjne, które warto mieć na uwadze w 2026 roku
Autor: Douglas Ralph Micheleti | Blog Crypto Cream Capital.

ZASTRZEŻENIE: Artykuł ten ma na celu wyłącznie cele edukacyjne. Nie stanowi porady finansowej, inwestycyjnej ani prawnej. Kryptowaluty są wysoce zmiennymi aktywami; zawsze przeprowadzaj własną należyta staranność przed inwestowaniem.
ZACHOWANIA INWESTYCYJNE, KTÓRE WARTO MIEĆ NA UWADZE W 2026 ROKU

W miarę jak rynki globalne nadal dostosowują się do powojennych przekształceń gospodarczych, przyspieszenia technologicznego, niepewności geopolitycznej i ewoluującej polityki monetarnej, udane inwestowanie w 2026 roku będzie w coraz mniejszym stopniu zależało od przewidywania krótkoterminowych ruchów rynkowych, a bardziej od zdyscyplinowanego zachowania. Chociaż klasy aktywów, narzędzia i możliwości będą nadal się zmieniać, podstawowe zasady rządzące zdrowym inwestowaniem pozostają niezwykle spójne. Następujące zachowania inwestycyjne są szczególnie ważne, aby mieć je na uwadze w 2026 roku.
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2026: Szanuj swój kapitał, buduj swoją przyszłość, poważnie dbaj o swoje pieniądze.Strategia portfelowa 2026: Szanuj swój kapitał, buduj swoją przyszłość. Zachowaj zdrowie, bądź czujny. ZASTRZEŻENIE: Ten artykuł ma na celu wyłącznie cele edukacyjne. Nie stanowi porady finansowej, inwestycyjnej ani prawnej. Kryptowaluty są wysoce zmiennymi aktywami; zawsze przeprowadzaj własną staranność przed dokonaniem inwestycji. Gdy przechodzimy do 2026 roku, rynek kryptowalut dojrzał znacznie poza swoje spekulacyjne początki. Nie jesteśmy już w erze "nadziei" na adopcję; jesteśmy w erze produkcji. Z funduszami ETF dla instytucji jako standardowym elementem i ramami regulacyjnymi takimi jak Ustawa CLARITY, sposób, w jaki inwestujemy, musi również ewoluować.

2026: Szanuj swój kapitał, buduj swoją przyszłość, poważnie dbaj o swoje pieniądze.

Strategia portfelowa 2026: Szanuj swój kapitał, buduj swoją przyszłość.
Zachowaj zdrowie, bądź czujny.

ZASTRZEŻENIE: Ten artykuł ma na celu wyłącznie cele edukacyjne. Nie stanowi porady finansowej, inwestycyjnej ani prawnej. Kryptowaluty są wysoce zmiennymi aktywami; zawsze przeprowadzaj własną staranność przed dokonaniem inwestycji.
Gdy przechodzimy do 2026 roku, rynek kryptowalut dojrzał znacznie poza swoje spekulacyjne początki. Nie jesteśmy już w erze "nadziei" na adopcję; jesteśmy w erze produkcji. Z funduszami ETF dla instytucji jako standardowym elementem i ramami regulacyjnymi takimi jak Ustawa CLARITY, sposób, w jaki inwestujemy, musi również ewoluować.
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Strategia alokacji, indywidualna tolerancja ryzyka, horyzonty inwestycyjne i cele finansowe.$BTC $ETH Strategia alokacji, indywidualna tolerancja ryzyka, horyzonty inwestycyjne i cele finansowe: Dolar amerykański, jako główna waluta rezerwowa na świecie, odgrywa kluczową rolę w kształtowaniu wyceny kryptowalut, szczególnie ponieważ wiele par handlowych jest denominowanych w USD. Czynniki ekonomiczne wpływające na dolara, takie jak polityka stóp procentowych, środki stymulacji fiskalnej i wydarzenia geopolityczne, mogą wywoływać wahania cen kryptowalut. Inflacja jest kluczowym problemem dla inwestorów pragnących zachować bogactwo. Kryptowaluty, z ich stałymi lub ograniczonymi podażami, często są postrzegane jako aktywa odporne na inflację. Na przykład, ustalony harmonogram emisji Bitcoina ogranicza całkowitą podaż do 21 milionów monet, co stanowi zabezpieczenie przed dewaluacją walut fiducjarnych spowodowaną nadmiernym "drukowaniem" pieniędzy.

Strategia alokacji, indywidualna tolerancja ryzyka, horyzonty inwestycyjne i cele finansowe.

$BTC $ETH
Strategia alokacji, indywidualna tolerancja ryzyka, horyzonty inwestycyjne i cele finansowe:
Dolar amerykański, jako główna waluta rezerwowa na świecie, odgrywa kluczową rolę w kształtowaniu wyceny kryptowalut, szczególnie ponieważ wiele par handlowych jest denominowanych w USD. Czynniki ekonomiczne wpływające na dolara, takie jak polityka stóp procentowych, środki stymulacji fiskalnej i wydarzenia geopolityczne, mogą wywoływać wahania cen kryptowalut.
Inflacja jest kluczowym problemem dla inwestorów pragnących zachować bogactwo. Kryptowaluty, z ich stałymi lub ograniczonymi podażami, często są postrzegane jako aktywa odporne na inflację. Na przykład, ustalony harmonogram emisji Bitcoina ogranicza całkowitą podaż do 21 milionów monet, co stanowi zabezpieczenie przed dewaluacją walut fiducjarnych spowodowaną nadmiernym "drukowaniem" pieniędzy.
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Trump ogłasza Strategiczna Rezerwę Kryptowalutową i wspomina o kryptowalutach.Prezydent USA Donald Trump ogłosił utworzenie Strategicznej Rezerwy Kryptowalutowej, przełomowy krok, który stawia Stany Zjednoczone jako kluczowego gracza na globalnym rynku aktywów cyfrowych. Ogłoszenie, które miało miejsce na jego platformie mediów społecznościowych Truth Social, spowodowało wzrost cen kryptowalut. $XRP $BTC $SOL Kryptowaluty w Rezerwie Według oświadczenia Trumpa, rezerwa będzie obejmować wybór najlepszych kryptowalut: Bitcoin (#BTC) Ethereum (#ETH) XRP (#XRP) Solana (#SOL) Cardano (#ADA)

Trump ogłasza Strategiczna Rezerwę Kryptowalutową i wspomina o kryptowalutach.

Prezydent USA Donald Trump ogłosił utworzenie Strategicznej Rezerwy Kryptowalutowej, przełomowy krok, który stawia Stany Zjednoczone jako kluczowego gracza na globalnym rynku aktywów cyfrowych. Ogłoszenie, które miało miejsce na jego platformie mediów społecznościowych Truth Social, spowodowało wzrost cen kryptowalut.
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Według oświadczenia Trumpa, rezerwa będzie obejmować wybór najlepszych kryptowalut:
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