Stablecoins e DeFi podem levar o mercado de câmbio para a blockchain, dizem especialistas
Durante o Smart Summit 2026, especialistas discutiram como stablecoins e infraestrutura DeFi podem transformar a estrutura global de pagamentos e câmbio, trazendo parte desse mercado trilionário para a blockchain.
Antonio Neto, Head Latam da Solana Foundation, afirmou que esses ativos digitais têm potencial para redesenhar a forma como o dinheiro circula globalmente. Segundo ele, a adoção de stablecoins crescerá de forma significativa nos próximos anos, impulsionando uma nova onda de inovação financeira on-chain.
Stablecoins são, essencialmente, uma forma de dinheiro. Estamos vendo cada vez mais pessoas construindo soluções financeiras na blockchain”, afirmou durante o painel “Pagamentos on-chain: construindo a nova estrutura financeira.
De acordo com Neto, a Solana já deu um passo importante ao levar liquidez para dentro da rede por meio das stablecoins.
Esses ativos podem ser aplicados em diversas frentes, incluindo pagamentos, varejo e estratégias financeiras como carry trade, conectando investidores internacionais a moedas locais — como o real brasileiro, complementou.
Stablecoins representam fração do mercado financeiro global
Apesar do avanço, o executivo destaca que o setor ainda está em estágio inicial. Hoje, apenas cerca de 0,5% do mercado financeiro global está em stablecoins, o que indica um grande espaço para crescimento.
Outro ponto central do debate foi a velocidade de circulação do capital nas redes blockchain. Para Neto, métricas como o Total Value Locked (TVL) não refletem apenas o volume travado em protocolos, mas também a rapidez com que esses recursos podem ser utilizados em pagamentos e transferências.
A questão é: quão rápido o mercado quer ser e quão programável ele pode se tornar?, questionou.
Stablecoins como ferramenta de eficiência financeira
Bruno Winik, Head of Sales da eNor Securities, destacou que as stablecoins já estão sendo utilizadas tanto por indivíduos quanto por empresas para proteger patrimônio contra inflação e melhorar a eficiência operacional. Segundo ele, a tecnologia permite transferências mais rápidas e gestão de liquidez mais eficiente em operações financeiras.
O dinheiro sempre encontra um caminho. As pessoas buscam alternativas para movimentá-lo e as stablecoins tendem a ganhar cada vez mais espaço, porque a demanda existe e a tecnologia já está disponível, afirmou Winik.
Regulamentação precisa ser adequada
A discussão também abordou a necessidade de regulação adequada para sustentar o crescimento desse mercado, uma vez que pagamentos e transferências de valor inevitavelmente exigem estruturas regulatórias claras. Israel Buzaym, Country Manager da Kast, ressaltou que o sucesso dessas soluções dependerá da capacidade de integração com o sistema financeiro tradicional.
A tecnologia precisa gerar economia real para o usuário final, independentemente do seu nível de conhecimento técnico, diz Buzaym.
Para Neto, a adoção em larga escala dependerá justamente dessa convergência entre cripto e infraestrutura financeira existente.
A adoção de stablecoins está ligada à integração com bancos e redes de pagamento tradicionais, permitindo que se tornem uma forma real de poder de compra.
Do varejo ao comércio global
Outro ponto levantado durante o painel foi a diferença entre soluções voltadas ao varejo e plataformas voltadas ao comércio internacional. Winik destacou que facilitar pequenos pagamentos do dia a dia é um desafio distinto de construir uma infraestrutura econômica global capaz de suportar transações de grande escala entre empresas e países.
Tokenização ganha espaço
No espaço Digital Assets do Blockchain Rio, dentro da programação do Smart Summit, a tokenização de ativos apareceu como outro tema central do setor.
Rodrigo Caggiano, fundador da Capitare e do RWA Monitor, destacou que o modelo pode reduzir significativamente os custos de emissão de ativos financeiros.
Em uma emissão tradicional você pode ter até nove agentes envolvidos. Em um modelo tokenizado, esse número pode cair para cerca de quatro, o que já representa uma redução importante de custos, explicou.
Para Paulo Braga, CEO da Amex Capital, outro diferencial da tokenização está na possibilidade de fracionar ativos. Ampliando, sobretudo, o acesso de investidores a produtos que antes eram restritos a grandes patrimônios.
Com a expansão de stablecoins, DeFi e tokenização, especialistas apontam que a infraestrutura financeira global pode passar por uma transformação profunda, com a blockchain se tornando uma camada cada vez mais relevante para pagamentos, câmbio e investimentos.
Educação financeira cripto ainda é incipiente
Joy Oda, sócio-diretor da Pivô Agência e responsável pela organização e produção do Smart Summit, afirmou ao BeInCrypto que a presença de empresas do setor cripto em eventos do mercado financeiro tradicional ainda é incipiente. Para ele, ampliar essa participação é fundamental para aproximar os dois universos.
É importante que a indústria cripto esteja presente nesses espaços. Só assim conseguimos promover uma verdadeira interseção entre os setores, destacou.
Para Joy, a educação financeira sobre produtos cripto é fundamental tanto para os investidores já estabelecidos no mercado tradicional quanto para os mais jovens.
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TokenNation convoca desenvolvedores para competição tech
A comunidade da TokenNation realizará no próximo dia 19 de março, às 20h30 (BRT), um encontro virtual para antecipar detalhes do Hackanation 2026. Uma competição tech oficial voltada ao desenvolvimento de soluções em tecnologias emergentes. O debate vai abordar estratégias sobre como vencer desafios on-chain.
“Como ganhar hackathons: estratégias de quem já venceu”
O evento acontecerá em formato de áudio ao vivo na plataforma X, via Twitter Space, com a temática “Como ganhar hackathons: estratégias de quem já venceu”.
A proposta é compartilhar experiências práticas sobre preparação de equipes, desenvolvimento de projetos e os elementos que costumam fazer a diferença nas propostas vencedoras em competições de inovação.
Participam da conversa Sabrina Oliva, profissional do ecossistema blockchain com múltiplas vitórias em hackathons, e Carol Santos, fundadora da comunidade Educar+ com foco em fomentar tecnologia e educação em regiões periféricas. Ambas já conquistaram premiações em hackathons ligados ao universo Web3.
Desafio tech 2026 busca desenvolvedores
Durante o encontro, as convidadas devem comentar desde a formação de equipes multidisciplinares até estratégias de apresentação e validação de ideias diante de bancas avaliadoras.
A iniciativa também servirá como uma prévia do Hackanation 2026. Competição tech em busca de desenvolvedores para conectá-los a empreendedores e empresários para criar soluções on-chain e outras infraestruturas digitais emergentes.
Hackathons têm se consolidado como um dos principais formatos de mobilização de comunidades tecnológicas, funcionando, por exemplo, como laboratórios de experimentação rápida. Em muitos casos, a porta de entrada para startups ou projetos de código aberto. No caso da TokenNation, a proposta é fortalecer a rede de builders que atuam no desenvolvimento de aplicações descentralizadas e novos modelos digitais de negócios.
Aberto ao público
O encontro é aberto ao público e deve reunir participantes interessados em inovação, desenvolvimento e empreendedorismo tecnológico. A expectativa dos organizadores é que o encontro também sirva como porta de entrada para novos participantes interessados.
Evento: “Como ganhar hackathons: estratégias de quem já venceu” Data: 19 de março Horário: 20h30 (BRT) Plataforma: X — perfil oficial da TokenNation
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Por que o mercado de criptomoedas está em alta hoje 14/03/2026?
A capitalização de mercado das criptomoedas (TOTAL) está passando por mais uma onda de volatilidade, com fluxos de capital se alterando e ativos importantes testando níveis técnicos cruciais. Enquanto o mercado em geral tenta se estabilizar após fortes oscilações intradiárias, o Bitcoin (BTC) se aproxima de uma resistência importante que pode definir seu próximo movimento.
Ao mesmo tempo, as ações da Official Trump (TRUMP) estão atraindo a atenção dos investidores após uma forte recuperação em relação às mínimas recentes.
Nas notícias de hoje:
Um tribunal de apelações dos EUA rejeitou o pedido do Custodia Bank para reabrir sua batalha judicial contra o Federal Reserve. O Tribunal de Apelações do Décimo Circuito votou por 7 a 3 contra a reabertura do caso em 13 de março. A decisão mantém uma sentença anterior, de outubro, que confirma que os bancos do Federal Reserve têm discricionariedade para conceder acesso à conta principal, o que impede o Custodia de se conectar diretamente ao sistema de pagamentos do Fed.
É improvável que a legislação sobre stablecoins, denominada GENIUS Act, avance na Comissão Bancária do Senado antes de abril. O senador John Thune citou divergências contínuas entre bancos e emissores de stablecoins sobre disposições-chave. O atraso persistente indica que as principais partes interessadas ainda não chegaram a um consenso sobre os detalhes da estrutura, o que adia qualquer votação na comissão do Senado para 2025.
O mercado de criptomoedas é volátil
A capitalização total do mercado de criptomoedas aumentou aproximadamente US$ 15 bilhões nas últimas 24 horas, elevando a avaliação geral para US$ 2,40 trilhões. Embora a variação líquida pareça modesta, a movimentação intradiária foi tudo menos tranquila.
Na sexta-feira, o mercado registrou uma breve alta de quase US$ 104 bilhões antes de devolver grande parte desses ganhos. Mesmo assim, essa expansão mais lenta e constante é geralmente vista pelos investidores como uma forma de crescimento mais saudável do que picos rápidos e insustentáveis.
Do ponto de vista técnico, a TOTAL recuperou US$ 2,37 trilhões como suporte, um sinal encorajador para os investidores otimistas que buscam construir uma estrutura de recuperação mais sólida.
