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# lista de Ricos do XRP: Onde Você Se Encontra? 📈🦅 Essa "Realidade da Lista de Ricos" é um lembrete poderoso de que ser "precoce" é uma escolha de disciplina. Enquanto muitos esperam as massas se juntarem, a verdadeira oportunidade está em se posicionar antes do rompimento. 💎 Segurar 500, 2k ou 50k XRP não é apenas sobre o número; é sobre a **visão**. Em todo mercado—seja Imóveis ou Ativos Digitais—os vencedores são aqueles que acumulam enquanto outros estão distraídos com o barulho. Menos de 500.000 pessoas possuem uma quantidade substancial. Este é um portão estreito. O objetivo permanece claro: mantenha o foco, continue acumulando e respeite a jornada. Você faz parte dos 1%, ou ainda está esperando o momento "perfeito"? 🚀 #XRP #ComunidadeXRP #HODL" #EstratégiaCrypto #ListaDeRicos #MentalidadeDeRiqueza #BinanceSquare #AcumuladoresPrecoses$XRP {spot}(XRPUSDT)
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Essa "Realidade da Lista de Ricos" é um lembrete poderoso de que ser "precoce" é uma escolha de disciplina. Enquanto muitos esperam as massas se juntarem, a verdadeira oportunidade está em se posicionar antes do rompimento. 💎
Segurar 500, 2k ou 50k XRP não é apenas sobre o número; é sobre a **visão**. Em todo mercado—seja Imóveis ou Ativos Digitais—os vencedores são aqueles que acumulam enquanto outros estão distraídos com o barulho.
Menos de 500.000 pessoas possuem uma quantidade substancial. Este é um portão estreito. O objetivo permanece claro: mantenha o foco, continue acumulando e respeite a jornada.
Você faz parte dos 1%, ou ainda está esperando o momento "perfeito"? 🚀
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$ZEC {spot}(ZECUSDT) E esse token aqui, será que e continua a subir? um inscrito me fez essa pergunta. Bom, galera esquecendo os fundamentos e pensando somente na análise técnica, quantidade total de tokens fornecidos e preço atual, sim, aparentemente continuará subindo após correções, mas e o topo? onde será o topo? bom, eis a grande questão, o mercado ainda não definiu totalmente o preço de zec, mas especuladores acreditam que será algo em torno de 10% do valor do btc, ou seja, algo em torno de 8k, porém eu particularmente acredito em um topo maior entre 20k e 30k, principalmente a longo prazo mas isso só olhando para a quantidade máxima de fornecimento, posição atual de mercado e valor atual do token, se o token é uma fraude ou não, se é usado para lavagem de dinheiro ou não com o alguns sugerem, isso é uma outra história. MAS E VOCE? o que acha?
$ZEC

E esse token aqui, será que e continua a subir? um inscrito me fez essa pergunta.
Bom, galera esquecendo os fundamentos e pensando somente na análise técnica, quantidade total de tokens fornecidos e preço atual, sim, aparentemente continuará subindo após correções, mas e o topo? onde será o topo? bom, eis a grande questão, o mercado ainda não definiu totalmente o preço de zec, mas especuladores acreditam que será algo em torno de 10% do valor do btc, ou seja, algo em torno de 8k, porém eu particularmente acredito em um topo maior entre 20k e 30k, principalmente a longo prazo mas isso só olhando para a quantidade máxima de fornecimento, posição atual de mercado e valor atual do token, se o token é uma fraude ou não, se é usado para lavagem de dinheiro ou não com o alguns sugerem, isso é uma outra história.
MAS E VOCE? o que acha?
é fraude. não vale 1$
vale 1k ou menos.
vale 5k a 10k
vale 10k a 20k
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Criptomoedas aumentam fortuna de Trump em US$ 660 milhõesBloomberg aponta que venda “silenciosa” de tokens WLFI geraram milhões ao grupo familiar liderado por Donald Trump Uma investigação publicada pela Bloomberg aponta que os negócios ligados ao setor de criptomoedas se tornaram uma das principais fontes de riqueza da família do presidente Donald Trump. Segundo a apuração, a venda de tokens digitais associados ao projeto World Liberty Financial teria gerado aproximadamente US$ 1,55 bilhão em receitas, elevando em cerca de US$ 660 milhões o patrimônio vinculado ao grupo familiar. O foco da reportagem está no token WLFI, lançado pelo projeto de finanças descentralizadas (DeFi) fundado pela família Trump. Parte significativa das vendas teria ocorrido de forma privada, por meio de negociações direcionadas a grandes investidores, sem ampla divulgação pública. Esse modelo de comercialização é conhecido no mercado como “white glove sales” (vendas privadas e exclusivas feitas diretamente para grandes investidores). De acordo com os documentos analisados pela Bloomberg, entidades relacionadas à família teriam direito à maior parte da receita líquida obtida nas vendas do token. A publicação afirma ainda que bilhões de unidades do WLFI foram negociadas nesse formato reservado. Críticos argumentam que existe potencial conflito de interesse entre a atuação do governo Trump e os investimentos privados ligados ao setor cripto, especialmente em um momento em que a administração americana adota posições mais favoráveis ao mercado de ativos digitais. Outro ponto destacado pela investigação envolve a transparência das operações. Segundo a Bloomberg, parte das transações só pôde ser identificada após análise de registros em blockchain e documentos corporativos, o que dificultaria uma visão clara sobre o volume total movimentado e os beneficiários finais. Apesar do forte volume financeiro arrecadado nas vendas iniciais, o token WLFI perdeu valor ao longo de 2025, acompanhando a volatilidade característica do mercado de criptomoedas. No momento da redação, o WLFI é negociado a US$ 0,0668, com queda de 71% no acumulado de um ano.#TRUMP $BTC {spot}(BTCUSDT)

Criptomoedas aumentam fortuna de Trump em US$ 660 milhões

Bloomberg aponta que venda “silenciosa” de tokens WLFI geraram milhões ao grupo familiar liderado por Donald Trump
Uma investigação publicada pela Bloomberg aponta que os negócios ligados ao setor de criptomoedas se tornaram uma das principais fontes de riqueza da família do presidente Donald Trump.
Segundo a apuração, a venda de tokens digitais associados ao projeto World Liberty Financial teria gerado aproximadamente US$ 1,55 bilhão em receitas, elevando em cerca de US$ 660 milhões o patrimônio vinculado ao grupo familiar.
O foco da reportagem está no token WLFI, lançado pelo projeto de finanças descentralizadas (DeFi) fundado pela família Trump. Parte significativa das vendas teria ocorrido de forma privada, por meio de negociações direcionadas a grandes investidores, sem ampla divulgação pública.
Esse modelo de comercialização é conhecido no mercado como “white glove sales” (vendas privadas e exclusivas feitas diretamente para grandes investidores).
De acordo com os documentos analisados pela Bloomberg, entidades relacionadas à família teriam direito à maior parte da receita líquida obtida nas vendas do token. A publicação afirma ainda que bilhões de unidades do WLFI foram negociadas nesse formato reservado.
Críticos argumentam que existe potencial conflito de interesse entre a atuação do governo Trump e os investimentos privados ligados ao setor cripto, especialmente em um momento em que a administração americana adota posições mais favoráveis ao mercado de ativos digitais.
Outro ponto destacado pela investigação envolve a transparência das operações. Segundo a Bloomberg, parte das transações só pôde ser identificada após análise de registros em blockchain e documentos corporativos, o que dificultaria uma visão clara sobre o volume total movimentado e os beneficiários finais.
Apesar do forte volume financeiro arrecadado nas vendas iniciais, o token WLFI perdeu valor ao longo de 2025, acompanhando a volatilidade característica do mercado de criptomoedas. No momento da redação, o WLFI é negociado a US$ 0,0668, com queda de 71% no acumulado de um ano.#TRUMP $BTC
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Butão vende R$ 39 milhões em Bitcoin e pode zerar reservas até setembroO país asiático já vendeu cerca de R$ 1,1 bilhão em Bitcoin nos últimos meses O governo do Butão transferiu 100,44 BTC (R$ 39 milhões) para um novo endereço nesta terça-feira (12). A movimentação foi identificada pela Arkham, que aponta indícios que o país asiático deve vender o montante de Bitcoin. A Arkham começou a monitorar as reservas de Bitcoin do Butão em 2024 e neste ano o país já fez transferências de R$ 1,1 bilhão. A média tem sido de R$ 245 milhões transferidos das suas carteiras frias por mês. Se continuar as movimentações neste ritmo, o Butão iria vender toda a sua reserva de BTC até o final de setembro, já que ainda tem 3.130 BTC (R$ 1,2 bilhão) restantes. Se conseguirem vender tudo ao preço atual do BTC, sairiam do mercado com R$ 3,7 bilhões de lucro. Desde o pico registrado em outubro de 2024, quando o Butão chegou a deter quase 13 mil bitcoins, as reservas conhecidas caíram mais de 70%. Estratégia baseada em mineração hidrelétrica Diferentemente de outros países que acumularam criptomoedas por apreensões ou compras diretas, o governo do Butão construiu sua posição principalmente por meio de mineração de Bitcoin. A atividade foi viabilizada pelo uso da matriz energética do país, baseada em hidrelétricas, o que permite acesso a energia relativamente barata e sustentável, um fator crucial para a rentabilidade da mineração. Apesar disso, os dados mais recentes indicam que o país não vem ampliando sua posição. A última entrada relevante de bitcoins nas carteiras associadas ao governo ocorreu há mais de um ano, sugerindo uma mudança de estratégia, possivelmente com foco em realização de lucros.#Butão #bitcoin $BTC {spot}(BTCUSDT)