O próximo obstáculo crucial situa-se próximo de US$ 2,45 trilhões, e ultrapassar esse nível seria essencial para manter o ímpeto de alta. Uma ascensão bem-sucedida acima desse patamar provavelmente direcionaria a atenção do mercado para a marca de US$ 2,50 trilhões, um importante limiar psicológico.
Análise da capitalização total do mercado de criptomoedas. Fonte: TradingView
No entanto, a estrutura permanece frágil. Se o sentimento geral do mercado se deteriorar e a TOTAL perder o suporte de US$ 2,37 trilhões, a recente recuperação poderá se desfazer rapidamente.
Uma queda abaixo desse nível provavelmente levaria a capitalização total de mercado para perto de US$ 2,32 trilhões, enfraquecendo o cenário otimista e lançando dúvidas sobre a força da recuperação atual.
O Bitcoin precisa ficar atento a níveis-chave
O Bitcoin está sendo negociado atualmente a US$ 71.067 e se aproximando da zona de resistência de US$ 72.294. Esse nível já rejeitou movimentos de preço anteriormente, tornando-se uma barreira crucial para os compradores superarem. A capacidade dos compradores de gerar impulso suficiente para romper esse teto provavelmente ditará a direção do Bitcoin no curto prazo.
Se as condições gerais do mercado permanecerem favoráveis e a pressão compradora continuar a aumentar, o BTC poderá finalmente ultrapassar os US$ 72.294. Uma movimentação confirmada acima dessa resistência abriria caminho para uma alta em direção aos US$ 75 mil.
A demanda contínua durante novos testes do nível de rompimento reforçaria ainda mais a narrativa otimista e confirmaria a força da tendência.
Análise do preço do Bitcoin. Fonte: TradingView
Dito isso, existem sinais de alerta precoce que os investidores estão acompanhando de perto. O indicador CMF está mostrando uma divergência de baixa, formando uma mínima mais alta enquanto o preço registra uma máxima mais alta.
Caso essa divergência se confirme, a pressão vendedora poderá aumentar, levando o Bitcoin de volta a US$ 68.830 ou até mesmo a US$ 66.224. Uma queda decisiva abaixo desses níveis invalidaria a atual perspectiva otimista e sinalizaria uma correção mais profunda.
Moeda comemorativa de Trump assume a liderança
A TRUMP registrou uma valorização expressiva de quase 42% nas últimas 24 horas, com a maior parte do impulso de alta ocorrendo durante a sessão de sexta-feira. A alta levou o token a US$ 4,15, marcando uma forte recuperação em relação à sua recente fraqueza.
A medida ocorreu logo após as ações da TRUMP atingirem uma nova mínima histórica de US$ 2,70 na quinta-feira, tornando a recuperação ainda mais expressivo do ponto de vista comercial.
A entrada de nova liquidez no mercado parece estar sustentando a atual fase de recuperação, sugerindo que o token pode ultrapassar as resistências de US$ 4,27 e US$ 4,29.
Análise de preço do TRUMP. Fonte: TradingView
No entanto, a alta também abre caminho para uma rápida realização de lucros. Investidores que concretizam ganhos após uma movimentação tão acentuada podem provocar uma correção de curto prazo para US$ 3,90.
Caso a pressão vendedora se intensifique, as ações da TRUMP podem cair ainda mais, para US$ 3,30, um movimento que efetivamente anularia a atual tendência de alta e eliminaria grande parte do rápido avanço de ontem (13).
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3 Altcoins, die man an diesem Wochenende im Auge behalten sollte | 14. bis 15. März
Der Kryptomarkt zeigt weiterhin ausgeprägte Bewegungen und kurzfristige Chancen, während die Händler auf das Wochenende zusteuern. Mit steigender Volatilität und einigen Altcoins, die ausgeprägte technische Formationen zeigen
BeInCrypto hat drei dieser Altcoins analysiert, die die Anleger an diesem Wochenende im Auge behalten sollten.
Siren (SIREN)
Die SIREN wird zu 0,593 US$ gehandelt, was einem Anstieg von 12% in 24 Stunden entspricht und sich dem historischen Rekord von 0,605 US$ nähert. Dieser kleine Abstand zwischen dem aktuellen Preis und dem historischen Höchststand deutet auf einen starken Kaufimpuls hin. Ein klarer Durchbruch dieses Niveaus würde einen signifikanten technischen Fortschritt für die Altcoin markieren.
Preis von Bittensor (TAO) zielt jetzt auf 273 US-Dollar nach einem Anstieg von 18 % heute
Bittensor verzeichnete einen Anstieg von 18 %, angetrieben durch einen signifikanten Anstieg der Nachfrage, der TAO unter den wichtigsten Altcoins erhöhte. Die Bewegung scheint von starkem Impuls geleitet zu werden, was neue Blicke von Händlern anzieht.
Dennoch, trotz der Wertsteigerung, beginnen subtile Anzeichen einer Abwärtsbewegung auftauchen und könnten die Kontinuität dieses Fortschritts gefährden.
Bittensor-Händler sind nicht pessimistisch
Das Open Interest von Bittensor sprang in der letzten Woche um 50 % und stieg von 147 Millionen US-Dollar auf 221 Millionen US-Dollar. Dieser Anstieg spiegelt eine größere Teilnahme am Futures-Markt für TAO wider. Obwohl das Wachstum des Open Interests Vertrauen der Investoren anzeigt, hat die Art der vorherrschenden Verträge mehr Gewicht als das Volumen selbst.
Zoomex divulga dados de transparência e desempenho
Enquanto o mercado de criptomoedas enfrenta mudanças de liquidez e maior fiscalização institucional no início de 2026, a infraestrutura de negociação se consolidou como referência central para a avaliação das exchanges de ativos digitais. Diante desse cenário, a plataforma global de negociação Zoomex apresentou um panorama com dados de transparência e desempenho, detalhando o design dos sistemas de execução, arquitetura de liquidez e estrutura de segurança.
O lançamento ocorre em um contexto em que participantes do mercado priorizam clareza operacional, resiliência dos sistemas e proteção ao usuário. Mais do que focar apenas na ampliação de produtos, as exchanges passam a ser cobradas por padrões mensuráveis de performance e infraestrutura verificável. Ao divulgar métricas operacionais e características estruturais, a Zoomex busca oferecer uma visão detalhada sobre o funcionamento do seu ambiente de negociação em períodos de volatilidade.
Uma mudança para a justiça verificável
Historicamente, a transparência no setor cripto tem estado relacionada a relatórios de prova de reservas ou divulgações públicas de carteiras. Embora esses indicadores técnicos sigam sendo relevantes, muitos negociadores agora avaliam a transparência de maneira mais prática, em especial quanto à frequência com que conseguem acessar seus recursos nas plataformas.
Especialistas do setor apontam que, em algumas exchanges, negociadores que obtêm grandes lucros podem enfrentar verificações adicionais, atrasos ou restrições ao tentar sacar valores expressivos. Esses relatos ampliam a desconfiança de quem deseja garantias de que um bom desempenho no mercado não resultará em barreiras operacionais inesperadas.
A Zoomex adota uma postura diferente ao priorizar a equidade em seu sistema. Segundo seus princípios de desenvolvimento, resultados positivos em negociações são tratados como consequência natural do mercado, sem acionar restrições à conta. Quando o usuário encerra uma posição vantajosa, os lucros são creditados no saldo e permanecem disponíveis para saque, de acordo com as condições padrão.
Retirada de lucro como o verdadeiro teste de transparência
Para grande parte dos negociadores, a funcionalidade de saque continua sendo o principal critério para avaliar a justiça das exchanges.
Exemplos concretos servem cada vez mais como referência para quem busca ambientes transparentes. Recentemente, uma pessoa que negocia futuros na Zoomex conseguiu sacar mais de US$ 280 mil em lucros sem enfrentar restrições ou atrasos fora do padrão.
Esse caso ilustra a diretriz principal da plataforma: negociações vantajosas devem resultar em capital acessível, não em saldos restritos aos sistemas internos de negociação.
Apesar de as experiências individuais variarem conforme o perfil do usuário e o movimento do mercado, exemplos como esse orientam negociadores que buscam exchanges onde a performance se converte em recursos utilizáveis.
Desenvolvendo sistemas que reduzem a incerteza
Além da facilidade de saque, a Zoomex destaca recursos de infraestrutura projetados para ampliar a transparência dos resultados operacionais.
Um dos diferenciais está na interface enxuta, que prioriza rápida visualização de ativos, rastreabilidade das ordens e atualização clara dos saldos. Ao apresentar o resultado das operações em uma única tela integrada, o sistema visa diminuir dúvidas sobre a conversão das posições em patrimônio da conta.
A empresa também adota um modelo duplo de pools de liquidez, combinando liquidez interna e profundidade de mercado externa agregada. Essa estrutura permite que ordens de compra e venda acessem múltiplas fontes ao mesmo tempo, o que contribui para a execução estável das ordens mesmo em alta volatilidade.
Em conjunto, essas escolhas visam minimizar incertezas relacionadas aos resultados de execução, liquidação de operações e saldos disponíveis, temas que historicamente geraram atritos em outras exchanges.
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Transparência como sistema contínuo
A Zoomex também ressalta ferramentas como o Transparent Vault e o acompanhamento digital do fluxo de lucros, ampliando a visibilidade sobre custódia de ativos e movimentação dos resultados dentro dos sistemas da plataforma.
Transparência não é apresentada apenas como um recurso visual da ferramenta, mas sim como um processo operacional que abrange as negociações, a lógica de liquidação e o status dos ativos. Essa abordagem espelha uma mudança mais ampla no universo cripto, em que negociadores valorizam exchanges com procedimentos previsíveis e conduta operacional regular.