Butão vende R$ 39 milhões em Bitcoin e pode zerar reservas até setembro

O país asiático já vendeu cerca de R$ 1,1 bilhão em Bitcoin nos últimos meses
O governo do Butão transferiu 100,44 BTC (R$ 39 milhões) para um novo endereço nesta terça-feira (12). A movimentação foi identificada pela Arkham, que aponta indícios que o país asiático deve vender o montante de Bitcoin.
A Arkham começou a monitorar as reservas de Bitcoin do Butão em 2024 e neste ano o país já fez transferências de R$ 1,1 bilhão. A média tem sido de R$ 245 milhões transferidos das suas carteiras frias por mês.
Se continuar as movimentações neste ritmo, o Butão iria vender toda a sua reserva de BTC até o final de setembro, já que ainda tem 3.130 BTC (R$ 1,2 bilhão) restantes. Se conseguirem vender tudo ao preço atual do BTC, sairiam do mercado com R$ 3,7 bilhões de lucro.
Desde o pico registrado em outubro de 2024, quando o Butão chegou a deter quase 13 mil bitcoins, as reservas conhecidas caíram mais de 70%.
Estratégia baseada em mineração hidrelétrica
Diferentemente de outros países que acumularam criptomoedas por apreensões ou compras diretas, o governo do Butão construiu sua posição principalmente por meio de mineração de Bitcoin.
A atividade foi viabilizada pelo uso da matriz energética do país, baseada em hidrelétricas, o que permite acesso a energia relativamente barata e sustentável, um fator crucial para a rentabilidade da mineração.
Apesar disso, os dados mais recentes indicam que o país não vem ampliando sua posição. A última entrada relevante de bitcoins nas carteiras associadas ao governo ocorreu há mais de um ano, sugerindo uma mudança de estratégia, possivelmente com foco em realização de lucros.#Butão #bitcoin
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Por que a atual queda do Bitcoin é diferente de todas as outrasRecuo atual do Bitcoin é menor do que em mercados de baixa passados, que historicamente registraram quedas de 40% a 50% da máxima A recuperação do Bitcoin nas últimas semanas resultou em perdas mais superficiais do que qualquer mercado de baixa anterior já registrado, levando analistas a acreditar que o ciclo pode ter mudado permanentemente — embora nem todos estejam convencidos de que o antigo padrão esteja morto. A principal criptomoeda recuou cerca de 36% de seu recorde histórico de US$ 126.080 em outubro, sendo negociada por volta de US$ 80.500 no momento da redação, de acordo com dados do CoinGecko. Esse recuo é menor do que em mercados de baixa passados, que historicamente registraram quedas de 40% a 50% em relação aos picos de ciclo. Essa mudança ocorre devido à recente recuperação do Bitcoin. O ativo subiu 12,5% nos últimos 30 dias, mas a maior parte da recuperação se concentrou entre 1º de abril e 6 de maio, o que impulsionou o Bitcoin em aproximadamente 22%. “O quarto mercado de baixa do Bitcoin se desvinculou materialmente dos ciclos passados, por enquanto”, tuitou Pierre Rochard, CEO da The Bitcoin Bond Company, na terça-feira, atribuindo a mudança a uma “combinação de um mercado de alta moderado no início, influxos de ETFs e acúmulo por empresas com tesourarias em Bitcoin”. Ryan Yoon, analista sênior de pesquisa da Tiger Research, disse ao Decrypt que a mudança institucional introduziu um suporte estrutural que não existia em ciclos anteriores. “Um forte capital institucional de ETFs e da Strategy criou um ‘preço mínimo’, e é por isso que o Bitcoin está se movimentando de forma diferente do passado”, afirmou. A divergência reflete três mudanças estruturais: o poder de precificação decrescente dos mineradores de Bitcoin à medida que a oferta pós-halving diminui, a entrada de capital de longo prazo por meio de produtos de ETF regulamentados e uma mudança na custódia de detentores iniciais de cripto para contas institucionais, de acordo com Allen Ding, chefe de pesquisa da Bitfire. “Essa tendência de desvinculação não apenas persistirá, mas também definirá um novo normal para os ativos cripto”, disse Ding. A atual volatilidade do mercado é “essencialmente um rearranjo de posições antes de uma corrida de alta de longo prazo”, não um ponto sem retorno. Mercado de baixa do Bitcoin chegou ao fim? Nem todos os analistas aceitam que o mercado de baixa foi interrompido. Embora o Bitcoin tenha superado limites importantes on-chain — sendo negociado acima de sua Média Real de Mercado e do custo-base do detentor de curto prazo —, essas mesmas condições precederam breves recuperações em 2014, 2018 e 2022 antes que o mercado de baixa fosse retomado, de acordo com Illia Otychenko, analista-chefe da CEX.IO. “O Bitcoin ainda não atingiu um ponto sem retorno”, disse Otychenko. Quase 70% da oferta de detentores de curto prazo agora está com lucro — o maior nível desde o recorde histórico do Bitcoin em outubro —, um patamar que historicamente cria pressão de distribuição à medida que os detentores enfrentam um incentivo crescente para vender, acrescentou ele. Com a volatilidade anual do Bitcoin próxima dos mínimos históricos, qualquer movimento significativo de preço tem um peso desproporcional, disse Otychenko, acrescentando que o conflito EUA-Irã tornou o Bitcoin mais sensível a desenvolvimentos macroeconômicos do que em anos. Olhando para o futuro Yoon delineou dois caminhos a partir daqui. “Poderíamos ver um ótimo cenário onde os investidores transferem seu dinheiro para o Bitcoin se o mercado de ações permanecer estável”, disse ele. “Por outro lado, se a bolha da Inteligência artificial realmente estourar e desencadear uma queda no mercado, o Bitcoin poderá cair para testar preços mais baixos novamente.”#Bitcoin❗ $BTC {spot}(BTCUSDT)

Por que a atual queda do Bitcoin é diferente de todas as outras

Recuo atual do Bitcoin é menor do que em mercados de baixa passados, que historicamente registraram quedas de 40% a 50% da máxima
A recuperação do Bitcoin nas últimas semanas resultou em perdas mais superficiais do que qualquer mercado de baixa anterior já registrado, levando analistas a acreditar que o ciclo pode ter mudado permanentemente — embora nem todos estejam convencidos de que o antigo padrão esteja morto.
A principal criptomoeda recuou cerca de 36% de seu recorde histórico de US$ 126.080 em outubro, sendo negociada por volta de US$ 80.500 no momento da redação, de acordo com dados do CoinGecko. Esse recuo é menor do que em mercados de baixa passados, que historicamente registraram quedas de 40% a 50% em relação aos picos de ciclo.
Essa mudança ocorre devido à recente recuperação do Bitcoin. O ativo subiu 12,5% nos últimos 30 dias, mas a maior parte da recuperação se concentrou entre 1º de abril e 6 de maio, o que impulsionou o Bitcoin em aproximadamente 22%.
“O quarto mercado de baixa do Bitcoin se desvinculou materialmente dos ciclos passados, por enquanto”, tuitou Pierre Rochard, CEO da The Bitcoin Bond Company, na terça-feira, atribuindo a mudança a uma “combinação de um mercado de alta moderado no início, influxos de ETFs e acúmulo por empresas com tesourarias em Bitcoin”.
Ryan Yoon, analista sênior de pesquisa da Tiger Research, disse ao Decrypt que a mudança institucional introduziu um suporte estrutural que não existia em ciclos anteriores. “Um forte capital institucional de ETFs e da Strategy criou um ‘preço mínimo’, e é por isso que o Bitcoin está se movimentando de forma diferente do passado”, afirmou.
A divergência reflete três mudanças estruturais: o poder de precificação decrescente dos mineradores de Bitcoin à medida que a oferta pós-halving diminui, a entrada de capital de longo prazo por meio de produtos de ETF regulamentados e uma mudança na custódia de detentores iniciais de cripto para contas institucionais, de acordo com Allen Ding, chefe de pesquisa da Bitfire.
“Essa tendência de desvinculação não apenas persistirá, mas também definirá um novo normal para os ativos cripto”, disse Ding. A atual volatilidade do mercado é “essencialmente um rearranjo de posições antes de uma corrida de alta de longo prazo”, não um ponto sem retorno.
Mercado de baixa do Bitcoin chegou ao fim?
Nem todos os analistas aceitam que o mercado de baixa foi interrompido.
Embora o Bitcoin tenha superado limites importantes on-chain — sendo negociado acima de sua Média Real de Mercado e do custo-base do detentor de curto prazo —, essas mesmas condições precederam breves recuperações em 2014, 2018 e 2022 antes que o mercado de baixa fosse retomado, de acordo com Illia Otychenko, analista-chefe da CEX.IO.

“O Bitcoin ainda não atingiu um ponto sem retorno”, disse Otychenko.
Quase 70% da oferta de detentores de curto prazo agora está com lucro — o maior nível desde o recorde histórico do Bitcoin em outubro —, um patamar que historicamente cria pressão de distribuição à medida que os detentores enfrentam um incentivo crescente para vender, acrescentou ele.
Com a volatilidade anual do Bitcoin próxima dos mínimos históricos, qualquer movimento significativo de preço tem um peso desproporcional, disse Otychenko, acrescentando que o conflito EUA-Irã tornou o Bitcoin mais sensível a desenvolvimentos macroeconômicos do que em anos.
Olhando para o futuro
Yoon delineou dois caminhos a partir daqui. “Poderíamos ver um ótimo cenário onde os investidores transferem seu dinheiro para o Bitcoin se o mercado de ações permanecer estável”, disse ele. “Por outro lado, se a bolha da Inteligência artificial realmente estourar e desencadear uma queda no mercado, o Bitcoin poderá cair para testar preços mais baixos novamente.”#Bitcoin❗
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Investidor que previu crise de 2008 alerta para estouro da bolha de IAInvestidor Michael Burry diz que ações de tecnologia e inteligência artificial atingiram níveis extremos e compara cenário atual à bolha da internet Michael Burry, investidor que ficou mundialmente conhecido por prever a crise imobiliária de 2008 retratada no livro A Grande Aposta (The Big Short), voltou a soar o alerta sobre o mercado americano. Em uma publicação no Substack, Burry afirmou que o Nasdaq 100 vive uma valorização “parabólica” impulsionada pelo entusiasmo com inteligência artificial e comparou o cenário atual ao período que antecedeu o estouro da bolha da internet no início dos anos 2000. Segundo ele, o índice negocia atualmente a cerca de 43 vezes os lucros das empresas, muito acima do nível que considera razoável, próximo de 30 vezes. Na visão do investidor, Wall Street estaria superestimando em mais de 50% os lucros futuros das companhias de crescimento mais acelerado e com maiores valuations do mercado. “Estamos testemunhando história. No mercado de ações, isso não é uma coisa boa”, escreveu Burry. Em outro trecho, comparou o momento atual à “cena de um acidente de carro sangrento minutos antes de acontecer”. O principal símbolo desse excesso, segundo o investidor, seria o rali das empresas de semicondutores. O índice Philadelphia Semiconductor Index acumula alta próxima de 70% desde o fim de março, movimento impulsionado principalmente pela corrida global por inteligência artificial e pela demanda crescente por chips usados em data centers e modelos de IA generativa. Dados da Bespoke Investment Group mostram que o índice de semicondutores só ficou tão distante de sua média móvel de 200 dias em outros dois momentos: julho de 1995 e março de 2000, justamente no auge da bolha das empresas de internet. O alerta de Burry surge em meio ao forte avanço das ações ligadas à inteligência artificial, puxado por empresas como Nvidia, Microsoft, Amazon, Alphabet e Meta. O entusiasmo com IA ajudou os principais índices americanos a renovarem recordes históricos mesmo em um cenário de tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã, inflação ainda elevada e juros altos. Não aposte na crise ainda Ao contrário do que muitos esperavam, porém, Burry afirmou não recomendar apostas agressivas contra o mercado neste momento. Segundo ele, operações vendidas podem ser caras e perigosas devido ao custo de opções e ao risco de que o rali continue por mais tempo do que o previsto. Ainda assim, o investidor disse estar reduzindo exposição a ações que não atendem aos seus critérios mais rígidos de valuation e recomendou que investidores realizem parte dos lucros recentes, especialmente em empresas de tecnologia e na chamada “AI trade”. “Mesmo que pareça haver mais espaço para subir, quem está surfando esses movimentos parabólicos e decide não vender está apostando na própria capacidade de sair perto do topo”, escreveu. As declarações também coincidem com um momento de maior tensão nos mercados globais. O petróleo Brent voltou a subir e superou US$ 105 por barril após dúvidas sobre um cessar-fogo envolvendo o Irã aumentarem preocupações com o Estreito de Hormuz, rota estratégica para o petróleo mundial. O rendimento dos títulos de dez anos do Tesouro americano avançou para 4,42%, enquanto o dólar se fortaleceu diante da busca global por ativos considerados mais seguros. O mercado cripto também entrou no radar dessa discussão. Analistas apontam que um cenário de inflação persistente, petróleo elevado e correção nas ações de tecnologia pode pressionar ativos de risco, incluindo Bitcoin e criptomoedas ligadas à narrativa de IA. Ao mesmo tempo, um dado de inflação mais fraco nos Estados Unidos poderia dar sobrevida ao rali recente tanto das ações quanto dos criptoativos. Burry se tornou uma referência para investidores após apostar corretamente contra o mercado imobiliário americano antes da crise de 2008. Desde então, porém, seus alertas nem sempre se concretizaram no curto prazo. Ainda assim, suas análises costumam ganhar grande repercussão justamente por virem de um dos nomes mais associados às grandes bolhas financeiras das últimas décadas.