A ênfase na imparcialidade também se reflete nas iniciativas comunitárias. Em dezembro de 2025, a Zoomex lançou a Fair Play Cup Challenge, competição global com prêmio de até US$ 100 mil. O evento foi promovido para evidenciar o compromisso da plataforma com regras iguais e disputa transparente, ressaltando que todos participam sob as mesmas condições e sem vantagens ocultas. As mensagens da campanha destacaram que a justiça deve ser percebida nos sistemas da exchange, e não apenas em peças publicitárias.
Equilibrando acessibilidade e conformidade
Ao mesmo tempo, as exchanges precisam equilibrar transparência com exigências regulatórias, já que a supervisão do mercado global de ativos digitais avança.
A Zoomex opera conforme diferentes estruturas de regulação, incluindo registros no Canadá (MSB), EUA (MSB e NFA) e Austrália (AUSTRAC). A plataforma também passou por testes de segurança realizados pela empresa de blockchain Hacken.
A exchange oferece validação de identidade opcional, permitindo que usuários escolham entre adesão acelerada ou limites de conta mais altos conforme a necessidade operacional.
Veja também: a Zoomex amplia oferta de derivativos e lança novas iniciativas para o público europeu
Confiança construída por meio de regras consistentes
À medida que a infraestrutura cripto evolui, a confiança passa a depender do cumprimento de regras uniformes para todas as contas, independentemente do tamanho ou rentabilidade.
Para o negociador, a expectativa central segue clara: se uma operação lucrativa é executada, o valor precisa permanecer acessível sem necessidade de negociação. A diretriz de transparência da Zoomex procura atender a essa demanda ao priorizar sistemas que convertam, diretamente, resultados em recursos disponíveis para saque.
Em um cenário onde a clareza operacional se torna tão relevante quanto os próprios recursos de negociação, plataformas estruturadas a partir de regras previsíveis, sistemas visíveis e tratamento consistente dos usuários tendem a captar atenção crescente de investidores institucionais e do varejo.
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Sobre a ZOOMEX
Fundada em 2021, a Zoomex é uma plataforma global de negociação de criptomoedas, com mais de 3 milhões de usuários em mais de 35 países e regiões, oferecendo mais de 700 pares de negociação. Guiada pelos valores de “Simple × User-Friendly × Fast”, a Zoomex segue princípios de justiça, integridade e transparência, oferecendo uma experiência com alto desempenho, baixo acesso e confiança no processo de negociação.
Impulsionada por um mecanismo de correspondência de alta capacidade e exibição transparente de ativos e ordens, a Zoomex assegura execução consistente das operações, além de resultados totalmente rastreáveis. Essa abordagem reduz a assimetria de informações e permite ao usuário acompanhar com clareza o status de seus ativos e cada um dos resultados de negociação. Enquanto prioriza rapidez e eficiência, a plataforma aprimora continuamente sua estrutura de produtos e a experiência geral, mantendo rígido controle de risco na operação.
Como parceira oficial da equipe Haas F1, a Zoomex transporta para o ambiente de negociação o mesmo foco em velocidade, precisão e execução confiável de regras que caracteriza as pistas. Além disso, a Zoomex firmou uma parceria global exclusiva de embaixador de marca com o goleiro de nível mundial Emiliano Martínez. Seu profissionalismo, disciplina e regularidade reforçam ainda mais o comprometimento da Zoomex com operações justas e a confiança no longo prazo de seus usuários.
No quesito segurança e conformidade, a Zoomex possui licenças regulatórias como Canada MSB, U.S. MSB, U.S. NFA e Australia AUSTRAC, além de ter sido aprovada nas auditorias de segurança realizadas pela empresa de blockchain Hacken. Operando conforme exigências regulatórias, ao mesmo tempo em que oferece opções flexíveis de verificação de identidade e sistema aberto para operações, a Zoomex desenvolve um ambiente de negociação mais simples, transparente, seguro e acessível para usuários de todo o mundo.
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Analistas do JPMorgan identificaram uma expressiva divergência entre os fluxos de ETFs de Bitcoin (BTC) e de ouro desde o agravamento do conflito no Irã. Enquanto isso, outro relatório indica que stablecoins já fazem parte do comércio ilícito de ouro.
Esses dois movimentos mostram o ouro sob pressão por diferentes vias. O capital institucional migra para o BTC, enquanto o Tether USDT (USDT) altera o modo como o ouro físico circula em esquemas criminosos na América Latina.
ETFs de Bitcoin recebem capital enquanto fundos de ouro registram saída
Segundo um relatório do JPMorgan liderado por Nikolaos Panigirtzoglou, diretor-executivo, o maior ETF de ouro, o SPDR Gold Shares (GLD), registrou saídas equivalentes a cerca de 2,7% de seu patrimônio sob gestão desde o início da guerra.
O iShares Bitcoin Trust (IBIT), da BlackRock, registrou entradas de aproximadamente 1,5% no mesmo período.
Entradas acumuladas nos principais ETFs. Fonte: Bloomberg
A movimentação inverte uma tendência que favorecia o ouro desde outubro de 2025, quando investidores de varejo saíram do BTC e migraram para o ouro, ocasionando saídas expressivas do IBIT e entradas robustas no GLD.
No entanto, os ETFs de BTC ainda superam os de ouro em fluxos cumulativos em horizontes maiores, sendo que as entradas totais do IBIT desde 2024 continuam aproximadamente o dobro das observadas no GLD.
Além disso, em julho do ano passado, o patrimônio sob gestão do IBIT quase igualou ao do GLD, mas a diferença voltou a crescer após a correção de mercado em outubro.
Dados sobre o posicionamento institucional revelam mais detalhes. A posição vendida no IBIT aumentou nos últimos meses, enquanto os contratos vendidos no GLD diminuíram.
O JPMorgan indicou que esse padrão sugere que fundos hedge reduziram exposição ao BTC ao redirecionarem interesses para o ouro antes da reversão atual.
O saldo líquido de entradas de 30 dias nos ETFs de BTC subiu para US$ 906 milhões em 11 de março, após uma saída de US$ 1,9 bilhão registrada um mês antes.
Entradas líquidas de 30 dias em ETFs de BTC. Fonte: SoSoValue
Já o GLD perdeu US$ 3 bilhões em apenas um dia, em 6 de março, na maior saída diária em dois anos.
Analistas do JPMorgan também destacaram que a volatilidade do BTC está diminuindo, o que atribuem à maior participação institucional e a uma liquidez de mercado em melhoria.
USDT vira meio de pagamento para ouro ilícito
Enquanto o BTC amplia presença em portfólios institucionais, o USDT ganha espaço em mercados de commodities físicas de forma não planejada por reguladores.
Um novo relatório da Global Initiative Against Transnational Organized Crime (GI-TOC) aponta que a Venezuela se consolidou como polo regional para a negociação ilegal de ouro amazônico nos últimos dois anos.
Esse movimento inverteu dinâmicas anteriores, nas quais o metal era exportado da Venezuela para o Brasil e a Guiana.
De acordo com o GI-TOC, com base em entrevistas com negociadores em Georgetown, parte do ouro da Guiana atualmente é vendido na Venezuela em troca de USDT.
Marcena Hunter, coautora do estudo e chefe de recursos minerais na GI-TOC, afirmou que negociadores de ouro vêm utilizando o stablecoin no último ano.
“… Isso evidencia a importância crescente das stablecoins em transações ilícitas globais, além das preocupações com cripto e crime organizado”, aponta um trecho do relatório.
As conclusões coincidem com análise da TRM Labs publicada em dezembro, que demonstrou que a Venezuela tornou-se ainda mais dependente do USDT após sanções e hiperinflação afastarem o país do sistema bancário tradicional.
O GI-TOC estima que, no ano passado, a extração de ouro venezuelana gerou pouco mais de US$ 2,2 bilhões em receitas, funcionando como fonte de recursos diante da queda nas exportações de petróleo.
O estudo também detalha como o governo Maduro usou a cadeia do ouro para garantir apoio de políticos e das forças de segurança.
No mesmo contexto, integrantes do governo atuaram em conjunto com grupos criminosos, conquistando espaço na Bacia Amazônica.
O Tether respondeu ressaltando cooperação com forças de segurança globais, incluindo o congelamento de cerca de US$ 4,3 bilhões em ativos envolvidos em atividades ilícitas.
Congresso mira ouro ilícito, mas lacuna na cripto persiste
Enquanto isso, o U.S. Legal Gold and Mining Partnership Act, um projeto de lei bipartidário patrocinado pelos senadores John Cornyn, Tim Kaine, Ted Cruz e Jacky Rosen, foi aprovado pelo Comitê de Relações Exteriores do Senado no final de janeiro.
A legislação obrigaria o Departamento de Estado a desenvolver uma estratégia plurianual para combater a mineração ilegal de ouro no Hemisfério Ocidental.
Ainda estabelece diretrizes para que órgãos investiguem especificamente o comércio ilegal de ouro da Venezuela e criem parcerias público-privadas para cadeias de fornecimento responsáveis.
No entanto, Hunter avaliou que o projeto de lei precisaria incluir medidas relacionadas ao papel crescente da cripto na lavagem de recursos provenientes do ouro para alcançar plena eficácia.
Ela afirmou que qualquer estratégia resultante deve priorizar a interrupção dos fluxos financeiros de grupos ilícitos e impedir que estrangeiros tenham acesso ao sistema financeiro dos Estados Unidos.
A junção dessas duas tendências representa um desafio para autoridades e formuladores de políticas públicas.
O Bitcoin está atraindo capital institucional que antes era destinado ao ouro como reserva de valor,
Enquanto isso, o USDT vem se consolidando como instrumento de liquidação no comércio físico de ouro.