Investidor que previu crise de 2008 alerta para estouro da bolha de IA

Investidor Michael Burry diz que ações de tecnologia e inteligência artificial atingiram níveis extremos e compara cenário atual à bolha da internet
Michael Burry, investidor que ficou mundialmente conhecido por prever a crise imobiliária de 2008 retratada no livro A Grande Aposta (The Big Short), voltou a soar o alerta sobre o mercado americano.
Em uma publicação no Substack, Burry afirmou que o Nasdaq 100 vive uma valorização “parabólica” impulsionada pelo entusiasmo com inteligência artificial e comparou o cenário atual ao período que antecedeu o estouro da bolha da internet no início dos anos 2000.
Segundo ele, o índice negocia atualmente a cerca de 43 vezes os lucros das empresas, muito acima do nível que considera razoável, próximo de 30 vezes. Na visão do investidor, Wall Street estaria superestimando em mais de 50% os lucros futuros das companhias de crescimento mais acelerado e com maiores valuations do mercado.
“Estamos testemunhando história. No mercado de ações, isso não é uma coisa boa”, escreveu Burry. Em outro trecho, comparou o momento atual à “cena de um acidente de carro sangrento minutos antes de acontecer”.
O principal símbolo desse excesso, segundo o investidor, seria o rali das empresas de semicondutores. O índice Philadelphia Semiconductor Index acumula alta próxima de 70% desde o fim de março, movimento impulsionado principalmente pela corrida global por inteligência artificial e pela demanda crescente por chips usados em data centers e modelos de IA generativa.
Dados da Bespoke Investment Group mostram que o índice de semicondutores só ficou tão distante de sua média móvel de 200 dias em outros dois momentos: julho de 1995 e março de 2000, justamente no auge da bolha das empresas de internet.
O alerta de Burry surge em meio ao forte avanço das ações ligadas à inteligência artificial, puxado por empresas como Nvidia, Microsoft, Amazon, Alphabet e Meta. O entusiasmo com IA ajudou os principais índices americanos a renovarem recordes históricos mesmo em um cenário de tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã, inflação ainda elevada e juros altos.

Não aposte na crise ainda
Ao contrário do que muitos esperavam, porém, Burry afirmou não recomendar apostas agressivas contra o mercado neste momento. Segundo ele, operações vendidas podem ser caras e perigosas devido ao custo de opções e ao risco de que o rali continue por mais tempo do que o previsto.
Ainda assim, o investidor disse estar reduzindo exposição a ações que não atendem aos seus critérios mais rígidos de valuation e recomendou que investidores realizem parte dos lucros recentes, especialmente em empresas de tecnologia e na chamada “AI trade”.
“Mesmo que pareça haver mais espaço para subir, quem está surfando esses movimentos parabólicos e decide não vender está apostando na própria capacidade de sair perto do topo”, escreveu.
As declarações também coincidem com um momento de maior tensão nos mercados globais. O petróleo Brent voltou a subir e superou US$ 105 por barril após dúvidas sobre um cessar-fogo envolvendo o Irã aumentarem preocupações com o Estreito de Hormuz, rota estratégica para o petróleo mundial.
O rendimento dos títulos de dez anos do Tesouro americano avançou para 4,42%, enquanto o dólar se fortaleceu diante da busca global por ativos considerados mais seguros.
O mercado cripto também entrou no radar dessa discussão. Analistas apontam que um cenário de inflação persistente, petróleo elevado e correção nas ações de tecnologia pode pressionar ativos de risco, incluindo Bitcoin e criptomoedas ligadas à narrativa de IA. Ao mesmo tempo, um dado de inflação mais fraco nos Estados Unidos poderia dar sobrevida ao rali recente tanto das ações quanto dos criptoativos.
Burry se tornou uma referência para investidores após apostar corretamente contra o mercado imobiliário americano antes da crise de 2008. Desde então, porém, seus alertas nem sempre se concretizaram no curto prazo.
Ainda assim, suas análises costumam ganhar grande repercussão justamente por virem de um dos nomes mais associados às grandes bolhas financeiras das últimas décadas.
🚨 INFLAÇÃO EXPLODE NOS EUA DADOS DE HOJE... O CPI de abril surpreendeu negativamente em todas as métricas. A disparada do petróleo está alimentando uma pressão inflacionária generalizada, revertendo o processo de desinflação que o Fed buscava consolidar. Com o IPC-núcleo acima das projeções, as apostas de corte de juros em 2025 estão ficando complicadas apartir daqui. Agora o mercado começará a pensar sobre o quanto Warsh está disposto a falar de cortes de juros em um ambiente assim...esse era o cenário mais temido pelos mercados. O #BTC já vinha em queda, devido a rejeição NOVAMENTE da resistência em torno dos $82K, e agora testa o suporte em $80.5K que vem segurando, mas precisamos de NOVOS grandes COMPRADORES nessa região até amanhão, ou podemos chegar mais baixo em $78K. As notícias são o que os Grandes Ursos tem, apenas isso...então, não parece provável que eles vençam essa disputa pelos preços e os $86K segue na mesa. Naturalmente as Altcoins recuam mais no momento atual, porém, também devem encontrar algum suporte entre hoje e amanhã para uma recuperação na Quinta-feira e algumas antes disso. Os dados de hoje reascendem o cenário mais adverso para as Cripto: inflação persistente + Fed hawkish. Porém, o Warsh assume o FED e acredito que ele estará preparado para fazerem as coisas acontecerem positivamente. A atenção redobrada deve ser dada para as posições alavancadas, mas para os investidores SPOT, nada mudou! ✊🏻 Marcaremos o fundo desse recuo entre hoje e amanhã, e se recuperaremos até o fim de semana.
🚨 INFLAÇÃO EXPLODE NOS EUA
DADOS DE HOJE...
O CPI de abril surpreendeu negativamente em todas as métricas. A disparada do petróleo está alimentando uma pressão inflacionária generalizada, revertendo o processo de desinflação que o Fed buscava consolidar.
Com o IPC-núcleo acima das projeções, as apostas de corte de juros em 2025 estão ficando complicadas apartir daqui. Agora o mercado começará a pensar sobre o quanto Warsh está disposto a falar de cortes de juros em um ambiente assim...esse era o cenário mais temido pelos mercados.
O #BTC já vinha em queda, devido a rejeição NOVAMENTE da resistência em torno dos $82K, e agora testa o suporte em $80.5K que vem segurando, mas precisamos de NOVOS grandes COMPRADORES nessa região até amanhão, ou podemos chegar mais baixo em $78K.
As notícias são o que os Grandes Ursos tem, apenas isso...então, não parece provável que eles vençam essa disputa pelos preços e os $86K segue na mesa.
Naturalmente as Altcoins recuam mais no momento atual, porém, também devem encontrar algum suporte entre hoje e amanhã para uma recuperação na Quinta-feira e algumas antes disso.
Os dados de hoje reascendem o cenário mais adverso para as Cripto: inflação persistente + Fed hawkish. Porém, o Warsh assume o FED e acredito que ele estará preparado para fazerem as coisas acontecerem positivamente.
A atenção redobrada deve ser dada para as posições alavancadas, mas para os investidores SPOT, nada mudou! ✊🏻
Marcaremos o fundo desse recuo entre hoje e amanhã, e se recuperaremos até o fim de semana.
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Bitcoin hoje: BTC luta para se firmar acima de US$ 80 mil sob pressão vendedoraTensões geopolíticas e aumento da realização de lucros estão impedindo que o Bitcoin sustente ganhos acima de US$ 82 mil A terça-feira (12) é de estabilidade para o Bitcoin, que se mantém na faixa de US$ 80.770, com leve recuo de 0,3% no dia. Em reais, a criptomoeda líder do mercado é negociada pouco abaixo do patamar de R$ 400 mil, cotada em cerca de R$ 396.228, segundo dados do Portal do Bitcoin. Embora o Bitcoin tenha atingido a máxima diária de US$ 82 mil na tarde de ontem, o preço recuou logo em seguida, indicando que o ativo enfrenta dificuldades para avançar de forma consistente além dessa marca. O que tem servido de barreira para um rali de maior fôlego é a pressão vendedora na faixa dos US$ 80 mil, somada ao clima de incerteza sobre a resolução do conflito entre Estados Unidos e Irã. No domingo, os EUA rejeitaram a contraproposta iraniana para encerrar as hostilidades, classificando o texto como “totalmente inaceitável”. Um dia depois, Donald Trump admitiu que o cessar-fogo no Oriente Médio “respira por aparelhos”. Realização de lucros Enquanto o cenário geopolítico pesa, o mercado cripto lida com uma forte realização de lucros. Após a região dos US$ 80.000 ser alcançada por entradas recordes em ETFs e pelo otimismo com a votação da Lei Clarity no comitê bancário do Senado americano nesta quinta (14), parte dos investidores optou por liquidar posições. A CryptoQuant já havia alertado para o risco de uma correção mais profunda, caracterizando o movimento recente como um “rali de mercado de baixa” (bear market rally). Essa realização de lucros alcançou inclusive tesourarias estatais, como a do Butão. Nesta terça, o reino transferiu aproximadamente 100,44 BTC (R$ 40,2 milhões) para um endereço não identificado, o que sinaliza mais um movimento de venda que vem sendo adotado recentemente. A plataforma de análise on-chain Arkham, que rastreou a movimentação, afirmou que a transferência tem características de venda. Desde o início do ano, as saídas de carteiras ligadas ao Butão já ultrapassam os US$ 230 milhões. “Se eles venderem todo o estoque ao preço atual, sairão do mercado com US$ 767 milhões de lucro”, concluíram os analistas. Para a QCP Capital, o setor cripto no momento atual “está em uma encruzilhada”. A consultoria aponta que, caso o Bitcoin recupere o fôlego, o próximo nível de resistência chave está fixado em US$ 84.000.#BTC $BTC {spot}(BTCUSDT)

Bitcoin hoje: BTC luta para se firmar acima de US$ 80 mil sob pressão vendedora

Tensões geopolíticas e aumento da realização de lucros estão impedindo que o Bitcoin sustente ganhos acima de US$ 82 mil
A terça-feira (12) é de estabilidade para o Bitcoin, que se mantém na faixa de US$ 80.770, com leve recuo de 0,3% no dia. Em reais, a criptomoeda líder do mercado é negociada pouco abaixo do patamar de R$ 400 mil, cotada em cerca de R$ 396.228, segundo dados do Portal do Bitcoin.
Embora o Bitcoin tenha atingido a máxima diária de US$ 82 mil na tarde de ontem, o preço recuou logo em seguida, indicando que o ativo enfrenta dificuldades para avançar de forma consistente além dessa marca.
O que tem servido de barreira para um rali de maior fôlego é a pressão vendedora na faixa dos US$ 80 mil, somada ao clima de incerteza sobre a resolução do conflito entre Estados Unidos e Irã.
No domingo, os EUA rejeitaram a contraproposta iraniana para encerrar as hostilidades, classificando o texto como “totalmente inaceitável”. Um dia depois, Donald Trump admitiu que o cessar-fogo no Oriente Médio “respira por aparelhos”.
Realização de lucros
Enquanto o cenário geopolítico pesa, o mercado cripto lida com uma forte realização de lucros. Após a região dos US$ 80.000 ser alcançada por entradas recordes em ETFs e pelo otimismo com a votação da Lei Clarity no comitê bancário do Senado americano nesta quinta (14), parte dos investidores optou por liquidar posições.
A CryptoQuant já havia alertado para o risco de uma correção mais profunda, caracterizando o movimento recente como um “rali de mercado de baixa” (bear market rally).
Essa realização de lucros alcançou inclusive tesourarias estatais, como a do Butão. Nesta terça, o reino transferiu aproximadamente 100,44 BTC (R$ 40,2 milhões) para um endereço não identificado, o que sinaliza mais um movimento de venda que vem sendo adotado recentemente.
A plataforma de análise on-chain Arkham, que rastreou a movimentação, afirmou que a transferência tem características de venda. Desde o início do ano, as saídas de carteiras ligadas ao Butão já ultrapassam os US$ 230 milhões. “Se eles venderem todo o estoque ao preço atual, sairão do mercado com US$ 767 milhões de lucro”, concluíram os analistas.
Para a QCP Capital, o setor cripto no momento atual “está em uma encruzilhada”. A consultoria aponta que, caso o Bitcoin recupere o fôlego, o próximo nível de resistência chave está fixado em US$ 84.000.#BTC
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Comitê Bancário do Senado dos EUA divulga texto da Lei Clarity antes de votaçãoO rascunho do texto possui disposições que podem isentar permanentemente o Bitcoin e o Ethereum da lei de valores mobiliários O Comitê Bancário do Senado dos EUA divulgou o rascunho do texto para a Lei Clarity logo após a meia-noite de terça-feira (12), que poderia isentar permanentemente o Bitcoin e o Ethereum da lei federal de valores mobiliários, antes da votação do projeto de lei na comissão nesta quinta-feira (14). O presidente da comissão, Tim Scott, a presidente do Subcomitê de Ativos Digitais, Cynthia Lummis, e o senador Thom Tillis divulgaram conjuntamente o texto após meses de negociações bipartidárias que incluíram um acordo de última hora sobre rendimento de stablecoins e um pacto sobre proteções para desenvolvedores. O projeto de lei “reflete um trabalho sério e de boa-fé em toda a comissão”, disse Scott em um comunicado conjunto, acrescentando que ele “oferece a certeza, as salvaguardas e a responsabilização que os americanos merecem”. Lummis disse que o texto representava “quase um ano de trabalho bipartidário, de sangue, suor e lágrimas”. “Wyoming liderou o caminho, e Washington está se atualizando”, acrescentou ela. O projeto de lei estacionou em janeiro depois que a Coinbase retirou seu apoio devido a restrições de rendimento de stablecoins, atrasando uma votação na comissão que já estava agendada. Tillis e a Senadora Angela Alsobrooks mais tarde negociaram um acordo sobre rendimentos. A votação na quinta-feira pode fazer com que o projeto avance para fora da comissão, embora ainda precise do apoio democrata para ser aprovado no Senado em plenário. Restrições adiante Uma disposição fundamental no rascunho do projeto de lei contém uma linguagem que impediria a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) de classificar como valor mobiliário qualquer token que servisse como ativo principal de um produto negociado em bolsa à vista listado nos EUA até 1º de janeiro de 2026. Notavelmente, o Bitcoin e o Ethereum possuem ETFs à vista sendo negociados em bolsas dos EUA até essa data. A Seção 105 do rascunho também proíbe a SEC de classificar um ativo digital como valor mobiliário se um tribunal dos EUA emitir uma sentença irrecorrível antes da promulgação, constatando que não era. Ambas as disposições juntas significam que a agência não poderia rever o status legal do Bitcoin ou do Ethereum, independentemente das futuras prioridades de fiscalização. Enquanto isso, a Seção 102 do rascunho do projeto de lei também cria um processo de certificação pelo qual um emissor de token pode apresentar evidências à SEC de que seu token não é um valor mobiliário. O registro então se torna legalmente eficaz se a agência não se opuser em até 60 dias. Combinadas com o prazo final para os ETFs da Seção 105, as duas disposições juntas restringem significativamente como e quando a SEC pode afirmar jurisdição sobre ativos digitais. Esta última disposição “cria um regime de ‘silêncio é igual a porto seguro’” onde a não resposta da SEC “efetivamente concede legitimidade regulatória sem uma revisão substantiva completa”, disse Dominic John, analista da Zeus Research, ao Decrypt. Isso arrisca um cenário onde “a velocidade se sobrepõe ao escrutínio” e transfere o ônus “da responsabilização do emissor para uma fiscalização de longo prazo fraca e salvaguardas de proteção ao investidor”, acrescentou. Ancorar o status de não-valor mobiliário a uma data fixa “prioriza a maturidade do mercado sobre a realidade”, disse John, alertando que uma designação baseada em datas poderia conceder isenção permanente dos padrões de proteção ao investidor “independentemente de como o ativo evolui”. O acordo sobre rendimentos resolve “uma das questões abertas restantes que estava dando aos participantes institucionais motivos para esperar”, disse Louis Bellet, cofundador da Yellow Network, uma empresa de infraestrutura de compensação descentralizada. Formadores de mercado e mesas de fluxo institucionais “têm operado em um padrão de espera em suas estratégias on-chain precisamente porque o perímetro regulatório tem sido indefinido”, acrescentou Bellet. Ele alertou que a janela de 60 dias é “tão forte quanto a capacidade da Comissão de implementá-la”, com casos limítrofes correndo o risco de passar despercebidos. O prazo final para os ETFs, acrescentou ele, “confunde a aceitação do mercado com o status legal”, criando um sistema de dois níveis ligado a “quais ativos tiveram ETFs aprovados antes de uma data específica”. #leiclarityact #CLARITYAct