O Congresso pode agir para tratar a dimensão das stablecoins nos fluxos ilícitos de commodities, fator que pode influenciar a eficácia da nova legislação no combate a essas práticas.
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Baleia de Ethereum retira US$ 58 milhões em ETH da Binance
Uma carteira vinculada à Trend Research sacou 27 mil Ethereum (ETH), equivalentes a US$ 58 milhões, da Binance poucas horas após tomar emprestado o mesmo valor via Aave para abrir uma posição vendida alavancada.
A rápida mudança de uma expectativa de alta para uma posição alavancada de venda e, em seguida, uma possível reversão, despertou críticas de analistas especializados em blockchain que acompanham os movimentos da carteira.
Por que importa?
A sequência levanta dúvidas sobre empresas institucionais anteciparem seus próprios posicionamentos públicos com operações em sentido contrário
Fluxos entre Aave e exchanges demonstram como protocolos de empréstimo DeFi passaram a ser motores de alavancagem para operações direcionais
Investidores de ETH que monitoram grandes movimentações podem reavaliar o risco no patamar de US$ 2.150 com base no fechamento presumido da posição
Os detalhes:
A carteira forneceu US$ 100 milhões em USDC na Aave V3, tomou emprestado 27 mil ETH avaliados em US$ 55,72 milhões e enviou os ativos para a Binance, segundo a Onchain Lens
A Lookonchain confirmou que os mesmos 27 mil ETH foram sacados da Binance, agora avaliados em US$ 57,97 milhões
A previsão otimista de Jack Yi para o ETH ocorreu apenas três dias antes da posição vendida
No momento da retirada, o ETH era negociado a US$ 2.153
O contexto:
Participantes institucionais unem cada vez mais empréstimos via DeFi e negociações em exchanges centralizadas para montar e desfazer grandes posições sem ordens diretas no mercado
A operação reflete um padrão em expansão de volatilidade causada por grandes investidores, em que a transparência on-chain expõe movimentos que mercados tradicionais ocultariam
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Rapidz, Tether e BeInCrypto reúnem influenciadores em casa imersiva durante a MERGE São Paulo 2026
Durante uma semana, 14 criadores de conteúdo do universo cripto vão se reunir em uma residência privada em São Paulo para produzir conteúdo, colaborar entre si e participar de ativações ao vivo. A iniciativa, batizada de Creator House, é organizada pela Rapidz em parceria com a Tether e o BeInCrypto, e acontece entre os dias 17 e 19 de março, durante a MERGE São Paulo 2026, considerado o maior evento de criptomoedas da América Latina.
“A ideia de desenvolver a Creator House foi trazer um conceito de Community Activation, e fugir um pouco dos moldes tradicionais de side events focados em parcerias b2b, e abrir os bastidores da MERGE para os amantes do criptomercado. A Rapidz possui tanto produtos para empresas quanto clientes finais, e justamente isso que buscamos mostrar durante nossas trilhas de conteúdo abraçando a comunidade cripto em nossa primeira ação oficial no Brasil”. Eduardo Galvão, que lidera a expansão da Rapidz na América Latina
Um estúdio coletivo no lugar de estandes
O formato foge do modelo tradicional de patrocínio em eventos do setor. Em vez de estandes e banners, a aposta é transformar uma casa em um estúdio coletivo com estrutura dedicada para gravações, onde influenciadores das áreas de análise técnica, investimentos, Web3 e entretenimento cripto convivem e publicam conteúdo de forma contínua. A casa conta com cozinheiro fixo, churrasco em dias específicos e equipamentos de gravação disponíveis o tempo todo.
A direção estratégica de conteúdo ficará a cargo da ParaBuilders, responsável por orientar narrativas e formatos, garantir clareza nas mensagens da campanha e otimizar roteiros com base nos resultados diários.
Entre os nomes confirmados estão perfis de Vinicius Fontana (0xCokinha), Daniel Dollar (@notaboutdollar), ParaBuilders (@ParaBuilders), Gustavo Nenesk (@GustavoNenesk), Ramon Cunha (@Ramon_Cunha) e Deividi Guedes (@deividiguedes), entre outros, totalizando 14 criadores com audiências distribuídas no Twitter, Instagram, YouTube, Twich e TikTok.
Painéis, collabs e ativações ao vivo
A programação do dia 17 de março, principal da casa, começa com um churrasco de recepção ao meio-dia e inclui painéis temáticos ao longo da tarde. Estão previstos debates sobre pagamentos globais e o uso de stablecoins no cotidiano, infraestrutura financeira e o papel do USDt (stablecoin de dólar) e XAUt (ouro tokenizado) na economia digital, e o impacto da inteligência artificial na criação de conteúdo. A programação inclui ainda uma conversa coletiva sobre estratégias de distribuição e crescimento de audiência, seguida de um bloco de ativações virais com gravação de collabs, conteúdos curtos, entrevistas rápidas e desafios entre criadores.
No dia 18, a chamada Ressaca Creators House é dedicada à colaboração e à transformação dos bastidores da MERGE em conteúdo para as redes. Já o dia 19 concentra a cobertura direta do evento, com participação em painéis, registro de anúncios e gravações dentro da MERGE SP.
“Estamos muito entusiasmados com a chegada da Rapidz ao Brasil. Firmamos parcerias estratégicas que acreditamos que vão transformar a forma como os brasileiros veem os cartões cripto, trazendo uma experiência mais simples, prática e integrada ao dia a dia.” afirma Guilherme Santos, diretor global de Produto e Tecnologia.
Campanha com cashback em ouro, apelidada “goldback”
Paralelamente à produção de conteúdo, a Creator House serve de base para uma campanha de aquisição de usuários da Rapidz. Todo novo usuário que criar conta por meio do link de um criador recebe US$10 de bônus. Quem realizar depósitos em reais via PIX na plataforma passa a ter direito a 1,5% de cashback em ouro, na forma de XAUt, o token lastreado em ouro emitido pela Tether, com limite de US$20 de recompensa por usuário.
O fluxo é simples: o usuário envia PIX em reais e pode converter o saldo em outras moedas como USDT ou usá-lo para recarregar o cartão Rapidz. O cashback em ouro é creditado automaticamente sobre as transações realizadas durante o período da campanha.
O artigo Rapidz, Tether e BeInCrypto reúnem influenciadores em casa imersiva durante a MERGE São Paulo 2026 foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Das Sentiment von Solana wird getestet, trotz eines Anstiegs von 100% im Kaufdruck
Der Preis von Solana ist in den letzten 24 Stunden um etwa 5% gestiegen, was neuen Optimismus auf dem Markt auslöst. Die Bewegung erfolgt nach einem Zeichen von Kaufkraft und einem signifikanten Anstieg der Ansammlung durch mittelfristige Investoren. Zunächst scheint die Erholung gesund zu sein.
Eine eingehendere Analyse der Grafiken und On-Chain-Daten zeigt jedoch ein komplexeres Szenario. Während einige Investoren eine starke Nachfrage nach dem Vermögenswert zeigen, deuten andere Indikatoren darauf hin, dass die Konsistenz des Anstiegs möglicherweise nicht so solide ist, wie es scheint.
Mit 2,4 Millionen US-Dollar will das Startup grenzüberschreitende Zahlungen ändern und um 300% wachsen
Das globale Finanzsystem funktioniert immer noch im Tempo vergangener Jahrzehnte. Eine internationale Überweisung über das Bank-Swift kann für entwickelte Länder bis zu fünf Tage und für Schwellenländer etwa zehn Tage dauern, während Unternehmen Agilität benötigen, um im Außenhandel tätig zu sein. Es ist diese Lücke, die Oxus Finance, ein 2025 gegründetes brasilianisches Fintech, um zu lösen.
Mit 2,4 Millionen US-Dollar, die in einer Seed-Runde gesammelt wurden, entwickelt das Unternehmen den ersten Aggregator von Stablecoins mit künstlicher Intelligenz für internationale Zahlungen aus Brasilien. Die Plattform vereint Betreiber, Netzwerke, Währungen und Überweisungsmethoden an einem einzigen Zugangspunkt und stellt sicher, dass jede Transaktion über die schnellste und günstigste verfügbare Route geleitet wird.
Trader verliert 50 Millionen US-Dollar bei katastrophalem Ethereum-Tausch
Ein Trader scheint einen der katastrophalsten On-Chain-Tausch der letzten Zeiten durchgeführt zu haben, indem er ungefähr 50 Millionen US-Dollar in Vermögenswerte in einer einzigen Transaktion im Ethereum-Netzwerk in etwas mehr als 36.000 US-Dollar umwandelte.
Daten der Blockchain, die auf Etherscan verfügbar sind, zeigen, dass die Wallet etwa 50,43 Millionen in aEthUSDT verbrannt hat – eine Version von USDT mit Rendite, die im Kreditprotokoll Aave verwendet wird – um den gleichen Betrag in traditionellem USDT abzuheben.
Armer Kerl hat $50m -> $35k im Ethereum-Hauptnetz getauscht 😭😭😭https://t.co/fYRYqGzXlt pic.twitter.com/QGW8NnTikh
Índice de escassez do Bitcoin atinge maior nível desde outubro com oferta restrita
O Bitcoin (BTC) apresenta sinais de restrição de oferta, com o Índice de Escassez na Binance atingindo níveis não registrados desde outubro de 2025.
A mudança ocorre enquanto carteiras de grandes investidores com pelo menos 100 BTC atingem um recorde, ao passo que a venda por investidores de longo prazo segue abaixo do pico de 2021.
Alta do Índice de Escassez reflete condições restritas
O analista Arab Chain informou que o Índice de Escassez do Bitcoin na Binance subiu para aproximadamente 5,10, o maior patamar desde outubro.