Comitê Bancário do Senado dos EUA divulga texto da Lei Clarity antes de votação

O rascunho do texto possui disposições que podem isentar permanentemente o Bitcoin e o Ethereum da lei de valores mobiliários
O Comitê Bancário do Senado dos EUA divulgou o rascunho do texto para a Lei Clarity logo após a meia-noite de terça-feira (12), que poderia isentar permanentemente o Bitcoin e o Ethereum da lei federal de valores mobiliários, antes da votação do projeto de lei na comissão nesta quinta-feira (14).
O presidente da comissão, Tim Scott, a presidente do Subcomitê de Ativos Digitais, Cynthia Lummis, e o senador Thom Tillis divulgaram conjuntamente o texto após meses de negociações bipartidárias que incluíram um acordo de última hora sobre rendimento de stablecoins e um pacto sobre proteções para desenvolvedores.
O projeto de lei “reflete um trabalho sério e de boa-fé em toda a comissão”, disse Scott em um comunicado conjunto, acrescentando que ele “oferece a certeza, as salvaguardas e a responsabilização que os americanos merecem”.
Lummis disse que o texto representava “quase um ano de trabalho bipartidário, de sangue, suor e lágrimas”. “Wyoming liderou o caminho, e Washington está se atualizando”, acrescentou ela.
O projeto de lei estacionou em janeiro depois que a Coinbase retirou seu apoio devido a restrições de rendimento de stablecoins, atrasando uma votação na comissão que já estava agendada. Tillis e a Senadora Angela Alsobrooks mais tarde negociaram um acordo sobre rendimentos.
A votação na quinta-feira pode fazer com que o projeto avance para fora da comissão, embora ainda precise do apoio democrata para ser aprovado no Senado em plenário.
Restrições adiante
Uma disposição fundamental no rascunho do projeto de lei contém uma linguagem que impediria a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) de classificar como valor mobiliário qualquer token que servisse como ativo principal de um produto negociado em bolsa à vista listado nos EUA até 1º de janeiro de 2026. Notavelmente, o Bitcoin e o Ethereum possuem ETFs à vista sendo negociados em bolsas dos EUA até essa data.
A Seção 105 do rascunho também proíbe a SEC de classificar um ativo digital como valor mobiliário se um tribunal dos EUA emitir uma sentença irrecorrível antes da promulgação, constatando que não era. Ambas as disposições juntas significam que a agência não poderia rever o status legal do Bitcoin ou do Ethereum, independentemente das futuras prioridades de fiscalização.
Enquanto isso, a Seção 102 do rascunho do projeto de lei também cria um processo de certificação pelo qual um emissor de token pode apresentar evidências à SEC de que seu token não é um valor mobiliário. O registro então se torna legalmente eficaz se a agência não se opuser em até 60 dias.
Combinadas com o prazo final para os ETFs da Seção 105, as duas disposições juntas restringem significativamente como e quando a SEC pode afirmar jurisdição sobre ativos digitais.
Esta última disposição “cria um regime de ‘silêncio é igual a porto seguro’” onde a não resposta da SEC “efetivamente concede legitimidade regulatória sem uma revisão substantiva completa”, disse Dominic John, analista da Zeus Research, ao Decrypt.
Isso arrisca um cenário onde “a velocidade se sobrepõe ao escrutínio” e transfere o ônus “da responsabilização do emissor para uma fiscalização de longo prazo fraca e salvaguardas de proteção ao investidor”, acrescentou.
Ancorar o status de não-valor mobiliário a uma data fixa “prioriza a maturidade do mercado sobre a realidade”, disse John, alertando que uma designação baseada em datas poderia conceder isenção permanente dos padrões de proteção ao investidor “independentemente de como o ativo evolui”.
O acordo sobre rendimentos resolve “uma das questões abertas restantes que estava dando aos participantes institucionais motivos para esperar”, disse Louis Bellet, cofundador da Yellow Network, uma empresa de infraestrutura de compensação descentralizada.
Formadores de mercado e mesas de fluxo institucionais “têm operado em um padrão de espera em suas estratégias on-chain precisamente porque o perímetro regulatório tem sido indefinido”, acrescentou Bellet.
Ele alertou que a janela de 60 dias é “tão forte quanto a capacidade da Comissão de implementá-la”, com casos limítrofes correndo o risco de passar despercebidos. O prazo final para os ETFs, acrescentou ele, “confunde a aceitação do mercado com o status legal”, criando um sistema de dois níveis ligado a “quais ativos tiveram ETFs aprovados antes de uma data específica”. #leiclarityact #CLARITYAct
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CEO da BlackRock diz ter inveja do Pix do Brasil e defende a tokenizaçãoCEO da BlackRock disse ter “inveja” do Pix e que o Brasil pode ter vantagem na próxima fase da economia digital, marcada por tokenização e IA O CEO da BlackRock, Larry Fink, afirmou ter “inveja” do Pix, o sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central, e que gostaria que os Estados Unidos tivessem uma infraestrutura semelhante. A fala do executivo feita na segunda-feira (11) durante a Brazil Week, em Nova York, chama atenção pelo peso de quem a fez. Fink comanda a maior gestora de ativos do mundo, com cerca de US$ 14 trilhões sob gestão, e vem defendendo nos últimos anos que a próxima grande transformação dos mercados financeiros será a tokenização de ativos tradicionais, como ações, títulos, fundos, imóveis e instrumentos de renda fixa. “Eu tenho inveja do que o Banco Central brasileiro fez ao criar o Pix. Eu gostaria que tivéssemos isso aqui. Eu gostaria que todos os países começassem a digitalizar sua moeda”, afirmou o executivo, segundo reportagem da Folha de S. Paulo. Para Fink, esse movimento poderia criar “um reino totalmente diferente para o mundo” e ampliar o sucesso econômico global. Na avaliação do CEO da BlackRock, o Brasil se tornou um dos países mais avançados em digitalização financeira. Ele afirmou que a população brasileira já tem uma “mentalidade digital”, algo que, segundo ele, apenas Brasil e Índia conseguiram desenvolver em larga escala. O Pix, nesse contexto, não seria apenas um meio de pagamento rápido, mas uma base de infraestrutura capaz de transformar a relação entre pessoas, dinheiro e investimentos. Fink também disse que o Pix ajudou a formalizar parte da economia brasileira, reduzindo espaço para fraude e corrupção. A leitura está alinhada com a visão de que pagamentos digitais instantâneos podem diminuir o uso de dinheiro físico, melhorar a rastreabilidade de transações e ampliar a inclusão de pessoas e pequenos negócios no sistema financeiro. Tokenização e inteligência artificial O elogio ao Pix foi conectado por Fink a uma tese que a BlackRock vem repetindo com frequência: a tokenização deve modernizar a infraestrutura financeira global. Em sua carta anual de 2026, o executivo afirmou que a tokenização pode tornar investimentos mais fáceis de emitir, negociar e acessar, levando para carteiras digitais produtos que hoje ainda dependem de estruturas tradicionais de mercado. Na visão do executivo, o futuro aponta para carteiras digitais “fluidas”, capazes de reunir pagamentos, crédito, ações, títulos, imóveis tokenizados e outros ativos em um único ambiente. Ele comparou o estágio atual da tokenização aos primeiros anos da internet comercial, sugerindo que a transformação ainda está no começo, mas pode avançar rapidamente. O CEO da BlackRock também relacionou o potencial brasileiro à inteligência artificial. Para ele, não há uma bolha de IA, mas um problema de oferta: a demanda por computação, memória e energia cresce mais rápido do que a capacidade de produção. Fink afirmou que essa escassez pode durar mais de dez anos e que países com energia competitiva, recursos naturais e capacidade de expansão de infraestrutura terão vantagem na próxima fase tecnológica. Nesse ponto, ele citou o Brasil como um país bem posicionado, por sua disponibilidade de sol, recursos energéticos e mercado doméstico. Em um mundo em que data centers e infraestrutura de IA devem consumir volumes crescentes de eletricidade, energia barata e abundante pode se tornar um diferencial econômico tão importante quanto mão de obra, capital ou tecnologia.#pix #brasil .

CEO da BlackRock diz ter inveja do Pix do Brasil e defende a tokenização

CEO da BlackRock disse ter “inveja” do Pix e que o Brasil pode ter vantagem na próxima fase da economia digital, marcada por tokenização e IA
O CEO da BlackRock, Larry Fink, afirmou ter “inveja” do Pix, o sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central, e que gostaria que os Estados Unidos tivessem uma infraestrutura semelhante.
A fala do executivo feita na segunda-feira (11) durante a Brazil Week, em Nova York, chama atenção pelo peso de quem a fez. Fink comanda a maior gestora de ativos do mundo, com cerca de US$ 14 trilhões sob gestão, e vem defendendo nos últimos anos que a próxima grande transformação dos mercados financeiros será a tokenização de ativos tradicionais, como ações, títulos, fundos, imóveis e instrumentos de renda fixa.
“Eu tenho inveja do que o Banco Central brasileiro fez ao criar o Pix. Eu gostaria que tivéssemos isso aqui. Eu gostaria que todos os países começassem a digitalizar sua moeda”, afirmou o executivo, segundo reportagem da Folha de S. Paulo. Para Fink, esse movimento poderia criar “um reino totalmente diferente para o mundo” e ampliar o sucesso econômico global.
Na avaliação do CEO da BlackRock, o Brasil se tornou um dos países mais avançados em digitalização financeira. Ele afirmou que a população brasileira já tem uma “mentalidade digital”, algo que, segundo ele, apenas Brasil e Índia conseguiram desenvolver em larga escala.
O Pix, nesse contexto, não seria apenas um meio de pagamento rápido, mas uma base de infraestrutura capaz de transformar a relação entre pessoas, dinheiro e investimentos.
Fink também disse que o Pix ajudou a formalizar parte da economia brasileira, reduzindo espaço para fraude e corrupção. A leitura está alinhada com a visão de que pagamentos digitais instantâneos podem diminuir o uso de dinheiro físico, melhorar a rastreabilidade de transações e ampliar a inclusão de pessoas e pequenos negócios no sistema financeiro.
Tokenização e inteligência artificial
O elogio ao Pix foi conectado por Fink a uma tese que a BlackRock vem repetindo com frequência: a tokenização deve modernizar a infraestrutura financeira global. Em sua carta anual de 2026, o executivo afirmou que a tokenização pode tornar investimentos mais fáceis de emitir, negociar e acessar, levando para carteiras digitais produtos que hoje ainda dependem de estruturas tradicionais de mercado.
Na visão do executivo, o futuro aponta para carteiras digitais “fluidas”, capazes de reunir pagamentos, crédito, ações, títulos, imóveis tokenizados e outros ativos em um único ambiente. Ele comparou o estágio atual da tokenização aos primeiros anos da internet comercial, sugerindo que a transformação ainda está no começo, mas pode avançar rapidamente.
O CEO da BlackRock também relacionou o potencial brasileiro à inteligência artificial. Para ele, não há uma bolha de IA, mas um problema de oferta: a demanda por computação, memória e energia cresce mais rápido do que a capacidade de produção. Fink afirmou que essa escassez pode durar mais de dez anos e que países com energia competitiva, recursos naturais e capacidade de expansão de infraestrutura terão vantagem na próxima fase tecnológica.
Nesse ponto, ele citou o Brasil como um país bem posicionado, por sua disponibilidade de sol, recursos energéticos e mercado doméstico. Em um mundo em que data centers e infraestrutura de IA devem consumir volumes crescentes de eletricidade, energia barata e abundante pode se tornar um diferencial econômico tão importante quanto mão de obra, capital ou tecnologia.#pix #brasil

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$Jager r 🤔 As pessoas não sabem disso, mas as duas carteiras mais bem classificadas com o número $Jager são carteiras internas, não carteiras de investimento.👇 ✍️Isso significa que em algum momento, a carteira de queima vai assumir o primeiro lugar, e a carteira de estabilidade do token, que também cresce em porcentagem como resultado da queima, vai assumir o segundo lugar. Em outras palavras, 80% do valor do token vai estar armazenado na carteira morta e na carteira do token. E se a carteira do token decidir vender acidentalmente, ela também será queimada — portanto, mais de 90% dos tokens serão queimados, enquanto seu valor permanecerá estável. Torne-se um dos que receberão Jager no futuro, porque um 1000x é possível.#Jager
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PIRÂMIDE CAI SEU DINHEIRO SOME2 Pedro 2:3 diz: "E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença". Irmão, pirâmide financeira é velha. Só mudou a roupa pra "cripto". 3 sinais de que é pirâmide: 1. Promete lucro fixo: "10% ao mês garantido". Mentira. Bitcoin varia. Nem Deus prometeu lucro fixo, só promessa de sustento. Mateus 6:33. 2. Foco em indicar gente: O produto é secundário. O ganho vem de quem você chama. Isso é Gálatas 6:7 na prática: o que semear, colhe. Só que aqui você semeia laço. 3. Dono oculto / empresa sem registro: Provérbios 10:9 - "Quem anda em integridade anda seguro". Se escondem o rosto, corra. Lembre: Faraó construiu pirâmides com escravos. Hoje constroem com a ganância dos outros. Êxodo 1:14. Não seja escravo do Egito financeiro. 👇 Já te ofereceram "investimento que triplica em 30 dias"? Comenta aqui pra alertar outros irmãos. Aviso: Conteúdo educativo. Não é recomendação de investimento. Fuja de promessas milagrosas. #Bitcoin #Educacaofinanceira #golpes #Pirâmide #Cristianismo $BTC --- Salmos 37:16 - "Melhor é o pouco do justo, do que a abundância de muitos ímpios".

PIRÂMIDE CAI SEU DINHEIRO SOME

2 Pedro 2:3 diz: "E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença".
Irmão, pirâmide financeira é velha. Só mudou a roupa pra "cripto".
3 sinais de que é pirâmide:
1. Promete lucro fixo: "10% ao mês garantido". Mentira. Bitcoin varia. Nem Deus prometeu lucro fixo, só promessa de sustento. Mateus 6:33.
2. Foco em indicar gente: O produto é secundário. O ganho vem de quem você chama. Isso é Gálatas 6:7 na prática: o que semear, colhe. Só que aqui você semeia laço.
3. Dono oculto / empresa sem registro: Provérbios 10:9 - "Quem anda em integridade anda seguro". Se escondem o rosto, corra.
Lembre: Faraó construiu pirâmides com escravos. Hoje constroem com a ganância dos outros. Êxodo 1:14.
Não seja escravo do Egito financeiro.
👇 Já te ofereceram "investimento que triplica em 30 dias"? Comenta aqui pra alertar outros irmãos.
Aviso: Conteúdo educativo. Não é recomendação de investimento. Fuja de promessas milagrosas.
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Salmos 37:16 - "Melhor é o pouco do justo, do que a abundância de muitos ímpios".
DeepSeek-R1 Alucina 4x Mais Que V3, Levantando Preocupações Para Tokens de IA Cripto DeepSeek-R1, o modelo principal de raciocínio do laboratório chinês DeepSeek, apresenta uma taxa de alucinação de 14,3%, quase quatro vezes maior que seu antecessor DeepSeek-V3, de acordo com o benchmark HHEM 2.1 da Vectara. Essa discrepância levanta preocupações significativas para o setor cripto, onde os tokens de agentes de IA cada vez mais dependem de LLMs de estilo raciocínio para trading autônomo e execução on-chain. A análise da Vectara revelou que o R1 tende a 'ajudar demais', adicionando informações não suportadas, o que pode levar a contextos fabricados nas respostas. O mercado cripto, que abriga tokens como Virtuals Protocol (VIRTUAL) e ai16z (AI16Z), enfrenta riscos, já que esses modelos podem propagar erros por meio de ações autônomas. Yann LeCun, cientista-chefe de IA da Meta, argumenta que LLMs autoregressivos lutam inerentemente com alucinações, enquanto outros laboratórios se concentram em melhorar a precisão através de várias técnicas. Para os desenvolvedores cripto, uma gestão de risco eficaz e passos de verificação são cruciais para mitigar esses desafios. $VIRTUAL {spot}(VIRTUALUSDT)
DeepSeek-R1 Alucina 4x Mais Que V3, Levantando Preocupações Para Tokens de IA Cripto
DeepSeek-R1, o modelo principal de raciocínio do laboratório chinês DeepSeek, apresenta uma taxa de alucinação de 14,3%, quase quatro vezes maior que seu antecessor DeepSeek-V3, de acordo com o benchmark HHEM 2.1 da Vectara. Essa discrepância levanta preocupações significativas para o setor cripto, onde os tokens de agentes de IA cada vez mais dependem de LLMs de estilo raciocínio para trading autônomo e execução on-chain. A análise da Vectara revelou que o R1 tende a 'ajudar demais', adicionando informações não suportadas, o que pode levar a contextos fabricados nas respostas. O mercado cripto, que abriga tokens como Virtuals Protocol (VIRTUAL) e ai16z (AI16Z), enfrenta riscos, já que esses modelos podem propagar erros por meio de ações autônomas. Yann LeCun, cientista-chefe de IA da Meta, argumenta que LLMs autoregressivos lutam inerentemente com alucinações, enquanto outros laboratórios se concentram em melhorar a precisão através de várias técnicas. Para os desenvolvedores cripto, uma gestão de risco eficaz e passos de verificação são cruciais para mitigar esses desafios.
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Bitcoin Caiu Hoje Depois de Subir a Semana Toda - É Correção OU Crash? 😱😱 #BTC $BTC
Bitcoin Caiu Hoje Depois de Subir a Semana Toda - É Correção OU Crash? 😱😱 #BTC
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O JPMorgan revelou seus usos do XRP Ledger. Goldman Sachs e Citi serão os próximos?O pesquisador de criptomoedas SMQKE destacou o que muitos participantes do mercado consideram agora um dos desenvolvimentos institucionais mais importantes relacionados ao XRP Ledger nos últimos anos. SMQKE destacou o uso revelado do XRPL pelo JP Morgan e sugeriu que Goldman Sachs e Citi poderiam eventualmente seguir o mesmo caminho. O comentário surgiu logo após a divulgação de detalhes sobre uma importante transação piloto envolvendo JP Morgan, Ripple, Mastercard e Ondo Finance. O desenvolvimento chamou a atenção por representar mais do que um experimento padrão de blockchain. O projeto piloto demonstrou a interoperabilidade entre a infraestrutura de liquidação privada de um grande banco e uma rede blockchain pública, um modelo que muitos analistas acreditam que poderá influenciar o futuro das finanças tokenizadas. Explicada a ligação do JP Morgan com o XRPL Em 7 de maio de 2026, o JP Morgan, por meio de sua plataforma Kinexys, participou de uma transação piloto que conectou sua infraestrutura bancária ao XRP Ledger . A iniciativa também contou com a participação da Mastercard, Ondo Finance e Ripple. A transação teve como foco o resgate de títulos do Tesouro dos EUA tokenizados e a liquidação dos respectivos pagamentos em moeda fiduciária em diferentes países. O processo foi concluído em menos de cinco segundos, segundo relatos. Esse resultado difere do sistema financeiro tradicional, onde liquidações transfronteiriças semelhantes podem levar de um a três dias úteis. O projeto piloto utilizou o produto de tesouraria tokenizado da Ondo Finance, o OUSG, na XRPL, enquanto a plataforma Kinexys do JP Morgan finalizou a liquidação em dólares americanos em uma conta bancária em Singapura. A transição para uma infraestrutura financeira híbrida O projeto piloto reforçou o argumento de que as grandes instituições financeiras estão abandonando os sistemas blockchain isolados. Em vez de operarem inteiramente em ambientes fechados, as empresas agora estão testando estruturas que combinam os sistemas bancários tradicionais com a eficiência do blockchain público. Na transação, o #XRPledger lidou com o componente de ativo tokenizado, a Multi-Token Network da Mastercard atuou como camada de mensagens e a plataforma Kinexys do JP Morgan concluiu a liquidação em moeda fiduciária. A colaboração demonstrou como múltiplas tecnologias financeiras podem funcionar juntas em tempo real. O papel do XRPL no projeto piloto também se tornou um dos principais temas de discussão entre os analistas. Os defensores argumentam que a alta velocidade de liquidação da rede , os baixos custos de transação e a menor exposição a preocupações com o valor máximo extraível a tornam adequada para atividades de tesouraria de nível institucional. Essas características continuam a diferenciar o XRPL de outras redes blockchain que competem pela adoção das finanças tokenizadas. Por que Goldman Sachs e Citi agora fazem parte da conversa? A sugestão da SMQKE de que Goldman Sachs e Citi poderiam ser os próximos reflete os desenvolvimentos em curso no setor de tokenização. Ambas as instituições participam, segundo relatos, de discussões relacionadas à futura plataforma de tokenização da Depository Trust & Clearing Corporation, cujo lançamento está previsto para o final de 2026. A Ripple e o JP Morgan também estão ligados a essas iniciativas do setor, aumentando as especulações de que outros gigantes bancários possam eventualmente testar a interoperabilidade com registros públicos. Com o JP Morgan já demonstrando uma ponte funcional entre os sistemas de liquidação tradicionais e o #XRPL , a pressão sobre outros custodiantes e instituições bancárias pode aumentar para que forneçam recursos semelhantes de liquidez e liquidação 24 horas por dia, 7 dias por semana.$XRP {spot}(XRPUSDT)

O JPMorgan revelou seus usos do XRP Ledger. Goldman Sachs e Citi serão os próximos?