O indicador mede o equilíbrio entre oferta disponível e pressão de demanda na exchange. Uma leitura elevada sugere que a quantidade de Bitcoin disponível para negociação ficou abaixo da média histórica.
Arab Chain ressaltou que essa alteração pode indicar mudança no comportamento dos investidores. Em vez de manter BTC nas exchanges, os donos parecem transferir para armazenamento a frio ou segurá-lo visando o longo prazo.
“Estruturalmente, valores positivos elevados no índice significam que a quantidade de Bitcoin disponível para venda imediata na plataforma está relativamente limitada, o que pode aumentar a sensibilidade do preço a qualquer aumento na demanda. Nesses cenários, o preço pode se mover com mais rapidez porque a liquidez disponível não é suficiente para absorver grandes compras com facilidade”, aponta a análise divulgada.
O panorama mais amplo nas exchanges reforça essa tendência. Dados da CryptoQuant mostram que exchanges centralizadas detêm hoje cerca de 2,7 milhões de BTC, o nível mais baixo desde o fim de 2020.
Reservas de Bitcoin em todas as exchanges. Fonte: CryptoQuant
Atividade de baleias de Bitcoin indica confiança
Ao mesmo tempo, dados on-chain apontam aumento na acumulação entre grandes investidores. Hoje, 20.031 carteiras têm ao menos 100 BTC, estabelecendo novo recorde. Nos preços atuais, uma carteira com 100 BTC vale ao menos US$ 7,15 milhões.
A Santiment também informou que, além do número expressivo de grandes investidores, cerca de 954 mil carteiras concentram entre 1 e 100 BTC, enquanto em torno de 57,6 milhões de endereços possuem até 1 BTC. Essa distribuição reflete ao mesmo tempo uma concentração em grandes contas e ampla participação de usuários menores.
Faixas de endereços de Bitcoin. Fonte: Santiment
O aumento de grandes carteiras ocorre em meio à fraqueza persistente de preço. O BTC caiu cerca de 43% do topo de outubro, mas investidores de maior porte seguem acumulando.
No lado das vendas, o analista Darkfost destacou que, ao contrário das expectativas, investidores de longo prazo (LTHs) não venderam tanto durante o ciclo de 2025. Os dados indicam que LTHs gastaram cerca de 15,1 milhões de BTC ao longo do ciclo de 2025.
O número está abaixo dos 15,3 milhões de BTC gastos no ciclo de 2021, considerado o volume mais elevado já registrado. Em ciclos anteriores, os volumes foram de 7,3 milhões e 13,6 milhões de BTC. Portanto, os níveis de 2025 são elevados, mas ainda não superam recordes anteriores.
“Esses dados contradizem alguns gráficos distorcidos por movimentações internas de certas entidades. Por exemplo, a Coinbase transferiu cerca de 800 mil BTC, grande parte categorizada como oferta LTH (removida aqui)”, afirmou Darkfost. “Como mais entidades operam no mercado, esse tipo de transferência interna também aumentou, o que parece ser uma característica estrutural deste ciclo. Na prática, LTHs provavelmente gastaram ainda menos BTC do que aparece aqui, porque a própria definição do que é considerado LTH começou a mudar.”
BTC gasto por investidores de longo prazo em diferentes ciclos. Fonte: X/Darkfost
A presença institucional crescente no Bitcoin altera o perfil de quem é considerado investidor de longo prazo. Enquanto investidores antigos e mineradores permanecem em atividade, ETFs e tesourarias demonstram novos padrões de retenção.
Darkfost afirmou que os ETFs precisam manter “determinado nível de reservas” para atender à demanda dos investidores, enquanto empresas do tipo DAT, como a Strategy Inc., mantêm visão de longo prazo sem obrigações legais para isso.
“Com o tempo, a presença crescente dessas entidades pode reduzir a pressão de venda dos investidores de longo prazo à medida que mais participantes ingressam no mercado. É possível, portanto, que a atual definição de investidor de longo prazo possa se tornar inadequada conforme a estrutura de propriedade do Bitcoin segue mudando”, acrescentou o analista.
Com o aumento da escassez, acúmulo expressivo por grandes investidores e menor venda por parte dos investidores de longo prazo, a oferta do Bitcoin está ficando mais restrita. Se essa tendência dará suporte a uma alta nos preços dependerá de como a demanda e as condições do mercado evoluem nos próximos meses.
Preço do Bitcoin em 13 de março. Fonte: BeInCrypto Markets
No momento desta reportagem, o Bitcoin apresenta valorização com um movimento positivo no mercado. Dados do BeInCrypto Markets apontam que a moeda era negociada a US$ 71.526, alta de 3% nas últimas 24 horas.
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Grayscale lança ETF de AVAX, mas preço não supera US$ 10
A Avalanche apresentou uma recuperação gradual nos últimos sete dias, acumulando alta de 13% e se aproximando de uma barreira de preço considerada crítica. O movimento aconteceu no mesmo período em que ocorreu o lançamento de um importante produto institucional, elevando as expectativas de uma possível valorização expressiva.
Essas expectativas não se concretizaram. Para entender o motivo, é necessário analisar de forma mais detalhada a dinâmica de demanda que tem impactado o momentum de preço da AVAX.
Grayscale pode ajudar a AVAX?
A grayscale lançou seu ETF de Avalanche com staking, ticker GAVA, em 12 de março com taxa de administração de 0%. A oferta sem taxas foi pensada para atrair capital institucional e chegou a ser vista como potencial catalisadora para o preço da AVAX. No entanto, o lançamento não gerou o ímpeto esperado por parte dos participantes do mercado.
Grayscale Avalanche Staking ETF (Ticker: $GAVA) is now trading — with 0% fees¹ and staking.
Why Avalanche² • Built for real businesses – over 10.5 billion transactions since 2020. • Capable of processing 4,500+ transactions per second • Powers blockchain infrastructure for… pic.twitter.com/1ON3jI7nxC
— Grayscale (@Grayscale) March 12, 2026
O principal motivo está na demanda persistente e fraca nos mercados tradicionais. Desde o lançamento do ETF spot de Avalanche pela VanEck no fim de janeiro, o produto acumulou apenas US$ 9,89 milhões em entradas totais. A maioria dos pregões registrou nenhuma atividade, refletindo o baixo interesse dos investidores com perfil macro.
A falta de engajamento institucional contínuo fez com que o lançamento da GAVA chegasse em um ambiente já marcado por demanda fria, neutralizando qualquer impacto potencial sobre o preço do ativo.
ETF spot de Avalanche. Fonte: SoSoValue
Investidores de AVAX recuam
O indicador Chaikin Money Flow (CMF) revela um problema estrutural mais profundo por trás da resposta fraca da AVAX. O CMF, que monitora o fluxo de capital entrando e saindo do ativo, vem formando divergência de baixa com a cotação há quase um mês. Este movimento é um alerta técnico expressivo que tem sido ignorado pelo mercado.
Enquanto o preço da AVAX registrou topos mais altos nas últimas semanas, o CMF apontou topos mais baixos no mesmo período. Essa desconexão confirma que as saídas de capital continuam predominando, mesmo frente à valorização aparente.
Os ganhos não foram acompanhados por fluxos genuínos de entrada de capital, mostrando que o movimento carece da força necessária para ultrapassar zonas técnicas de resistência.
CMF de Avalanche. Fonte: TradingView
Preço da AVAX pode passar por correção
A AVAX está negociada em US$ 9,98, pouco acima do suporte de US$ 9,92. A altcoin subiu 13% nesta semana mantendo alta incremental, e não devido a uma explosão de preço. Catalisadores externos, como o lançamento do ETF da grayscale, não alteraram de forma significativa a direção dos preços e, assim, regiões técnicas seguem determinando o rumo de curto prazo.
Se a pressão vendedora persistente começar a ser precificada de modo mais agressivo, a AVAX pode recuar para o suporte em US$ 9,36, alinhado ao nível de retração de Fibonacci em 38,2%. Se esta faixa for perdida, a altcoin pode corrigir até US$ 8,67, região do nível de 23,6% da retração de Fibonacci, considerada um piso durante mercados de baixa. A quebra deste limite pode desencadear perdas relevantes nas carteiras dos investidores.
Análise de preço de Avalanche. Fonte: TradingView
Para um movimento de valorização ganhar força real, a AVAX precisa transformar a resistência dos US$ 10,48 em suporte claro. Essa marca corresponde ao nível de 61,8% de Fibonacci, área que é considerada tecnicamente fundamental. Caso consiga superar esta zona, a AVAX estará mais próxima de buscar US$ 11,28, patamar que representa avanço de 13% sobre o preço atual, refletindo a recuperação da semana e enfraquecendo a tese de baixa.
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Öl-Schock in Hormuz könnte die Inflation erhöhen, Fed-Senkungen verzögern und Bitcoin testen
Der Konflikt im Nahen Osten erhöht den Ölpreis, steigert das Inflationsrisiko in den USA und setzt Bitcoin (BTC) einem makroökonomischen Stresstest aus.
Die Hauptfrage, die sich stellt, ist: Wie wird sich die größte Kryptowährung angesichts der Kriegs Spannungen und der Möglichkeit einer Rezession verhalten?
Bloomberg präsentiert drei Szenarien für den Ölpreis
Etwa 20 % des weltweiten Erdöls und Erdgases passieren die Straße von Hormus. Die effektive Schließung des Durchgangs nach den Angriffen der USA und Israels auf den Iran Ende Februar hat bereits den Ölpreis in die Höhe schnellen lassen.
Por que o mercado de criptomoedas está em alta hoje 13/03/2026?