O pesquisador de criptomoedas SMQKE destacou o que muitos participantes do mercado consideram agora um dos desenvolvimentos institucionais mais importantes relacionados ao XRP Ledger nos últimos anos.
SMQKE destacou o uso revelado do XRPL pelo JP Morgan e sugeriu que Goldman Sachs e Citi poderiam eventualmente seguir o mesmo caminho. O comentário surgiu logo após a divulgação de detalhes sobre uma importante transação piloto envolvendo JP Morgan, Ripple, Mastercard e Ondo Finance.
O desenvolvimento chamou a atenção por representar mais do que um experimento padrão de blockchain. O projeto piloto demonstrou a interoperabilidade entre a infraestrutura de liquidação privada de um grande banco e uma rede blockchain pública, um modelo que muitos analistas acreditam que poderá influenciar o futuro das finanças tokenizadas.
Explicada a ligação do JP Morgan com o XRPL
Em 7 de maio de 2026, o JP Morgan, por meio de sua plataforma Kinexys, participou de uma transação piloto que conectou sua infraestrutura bancária ao XRP Ledger . A iniciativa também contou com a participação da Mastercard, Ondo Finance e Ripple. A transação teve como foco o resgate de títulos do Tesouro dos EUA tokenizados e a liquidação dos respectivos pagamentos em moeda fiduciária em diferentes países.
O processo foi concluído em menos de cinco segundos, segundo relatos. Esse resultado difere do sistema financeiro tradicional, onde liquidações transfronteiriças semelhantes podem levar de um a três dias úteis. O projeto piloto utilizou o produto de tesouraria tokenizado da Ondo Finance, o OUSG, na XRPL, enquanto a plataforma Kinexys do JP Morgan finalizou a liquidação em dólares americanos em uma conta bancária em Singapura.
A transição para uma infraestrutura financeira híbrida
O projeto piloto reforçou o argumento de que as grandes instituições financeiras estão abandonando os sistemas blockchain isolados. Em vez de operarem inteiramente em ambientes fechados, as empresas agora estão testando estruturas que combinam os sistemas bancários tradicionais com a eficiência do blockchain público.
Na transação, o #XRPledger lidou com o componente de ativo tokenizado, a Multi-Token Network da Mastercard atuou como camada de mensagens e a plataforma Kinexys do JP Morgan concluiu a liquidação em moeda fiduciária. A colaboração demonstrou como múltiplas tecnologias financeiras podem funcionar juntas em tempo real.
O papel do XRPL no projeto piloto também se tornou um dos principais temas de discussão entre os analistas. Os defensores argumentam que a alta velocidade de liquidação da rede , os baixos custos de transação e a menor exposição a preocupações com o valor máximo extraível a tornam adequada para atividades de tesouraria de nível institucional. Essas características continuam a diferenciar o XRPL de outras redes blockchain que competem pela adoção das finanças tokenizadas.
Por que Goldman Sachs e Citi agora fazem parte da conversa?
A sugestão da SMQKE de que Goldman Sachs e Citi poderiam ser os próximos reflete os desenvolvimentos em curso no setor de tokenização. Ambas as instituições participam, segundo relatos, de discussões relacionadas à futura plataforma de tokenização da Depository Trust & Clearing Corporation, cujo lançamento está previsto para o final de 2026.
A Ripple e o JP Morgan também estão ligados a essas iniciativas do setor, aumentando as especulações de que outros gigantes bancários possam eventualmente testar a interoperabilidade com registros públicos.
Com o JP Morgan já demonstrando uma ponte funcional entre os sistemas de liquidação tradicionais e o #XRPL , a pressão sobre outros custodiantes e instituições bancárias pode aumentar para que forneçam recursos semelhantes de liquidez e liquidação 24 horas por dia, 7 dias por semana.$XRP
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Previsão baseada em evidências de um futuro ETF da BlackRock XRPO pesquisador de criptomoedas SMQKE revisitou recentemente uma prova que explica por que a BlackRock não solicitou o registro de um Fundo Negociado em Bolsa (ETF) de XRP. A SMQKE compartilhou uma "previsão baseada em evidências de um futuro ETF da BlackRock", ao mesmo tempo em que direcionava a atenção de volta para uma explicação detalhada anterior que explicava por que a gestora de ativos ainda não havia solicitado um ETF de XRP. O renovado interesse na publicação mais antiga surge em um momento em que a especulação em torno de ETFs baseados em criptomoedas continua a crescer no setor de ativos digitais. O XRP permanece um dos ativos mais discutidos em conversas sobre ETFs, especialmente após os desdobramentos envolvendo produtos futuros, as revisões regulatórias em andamento e o aumento da atividade institucional nos mercados de criptomoedas. Na publicação em destaque, SMQKE argumentou que a ausência da BlackRock na corrida pelos ETFs de XRP não indicava falta de interesse. Em vez disso, o pesquisador apresentou vários motivos sugerindo que a empresa pode simplesmente estar aguardando condições mais favoráveis ​​antes de entrar no mercado. As condições regulatórias continuam sendo uma questão central. De acordo com a análise anterior, a incerteza regulatória continua sendo um dos principais fatores que atrasam um possível pedido de registro de um ETF de XRP. A SMQKE observou que, embora o tribunal tenha decidido que o XRP não é um valor mobiliário no mercado secundário, a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) continua a adiar decisões relacionadas a ETFs de criptomoedas e classificações mais amplas de ativos digitais. É importante notar que, a partir de maio de 2026, a névoa regulatória em torno do XRP se dissipou significativamente. A SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA) e a CFTC (Comissão de Futuros de Commodities dos EUA) finalmente resolveram esse debate em março de 2026. Por meio de uma regra final conjunta, o XRP foi oficialmente classificado como uma commodity digital, colocando-o na mesma categoria legal que o Bitcoin e o Ethereum. Mercado futuro e liquidez são vistos como fatores-chave. A SMQKE também destacou a importância dos mercados de derivativos de nível institucional. A publicação fez referência ao lançamento dos futuros de XRP na CME em 19 de maio de 2025, observando que o produto gerou um volume de US$ 19 milhões em seu primeiro dia. Embora tenha descrito o lançamento como um desenvolvimento importante, ele argumentou que o mercado futuro de XRP ainda é relativamente novo em comparação com o Bitcoin e o Ethereum. O comentário anterior afirmava que grandes instituições geralmente buscam atividade de negociação sustentada e maior liquidez antes de se comprometerem totalmente com produtos de investimento atrelados a um ativo digital. De acordo com a SMQKE, a BlackRock pode querer ver o mercado de derivativos do XRP amadurecer mais antes de lançar um ETF. A liquidez foi outro ponto importante na análise. Embora o XRP tenha sido descrito como tendo uma forte profundidade de mercado em comparação com muitas altcoins, a SMQKE argumentou que os ETFs exigem liquidez consistentemente alta para suportar grandes fluxos de entrada e saída. A publicação afirmou que os reguladores monitoram de perto essas condições ao analisar os pedidos de registro de ETFs. As prioridades atuais da BlackRock continuam focadas em outros setores. O pesquisador também afirmou que a atenção atual da BlackRock continua focada na expansão de suas já bem-sucedidas ofertas de ETFs de Bitcoin e Ethereum. Esses produtos continuam atraindo forte demanda institucional, o que, segundo SMQKE, pode explicar por que a empresa não se apressou em entrar no mercado de ETFs de XRP. Ao mesmo tempo, a publicação sugeriu que a BlackRock pode estar observando como os reguladores respondem aos pedidos de licenciamento de ETFs como o XRP e o Solana, apresentados por outras empresas. A SMQKE concluiu que a empresa parece estar aguardando um ambiente regulatório mais robusto, uma maior maturidade do mercado e uma demanda sustentada dos investidores antes de realizar o que foi descrito como um movimento calculado para o setor de ETFs de #xrp . $XRP {spot}(XRPUSDT)

Previsão baseada em evidências de um futuro ETF da BlackRock XRP

O pesquisador de criptomoedas SMQKE revisitou recentemente uma prova que explica por que a BlackRock não solicitou o registro de um Fundo Negociado em Bolsa (ETF) de XRP.

A SMQKE compartilhou uma "previsão baseada em evidências de um futuro ETF da BlackRock", ao mesmo tempo em que direcionava a atenção de volta para uma explicação detalhada anterior que explicava por que a gestora de ativos ainda não havia solicitado um ETF de XRP.
O renovado interesse na publicação mais antiga surge em um momento em que a especulação em torno de ETFs baseados em criptomoedas continua a crescer no setor de ativos digitais. O XRP permanece um dos ativos mais discutidos em conversas sobre ETFs, especialmente após os desdobramentos envolvendo produtos futuros, as revisões regulatórias em andamento e o aumento da atividade institucional nos mercados de criptomoedas.

Na publicação em destaque, SMQKE argumentou que a ausência da BlackRock na corrida pelos ETFs de XRP não indicava falta de interesse. Em vez disso, o pesquisador apresentou vários motivos sugerindo que a empresa pode simplesmente estar aguardando condições mais favoráveis ​​antes de entrar no mercado.
As condições regulatórias continuam sendo uma questão central.
De acordo com a análise anterior, a incerteza regulatória continua sendo um dos principais fatores que atrasam um possível pedido de registro de um ETF de XRP. A SMQKE observou que, embora o tribunal tenha decidido que o XRP não é um valor mobiliário no mercado secundário, a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) continua a adiar decisões relacionadas a ETFs de criptomoedas e classificações mais amplas de ativos digitais.
É importante notar que, a partir de maio de 2026, a névoa regulatória em torno do XRP se dissipou significativamente. A SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA) e a CFTC (Comissão de Futuros de Commodities dos EUA) finalmente resolveram esse debate em março de 2026. Por meio de uma regra final conjunta, o XRP foi oficialmente classificado como uma commodity digital, colocando-o na mesma categoria legal que o Bitcoin e o Ethereum.
Mercado futuro e liquidez são vistos como fatores-chave.
A SMQKE também destacou a importância dos mercados de derivativos de nível institucional. A publicação fez referência ao lançamento dos futuros de XRP na CME em 19 de maio de 2025, observando que o produto gerou um volume de US$ 19 milhões em seu primeiro dia.
Embora tenha descrito o lançamento como um desenvolvimento importante, ele argumentou que o mercado futuro de XRP ainda é relativamente novo em comparação com o Bitcoin e o Ethereum.
O comentário anterior afirmava que grandes instituições geralmente buscam atividade de negociação sustentada e maior liquidez antes de se comprometerem totalmente com produtos de investimento atrelados a um ativo digital. De acordo com a SMQKE, a BlackRock pode querer ver o mercado de derivativos do XRP amadurecer mais antes de lançar um ETF.
A liquidez foi outro ponto importante na análise. Embora o XRP tenha sido descrito como tendo uma forte profundidade de mercado em comparação com muitas altcoins, a SMQKE argumentou que os ETFs exigem liquidez consistentemente alta para suportar grandes fluxos de entrada e saída. A publicação afirmou que os reguladores monitoram de perto essas condições ao analisar os pedidos de registro de ETFs.
As prioridades atuais da BlackRock continuam focadas em outros setores.
O pesquisador também afirmou que a atenção atual da BlackRock continua focada na expansão de suas já bem-sucedidas ofertas de ETFs de Bitcoin e Ethereum. Esses produtos continuam atraindo forte demanda institucional, o que, segundo SMQKE, pode explicar por que a empresa não se apressou em entrar no mercado de ETFs de XRP.
Ao mesmo tempo, a publicação sugeriu que a BlackRock pode estar observando como os reguladores respondem aos pedidos de licenciamento de ETFs como o XRP e o Solana, apresentados por outras empresas.
A SMQKE concluiu que a empresa parece estar aguardando um ambiente regulatório mais robusto, uma maior maturidade do mercado e uma demanda sustentada dos investidores antes de realizar o que foi descrito como um movimento calculado para o setor de ETFs de #xrp .
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Especialista alerta detentores de XRP: façam isso diretamente com suas moedas na Coinbase.Usuários da Coinbase estão relatando um padrão preocupante. Contas estão sendo encerradas e saques bloqueados. As reclamações se acumulam nas redes sociais e a comunidade cripto está atenta. Uma publicação que está ganhando repercussão é a de Pumpius (@pumpius), que respondeu a um vídeo compartilhado por Austin Barnhill (@bh30317). Barnhill questionou diretamente o CEO da Coinbase, perguntando: "Como vocês podem estar fechando contas e não permitindo saques?" Barnhill compartilhou um vídeo mostrando uma conta encerrada com uma mensagem informando que o usuário poderia sacar seus fundos. No entanto, muitos membros da comunidade relataram falhas nos saques. Em sua publicação, Pumpius indicou aos investidores carteiras de autocustódia como uma solução, citando opções como Xaman Wallet , Tangem e Joey Wallet como alternativas para manter fundos em uma corretora centralizada. Autogestão como resposta A vantagem da autocustódia fica mais clara quando plataformas centralizadas agem unilateralmente. Pumpius afirmou categoricamente: "Ninguém pode congelar seus XRP a partir de uma carteira de autocustódia". Investidores que detêm suas próprias chaves privadas mantêm o controle total de seus ativos. Aqueles que deixam fundos em uma corretora assumem o risco das decisões da plataforma sobre o acesso. Membros da comunidade que responderam à publicação de Barnhill confirmaram que não conseguiam sacar dinheiro de suas contas congeladas, contradizendo o que o próprio vídeo da Coinbase parecia sugerir sobre a acessibilidade dos fundos. Histórico questionável de Armstrong A controvérsia em torno da gestão de contas da Coinbase surge em paralelo com questionamentos sobre a liderança de Brian Armstrong no âmbito regulatório. Armstrong retirou o apoio da Coinbase à Lei CLARITY , alegando preocupações de que a redação proposta pudesse limitar a atividade DeFi, restringir produtos de ações tokenizadas e impedir que emissores de stablecoins oferecessem recompensas semelhantes a rendimentos aos usuários. Ele retirou esse apoio horas antes de uma reunião da comissão agendada para 14 de janeiro, fazendo com que o presidente da Comissão Bancária, Tim Scott, adiasse a votação por tempo indeterminado. A objeção de Armstrong surgiu num momento em que as stablecoins contribuíam com quase 20% da receita da Coinbase. A medida atraiu críticas de toda a indústria de criptomoedas, com alguns a considerando oportunista em detrimento de um progresso legislativo mais amplo. Um padrão de desconfiança O ex-CTO da Ripple, David Schwartz, também revelou anos atrás que a Coinbase se recusou a listar o XRP e exigiu milhões da Ripple antes de fazê-lo. A reação negativa da comunidade após as reportagens atingiu Armstrong pessoalmente. Usuários o criticaram, questionando sua capacidade de liderar uma das corretoras de criptomoedas mais importantes do mundo. O setor de criptomoedas sempre operou com base no princípio da soberania financeira. Quando plataformas centralizadas restringem saques sem justificativa clara, elas corroem a confiança que as torna viáveis ​​em primeiro lugar. Para quem deseja manter XRP, uma das carteiras de autocustódia listadas por Pumpius será um bom ponto de partida.#coinbase #Xrp🔥🔥 $XRP {spot}(XRPUSDT) $RLUSD {spot}(RLUSDUSDT)

Especialista alerta detentores de XRP: façam isso diretamente com suas moedas na Coinbase.