A capitalização total do mercado de criptomoedas (TOTAL) e o Bitcoin (BTC) não apresentaram um catalisador específico para seu crescimento sustentado, mas um otimismo generalizado tem sido observado em todo o mercado. As altcoins, por outro lado, estão apresentando um desempenho muito bom, com a Pi Coin (PI) registrando uma alta de 28% nas últimas 24 horas.
Nas notícias de hoje (13):
Hong Kong está prestes a emitir suas primeiras licenças para stablecoins sob a sua Lei de Stablecoins, com o HSBC, a joint venture Anchorpoint do Standard Chartered e o OSL Group supostamente entre os pré-selecionados. A Autoridade Monetária de Hong Kong deverá fazer o anúncio oficial já na próxima semana, após a conclusão das sessões parlamentares chinesas.
Um relatório da ARK Invest alerta que aproximadamente 6,9 milhões de Bitcoins, avaliados em US$ 483 bilhões, podem estar vulneráveis a ataques de computação quântica. Algoritmos quânticos, como o algoritmo de Shor, são teoricamente capazes de derivar chaves privadas a partir de chaves públicas. O risco está mais concentrado nos formatos de endereço P2PK antigos, onde as chaves públicas já estão visíveis na blockchain. Estima-se que cerca de 1,7 milhão de BTC nesses endereços estejam perdidos e impossibilitados de serem migrados para formatos mais seguros.
O mercado de criptomoedas está em ascensão.
A capitalização total do mercado de criptomoedas aumentou US$ 37 bilhões em 24 horas, atingindo US$ 2,40 trilhões. Um crescimento gradual dessa natureza tende a ser mais sustentável do que picos bruscos de preço. Esse impulso constante sinaliza uma recuperação genuína do mercado, em vez de excessos especulativos, proporcionando uma base mais sólida para uma valorização contínua.
A TOTAL conseguiu transformar US$ 2,37 trilhões em suporte, um desenvolvimento tecnicamente significativo para uma recuperação sustentada. A próxima grande barreira está em US$ 2,45 trilhões, um nível que precisa ser superado para estender a tendência de alta. Romper essa resistência colocaria o nível psicologicamente importante de US$ 2,50 trilhões em foco imediato.
Análise da capitalização total do mercado de criptomoedas. Fonte: TradingView
A deterioração das condições de mercado pode reverter o progresso recente. Uma queda abaixo do suporte recém-estabelecido de US$ 2,37 trilhões eliminaria uma parte significativa da recuperação atual. Tal movimento arrastaria a capitalização total de mercado para perto de US$ 2,32 trilhões, minando a estrutura otimista e levantando novas dúvidas sobre a sustentabilidade da recuperação em curso.
Bitcoin se aproxima da resistência
O Bitcoin está sendo negociado a US$ 71.214, pressionando logo abaixo do nível de resistência de US$ 71.529 pela segunda vez neste mês. A rejeição anterior nesse teto levanta questões legítimas sobre se os compradores conseguirão reunir força suficiente para uma ruptura definitiva. O resultado provavelmente determinará a direção do Bitcoin nas próximas sessões.
Um ímpeto de alta sustentado, apoiado por condições de mercado mais favoráveis, poderá finalmente impulsionar o Bitcoin acima de US$ 71.529. Uma ruptura confirmada acima dessa resistência abriria caminho para US$ 74 mil. Um suporte de compra consistente em cada reteste do nível de rompimento validaria o movimento e reforçaria a perspectiva de alta contínua.
Análise do preço do Bitcoin. Fonte: TradingView
A diminuição dos fluxos de entrada de capital, que se transformam em saídas, representa um risco significativo de reversão. Caso essa mudança se materialize, o Bitcoin enfrentaria uma pressão vendedora renovada e provavelmente recuaria para perto de US$ 68.665. Um fechamento confirmado abaixo desse nível invalidaria a atual tese de alta.
A moeda Pi conquista o primeiro lugar
A Pi Coin está sendo negociada a US$ 0,288, marcando uma alta de 28% nas últimas 24 horas após romper o nível de resistência de US$ 0,281. A altcoin agora mira a resistência de US$ 0,307 como a próxima barreira importante. Esse movimento acentuado reflete uma forte convicção de compra, posicionando a Pi Coin para uma possível continuação da alta, caso o ímpeto se mantenha.
Condições ideais de mercado que sustentem uma ruptura de US$ 0,307 abririam caminho para a barreira de US$ 0,325. Uma pressão compradora sustentada em cada reteste do suporte validaria a estrutura de alta. No entanto, a velocidade da atual alta levanta dúvidas sobre se esse ímpeto é suficiente para sustentar uma valorização significativa adicional.
Análise de preços da PI. Fonte: TradingView
Condições de sobrecompra representam um risco crescente de reversão. O ímpeto excessivo frequentemente precede correções acentuadas, e a rápida ascensão da Pi Coin amplifica essa vulnerabilidade. Portanto, a perda do suporte de US$ 0,265 confirmaria uma reversão de baixa, expondo a altcoin a uma queda para US$ 0,239 e invalidando completamente a atual tese de alta.
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Bitcoin forma armadilha de alta enquanto mercado mira US$ 75 mil
O preço do Bitcoin subiu cerca de 2,6% nas últimas 24 horas, chegando brevemente ao patamar de US$ 72 mil antes de recuar levemente. O movimento ocorreu enquanto o mercado tentava superar uma zona de resistência de curto prazo que havia limitado a valorização da moeda por vários dias.
Em uma análise inicial, a estrutura de preço recente pode indicar uma possível armadilha para os comprados, em que uma alta é rapidamente revertida, surpreendendo os investidores. No entanto, olhando mais profundamente para a posição dos derivativos e a atividade no mercado à vista, o cenário pode ser o oposto. Em vez de prejudicar os compradores, o mercado ainda pode manter posicionamentos pessimistas suficientes para impulsionar uma nova alta.
Padrão de copo do Bitcoin indica alta, mas momento aponta possível armadilha
No gráfico de 4 horas, o Bitcoin desenha um padrão de xícara com alça, estrutura normalmente associada à continuidade de valorização.
Um detalhe chama a atenção nessa formação: a linha de pescoço da xícara inclina-se para baixo, enquanto a tendência superior da alça segue praticamente o mesmo ângulo. Assim, o nível de rompimento da alça e da linha de pescoço coincidem. Como ambos os patamares de resistência se sobrepõem, ultrapassar essa linha confirmaria simultaneamente o padrão de xícara e encerraria a tendência de baixa de curto prazo, mas também eleva o risco de falso rompimento caso vendedores defendam esse patamar.
Padrão de rompimento: TradingView
Quando o Bitcoin superou esse nível de resistência sobreposto, o cenário apontava para um rompimento confirmado. A meta teórica desse padrão é calculada da base da xícara até a linha de pescoço, sugerindo uma alta de cerca de 10% a partir da zona de rompimento. No entanto, a movimentação também trouxe um alerta para o risco.
O Bitcoin ultrapassou brevemente os US$ 72 mil, mas vendedores logo reagiram, deixando um longo pavio superior no candle. Ao adicionar o Índice de Força Relativa (RSI), indicador de momento, ao mesmo gráfico, surge outro sinal de advertência.
Entre 10 e 13 de março, o preço do Bitcoin registrou máxima mais alta, enquanto o RSI atingiu máxima inferior.
Esse desencontro é conhecido como divergência baixista e geralmente sinaliza que o ímpeto comprador está enfraquecendo, mesmo com a valorização do ativo. Caso o Bitcoin não recupere a resistência de US$ 72 mil no gráfico de 4 horas, essa divergência pode dar início a uma correção de curto prazo.
Risco de divergência do BTC: TradingView
Entretanto, armadilhas técnicas só funcionam quando os operadores estão posicionados de forma equivocada.
Traders de derivativos mantêm postura de baixa apesar do rompimento
Dados do mercado de derivativos indicam que os investidores não têm apostado fortemente no rompimento.
O open interest, que mensura o valor total dos contratos futuros ativos, aumentou durante o movimento de alta. Em 9 de março, o open interest do Bitcoin estava próximo de US$ 21,4 bilhões. Desde então, saltou para cerca de US$ 23,49 bilhões, o que representa um acréscimo de aproximadamente 10%.
Normalmente, o crescimento desse indicador junto com a recuperação do preço pode indicar entusiasmo especulativo. Porém, outro dado fundamental mostra um panorama diferente.
As taxas de financiamento, que sinalizam se os traders em contratos futuros estão mais posicionados na ponta comprada ou vendida, permanecem negativas. No momento, a taxa gira em torno de –0,014%.
Financiamento aponta para o viés baixista: Santiment
Com o financiamento negativo, os vendidos predominam no mercado, sugerindo que muitos ainda apostam na queda apesar do rompimento de preço.
Isso configura um ambiente em que uma armadilha para os comprados tende a ser ineficaz, pois o mercado não está excessivamente otimista. Com elevado posicionamento vendido, há espaço para um short squeeze, situação em que um movimento de alta força a liquidação de posições pessimistas, elevando ainda mais o valor do ativo. Os fluxos no mercado à vista completam o cenário.
Saída de fundos em mercados à vista indica que pressão de compra pode elevar preço do Bitcoin
Dados de fluxo em exchanges mostram que BTCs seguem sendo retirados de plataformas de negociação, sinal normalmente associado à acumulação.
O indicador Exchange Net Position Change aponta o saldo de moedas movimentadas para dentro ou fora das exchanges. Quando o número fica mais negativo, significa que investidores estão retirando Bitcoin das plataformas, em geral indicando menor pressão vendedora.