Usuários da Coinbase estão relatando um padrão preocupante. Contas estão sendo encerradas e saques bloqueados. As reclamações se acumulam nas redes sociais e a comunidade cripto está atenta.
Uma publicação que está ganhando repercussão é a de Pumpius (@pumpius), que respondeu a um vídeo compartilhado por Austin Barnhill (@bh30317). Barnhill questionou diretamente o CEO da Coinbase, perguntando: "Como vocês podem estar fechando contas e não permitindo saques?"
Barnhill compartilhou um vídeo mostrando uma conta encerrada com uma mensagem informando que o usuário poderia sacar seus fundos. No entanto, muitos membros da comunidade relataram falhas nos saques.
Em sua publicação, Pumpius indicou aos investidores carteiras de autocustódia como uma solução, citando opções como Xaman Wallet , Tangem e Joey Wallet como alternativas para manter fundos em uma corretora centralizada.
Autogestão como resposta
A vantagem da autocustódia fica mais clara quando plataformas centralizadas agem unilateralmente. Pumpius afirmou categoricamente: "Ninguém pode congelar seus XRP a partir de uma carteira de autocustódia". Investidores que detêm suas próprias chaves privadas mantêm o controle total de seus ativos. Aqueles que deixam fundos em uma corretora assumem o risco das decisões da plataforma sobre o acesso.

Membros da comunidade que responderam à publicação de Barnhill confirmaram que não conseguiam sacar dinheiro de suas contas congeladas, contradizendo o que o próprio vídeo da Coinbase parecia sugerir sobre a acessibilidade dos fundos.

Histórico questionável de Armstrong
A controvérsia em torno da gestão de contas da Coinbase surge em paralelo com questionamentos sobre a liderança de Brian Armstrong no âmbito regulatório. Armstrong retirou o apoio da Coinbase à Lei CLARITY , alegando preocupações de que a redação proposta pudesse limitar a atividade DeFi, restringir produtos de ações tokenizadas e impedir que emissores de stablecoins oferecessem recompensas semelhantes a rendimentos aos usuários.
Ele retirou esse apoio horas antes de uma reunião da comissão agendada para 14 de janeiro, fazendo com que o presidente da Comissão Bancária, Tim Scott, adiasse a votação por tempo indeterminado.

A objeção de Armstrong surgiu num momento em que as stablecoins contribuíam com quase 20% da receita da Coinbase. A medida atraiu críticas de toda a indústria de criptomoedas, com alguns a considerando oportunista em detrimento de um progresso legislativo mais amplo.
Um padrão de desconfiança
O ex-CTO da Ripple, David Schwartz, também revelou anos atrás que a Coinbase se recusou a listar o XRP e exigiu milhões da Ripple antes de fazê-lo. A reação negativa da comunidade após as reportagens atingiu Armstrong pessoalmente. Usuários o criticaram, questionando sua capacidade de liderar uma das corretoras de criptomoedas mais importantes do mundo.
O setor de criptomoedas sempre operou com base no princípio da soberania financeira. Quando plataformas centralizadas restringem saques sem justificativa clara, elas corroem a confiança que as torna viáveis ​​em primeiro lugar. Para quem deseja manter XRP, uma das carteiras de autocustódia listadas por Pumpius será um bom ponto de partida.#coinbase #Xrp🔥🔥
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XRP é mencionado ao lado de Bitcoin e Ethereum. Aqui estão as últimas notícias.O setor de criptomoedas está entrando em uma nova fase. A regulamentação está remodelando o cenário, e as redes posicionadas para liderar a longo prazo estão se tornando mais claras. O XRP está no centro dessa discussão. Skipper (@skipper_xrp), uma voz proeminente na comunidade #xrp , publicou um vídeo expondo sua convicção sobre o futuro das criptomoedas. Ele acredita que a era pós-regulamentação produzirá um grupo dominante de redes que incluirá o XRP. Skipper menciona XRP ao lado de Bitcoin e Ethereum Skipper ocupa essa posição desde 2020. No vídeo, ele afirmou: "As três grandes, assim como aconteceu com o boom automotivo e com a bolha da internet, haverá três grandes após o boom das criptomoedas: XRP, Bitcoin e Ethereum." Ele foi além, afirmando que o restante do mercado estará focado em sobreviver à regulamentação . As três grandes empresas, em sua opinião, não enfrentarão essa mesma luta, mas liderarão o mercado. A regulamentação torna-se um catalisador, não uma ameaça. Seu vídeo sugere que o XRP pode ultrapassar os US$ 10.000 este ano. Embora muitos tenham criticado previsões semelhantes, ele identificou o Bitcoin, o Ethereum e o XRP como as redes com maior probabilidade de emergir do período regulatório em uma posição de força. Onde a regulamentação gera incerteza, essas três redes estão posicionadas para se beneficiar. Segundo Brad Garlinghouse, CEO da Ripple, o XRP está no centro dessa mudança regulatória . A clareza regulatória tem sido um foco constante para o ativo. A publicação aponta o XRP como uma rede onde segurança e utilidade convergem, tornando-o um forte candidato para adoção em larga escala na Web3. O XRP Ledger expande suas capacidades. Enquanto o argumento macro para o XRP se fortalece, o próprio XRP Ledger está evoluindo. A publicação destaca um projeto que se baseia diretamente no XRPL. Ele oferece ferramentas com inteligência artificial, recursos sociais descentralizados e privacidade resistente à computação quântica para a rede. A privacidade resistente à computação quântica aborda um risco futuro real na infraestrutura digital. Um estudo recente do Google confirmou que o XRP está à frente do Bitcoin em termos de design resistente à computação quântica. A integração da IA ​​aumenta a utilidade, e os recursos sociais descentralizados expandem a base de usuários e os casos de uso disponíveis no XRPL. A publicação descreve o XRPL como uma infraestrutura Web3 de próxima geração. A atividade de desenvolvimento na rede corrobora essa caracterização. O que isso significa para as perspectivas de preço do XRP A convicção de longa data de Skipper, aliada ao crescente consenso entre analistas, reforça a tese a favor do XRP. O XRP já possui clareza regulatória, e o progresso com legislações como a Lei CLARITY consolidará seu status. A clareza regulatória reduz o risco, e o desenvolvimento da infraestrutura aumenta a utilidade. Ambos os fatores sustentam o crescimento do preço ao longo do tempo, e o XRP está bem posicionado para capitalizar isso.$XRP {spot}(XRPUSDT)

XRP é mencionado ao lado de Bitcoin e Ethereum. Aqui estão as últimas notícias.

O setor de criptomoedas está entrando em uma nova fase. A regulamentação está remodelando o cenário, e as redes posicionadas para liderar a longo prazo estão se tornando mais claras. O XRP está no centro dessa discussão.
Skipper (@skipper_xrp), uma voz proeminente na comunidade #xrp , publicou um vídeo expondo sua convicção sobre o futuro das criptomoedas. Ele acredita que a era pós-regulamentação produzirá um grupo dominante de redes que incluirá o XRP.
Skipper menciona XRP ao lado de Bitcoin e Ethereum
Skipper ocupa essa posição desde 2020. No vídeo, ele afirmou: "As três grandes, assim como aconteceu com o boom automotivo e com a bolha da internet, haverá três grandes após o boom das criptomoedas: XRP, Bitcoin e Ethereum."
Ele foi além, afirmando que o restante do mercado estará focado em sobreviver à regulamentação . As três grandes empresas, em sua opinião, não enfrentarão essa mesma luta, mas liderarão o mercado.
A regulamentação torna-se um catalisador, não uma ameaça.
Seu vídeo sugere que o XRP pode ultrapassar os US$ 10.000 este ano. Embora muitos tenham criticado previsões semelhantes, ele identificou o Bitcoin, o Ethereum e o XRP como as redes com maior probabilidade de emergir do período regulatório em uma posição de força. Onde a regulamentação gera incerteza, essas três redes estão posicionadas para se beneficiar.
Segundo Brad Garlinghouse, CEO da Ripple, o XRP está no centro dessa mudança regulatória . A clareza regulatória tem sido um foco constante para o ativo. A publicação aponta o XRP como uma rede onde segurança e utilidade convergem, tornando-o um forte candidato para adoção em larga escala na Web3.
O XRP Ledger expande suas capacidades.
Enquanto o argumento macro para o XRP se fortalece, o próprio XRP Ledger está evoluindo. A publicação destaca um projeto que se baseia diretamente no XRPL. Ele oferece ferramentas com inteligência artificial, recursos sociais descentralizados e privacidade resistente à computação quântica para a rede.
A privacidade resistente à computação quântica aborda um risco futuro real na infraestrutura digital. Um estudo recente do Google confirmou que o XRP está à frente do Bitcoin em termos de design resistente à computação quântica.
A integração da IA ​​aumenta a utilidade, e os recursos sociais descentralizados expandem a base de usuários e os casos de uso disponíveis no XRPL. A publicação descreve o XRPL como uma infraestrutura Web3 de próxima geração. A atividade de desenvolvimento na rede corrobora essa caracterização.
O que isso significa para as perspectivas de preço do XRP
A convicção de longa data de Skipper, aliada ao crescente consenso entre analistas, reforça a tese a favor do XRP. O XRP já possui clareza regulatória, e o progresso com legislações como a Lei CLARITY consolidará seu status.
A clareza regulatória reduz o risco, e o desenvolvimento da infraestrutura aumenta a utilidade. Ambos os fatores sustentam o crescimento do preço ao longo do tempo, e o XRP está bem posicionado para capitalizar isso.$XRP
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