Em 9 de março, esse indicador mostrava cerca de –40.840 BTC saindo de exchanges. Agora, o volume está em aproximadamente –53.823 BTC, um acréscimo de 31,7% em direção a maiores retiradas. Isso indica que os investidores à vista seguem comprando e retirando Bitcoin, reduzindo a oferta disponível para vendas imediatas.
Mercado à vista de BTC: Glassnode
A combinação de posicionamento baixista em derivativos e aumento das saídas no mercado à vista cria condições favoráveis para a continuidade da alta. Embora a estrutura gráfica aponte inicialmente para um provável bull trap, a postura mais cautelosa dos participantes evidencia que muitos investidores ainda demonstram ceticismo quanto ao movimento de alta. Esse próprio ceticismo pode impulsionar um novo avanço nos preços.
Se o preço do Bitcoin conseguir retomar o patamar dos US$ 72 mil, a divergência do RSI tende a perder força e a estrutura de rompimento pode ganhar novo fôlego.
As próximas faixas de resistência estão próximas de US$ 73.800, seguidas pela região dos US$ 75.100. Uma movimentação até essa zona representaria aproximadamente 5% de valorização em relação aos atuais valores, alinhada à expectativa de alta de 10%, conforme a projeção do padrão de xícara para a linha de pescoço.
Pela análise de suporte, caso não recupere a resistência, o Bitcoin pode recuar para US$ 70.400, com suporte mais forte em US$ 68.900. Uma queda abaixo de US$ 68.900 comprometeria a configuração altista no curto prazo.
Análise do preço do Bitcoin: TradingView
No momento desta reportagem, embora o gráfico de Bitcoin sinalize uma possível bull trap, o mercado parece relutante em reagir a esse sinal. Com operadores ainda fortemente posicionados em vendas e a demanda no mercado à vista crescendo, há espaço para novo avanço até a região dos US$ 75 mil.
O artigo Bitcoin forma armadilha de alta enquanto mercado mira US$ 75 mil foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Regulação cripto avança no Brasil e impõe novo desafio às exchanges e áreas de compliance
O avanço da regulação do mercado de cripto no Brasil está colocando empresas do setor diante de um novo ciclo de adaptação. Embora esperado há anos, o ritmo acelerado das novas normas tem surpreendido parte dos players e exigido mudanças estruturais nas operações.
No palco Digital Assets do Smart Summit, nesta quinta-feira (16), executivos do setor destacam que o momento atual representa um período de transição complexa, especialmente para áreas de compliance, que precisarão adaptar processos enquanto as empresas continuam operando normalmente.
Renata Mancini, responsável por compliance da Ripio; Thiago Sarandy, chefe de Assuntos Regulatórios e Jurídicos da Binance no Brasil e El Salvador; Daniel de Paiva, advogado especialista em cripto; e Renan Ramos, head de vendas institucionais da Kraken, conversaram sobre a temática.
Velocidade da regulação desafia o mercado
Thiago Sarandy, Chefe de Assuntos Regulatórios e Jurídicos da Binance no Brasil e em El Salvador, lembrou que representantes das exchanges participaram das discussões regulatórias e o setor já antecipava parte das mudanças. A Ripio, associada à ABCripto, por exemplo, participou também ativamente de debates com o Banco Central do Brasil e com o Congresso Nacional ao longo dos últimos anos.
Mesmo assim, o volume recente de normas e consultas públicas tem chamado a atenção pela velocidade. Segundo Renata, as novas diretrizes vêm sendo publicadas em sequência nas últimas semanas, o que aumenta a pressão sobre times regulatórios e jurídicos.
O desafio não se limita apenas ao cumprimento de novas normas. O compliance no mercado cripto envolve múltiplas camadas regulatórias, que incluem tanto regras tradicionais do sistema financeiro quanto novos marcos específicos para ativos digitais.
Para as empresas que já operam no país, o cenário exige um esforço adicional de adaptação. Mancini disse que, por mais que esteja acostumada com a regulação, afirmou que será muito difícil.
E acredito que a palavra agora é desafiadora, disse no palco do Digital Assets. As empresas que já estão funcionando vão precisar trocar o pneu com o carro andando.
Daniel de Paiva, advogado e um dos maiores especialistas em regulamentação cripto no Brasil, complementou.
Eu acho que quando a gente pensa em compliance cripto, são múltiplas camadas. Então, da mesma forma como a gente tem múltiplas blockchains interoperáveis, você tem que, como o chefe de compliance, saber interoperar o número tradicional de uma resolução 3978, que não está sendo atualizada para cripto, mas vai ser atacada por arrastamento.
Na prática, profissionais da área precisam lidar simultaneamente com:
regulações históricas do sistema financeiro;
novas normas voltadas ao mercado de cripto;
regimes regulatórios ainda em fase de implementação;
integração entre infraestrutura financeira tradicional e tecnologias baseadas em blockchain;
Executivos do setor descrevem esse cenário como um ambiente regulatório “interoperável”, no qual diferentes conjuntos de regras convivem simultaneamente — de forma semelhante à interoperabilidade entre blockchains. Assim, a regulação passa a funcionar como o principal eixo organizador do mercado, influenciando diretamente o desenvolvimento de produtos e serviços.
Derivativos cripto seguem como oportunidade não explorada
Entre os produtos ainda considerados prioritários pelo setor está o mercado de derivativos de cripto no Brasil.
Paiva destacou que o tema já chegou a ser discutido no âmbito legislativo durante debates sobre medidas provisórias, quando houve tentativas de criar um ambiente regulatório mais claro para esses instrumentos.
As iniciativas, no entanto, não avançaram. Para parte do mercado, ainda falta uma abordagem mais estratégica na formulação de políticas públicas voltadas ao setor.
A avaliação é que o debate regulatório frequentemente se concentra em temas tributários, como possíveis incidências de impostos, enquanto oportunidades de inovação financeira acabam ficando em segundo plano.
Segundo Paiva, o derivativo hoje é um dos produtos que a gente mais sonha em ver viabilizado no Brasil. É uma situação que poderia trazer mais receita para o país.
Então, talvez falte um pouco de visão para a confecção de políticas públicas, viabilizando o produto, ao invés de pensar, por exemplo, em IOF sobre stablecoins, só para dar um exemplo gritante, pontou Daniel de Paiva.
Thiago Sarandy, acredita que, conceitualmente, o Banco Central se inspirou, efetivamente, na regulação bancária, que ele já conhecia, para trazer esses players novos, esse setor novo do BC para dentro dessa realidade.
Existem erros, existem acertos, existem coisas que precisam melhorar. Inicialmente, você tem alguns produtos do mercado cripto tradicional que estão sendo facilitados pelas instituições bancárias. Um deles, por exemplo, é o produto macro. Percebemos que esse mercado cripto tem uma breve contextualização.
Mercado cripto cresce em ritmo acelerado no mundo
As discussões regulatórias acontecem em um momento de expansão significativa da indústria cripto no cenário global. A Binance, por exemplo, já ultrapassou 300 milhões de clientes, com a abertura diária de aproximadamente 150 mil a 200 mil novas contas.
É um setor que tem crescido absurdamente mundialmente. É um setor que está batendo 800 milhões de usuários globais, completa Sarandy.
E esses 800 milhões de usuários globais já movimentam mais stablecoins do que cartão de crédito de toda a população global. Então, efetivamente, é um setor grande. O Brasil, quem é o Brasil nisso tudo? O Brasil é o quinto maior em adoção.
Conceitualmente, a gente não pode permitir que uma regulação, seja do Banco Central, seja da Fazenda, seja da CVM, seja de qualquer regulador ou autoridade, estrague esse momento tão positivo do país, que é um protagonista nesse setor, acrescentou o executivo da Binance.
Nesse contexto, especialistas avaliam que o próximo ciclo regulatório será particularmente intenso para profissionais de compliance.
Banco Central adota abordagem inspirada no sistema bancário
Na visão dos participantes da indústria, o modelo regulatório que vem sendo desenvolvido pelo Banco Central do Brasil parte de uma lógica já conhecida: a regulação bancária tradicional.
A estratégia foi trazer os novos players do mercado cripto para um ambiente regulatório semelhante ao aplicado às instituições financeiras.
Segundo os executivos do setor, essa abordagem possui acertos importantes, mas também apresenta desafios, já que a infraestrutura do mercado de ativos digitais é diferente da do sistema financeiro tradicional.
Reconhecimento da natureza global do mercado
Entre os pontos considerados positivos pela indústria está o reconhecimento, por parte do regulador, de que o mercado cripto possui natureza global. Essa visão permitiu avanços importantes no modelo regulatório brasileiro, como:
possibilidade de contratação de custodiantes no exterior
utilização de provedores internacionais de liquidez
manutenção de books globais de negociação
Essas decisões foram consideradas estratégicas para preservar a competitividade das exchanges que operam no Brasil.
Caso essas estruturas fossem obrigadas a se localizar exclusivamente no país, Sarandy e Paiva alertam que poderia haver fragmentação de liquidez e redução da eficiência do mercado.
Disputa regulatória sobre liquidez global
Um dos temas mais sensíveis nas discussões entre o setor e o Banco Central foi justamente o tratamento do chamado book global de liquidez. Parte da indústria temia que o mecanismo fosse enquadrado como operação cambial, o que poderia exigir regras adicionais ou até a localização da liquidez no território brasileiro.
Esse cenário poderia gerar impacto direto no funcionamento das plataformas de negociação. Após debates com o setor, o regulador acabou permitindo a manutenção dessa estrutura global — uma decisão considerada uma vitória para o mercado.
A avaliação do grupo é de que regras bem calibradas podem consolidar o país como um dos principais polos globais do setor, enquanto uma regulação excessivamente restritiva poderia comprometer o momento positivo vivido pelo mercado brasileiro de ativos digitais.
O artigo Regulação cripto avança no Brasil e impõe novo desafio às exchanges e áreas de compliance foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Por que este mercado de baixa cripto é diferente de 2022?
Esqueça liquidações em pânico e colapsos no estilo FTX. O mercado de baixa das criptos em 2026 mostra-se lento, persistente e estruturalmente diferente de 2022.
Não há explosões em cascata, insolvências em massa ou pânico existencial. Instituições, órgãos reguladores e a adoção prática estão, de forma discreta, estabilizando o setor.
Instituições impulsionam o mercado de cripto
Em ciclos anteriores, operadores de varejo e alavancagem aumentaram as quedas. Hoje, as instituições atuam como força estabilizadora.
ETFs de Bitcoin à vista detinham quase US$ 91 bilhões no momento desta reportagem, segundo dados da Glassnode, enquanto tesourarias corporativas fazem hedge estratégico e investidores de longo prazo seguem comprando.
Saldos de Bitcoin em tesourarias. Fonte: Glassnode
O ponto positivo desta vez, em relação a ciclos anteriores, é que não houve colapsos diretos em cripto. Na verdade, o fundamento está indo muito bem agora”, afirmou Geoff Kendrick, chefe global de Pesquisa de Ativos Digitais do Standard Chartered.
Acúmulo por grandes investidores, baixa nas reservas das exchanges e fluxo de capital disciplinado ajudam o mercado cripto a evitar o caos vivido em 2022.
Em vez de vendas em massa, saídas táticas reposicionam o mercado cripto de forma gradual.
BeInCrypto Expert Council: Geoff Kendrick, Matt Hougan, Michael Walsh
Clareza regulatória e ajuste de avaliação
Diferente do caos sem regulação de 2022, novas regras como a Lei GENIUS para stablecoins e a CLARITY Act para tokens deslocam a avaliação dos ativos: deixa-se o discurso especulativo para priorizar modelos baseados em fluxo de caixa.
“Este é um inverno cripto diferente, pois todos os fundamentos evoluem de forma positiva entre desenvolvedores do setor. Atualmente, não há dúvidas existenciais”, acrescentou Matt Hougan, CIO da Bitwise Asset Management.
Altcoins atravessam um mercado de baixa estrutural desde 2021, com liquidez cada vez mais direcionada aos projetos de maior robustez.
Os projetos frágeis perdem força enquanto as iniciativas sólidas expandem, sinalizando um estágio típico de mercados maduros, sem colapsos provocados por pânico.
Ambiente macroeconômico e dinâmica de liquidez
Em 2026, a liquidez global mostra dinâmica diferente de 2022. Pressões deflacionárias, adoção da IA e políticas mais cautelosas do Fed resultam em ajustes de ativos de forma não sincronizada.
Ativos de crescimento e perfil arrojado apresentam desempenho superior frente ao mercado amplo, em contraste com as quedas simultâneas observadas há quatro anos.
There is nothing similar to the 2022 bear market. Back then, liquidity peaked across all assets, causing everything to decline in unison.
Risk-on and growth assets suffered the worst, dramatically underperforming the broader market.
This time, we're seeing different asset…
— The Great Mattsby (@matthughes13) March 9, 2026
Saídas táticas, e não liquidações forçadas, sustentam a liquidez e estimulam a consolidação do setor.
O fornecimento de stablecoins, TVL em DeFi e a infraestrutura on-chain permanecem resilientes, indicando adoção concreta apesar da superfície volátil.
Fornecimento de stablecoins. Fonte: DefiLlama
Resiliência on-chain e métricas de uso
De fato, mesmo com quedas de preços, o uso da blockchain segue aumentando. Stablecoins cresceram 50%, volumes liquidados aumentaram 18%, operações peer-to-peer avançaram 31% e número de aplicativos subiu 36% em 2025.
Placar das criptos em 2025. Fonte: Jamie Coutts, Chief Crypto Analyst na Real Vision
Plataformas como protocolos de agentic finance, ações tokenizadas e DeFi institucional surgem como impulsionadores iniciais. Essas tendências indicam que o mercado está passando por uma reestruturação, e não entrando em colapso.
“… Não vimos falências generalizadas de empresas. É muito, muito diferente”, afirmou Michael Walsh à BeInCrypto durante o Expert Council.
Walsh preside uma subsidiária do Standard Chartered e uma entidade da Kraken.
Um mercado em dois ritmos
O cenário atual é de uma economia de duas velocidades porque:
A especulação caiu drasticamente, enquanto
a utilidade segue crescendo.
A adoção de IA e a tokenização estão abrindo caminho para uma nova avaliação do mercado, mas os fluxos ainda não convenceram a reorientação das prioridades do setor.
A recuperação, se acontecer, tende a ser gradual, seletiva e direcionada por adoção, evitando movimentos pautados apenas em narrativas.
“… Todos os sinais de um típico mercado de baixa das criptos estão presentes, mas os fundamentos evoluem mesmo com a liquidação de tokens”, destacou Mike Ippolito, ao evidenciar o descompasso entre o comportamento dos participantes e a geração de valor efetiva.
Então, qual é a conclusão?
Embora quedas de 60–70% ainda sejam possíveis, o bear market cripto de 2026 se mostra mais resiliente, com ancoragem institucional e foco em fundamentos.
Desempenho de preço do Bitcoin. Fonte: TradingView
O ciclo atual parece uma reorganização do mercado, não uma falha sistêmica. Instituições, pioneiros e desenvolvedores estruturam silenciosamente as bases para um possível novo movimento de alta, tornando este período diferente do caos enfrentado em 2022.
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TRON agora tem mais USDT que o Ethereum: o que isso representam para a TRX?
Em 2026, a Tron (TRX) reforça sua posição como principal rede de infraestrutura para a stablecoin líder, a Tether (USDT). O valor de mercado da USDT na TRON atingiu um novo recorde, ultrapassando US$ 85,3 bilhões.
Ao mesmo tempo, novos avanços em sistemas de pagamento agentic podem ampliar ainda mais a demanda por TRX.
US$ 160 bilhões em transferências semanais de stablecoins impulsionam demanda por TRX
Recentemente, a Tether emitiu mais 1 bilhão de USDT na rede TRON. Com isso, a oferta circulante total de USDT na TRON passou a US$ 85,3 bilhões, superando a Ethereum. Esse marco reforça a posição dominante da TRON no setor de stablecoins.
Tether minted another 1B $USDT on #Tron 6 hours ago.
The circulating supply of $USDT on #Tron has reached 85.3B, far more than on #Ethereum.https://t.co/2wFo2DEvz3 pic.twitter.com/YPmRZ7nFHM
— Lookonchain (@lookonchain) March 12, 2026
O valor de mercado total de todas as stablecoins na TRON já ultrapassa US$ 86,6 bilhões, o maior nível já registrado.
Dados da Artemis Analytics mostram uma correlação direta entre o volume de transferência de stablecoins e o preço da TRX.
Nos últimos três anos, o volume semanal de transferência de stablecoins cresceu de forma expressiva. O montante saiu de menos de US$ 80 bilhões para US$ 160 bilhões por semana, representando um avanço de 100%.
Preço do Tron vs. Volume de Transferência de Stablecoin. Fonte: Artemis.
O preço da TRX também avançou junto com o aumento do volume de stablecoins. O crescimento ficou ainda mais evidente do fim de 2024 até 2025–2026. Nesse período, a TRON processou trilhões de dólares em transferências de USDT a cada ano. Apenas em 2025, a rede movimentou US$ 7,9 trilhões em volume de transações de stablecoins.
A TRON não utiliza modelo de gás como a Ethereum, mas adota um sistema baseado em banda larga e energia para medir e alocar recursos.
Usuários precisam queimar a TRX para obter mais banda larga e energia. Esses recursos são necessários para realizar transações na rede, incluindo transferências de stablecoin.
Por isso, a demanda por transações de stablecoins impacta diretamente a procura por TRX. Dados da DefiLlama indicam que a receita da TRON, medida pela quantidade de TRX queimados como taxas de transação, lidera o mercado nos períodos de 24 horas, 7 dias e 30 dias. Supera concorrentes como Ethereum, Solana, BNB Chain e Base.
Receita por redes. Fonte: DefiLlama
Além disso, a TRON DAO anunciou recentemente participação na Agentic AI Foundation, um projeto da Linux Foundation, como sócia Gold e representante no conselho. A organização concentra-se em desenvolver infraestrutura aberta para sistemas autônomos de IA, conhecidos também como agentic IA.
“… A IA precisa de liquidação em tempo real. A TRON é onde as stablecoins circulam em grande escala.” — afirmou Justin Sun, fundador da TRON, em publicação na X.
A junção da alta liquidez de stablecoins na TRON e a infraestrutura de IA em desenvolvimento pode impulsionar uma nova onda de aplicações. Esse avanço tende a elevar a demanda pela rede e valorizar a TRX.
Outro destaque importante veio em março. A ação movida pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos contra a Tron Foundation e Justin Sun foi oficialmente encerrada. Um juiz homologou a decisão final e arquivou todas as acusações de forma definitiva.
Essa resolução elimina uma incerteza jurídica que persistia desde 2023. O desfecho pode restaurar a confiança de investidores e atrair capital para a TRX.
Apesar desses fatores favoráveis, investidores mantêm cautela na hora de manter altcoins em carteira. Segundo dados do BeInCrypto, o preço da TRX teve queda de cerca de 20% desde agosto do ano passado. No momento desta reportagem, o ativo é negociado próximo de US$ 0,29.
No entanto, o forte crescimento na atividade de stablecoins, os avanços de infraestrutura em IA e a eliminação de riscos jurídicos podem absorver a pressão vendedora. Tais fatores podem também favorecer uma possível recuperação do preço da TRX.
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